Na real isso era apenas um teste para ver se uma câmera nova estava funcionando, mas olha que foda…
Ah, e por falar no Super, lembrem-me de não esquecer de um dia escrever sobre All Star Superman, de Grant Morrison e Frank Quitely, a maior homenagem jamais feita para um super-herói. É uma história tão bem cuidada, ao mesmo tempo complexa e trivial, e é ilustrada como se fosse um sonho. Se Frank Miller conseguiu sintetizar tudo relacionado ao arquétipo do Batman em O Cavaleiro das Trevas (embora alguns reclamem que este trono também é de Alan Moore, em A Piada Mortal), Morrison e Quitely conseguem ultrapassar a saga do homem-morcego e com um agravante - ao optar pelo Super-Homem, os autores abriram mão da ironia, do cinismo, do pessimismo e da violência características a outros super-heróis e abraçaram os valores relacionados ao Super, como a moral, o otimismo, a bondade e o altruísmo de um alienígena que, no fundo, só quer retribuir o carinho ao planeta que o acolheu. A história é dividida em doze capítulos e cada um deles trata de elementos específicos da mitologia do personagem - Lois Lane, Pequenópolis, o Planeta Diário, os supervilões, a fortaleza da solidão, além do onipresente Lex Luthor e o melhor Clark Kent já posto no papel. Como bem disse o Chico, é o quadrinho mais alto astral de todos os tempos - e é uma obra-prima. Não faço a menor idéia se já sair - ou vai sair - no Brasil, mas é quadrinho obrigatório.
Ah, pronto. Já escrevi, não precisa lembrar depois. Valeu.
Um dos slogans mais emblemáticos do Super-Homem, o que batiza este post, nunca foi tão adequado quanto na versão original do personagem. Nesta jóia desenterrada pelo Letters of Note, Jerry Siegel, ainda em busca de um desenhista para dar vida à sua criação, cogita uma outra origem para o primeiro super-herói da cronologia oficial.
A transcrição inteira você lê no site dos caras. E, sim, se você pensou naquela história daquele certo autor que eu sou fãzaço, não comente, pois muita gente pode ainda não ter lido essa história.
Ou L’Hospice, como é o nome dessa obra de 2002 do vanuatuano Gilles Barbier.
Invenção desse sujeito aqui.
E esse blog em que o autor pede para desenhistas recriarem, a seu modo, capas clássicas de quadrinhos? Muito fera.
Outra imagem pra clicar e ver ampliada: é o mapa da Goon City, uma cidade desenhada na proporção isométrica num projeto do designer Ryan Allen e do povo do fórum Something Awful para salvar a essência da pixel art. Mas melhor do que ampliar a imagem acima é entrar no saite criado para hospedar a cidade virtual e navegar por seus milhões de detalhes. No meio dá pra encontrar a família Dinossauro, fases do Super Mario, um tabuleiro de xadrez humano, o comissário Gordon chamando o Batman, um boquete, o jipe dos Thundercats, Godzilla, a caixa forte do Tio Patinhas, a DeLorean de Marty McFly, Hunter Thompson, a torre Eiffel, um tabuleiro de Banco Imobiliário, o Campo Minado, um show do Rick Astley - e outro do Daft Punk -, King Kong, uma Apple Store, o tabuleiro de Tron, uma filial da Dundler Mifflin, um complexo militar, a mulher de 20 pés, naves do Guerra nas Estrelas, uma pirâmide, um concurso de sósias do Wally, uma casa sitiada pela Swat, um cubo mágico, o grupo vocal do Homer cantando em cima do bar do Moe, a nave do Wall-E, um parque temático Doom, o Tick, Wolverine, um disco voador, a fortaleza da solidão, a Estrela da Morte transformada em cassino, Space Invaders, o Castelo de Greyskull, Pac Man, Muppets, os Beatles, a casa da Família Adams, South Park e Planet Express. Para entrar na Goon City, clique aqui.
Lembra que eu falei do livro do Gibbons? A Aleph vai lançar no Brasil.
O trecho abaixo fala do início das conversas sobre o que se tornaria Watchmen e do primeiro trabalho de Gibbons ao lado de Moore, a história O Homem que Tinha Tudo:
Eu tinha ido a uma convenção em Nova York, em 1973, como fã, mas aquela era minha primeira aparição nos EUA como convidado profissional. Eu continuava sentindo um fã ao encontrar tantas pessoas que eu conhecia anteriormente apenas pelo nome. De lendas como Julius “Julie” Schwartz a contemporâneos como Jerry Ordway.
Na segunda noite do evento, a DC deu uma festa e eu imaginei que aquela seria minha chance de falar com Dick Giordano sobre as linhas gerais de Alan. A conversa foi curta:
“Dick, sobre a proposta de Alan Moore sobre os personagens da Charlton. Eu gostaria de desenhar.”
“E o que o Alan acha disso?”
“Ele quer que eu faça.”
“Ok, Dave. É seu.”Saindo meio zonzo dessa vitória fácil, topei com Julie Schwartz. E outra breve conversa se sucedeu:
“Então, Dave? Quando você vai desenhar um Superman para mim?”
“Que…? Ah, quando você quiser, Julie. Quem vai escrever?”
“Quem você quer que escreva?”
“Hã, Alan Moore.”
“Ótimo. Pode começar!”As convenções de quadrinhos não melhoraram muito mais do que Chicago foi para mim naquele ano. Ao passar por Nova York, telefonei para Alan da mesa de Julie. Ele ficou tão entusiasmado quanto eu. Não somente porque podíamos começar o que viria a ser Watchmen, como também pela chance de trabalhar com o Superman sob o manejo editorial de Julie. Nós dois tínhamos crescido na fila de gibis que ele cuidava, e o Supeman era, definitivamente, a jóia da coroa dos personagens de super-heróis.
Essa história mesmo é o melhor tira-gosto do que se pode esperar de Watchmen, levando em consideração que é uma obra escrita com os principais heróis da DC - o Super-Homem, a Mulher Maravilha e Batman - e vai fundo na psicologia do Super. A história acontece no aniversário do Super-Homem, quando Batman, Robin e a Mulher Maravilha encontram o sujeito em estado vegetal com um parasita grudado no corpo. O lance é que esse parasita permite que o hospedeiro possa viver seu coma vivendo seu maior sonho, que, no caso do cara, é que Krypton nunca tenha explodido e que ele pudesse ter uma vida normal. Aí Moore pega dois fios condutores paralelos - o delírio do Super-Homem e a luta dos super-amigos para livrá-los do parasita - e vai contrapondo cena a cena, com o traço preciso, fino e sofisticado de Gibbons. A história é curtinha, mas é uma pequena obra-prima e dá pra baixar aqui.
E já no clima do terceiro show do Kraftwerk no Brasil…
Essa versão de “Robots” tá num disco de 1992 da Balenescu Quartet, da Romênia. O desenho do Super-Homem (Electric Earthquake) é do Max Fleischer, de 1942.

Foto: phocassa
1) Fãs de Madonna acampam em frente ao Morumbi duas semanas antes de shows
2) Estúdios continuam brigando sobre o lançamento de Watchmen
3) CAI A MÁSCARA: Obama usa um ZUNE
4) Bryan Singer não pode falar se está envolvido ou não no próximo filme do Super-Homem
5) Bettie Page, símbolo das modelos pin-up, sofre ataque cardíaco nos EUA
6) Críticos acusam Apple de bloquear concorrentes do iTunes
7) Heroes poderia ser salva com spin-offs que substituiriam a série?
8) 8 coisas que aprendi sobre vampiros em Garotos Perdidos
9) Obama promete banda larga para todos nos EUA
10) Revista Mad de dezembro satiriza a menina Maísa
“That’s entertainment!”
É engraçado ver o que os EUA estão fazendo com a política. Tá certo que a mudança do discurso para a cosmética não é nem um pouco nova - e remonta a um Nixon mal encarado e suando no primeiro debate televisionado da história, em que Kennedy parecia um galã de Hollywood. Mas o que estamos assistindo em 2008 é a transformação definitiva da política, ao menos da campanha, em showbusiness. Perto da eleição McCain x Obama, a imagem de Bush sendo maquiado pouco antes de entrar em cadeia nacional para falar da Guerra do Iraque - que, uma vez vazada, foi usada originalmente por seus adversários para mostrar um suposto desdém para com o que o presidente americano iria dizer -, parece normal, um mínimo de preocupação estética, em 2008.
O show em que se transformou a campanha eleitoral dos EUA teve um capítulo especial no meio do mês passado, quando os dois candidatos baixaram a guarda para participar do jantar oferecido pelo Alfrend E. Smith Memorial, um evento tradicional das eleições americanas em que os protagonistas podem ficar mais à vontade. Eis os discursos dos dois candidatos, com algumas aspas traduzidas do discurso (a transcrição dos dois discursos na íntegra pode ser lida aqui). Primeiro, McCain:
“Essa campanha precisava do toque comum de um trabalhador. Afinal, começou há muito tempo com a celebrada chegada de um homem conhecido por Oprah Winfrey como ‘The One’. Como sou colega e amigo de Barack, posso chamá-lo de ‘That one’. E eles, meus amigos, ele não liga nem um pouco. Na verdade, ele tem até um apelido para mim - George Bush”
“Eu sou o vira-latas nestas últimas semanas. Mas se você souber onde procurar, vai encontrar esperança. Há sinais de esperança nos lugares mais improváveis - até mesmo nesta sala cheia de democratas de Manhattan. Eu não consigo deixar de acreditar que há pessoas que estão torcendo para mim. Que bom te ver aqui hoje à noite, Hillary!”
“Onde está Bill, falando nisso? Ele não consegue descansar uma noite sequer para tornar o homem que venceu sua esposa o próximo presidente? Quando um repórter perguntou a ele se o senador Obama era qualificado para ser presidente, ele respondeu, ‘claro, ele tem mais de 35 anos e é um cidadão americano’”
“Em todo caso, sabemos que o senador Obama está pronto para qualquer contingência - mesmo na possibilidade de uma crise de mercado dramática e repentina. Ouvi dizer que, aos primeiros sinais de recuperação, ele irá suspender sua campanha e voará imediatamente para Washington para cuidar desta crise”
Depois, Obama:
“Estou emocionado por ter sido convidado e me sinto em casa aqui porque sempre disseram que eu caso a política de Alfred E. Smith com as orelhas de Alfred E. Newman”
“É uma honra estar aqui com Al Smith. Eu obviamente não conheci seu tataravô, mas depois de tudo que o senador McCain me contou, sobre o ótimo tempo que eles tiveram juntos antes da Lei Seca… Belas histórias”
“Recentemente, um dos principais conselheiros de John McCain disse ao Daily News que se nós continuássemos falando sobre a economia, McCain iria perder. Então aqui estou para falar sobre a economia”
“Olhando ao redor, toda essa comida fina e champanhe, é claro que nenhum gasto foi contido. É como um encontro de executivos da AIG”
“Vocês sabem, estivemos debatendo muitas destas questões econômicas durante a campanha, mas ultimamente as coisas se tornaram mais duras. Nas últimas semanas, John continuou sua campanha perguntando ‘Quem é Barack Obama?’. Tenho de admitir que eu fiquei surpreso com essa pergunta, já que a resposta está bem ali na minha página do Facebook”
“‘Quem é Barack Obama?’ Diferente dos rumores que vocês devem ter ouvido, eu não nasci em uma manjedoura. Na verdade, nasci em Krypton e fui mandado para cá pelo meu pai Jor-El para salvar a Terra. Muitos de vocês - muitos sabem que eu herdei o nome Barack do meu pai. O que vocês não sabem é que Barack é o termo swahilli para ‘aquele ali’. E meu nome do meio foi tirado de alguém que obviamente nunca havia pensado que eu poderia concorrer à presidência”
“Se tivesse que dizer qual é a minha maior força, eu diria que é minha humildade. Minha maior fraqueza é que eu sou bom demais”
“Eis outra revelação, John McCain tem um bom ponto. Houve realmente um ponto em minha vida quando eu comecei a circular com uma turma da pesada. Tenho que ser honesto, esses caras eram casos perdidos, baixos, ignóbeis, inúteis. É verdade: eu fui integrante do senado americano. Pensando nisso, John, eu juro que te vi em um de nossos encontros”
“Por falar nisso, tem uma coisa que me deixa curioso: a FoxNews pode ser considerada uma mídia?”
Isso é entretenimento. É um dos grandes legados da cultura americana para o resto do planeta - frases de efeito, tiradas rápidas, piadas que exigem uma certa descontextualização momentânea para fazer sentido, ironia fingindo não ser ironia, diálogos ágeis e um sorriso no rosto. Não interessa qual é a mensagem, é esse espírito que une o Pernalonga, Marlon Brando, Eazy E, Elvis Presley, Michael Moore, John Kennedy, Tony Soprano, Martha Stewart, John Wayne, Martin Luther King, os Beastie Boys, Jerry Seinfeld, Eddie Murphy, Charlton Heston, Homer Simpson ou Marilyn Monroe. É dos motivos de gostarmos tanto da cultura deles.
Mas nestas eleições, mais do que nas passadas, o entretenimento e a política caminharam tão próximos que, em alguns momentos (como os vídeos acima), pareciam ser um só. É a tal da política pop, em que plano de governo, argumentos racionais e aliados políticos ficam em segundo plano se comparados ao carisma televisivo.
E mesmo se ascensão de Obama parecia inevitável, graças a este elemento televisivo (ou à ausência dele) que sua vitória começou a ser dada como certa. O ponto principal: a nomeação da vice de John McCain, Sarah Palin, e sua subseqüente demolição feita por Tina Fey que, devido à sua semelhança com a candidata, voltou ao Saturday Night Live várias vezes para viver o papel de Palin.
Políticos e humoristas sempre andaram de mãos dadas (mesmo a contragosto), mas faltava à Sarah Palin as qualidades que tornaram a cultura americana tão central em nossa era. Sem um pingo de desenvoltura, carisma próximo de zero e um estreito conhecimento sobre cultura geral, ela tornou-se um alvo perfeito. E se os republicanos achavam que colocar uma mulher como vice ia contar pontos a favor de McCain, o desempenho de Palin foi crucial para enterrar as esperanças finais de McCain.
(Isso não quer dizer que ele não possa ganhar. Lembre-se que a eleição do ano 2000 foi fraudada com os republicanos FORA da Casa Branca. Não duvide que agora que eles têm a máquina na mão, não vão tentar algo. Fora essas urnas de tupperware… E neste link há outros motivos que mostram como McCain pode ganhar, mesmo com a Obamania)
Mas há quem queira dizer que a culpa pelo tombo chamado Sarah Palin é de Tina Fey, o que é uma bobagem. Nem o Alec Baldwin acha isso, embora tenha participado topar do quadro que o Saturday Night Live fez com a candidata a vice para tentar acalmar ânimos rednecks:
O problema não é a falta de preparo para a política - mas a falta de preparo para o showbusiness. Sarah Palin não pertence a este universo, apenas ao da política no Alaska, que ainda sobrevive longe dos holofotes e dos olhares do mundo. Por isso, falta-lhe estofo para concorrer uma eleição que, na verdade, é um espetáculo. Veja o que diz um bom exemplar deste universo sobre a possibilidade de Palin estar pronta para este novo ambiente:
É isso aí, nem Schwarzenegger acha que ela está pronta - o que não quer dizer que ela não possa, um dia, ser presidenta dos EUA. Ela acaba de entrar num jogo de tubarões - e sua carreira política pode passar por uma plástica moral e, em quatro anos, poderemos ver Sarah Palin esperta e ágil em suas respostas, pronta para o público.
McCain e Obama já estão. Num país em que é possível ter aulas de oratória e discurso ainda no primeiro grau e que todos os estudantes são incentivados a, quem sabe um dia, concorrer à presidência dos EUA (afinal, eles são a “terra das oportunidades”), a política sempre esteve incutida no dia-a-dia de cada cidadão americano, mesmo que ele não perceba.
O que mudou dos tempos de George Washington para cá e que não basta o político ser sério, íntegro, dedicado e pronto para debater qualquer assunto. Ele deve ter boa aparência, fotografar bem, falar sem gaguejar, ser simpático, agradável, divertido, cool.
Fora toda a mudança que a internet está trazendo para o sistema político como um todo (demos uma bela geral na capa do Link desta semana, as matérias podem ser lidas aqui, aqui, aqui, aqui e aqui), estamos vendo o entretenimento entrar de vez na política. McCain e Obama é quase um confronto entre Bob Hope e Chris Rock - duas faces do American way of entertaining.
Mas, no fundo, é a velha política americana em ação, apenas assumindo que os tempos mudaram e que é preciso ganhar um eleitorado que é cada vez mais global. Mas não se engane, a mudança é estética. Na prática, eles ainda se vêem desta forma:
Afinal, como diz a Natalie Portman e a Rashida Jones (aquela primeira namorada do Jim no The Office), “no dia 4 de novembro, faremos a decisão mais importante da nossa geração”. E a escolha delas é uma só:
Bem-vindos à política do século 21.

Foto: kruxmux
1) A turnê européia dos Autoramas começou ontem: olha a maratona de shows
2) Joaquin Phoenix vai parar de atuar
3) Heroes amarga audiência baixa
4) Sam Mendes vai dirigir o filme do Preacher
5) Remake de Melrose?
6) Nove cópias estrangeiras que são melhores que os filmes originais de Hollywood
7) Café em excesso pode reduzir seios, indica estudo
8) Robert Downey Jr. assina contrato para mais outros dois filmes do Homem de Ferro - além do 2
9) Panço lança seu novo livro em São Paulo semana que vem
10) Mark Millar quer transformar a história do Super-Homem em uma saga do naipe do Poderoso Chefão. Humilha, esse sujeito
E já que estamos falando de alienígenas e das eleições americanas, que tal o General Zod como alternativa a Obama ou McCain?
Semana movimentada, hein. Vamos ver se eu consigo criar mais uma seção:
- Software livre, 25 anos;
- A banda californiana de Rodrigo Amarante;
- Adaptação de Wanted de Mark Millar é fodaça, mas ele quer fazer mesmo é o filme do Super-Homem (que quase foi pra mão do J.J. Abrams);
- Link Eldorado - 14 de setembro de 2008 e Link Estadão - 15 a 21 de setembro de 2008;
- Vida Fodona #125;
- Pato Donald nazista e Disney falando de menstruação;
- Posteres poloneses inacreditáveis;
- E a banda nova do Junior Sandy&Junior se chama Nove Mil Anjos;
- Morning Becomes Eclectic com MGMT, que, dizem, irá colaborar com os Chemical Brothers (que lançaram vídeo com o Google Earth);
- Filme novo do Michael Moore;
- Eleição no Brasil parece piada;
- Cancelamento do comercial do Seinfeld com a Microsoft era boato, mas a empresa lançou outra campanha, “Eu Sou um PC”;
- Mais publicidade: Dita Von Teese vende sutiã, Cat Power vende carro e James Bond faz com que Jack White venda Coca-Cola Zero;
- Death Magnetic, o disco novo do Metallica, é uma bosta;
- Offspring e Breeders confirmados no Planeta Terra;
- Mallu Magalhães entrevista-se a si mesma;
- Megan Fox;
- Quem morreu: Norman Whitfield, Rick Wright e David Foster Wallace;
Que tal essa? Entre 2003 e 2004, a grife Superman foi parar nas mãos de ninguém menos que J.J. Abrams. E a história que ele queria filmar falava que Krypton não havia sido propriamente destruído e que o pequeno Kal-El foi mandado para a Terra não após a explosão do planeta e sim quando uma enorme guerra global atingiu o planeta de origem do Super. Assim, além de vir para nosso planeta enquanto Krypton ainda existia, ele ainda teria sido seguido por um general que foi encumbido de matá-lo onde quer que ele parasse. Não bastasse isso, J.J. ainda cogitava que Lex Luthor seria um agente do FBI que descobriu o alienígena logo que ele atingiu nosso planeta. E, além, o criador de Lost ainda escalou ninguém menos que Brendan Fraser para viver o super-herói - me amarro no Fraser, mas seria no mínimo estranho vê-lo na roupa azul e vermelha (que ele chegou a vestir). O projeto, como muitos outros em Hollywood, passou de mão em mão até não dar em nada - e a grife ser retomada por Bryan Singer. Quem contou isso foi o próprio Fraser, em entrevista ao blog Voices from Krypton.
Como eu ia falando, há muito tempo o Mark Millar já planeja um filme do Super-Homem. Um não, três. Ele vem soltando seu plano desde que terminou Red Son pra quem quisesse ouvir - e desde então vem vendendo a idéia que, apesar do filme de Bryan Singer ter sido feito, sua versão para a história do alienígena de Krypton seria não apenas “a história definitiva” do super-herói como “tornaria o personagem convincente para o século 21″.
E desde que começou a flertar com Hollywood vem se fazendo perceber - tanto que é um bom escritor quanto sua vontade de trabalhar com o Super na telona. E, aos poucos, vem soltando confirmações. Primeiro disse que, sim, o haviam procurado, depois que, “um grande diretor” só realizaria o filme caso Millar estivesse envolvido e que já tinham escolhido o ator para fazer o papel principal. Agora, nesta entrevista abaixo ao site G4, ele fala que está tudo engatilhado para o sinal verde para a produção ser aceso e os trabalhos começarem. Além disso, ele diz que o filme não é apenas um lançamento e sim três longas que contariam a maior saga do Super-Homem já imaginada, com desdobramentos possíveis para outras mídias, incluindo quadrinhos, brinquedos e livros. Sua idéia é fazer um Senhor dos Anéis com o material relativo ao Super.

Foto: adrianbartel
1) O que terá acontecido com Sady Baby?
2) Mudando o canal da TV sem o controle remoto
3) Tirar foto dos alimentos ‘é melhor que diário’ para aprimorar dieta
4) Twitterbrasil fora do ar por decisão da Justiça brasileira
5) O punk não morreu, só mudou pros outros países
6) Record anuncia filme baseado na novela “Os Mutantes”
7) Travesti do caso Ronaldo vira Mulher Berinjela e se lança em carreira funk
8) All Star Superman em 11 quadrinhos
9) Japão exclui russos do sumô por uso de maconha
10) Os 10 autistas mais impressionantes do mundo

Foto: Face of a Dreamer…
1) Mickey Mouse em domínio público?
2) Eis os vencedores do concurso de plug-ins do Firefox
3) Piadas ruins evocam hostilidade
4) Estudo: temperaturas chegarão a 52ºC até 2100
5) 10 plataformas promissoras
6) Próximo filme do Super-Homem terá um clima mais sombrio (ui)
7) Kirsten Bell em Astro Boy
8) Rage Against the Machine na convenção dos republicanos?
9) 10 anos de Big Lebowski
10) Josh Homme produzindo Arctic Monkeys?

Foto: Fir…
1) Michael Phelps é um mané?
2) Divórcios consomem um terço da fortuna de Phil Collins
3) 10 grandes músicas com mais de 10 minutos
4) Os personagens mais fodões de DeNiro e Al Pacino
5) Wi-fi anabolizado
6) O futuro do Super-Homem no cinema
7) Funarte libera R$ 5 milhões em incentivos à música
8) Começa o horário eleitoral (quê?)
9) O futuro das histórias em quadrinhos
10) Festa de três anos do Vegas
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