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Arquivo: steve jobs

Link – 24 de janeiro de 2011

Identidade secretaNovo nintendinhoCampus Party #TENSA ‘A web não morreu’ (Entrevista com Tim Berners-Lee)Personal Nerd: WhatsAppGoogle quer tornar seu Zuckerberg conhecidoMinC sem Creative Commons, museu do videogame, WikiLeaks, banda larga, celular…Vida Digital: Tim Cook

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Impressão digital #0044: Mudanças na Apple e no Google

Minha coluna de ontem no Caderno 2 foi sobre as mudanças de chefia no Google e na Apple.

Terreno movediço
Executivos no mercado digital

A semana passada foi agitada no mundo digital – e nem estou falando da Campus Party, maior evento relacionado à tecnologia do País, que começou segunda e termina hoje – e sim da súbita saída de dois nomes fortes da indústria eletrônica. Primeiro foi Steve Jobs, o pai da Apple, que pediu licença de saúde mais uma vez na segunda-feira, fazendo as ações de sua empresa caírem. E no fim da quinta-feira, o CEO do Google, Eric Schmidt, anunciou que deixaria o cargo que assumiu em 2001, deixando a vaga para um dos criadores do site, Larry Page.

As duas saídas não seriam motivo de alarde caso a área de atuação das duas empresas não fosse um mercado tão novo. Executivos vêm e vão de empresas, essa é a natureza desse tipo de cargo. Mas quando se fala do mercado de computadores e da internet as coisas não são tão certas assim – e o terreno movediço da indústria digital ainda não conhece cabeças aptas a pular de empresa para empresa.

A saída de Jobs é um ótimo exemplo. É a segunda vez que ele deixa o cargo por motivos de saúde. Mas, no início dos anos 1990, ele não saiu da Apple – e sim “foi saído”, como dizem. O conselho da empresa que criou simplesmente o demitiu. Sem emprego, Jobs foi bater na porta da novata Pixar, um estúdio de animação digital que estava tentando fazer seu primeiro longa-metragem. Ajudou o estúdio de John Lasseter a lançar o primeiro Toy Story e a se firmar como a principal grife no cinema de animação. Enquanto isso, sem Jobs, a Apple patinou tanto a ponto de ter de chamá-lo de volta para o cargo, no fim do século passado. Em casa, começou a pôr sua cabeça para funcionar e criou, na sequência, o iPod, a loja iTunes, o iPhone e o iPad. Seus sócios agradecem.

Outro executivo que saiu e não voltou foi Bill Gates, que fundou a Microsoft e a transformou em uma das empresas mais sólidas no mundo digital do século 20. Em 2006, ele anunciou que sairia da empresa para cuidar de sua fundação de caridade. Desde então, a Microsoft – sinônimo de computadores há até dez anos – foi perdendo a importância cada vez mais.

Qual é o problema? Esse mercado é muito novo e os executivos não se guiam por modelos de negócio estabelecidos. Quando entrevistei o escritor e articulista Bruce Sterling no fim do ano passado, conversamos sobre esse assunto. E ele disse que as empresas digitais ainda são muito presas ao culto à personalidade de seus criadores. “Se Steve Jobs morrer, a Apple morre com ele”, alfinetou.

Essas mesmas empresas sofrem com o fato de que seu negócio pode, em anos, deixar de existir. Vide o MySpace, que era o gigante das redes sociais até outro dia e está às vésperas de fechar suas portas. Não duvide se o destino de Google e do Facebook também for parecido. Na economia digital, tudo que parece sólido apenas parece sólido.

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TweetLeaks

Outro dia eu falei sobre um trauma mundial maior que o Wikileaks com a possível revelação da troca de emails, SMSs, históricos de chats e afins entre os reles mortais e o ótimo Cinismo Ilustrado propôs seus Twittileaks, em que o diálogo via DM entre nomes conhecidos é tornado público. Pardon my spanish:

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Link – 19 de julho de 2010

Dupla exposiçãoTodo mundo dá opinião visual, diz designerDo celular para as redes sociaisPersonal Nerd: O que mudou na vida das pessoas com a chegada da câmera digitalShuffle: Celulares com câmeraShuffle: Câmeras digitaisCelulares x CâmerasLan house deixará de ser ‘casa de jogo’Mais tempo para discutir a lei do direito autoralGames podem ficar mais baratosQuando todo mundo estiver online, o Congresso será inútil?Isso não é jogoFilme do Facebook, Naspers, Steve Jobs e NhomVida Digital: Mauricio David Romero Bordón

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Link – 5 de julho de 2010

Fora de controleSteven Pinker: Não culpe a internetPersonal Nerd: A internet atrapalha a sua vida?Faz mal ou não faz?EyePhoneFotobuscaChip do iPhone 4 não tem nada de novoHá algo de podre do reino de Steve JobsVida Digital: Don Tapscott

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Link – 24 de maio de 2010

Gênio, sim. Do mal? Steve Jobs visto através de seis ex-parceiros1. O fundador: Steve Wozniak2. O mágico: Andy Herzfeld3. O artista: Hartmut Esslinger4. O inimigo: John Sculley5. A mulher que entende o homem: Pamela Kerwin6. O soldados: David SobottaNestlé na mira dos ativistas digitaisTroca de figurinha, agora via TwitterPersonal nerd: criando suas fontesO futuro mais revolucionário da semana passadaA reabilitação do Adobe Flash‘Quem é pior: Apple ou Microsoft?’ puxa o papo nesta festaUma startup brasileira entre 180 expositoresUma guerra contra o limite do 3GVida Digital: John Weschler, criador do Formspring.me

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A chave do tamanho de Steve Jobs

Hoje, a minha mão. Amanhã, o mundo.

Vi aqui.

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Todos os adjetivos da Apple

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“Pra que entrar na marinha se você pode ser um pirata?”

Steve Jobs, quem diria, um dia disse isso – ilustrado pelo Hulk4598.

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Link – 8 de junho de 2009

Todo mundo joga videogameJogar para se divertirSem perceber, você joga videogameGames só para diversão? Está na hora de rever seus conceitosE3 retoma o fôlego e mostra força nos gamesNovo videogame dispensa discosPre, pronto para reviver a Palm?A casa de Steve Jobs e a vida no Vale do SilícioVida Digital: Móveis Coloniais de Acaju

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