OEsquema

Arquivo: the national

As 300 melhores músicas dos anos 00: 84) National – “Fake Empire”

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Cinco vídeos para o meio da semana – 84


Killers – “The World We Live In”


The National – “Sem título”


Little Joy – “Next Time Around”

Major Lazer "Zumbie" ft. Andy Milonakis

Major Lazer e Andy Milonakis – “Zumbie”


Grizzly Bear – “Two Weeks”

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OEsquema no Timfa

Pra quem não acompanhou durante o fim de semana, aí vai a cobertura dOEsquema para o Tim Festival deste ano. Nosso primeiro trabalho em conjunto, sem ter nenhuma reunião de pauta ou definição de funções. Por isso, ficou assim:

- Falei da possível importância do show do Kanye West no Brasil horas antes de assistir a uma fuleiragem sub-escola de samba que se passava por “grande espetáculo da Terra” (que ainda contou com um estranhamento entre os Racionais e D2, no público). The Great Hip Hop Swindle, isso sim. No segundo dia teve o show dos Klaxons, no terceiro Gogol Bordello e DJ Yoda salvaram a pátria enquanto o último dia foi bem equilibrado com um showzaço do National e um show mediano do MGMT. Fiz um monte de vídeos do festival.
- No Rio, o Bruno falou que o Camelo funciona melhor em show do que em disco, curtiu o Gogol Bordello, achou o Klaxons mais ou menos, linkou uma mixtape nova do Sany Pitbull (que só tocou no Rio), entrevistou o MGMT e comentou, ao assistir ao show de Sonny Rollins, sobre a carência de eventos como o festival da Tim podem fazer com uma cidade com o Rio. Ele também fez uns videozinhos;
- Também no Rio, o Mini assistiu ao Yoda, Gogol Bordello, Klaxons e Neon Neon e fez algumas considerações sobre sua ida ao evento;
- Arnaldo não foi a show nenhum e também não perdeu grande coisa, mas faz uma pergunta pertinente: você compraria um cinzeiro do Capitão Presença?

Eu compraria.

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Finalmentes

Quantos bons shows precisa ter um festival?


MGMT – “Time to Pretend”

Culpe o fechamento lá no jornal na sexta-feira ou o fato da terceira noite do Tim Festival deste ano ter começado cedo demais. Eu não culpo nada, perdi o Dan Deacon e o Junior Boys, mas paciência. Do primeiro eu ouvi relatos como “festa junina” ou “aula de ioga” e vendo os vídeos no YouTube deu pra sacar que o produtor induziu o público a um transe taichichuan lúdico – e quem participou mais ativamente da performance foram os velhos freqüentadores das quartas e quintas no Milo (deu pra reconhecer vários nos vídeos e fotos que apareceram). Tocando no meio do público, ele incitou os presentes a uma série de joguinhos, que iam do proverbial túnel junino a um concurso de dança. O som me pareceu aquela discotecagem desconexa e zen feita para indies se esticarem enquanto imaginam que sua realidade-túnel seja possível – é quando o RPG (reeducação postural global) e o RPG (role playing game) se encontram. Do Junior Boys, não soube nem se foi bom ou ruim.

Cheguei no meio do Gogol Bordello que, já falei, fez um grande show – só não me peçam para gostar. E os ucranianos bêbados pulando feito bandoleiros do deserto ao som de música do leste europeu nem precisaram de muito mais do que só isso para incendiar o público, que delirou. Mas duas dançarinas do Tchan vestidas com uniformes do Santos e a citação de “Morena Tropicana”, do Alceu Valença, foram suficientes para saber que em um ou dois anos esses caras tão de volta no Brasil, por uma, duas, três vezes – até se mudar pra cá de vez. O amálgama de som colide folclores específicos que se mistura com facetas diferentes da música pop com aparato cênico e movimentação de palco é algo que já ouvimos tantas vezes (Karnak, Mano Negra, Móveis Coloniais de Acaju, Brasov, Manu Chao fase Proxima Estación, Cordel do Fogo Encantado, Farofa Carioca, Teatro Mágico) que eu sempre tenho preguiça quando surge um grupo novo desses. Há, claro, um elemento inevitável da consciência de uma globalização paralela, cultural, que abandona fronteiras em favor do ritmo e do hedonismo, mas não é algo que se conecta comigo além da sociologia. Musicalmente falando, sinto-me a poucos passos de distância de uma micareta.

Depois do Gogol veio o set insuportável do Switch, que eu já conhecia de uns remixes e esperava bordoadas boas para balançar o corpo. Em seu lugar veio um bate-estaca sem graça, com acelerações de ritmo que oscilavam entre o house e um princípio de trance. Não conseguia parar de pensar em como um publicitário brasileiro bolaria a trilha sonora para um filme de aventura que se passa no futuro – nem esse som imaginário conseguia ser tão monótono e anônimo quanto a apresentação do sujeito. Não foi à toa que muita gente saiu durante o set dele: estava realmente chato.

Quem foi embora, perdeu o Yoda, DJ/VJ na linha do Mike Relm e Eclectic Method – ou melhor, um meio-termo entre os dois. Enquanto o set de Relm exagerava no nerdismo e o da dupla EM pesava a mão no hip hop, Yoda equilibra-se entre os dois multiversos: o lado nerd chamava Guerra nas Estrelas, Indiana Jones e Super Mario Bros. para a briga enquanto o lado rap vinha de Ol’ Dirty Bastard, Biz Markie, Snoop Doggy Dogg e beats precisos, que iam do beatbox velha guarda ao andamento tranqüilaço do rap mais riponga e os graves pesados do gangsta. No meio, tudo: raggamuffin, Austin Powers, programas de ginástica, Fringe, Tom Jones, a velhinha que ensina o que é mashup, Chemical Brothers, Richard Pryor no Superman III, Ini Kamoze, Simpsons, Rocky Balboa, Yo Gabba Gabba, Vila Sésamo, Run DMC – misturado, scratchado, mashupado, mixado e remisturado. Yoda é uma metralhadora de referências pop, cuspidas com uma velocidade que, ao mesmo tempo, nunca saía do ritmo; é possível assistir às suas interferências de vídeo e cair na dança sem que uma atividade não interferisse na outra. E assim Yoda mexia cabeças e quadris ao mesmo tempo – e gastando, provavelmente, um centésimo do que o Kanye gastou.

Pra mim, foi ele quem salvou a terceira noite do festival. Pena que pouquíssima gente viu.

(Fazer o que, né… Mesmo contra todo o preconceito, o mashup ainda impera.)

Perdi o Cérebro Eletrônico por puro desleixo (preguiça, melhor dizendo, mas não da banda em si). A quarta e última noite do festival pra mim começou com o National, que eu já tinha visto tocar esse ano em Lisboa. Vi os caras num lugar fantástico, chamado Aula Magna, que é onde doutores vão defender suas teses na universidade local. Como não havia comprado ingresso com antecedência, só consegui a entrada mais cara para o show daquela noite, o que me colocou numa poltrona em que cabiam umas três pessoas com folga, de tão confortável. Fiquei a quatro fileiras da banda e assisti à apresentação literalmente de camarote – e ali já dava pra perceber que a banda havia atingido um outro patamar. Se Boxer, seu disco mais recente, consagrava sua saída da adolescência anunciada no disco anterior, Aligattor, o show não poderia acontecer em um lugar mais apropriado – e era possível não apenas embarcar na viagem emocional do vocalista Matt Berninger (que se jogava, andando pelas poltronas do auditório a certa altura) como perceber a coesão e cuidado de um time de músicos que ia da introspecção à muralha de microfonia com uma disciplina rara em show de rock. Na época, filmei “Brainy” e “Secret Meeting”, além de um trecho de “Fake Empire”.


The National – “About Today”


The National – “Fake Empire”

O show em São Paulo repetiu a mesma ótima apresentação de Lisboa, com um pequeno diferencial – em Portugal, todos sabiam de cor as letras das músicas, no Brasil, poucos sequer sabiam os refrões. E foi aqui que a banda mostrou que é boa – afinal, parte do público desconhecia completamente a banda que ia abrir para a dupla psicodélica MGMT e foi tragado pelo rock sério e adulto do National. Desta vez de óculos, Matt igualmente se entregava ao público, conversando com as pessoas, sendo gente boa de uma forma natural, nada populista. Quando cantava, com seu timbre grave e emotivo, era hiptonizado pela música e deixava-se levar, carregando o público para dentro do emaranhado de som cuidadosamente tecido por um grupo formado por dois pares de irmãos, os gêmeos Bryce (guitarra) e Aaron (baixo) Dessner e Scott (guitarrista) e Bryan (baterista) Devendorf, que ainda se revezavam nos teclados (e contavam com a participação de um sexto músico, que ia do piano ao violino). E assim o grupo alinha-se ao outro lado do pós-punk, o inglês, de bandas como Echo & the Bunnymen, Joy Division, Cure e U2. Showzaço, aconteceu num momento crítico para o National que, se fizer o disco certo, passa para o primeiro escalão do rock mundial em breve. Se o mundo fosse justo, eles venderiam mais que o Coldplay e seriam mais respeitados que o Tindersticks.

Para encerrar, a dupla nova-iorquina MGMT se afogou na psicodelia e descambou pro prog. Esse é o drama do gênero. O negócio começa a ficar viajandão demais e aí os caras começam a viajar que são músicos de primeira linha, solo de guitarra vira uma coisa transcendental e trips instrumentais viram apenas bad trip. Também, né, nova-iorquino pagando de californiano é tipo paulista querendo tirar onda de carioca. E o público – o mais cheio dos quatro dias na tenda, além do mais florido – que veio para ouvir os hits (especificamente três, “Kids”, “Time to Pretend” e “Electric Feel”), achando que eles eram uma banda pop com cores tie-dye, desanimou-se em todas as músicas que não eram essas três (e “The Youth”, também bem recebida). “Kids”, que veio no final, lavou a alma de um show curto mas demorado, mas que deixou um gosto de “quero mais”.


MGMT – “4th Dimensional Transition”


MGMT – “Of Moon, Birds and Monsters”


MGMT – “Electric Feel”


MGMT – “The Youth”

No fim, esse Tim Festival, apesar de tudo, teve seus acertos. Mas dava pra reuni-los todos em uma mesma noite com National, Klaxons, MGMT e o Yoda – de preferência num lugar que pudesse terminar mais tarde, sem ter os seguranças empurrando o público pra desarmar o circo. Pagando ingresso, bebida e estacionamento apenas uma vez aposto que o público viria em mais peso, ficaria mais feliz e o festival sairia com o filme menos queimado.

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Findo o Timfa

Showzaço do National, show regular do MGMT (cheio dos altos – um deles, “The Youth” aí em cima – e baixos), finalmente público presente e clima de festival. Queria ver se falava dos shows ainda hoje, mas esse solzão aí fora e um cineminha vespertino provavelmente vão desligar minhas atividades online por hoje…

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Leitura Aleatória 179


Foto: Ultimate Articulate Lord

1) Público carente transforma festival em marco
2) Klaxons no Uol: “Se alguém quis ficar parado, não conseguiu”
3) Dan Deacon faz público dançar quadrilha
4) Rraurl sobre o Yoda: “Melhor set do ano?”
5) Folha sobre o Camelo: “Interessante”
6) National no Rio: “Obrigado, internet!”
7) MGMT: “Parte do público pareceu decepcionado”
8) Estadão: “Bons shows não salvaram falta de organização em evento no RJ”
9) Har Mar Superstar no show do Neon Neon
10) Nave da egotrip de Kanye West passa por São Paulo

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Só o mashup salva

Como previsto, perdi o Dan Deacon, bom show do Gogol Bordello (mas não me peçam pra gostar), um set monótono (beirando o insuportável) do Switch, mas um mestre Jedi veio salvar a noite – o DJ Yoda mashupou em som e vídeo e quebrou tudo, salvando a noite. Como previsto, não consegui acordar pra ver o Sonny Rollins, mas hoje à noite tou lá no National x MGMT. Amanhã eu falo mais dos shows de sexta e, se pans, dos de sábado também.

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Vida Fodona #127: Gripadaço

Yo La Tengo – “Be Thankful for What You Got”
Beck – “Soul of a Man”
Gilberto Gil – “Queremos Guerra”
Lulu Santos – “Tempos Modernos”
R.E.M. – “Strange”
Whitsundays – “Antisocial”
Decemberists – “O Valencia”
Kings of Convenience – “Paralell Lines”
New Order – “Thieves Like Us”
Black Kids – “I’m Not Gonna Teach Your Boyfriend How to Dance With You (The Twelves Remix)”
Pavement – “Rattled by the Rush”
National – “Brainy”
Rolling Stones – “Tumbling Dice”
Mallu Magalhães – “Happy Song”
Of Montreal – “Nonpareil of Favor”
Of Montreal – “Death is Not a Parallel Move”
Of Montreal – “Plastis Wafers”
Of Montreal – “Touched Something’s Hollow”
Pato Fu – “O Processo de Criação Vai de 10 Até 100 Mil”

Simbora.

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The National ao vivo

Ninguém tá dando muita bola pro show do National que vai rolar no Timfa. Eu os vi em Lisboa (além do vídeo de “Fake Empire” aí em cima, que só tem um trecho, ainda filmei eles tocando “Brainy” e “Secret Meeting”) e atesto: indie épico da melhor qualidade, deixando no chinelo tentativas palhas como Travis, Keane e Muse – e colocando-se lado a lado com grandes nomes dos anos 80, como U2, Legião Urbana e Echo & the Bunnymen. A banda, que conta com duas duplas de gêmeos na formação, funciona com uma precisão de máquina, enquanto o vocalista Matt Berninger se joga em todas as músicas. Vai ser massa – quem quiser antecipar, é só baixar os MP3s de um show deles de agosto aqui.

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Poster de banda de roque 0004: R.E.M.

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Tim x Terra

É o embate dos festivais, versão 2008. Se no ano passado o Timfa teve uma edição morna (suas principais atrações tinham mais de uma década de existência) e uma edição caótica em São Paulo, o novato Terra ousou no formato, preço e escalação, embora tenha errado no nome para fechar a noite. Agora que as edições deste ano estão aos poucos chegando aos finalmentes, dá pra botar frente a frente as principais atrações anunciadas pro Tim e as especulações mais ou menos confirmadas pro Terra.

Vamo lá?

Jesus & Mary Chain x Paul Weller

Terra 1 x 0 Tim

Animal Collective x Gogol Bordello

Terra 1 x 1 Tim

Bloc Party x Gossip

Terra 1 x 2 Tim

Kaiser Chiefs x The National

Terra 1 x 3 Tim

Spoon x MGMT

Terra 2 x 3 Tim

Foals x Klaxons

Terra 2 x 4 Tim

Descartando, claro, todo o palco de jazz do Timfa, que não tem nada a ver com o corte do Terra. Mesmo assim, o Timfa ainda aumenta sua vantagem ao não encontrar nenhum rival pop à altura de Kanye West, além dos queridinhos da crítica Neon Neon (o projeto eletrônico do carinha do Super Furry Animals) e o Dan Deacon. Mas lembre-se que o Terra não oficializou seu elenco, por isso seus astros são fruto de especulação e algum nome pode aparecer – ou desaparecer – do elenco quando o anúncio vier de verdade (as vendas, ao que parece, começam amanhã). E ao mesmo tempo não custa lembrar que ano passado o Terra também teve uma tenda de música eletrônica – até então, sem nomes sequer especulados.

Por outro lado, o embate entre estrutura de festival favorece o Terra – ainda mais depois do mico da edição paulista do Tim Festival do ano passado (no Rio, tudo nos conformes). O único ponto negativo que consigo lembrar desta parte no Terra do ano passado foi a distância do lugar dos shows, mas até aí, isso é o de menos. O Timfa vai ter que rebolar pra fazer uma edição decente esse ano. Isso sem mencionar os preços e traduzir isso em relação custo/benefício…

Mas se for pra ser apenas passional, não tinha nem ter que começado essa conversa: a vinda do Jesus & Mary Chain é um trunfo histórico do Terra, que o Timfa sequer conseguiu arranhar. Nada no Tim Festival desse ano é propriamente imperdível (vá lá, tem o Sonny Rollins), enquanto a oportunidade de ver uma das bandas que configurou o rock atual só poderia ser ofuscada por um monstro sagrado do rock clássico (Neil Young, Van Morrison, Leonard Cohen) ou um de seus compadres de geração (Cure, R.E.M., Sonic Youth, a volta dos Smiths).

Quem sabe, 2009.

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Lollapalooza 2008 agora!

Dica dos caras da Funhell: o Lollapalooza, que acontece nesse fim de semana a partir de hoje já está sendo transmitido online. O link é esse e a relação dos shows que vão passar é a seguinte:

Hoje
02:15 PM Holy Fuck
03:15 PM Rogue Wave
04:15 PM Yeasayer
05:15 PM The Kills
06:15 PM Gogol Bordello
07:15 PM Mates of State
08:15 PM Bloc Party
09:15 PM Stephen Malkmus & The Jicks
10:00 PM The Raconteurs

Amanhã
02:15 PM Margot & the Nuclear So So’s
02:45 PM The Ting Tings
03:30 PM Dr. Dog
04:30 PM The Gutter Twins
05:30 PM The Go! Team
06:30 PM Duffy
07:30 PM Jamie Lidell
08:30 PM DeVotchka
09:30 PM Explosions in the Sky
10:30 PM Broken Social Scene
11:30 PM Wilco

Domingo
02:15 PM Kid Sister
03:15 PM The Whigs
04:15 PM Office
05:15 PM Chromeo
06:15 PM G Love & Special Sauce
07:15 PM Blues Traveler
08:15 PM John Butler Trio
09:15 PM Flogging Molly
10:15 PM Love and Rockets
11:15 PM The National

E os horários já tão “abrasileirados”.

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