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Arquivo: woody allen

Vinteonze: Fluxo contínuo universo paralelo

Demoramos quase um mês, mas eis o primeiro e único Vinteonze de março, uma vez que o mês que se encerra foi de muito trabalho na paralela e pouca gravação. Vamos tentar reverter esse quadro e a existência desse terceiro episódio do ano é a prova de tal intuito. No papo de hoje, Woody Allen, Reinaldo Morais, o século 20 dos irmãos Coen, quem é esse tal de Criolo, Rebecca Black, Hitchcock, Verocai, Jorge Luis Borges e Braulio Tavares, teclados QWERTY, a existência da alma, o filme novo do Tarantino, V de Vingança, e mais detalhes sobre a festa de Quinze Anos do Trabalho Sujo, que traz o primeiro Baile Veneno de 2011. Na trilha sonora, Good Vibes do Gary Bird e o primeiro disco da Gang 90.


Ronaldo Evangelista & Alexandre Matias – “Vinteonze #0003“ (MP3) (link alternativo pro MP3)

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Soko + Woody Allen

Vinícius captura a paixão da querida Soko por Woody Allen nessa chapa hipster até o talo. Agora é a minha vez.

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Um anda bonito, o outro elegante

Paris ou Nova York?

Muito bom esse blog.

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Vintedez: Wikileaks, Woody Allen e Reinaldo Moraes

Mais um Vintedez, onde falamos sobre um relançamento do Reinaldo Moraes, o show de Roberto Carlos com Stevie Wonder, a importância da Wikileaks, o último filme de Woody Allen e os melhores discos de 2010. Tudo desculpa pra ficarmos falando bobagem enquanto o tempo passa – e a trilha sonora é finíssima, claro: eu escolhi o V.U., do Velvet Underground, e o Ronaldo foi de Quem é Quem, do João Donato. Baixaê.


Ronaldo Evangelista & Alexandre Matias – “Vintedez #0004“ (MP3)

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É permitido fumar: Woody Allen

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Woody Allen tem algo a dizer

Vi aqui.

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Mais cinema minimal

O designer Brandon Schaefer segue uma linha parecida com a do minimalista espanhol Hexagonall – e ambos pertencem a uma cena global de remixadores visuais do inconsciente coletivo que, através do design, relêem o século 20 e o começo deste 21 com perspectivas bem além dos clichês que os cercam. Nessa mesma linha, vale conferir o Supertrunfo de fontes do Face 37, os livros-game de Olly Moss, os filmes de papel do Spacesick, os pôsteres do polonês Grzegorz Domaradzkis, o Tarantino do canadense Ibraheem Youssef, a filosofia pop do Mico Toledo e os super-heróis pulp de Steve Finch. E estes são apenas alguns dos que republiquei por aqui. Há muito mais.

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A formiga de estimação de Woody Allen

Queria mais o quê?

Daqui.

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Reimaginando pôsteres

Na linha do Olly, eis mais uns pôsteres de cinema reinventados, desta vez assinados pelo designer e ilustrador polonês Grzegorz Domaradzkis. Fodões, dizaê.

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Como For

Não vi o Vicky Cristina Barcelona (é, eu sei, vou ver), mas há muito tempo não me divertia tanto com um Woody Allen quanto em Whatever Works. A história em si, embora louquíssima, não é o ponto central do filme: este é Larry David, encarnando um Woody Allen grosso e pouco se fodendo para o que acham dele. A química entre autor e personagem é perfeita e Woody aproveita que não está se representando para jogar um monte de merda no ventilador, com aquele mau humor característico do sujeito que nos deu George Constanza, só que elevado a uma potência crítica, que inclui uma autocrítica pesada que passa longe da autopiedade característica da atuação do diretor. Só o monólogo de abertura já é o suficiente para colocar este Whatever Works (como será que vão traduzir no Brasil? “O Que Rolar, Rolou”? A minha sugestão batiza o post) entre os melhores filmes de Woody Allen. E a frase que encerra tudo então? Gênio.

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