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2011: os 10 vídeos mais vistos no YouTube

O site chamou Rebecca Black pra comemorar o fim de ano e o fato de ter passado a marca de um trilhão de vídeos assistidos no site.

A lista dos dez mais assistidos (com os vídeos) tá no Link. Alguma dúvida em relação ao número 1?

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Falando a real

O designer sueco Viktor Hertz recriou alguns logotipos a partir do impacto real de certas marcas em nossa rotina. Tem outros lá no Flickr dele.

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Impressão digital #0081: Internet e televisão

E a minha coluna no 2 de domingo foi sobre a última sacada de Jobs e a nova novidade do YouTube.

A televisão do futuro
A última fronteira digital?

O casamento da televisão com a internet já vem acontecendo mesmo que o aparelho ideal para isso ainda não exista. O fato dos trending topics do Twitter quase sempre regularem com programas de maior audiência – seja no Brasil ou no exterior – é um indício disto. Outro indício é a frequência com que tablets e smartphones são usados em frente à TV – se você não reparou, comece a perceber. DVD players e TVs que vêm com entrada USB de fábrica também ajudam a comprovam que essa teoria: basta espetar um pendrive para assistir a conteúdo digital baixado no computador.

Não é que não existam aparelhos que já se proponham a fazer tal fusão. Já há vários modelos de aparelhos de TV no mercado brasileiro que, por exemplo, permitem assistir a vídeos do YouTube – e não só. As chamadas smartTVs pegam a lógica dos aplicativos, consagrada nos smartphones, e a transferem para a telona. Ainda são protótipos da TV do futuro, que não é nem uma televisão nem um computador, mas um híbrido de ambos.
Na recém lançada biografia oficial de Steve Jobs, o escritor Walter Isaacson conta que uma das últimas sacadas do pai da Apple foi perceber que o Siri poderia ser a chave final para a Apple TV deixar de ser uma promessa e a empresa mudar o mercado de televisão como fez com o de telefonia celular.

Siri, para quem não conhece, é um programa de reconhecimento de voz que entende o que foi dito e responde em forma de texto. É uma das principais novidades do novo iPhone, o 4S, lançado há pouco nos EUA (e, possivelmente, em breve no Brasil). Vários celulares já contam com um sistema parecido, mas a maioria limita-se a acionar funções do próprio telefone. Você fala “rediscar” e o telefone liga sozinho para o último número que foi acionado, por exemplo. A diferença do Siri para os outros é que ele não está restrito aos recursos do próprio celular – ele responde questões do dia a dia. Ele entende se você pergunta se vai fazer frio mais tarde e consulta um site para mostrar a temperatura prevista para o período. Pergunte qual é cinema mais perto de você que está passando um filme que você quer ver e ele faz isso.

A sacada de Jobs unindo o Siri e a Apple TV foi perceber que este sistema de reconhecimento de voz pode matar de vez o controle remoto – como o iPad almeja acabar com o teclado e com o mouse. Mas ainda estamos na mera futurologia.

Enquanto isso, o YouTube fechou, esta semana, um acordo com produtores de conteúdo para criar cem canais de conteúdo original, reunindo parceiros como celebridades (Madonna, Jay Z, Rainn Wilson, Tony Hawk), sites (The Onion e Slate) e estúdios de cinema e TV.

E enquanto a Apple (e outras empresas) se esforçam para imaginar o aparelho de televisão do futuro, o YouTube já está colocando em prática como funcionará esta programação.

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4:20

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E se a chegada do homem à Lua acontecesse na era da mídia social

O vídeo seria transmitido ao vivo pelo YouTube…

…Neil Armstrong twittaria sua clássica frase…

…e a foto viria via Twitpic…

…claro que seria o assunto do dia nos Trending Topics…

E Neil Armstrong viraria um meme:

Um post tungado inteirinho da agência Ignite.

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Rumo digital

Talvez tenha a ver com o fato de que semana que estarei de férias, mas há uma guinada consciente no que estamos fazendo no Link nas últimas semanas e não dedico um post a mais ao caderno por outro motivo: a edição dessa segunda-feira está demais. Além da entrevista que o Jamil Chade, lá em Genebra, fez com o Frank La Rue, relator especial da ONU para a liberdade de expressão, ainda conseguimos a reprodução do discurso do Lessig na parte de inovação do painel e-G8 (tão bem dissecado pela Carol em edição anterior) e o manifesto do grupo hacker Anonymous contra a OTAN, que o classificou como um grupo perigoso. Na outra ponta do espectro digital, o Pablo, o melhor repórter de videogame do Brasil e editor da revista Rolling Stone, explica o que aconteceu na E3 da semana passada em Los Angeles, quando a Nintendo lançou o Wii U. Aqui no Brasil, convidei o Carlos Merigo, conhecido virtual de longa data e dono do melhor blog sobre publicidade e internet do Brasil, o Brainstorm9, pra falar sobre o impacto do YouTube no mundo da propaganda, a partir do comercial que a Vivo lançou na semana passada. A edição ainda tem uma entrevista com o Fabio Lima, o homem que vai fazer você ver De Volta para o Futuro e O Poderoso Chefão no cinema ainda esse ano, feita pelo Douglas, outro velho compadre que hoje é um dos pilotos do Divirta-se, o guia semanal do jornal onde trabalho. Além disso tudo, a Tati ainda passou o fim de semana com programadores criando aplicativos pra ajudar as pessoas em casos de enchentes e chuvas, no Random Hacks for Kindness.

E te digo uma coisa: só melhora.

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A Banda Mais Bonita da Cidade e o Ecad

Como falar de um fenômeno online duas semanas depois de ele aparecer? Jornalismo básico: procure analisá-lo em novos contextos. Foi isso que fizemos no Link dessa semana: escrevi um texto tentando entender o fenômeno e a Tati fez um infográfico que explica como a Banda receberia direitos autorais do Ecad a partir de seus milhões de views no YouTube. Ei-los:

Ver a banda passar
Você já viu esse fenômeno algumas vezes. Mas desta vez foi bem mais rápido. E no Brasil

Você já viu esse filme – ou melhor, esse clipe. Alguém grava um vídeo de uma música, sem muita pretensão e, por algum motivo inesperado, começa a ser visto diversas vezes por milhares de pessoas e, em pouquíssimo tempo, vira uma modinha, e depois uma febre, e depois um fenômeno. Foi assim com o Cansei de Ser Sexy, com a Lily Allen, com Mallu Magalhães e com Rebecca Black. Uma história que, para quem vive na internet, não parecia mais ser surpresa.

Até que aparece alguém com um gravador descendo uma escada, cantarolando uma música que é só um refrão e encontra-se com um músico, mais outro músico até que chega a uma sala cheia de gente feliz e sorridente repetindo o mesmo trecho, num mantra coletivo, por seis minutos de vídeo no YouTube.

A Banda Mais Bonita da Cidade começou a aparecer na semana retrasada e em pouquíssimo tempo – menos de uma semana – já atingia o seu primeiro milhão de views no site de vídeos. Ninguém entendeu nada. Quem é essa banda? De onde ela vem? É armação? É viral de alguma marca? É uma comunidade hippie? É um exercício de cinema?

Não era nada disso. Com três anos de existência, a banda de Curitiba não é uma trupe de teatro com dezenas de integrantes, mas apenas seis amigos que reuniram outros tantos para filmar um clipe que, como afirmariam logo após acusações online, foi inspirado na versão que o site francês La Blogothèque fez para a música “Nantes”, da banda americana Beirut.

“Oração”, o clipe em questão, até o fechamento desta edição, na sexta passada, já havia atingido três milhões de views no site – e se desdobrado de forma viral tanto na briga de novos fãs contra novos desafetos quanto em remixes, mashups, paródias e todo o tipo de gracinhas típicas a um fenômeno desta categoria.

Em comum com os outros artistas citados no início do texto – e talvez um dos motivos do sucesso do clipe da Banda Mais Bonita da Cidade – há o fato de que eles não parecem ser “artistas”, no sentido mercadológico. Não há direção de arte, plano de marketing, modelo de negócios, efeitos especiais nem superproduções, o que torna a identificação com o público mais instantânea – e menos artificial.

A diferença é a velocidade. O que aconteceu durante meses com o Cansei de Ser Sexy e Mallu Magalhães, está atropelando os dias dos curitibanos. Resta saber se daqui a um mês lembraremos deles. O Ecad certamente sim. Afinal, o escritório de arrecadação de direitos autorais tem um belo problema diante de si: quanto eles devem aos curitibanos por esse tanto de view no YouTube.

Personal Nerd: Quanto eu ganho?

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Link – 30 de maio de 2011

iPad 2 no Brasil: o mais caroNada custa poucoe-G8: Um debate com quase todos do mesmo lado‘Não se metam’, pede ZuckWikipedia, patrimônio da humanidade: é para tanto?Mês 5Ver a banda passarMeu vídeo estourou. Quanto eu ganho?Google, Microsoft e NASA reúnem hackers para o bem iTunes BrasilVida Digital: Neville Page

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Impressão digital #0052: “Friday”, de Rebecca Black

E a mesma “Friday” é assunto da minha coluna deste domingo no Caderno 2 do Estadão (que entrevista a ministra da cultura Ana de Hollanda em sua capa, vale ler).

Fun, fun, fun, fun…
“Friday” e o futuro do pop

Você já ouviu “Friday”, hit sem graça da adolescente Rebecca Black? Se não, prepare-se para ouvir. Em pouco mais de duas semanas, a norte-americana de 13 anos transformou um clipe idiota para uma música ainda mais estúpida em um dos grandes fenômenos da história do YouTube. Às vésperas de completar 50 milhões de views até o fechamento desta coluna, na sexta-feira, o vídeo de Rebecca conseguiu, em poucos dias, o dobro do que Lady Gaga teve com seu vídeo mais recente, “Born This Way”, lançado há mais de um mês.

Mas quem é ela e por que uma menina tão sem graça, num clipe tão besta, cantando uma música tão boba é motivo de tanto barulho? Vale rebobinar a fita (que termo arcaico!) para entender o que está acontecendo.

O clipe foi lançado pelo escritório Ark Music Factory que, em vez de tentar convencer marcas a usar a internet para que elas se tornem conhecidas, deixou empresas de lado e voltou-se para as pessoas. Mais especificamente pais que acham que seu filho tem talento para se tornar o próximo Justin Bieber.

Pois os pais de Rebecca acharam que a filha tem talento (não tem), funciona em vídeo (não funciona) e é bonita (não é) o suficiente para justificar o investimento. O clipe foi lançado no fim de fevereiro, mas só no dia 11 de março se tornou viral. Primeiro pelo próprio ridículo do clipe (seu vídeo já é o décimo mais comentado na história do YouTube). Depois, com a insistente repetição online, virou motivo de piada: remixes, mashups, colagens e recombinações de toda ordem fizeram a menina se tornar o sucesso que é – dando entrevistas e até fazendo shows! O nível de insanidade é tal que ela não saiu dos trending topics do Twitter desde que entrou pela primeira vez.

Mas o que isso quer dizer? Que a internet aceita qualquer coisa? Que a cultura do século 21 é o sonho do pós-modernista mais ferrenho, em que o conteúdo pouco importa e sim a forma como ela se espalha? Que, tanto faz marca, modismo ou arte, o público só quer consumir e pronto? Aguardem cenas do próximo capítulo: essa história está longe de terminar… Até lá, decore o refrão: “Fun, fun, fun, fun…”

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Tropa de Elite 2 no YouTube

Recline na poltrona, aperte fullscreen e aperte o play enquanto é tempo.

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Impressão digital #0050: Marcelo Camelo no YouTube

Minha coluna no 2 foi sobre o veículo de lançamento do novo single do Camelo.

A nova do Camelo
O YouTube é o novo rádio?

Como você ficava sabendo de uma música nova há uns dez anos? Muito provavelmente, pela rádio. Ou, se a música em questão não fosse tão popular, você esperaria o lançamento do disco e o compraria na loja. Mas em dez anos, graças à internet, muita coisa mudou. Rádios e lojas de discos continuam por aí, mas não são mais a forma exclusiva – ou pelo menos, não mais a primeira alternativa – para quem quer conhecer algum artista novo. Veja o que aconteceu nesta semana.

Marcelo Camelo, ex-vocalista do grupo carioca Los Hermanos, lançou seu primeiro disco solo em 2008 – um disco hermético e pouco pop, como se o compositor quisesse fugir da aura popular que sempre pairou sobre sua banda. Rodrigo Amarante, o outro vocalista do grupo, saiu pela tangente e montou o Little Joy com integrantes de outras bandas, incluindo o baterista dos Strokes, o brasileiro Fabrício Moretti. Sem a necessidade de fugir do clima pop dos Hermanos, o Little Joy parecia comemorar os prazeres da vida sem se preocupar com o que os ouvintes iriam dizer.

E isso criou uma expectativa: será que o próximo disco de Marcelo Camelo teria alguma influência de Little Joy? Será que Marcelo teria percebido que não precisava se preocupar tanto com o que as pessoas iriam pensar do seu trabalho e voltar a fazer música fácil?

Outro fator que influenciava essa nova fase de Camelo era o fato de ele estar namorando a pequena Mallu Magalhães, cantora revelada na internet com atributos pop que eram inevitavelmente influenciados pela banda do atual namorado, embora não diretamente. Será que a convivência com Mallu fez Camelo soar mais leve?

A partir da simples Ô ô (é, o nome da música é só isso), tudo indica que sim. A novidade, no entanto, não está apenas no fato de a música corresponder às expectativas do ouvinte que esperava algo mais pop e tranquilo. Mas sim o fato de Camelo ter escolhido a internet para lançar sua canção. Mais do que a internet, o YouTube. E em vez de simplesmente lançá-la, optou por apresentá-la aos poucos, com pequenos vídeos com poucos segundos da faixa, que começaram a ser postados na segunda-feira passada.

Dez segundos em um dia, 10 em outro, mais 10 na quarta-feira e na quinta-feira Ô ô era revelada integralmente. Os fãs, claro, amaram. Mas, mais do que agradar aos fãs, Camelo fez que sua nova música atingisse um público que, de outra forma, levaria mais tempo para ouvir a nova canção.

Sinal dos tempos. O YouTube é um dos principais veículos de comunicação de nossa época e muitos o utilizam como continuação da televisão (não deu para assistir ao Jô ou ao jogo no dia anterior? Alguém já subiu no YouTube, no dia seguinte), e mais gente ainda, como rádio. Sim, há muita gente que escuta música no YouTube. E Camelo sabe disso.

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Impressão digital #0040: Música – de produto a serviço

E a minha última coluna do ano do Caderno 2 fala sobre como a cultura está deixando de ser produto para virar serviço – ao menos no que diz respeito ao mercado.

O digital inevitável
Cultura enquanto serviço

Você lembra como fazia, há dez anos, para ouvir um determinado artista que alguém tinha comentado? Era preciso esperar que o disco fosse lançado por alguma gravadora e, caso o artista fosse estrangeiro, torcer para que o álbum saísse no Brasil. Se a obra em questão fosse audiovisual – filme ou programa de TV – o processo era mais complexo, pois os lançamentos eram ainda mais escassos.

Dez anos dentro do século 21 e como é que um cidadão online descobre sobre determinado artista ou filme? O método mais simples e popular é o YouTube. O site de vídeos do Google tornou-se um imenso repositório de cultura que abriga trechos de shows, programas de TV, trailers de filmes, vídeos de gente filmando discos raros em vinil sendo tocados, artistas que se lançam primeiro em clipes e músicas que outros usuários sobem no site sem autorização dos autores.

Desde que o Google comprou o YouTube há a promessa de limpar o site de conteúdo autoral indevido. Filtros foram criados para detectar vídeos colocados à revelia de seus donos, parcerias foram feitas com estúdios de Hollywood e gravadoras multinacionais, mas o YouTube ainda segue uma imensa terra-sem-lei no que diz respeito a direitos autorais.

(A culpa dessa rixa entre a internet e os velhos produtores de conteúdo pode ser posta nas gravadoras majors que decidiram “resolver” o “problema” da música digital processando quem baixava MP3 sem autorização. Caso fizessem uma associação com o Napster, o primeiro software que permitiu o download digital em escala massiva, talvez hoje estivéssemos felizes por pagar por MP3 legais e de excelente qualidade musical. Mas divago.)

Além do YouTube, no entanto, há outras formas de se consumir conteúdo digital sem que isso necessariamente esteja associado a downloads ilegais. Mesmo porque boa parte dessas alternativas, como o YouTube, nem cogita a possibilidade de download. São serviços pagos por assinatura em que é possível se ouvir qualquer tipo de música, em qualquer computador, a qualquer hora.

São nomes estabelecidos na última década (como as redes da Apple, Sony, Microsoft e Nintendo) e novatos que já fazem muito barulho (como a locadora online Netflix ou os serviços de assinatura musical como Spotify e Grooveshark). Nenhum deles está disponível no Brasil, mas já são uma tendência sem volta: o conteúdo cultural em vez de ser estocado em lojas e prateleiras agora é reunido em HDs e servidores. Cultura, aos poucos, deixa de ser um produto para se tornar um serviço. E se isso já começou a mudar a forma esse consumo, vamos começar a ver como isso afeta a produção cultural. O digital inevitável irá, necessariamente, mudar conceitos como “disco”, “livro” e “filme” – novos artistas já estão fazendo isso. Os anos 10 estão só começando. Feliz 2011!

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Link – 26 de julho de 2010

Novo léxicoA vida das palavrasBraulio Tavares: Espalha como vírus, caduca feito disquetePersonal Nerd: 404 not foundFacebook: as cifras, o filme e os SimpsonsServidor: File, Kinect, e-books e ProEvolution SoccerNavegar impreciso: Orkut só segue soberano no Brasil – mas até quando?Vida Digital: Kevin Macdonald

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Amanda Palmer <3 Neil Gaiman

A Amanda, caso você não saiba, é mulher do mestre Neil Gaiman – acima vemos os dois nos bastidores de uma apresentação dele, em que ela toca “Creep” do Radiohead, pouco antes de ele chamá-la para ver um vídeo em seu laptop. Os dois anunciaram o casamento no início deste ano, cada um em seu blog. Eu acho um tanto de evasão de privacidade, mas os dois são nomes públicos e quem sou eu para julgá-los. Resta apenas admirá-los e passar sua mensagem adiante.

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