Arquivo: vampiro ’
25 de agosto de 2011 às 13h18
Harry & Sally… mais de 20 anos depois
O Funny or Die sugere uma continuação.
23 de maio de 2011 às 9h16
O crepúsculo de Jim Jarmusch
O título do post é só um trocadilho inevitável, mas não imagino que Jim Jarmusch – que acabou de anunciar que irá fazer uma “história de amor criptovampira” com Tilda Swinton, Michael Fassbender e Mia Wasikowska – esteja perto do declínio não… Aliás, pelo contrário…
22 de março de 2010 às 21h06
Don’t Touch My Moleskine para meninos
Tou há uma cara pra falar disso, mas só na minha coluna de ontem no 2 que consegui recomendar o Tumblr do Danilo que, como o Fred comentou, é o Don’t Touch My Moleskine para meninos. Fiz uma compilação, olha o naipe:
1 de dezembro de 2009 às 10h29
Na luz do luar
“Good times are comin’,/ I hear it everywhere I go”
Falando em mashup de Radiohead com outro ícone da década, deixo aqui meu comentário sobre a onda Crepúsculo no cinema, que, mesmo sem ter um filho para usar como desculpa, fui assistir para tentar entender. O primeiro filme, Crepúsculo, é bem feitinho: tem um bom filtro que azula a luz como o que esverdeia Matrix e Amelie Poulain, a química – ainda que imóvel – do casal protagonista funciona e os momentos sentimentalóides não são tão ridículos quanto poderia se supor (a cena do namoro de Anakin Skywalker e a princesa Amigdala no Episódio 2 do Guerra nas Estrelas é muito mais vergonha alheia). O segundo, Lua Nova, sofre da crise de sucesso financeiro e o que era discreto e esperto em Crepúsculo fica meio exagerado e desnecessário. O próprio casal Bella/Edward padece disso (eles parecem ter acabado de sair do salão de beleza, ao contrário da naturalidade do primeiro filme), mas isso ecoa de formas diferentes na produção.
É claro que são filmes para adolescentes, mas estão mais próximos da nova geração Sessão da Tarde (pense em Superbad, Juno e Pequena Miss Sunshine como um novo gênero) do que da safra de cinema fantástico de Harry Potter e Senhor dos Anéis. Não vão mudar a sua vida e talvez não valham o ingresso do cinema. Mas diz muito sobre a época em que vivemos.
A própria metáfora do vampiro já foi esvaziada antes de Crepúsculo. Se antes o mito misturava o conflito romântico do século 19 com a consciência do tempo pós-revolução industrial, a importância arquetípica do personagem aos poucos vai se “humanizando” enquanto o vampiro passa ser visto menos como monstro e mais como um ser fantástico, parente dos super-heróis, só que carregando o fardo da vida eterna. Essa “humanização” sentimental está em quase todas as adaptações da lenda para a cultura atual – nos vampiros andróginos de Anne Rice, no Drácula do Coppola com o Gary Oldman, nos vilões de Buffy, na série de cinema Underworld e nos vampiros pervertidos de True Blood. Ela também é aliada da mudança de atitude entre o vampiro e a presa, em que o vampiro aos poucos se torna mais sensível e delicado enquanto sua presa passa a ser mais decidida em relação ao seu papel. Não é exclusividade dos vampiros – é só um reflexo das transformações de gênero a que os papéis do homem e da mulher foram submetidos na segunda metade do século passado. O casal protagonista de Crepúsculo é um ótimo exemplo destas mudanças.
O vampiro Edward vivido por Robert Pattinson faz a ponte entre o “novo homem” detectado por Jack Kerouac nos anos 50 (o caubói que não tem vergonha de chorar, o homem que dança, o início do macho sensível) e que jogava Elvis, James Dean e Marlon Brando como novo parâmetro de masculinidade, com a geração emo, sem apelar para a androginia. Kristen Stewart, por sua vez, com sua beleza crua e discreta, faz uma musa arredia, que não quer ser social e prefere ler livros a fazer as compras. É como se fosse uma versão indie da Mina Harker, protagonista do livro Drácula original, reinventada por Alan Moore na Liga Extraordinária, que passa a ser uma espécie de ícone protofeminista. A personagem Bella é quase pós-feminista, tão decidida a tomar a dianteira que passa toda a saga querendo ser mordida, abocanhada, possuída – sem sucesso. Assim, Crepúsculo é menos onda adolescente do que termômetro social – e detecta esse baile de emos e indies que se tornou a velha guerra dos sexos.
Mas a cena com “Hearing Damage”, do Thom Yorke, é boa.
9 de julho de 2009 às 11h51
Pinóquio – O Caça-Vampiros
Depois que vampiros matam Gepeto, o boneco de pau jura vingança – mentindo para que seu nariz cresça e funcione como uma fonte interminável de estacas para exterminar os mortos-vivos. É sério.
26 de fevereiro de 2009 às 8h44
Selo monstro
E se os países comemorassem seus monstros nos selos de correio? O desenho é de um cara chamado Adam McCauley, mas eu peguei daqui.
O que nos leva ao futuro da filatelia… Que futuro?
17 de fevereiro de 2009 às 14h13
Lesbian. Vampire. Killers.
Precisa falar mais alguma coisa?



























Profissão: autobiógrafo.


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