• The Twelves, “Algernon”

    Música nova do The Twelves, parte da coletânea da “Kitsuné America 4″.

  • Doc trailer: “Amy”

    O primeiro trailer do documentário sobre Amy Winehouse, produzido pela mesma equipe de “Senna”, com estreia marcada para 03 de julho nos cinemas dos EUA e Inglatera.

    Tristeza uma carreira ter se acabado tão cedo. Quem viu, viu.

  • Tame Impala, “‘Cause I’m A Man”

    Um clipe futurista, indicando os novos caminhos do terceiro disco do Tame Impala.

  • Sobre o atual estágio de crueldade dos bandidos

    arte: Felipe Guga

    O sociólogo Antonio Engelke (sempre no ponto, siga o rapaz) oferece uma perspectiva fundamental para se entender essa “repentina” escalada na violência dos assaltos no Rio:

    Antigamente, o bandido dizia ‘passa tudo!’ e pronto: se a vítima não reagisse, perdia os pertences mas não sofria violência. Hoje, o assaltante muitas vezes já chega dando soco, facada ou tiro, antes mesmo de anunciar o roubo. Crueldade pura, desprezo absoluto pela vida humana.

    “Há duas maneiras de compreender este fenômeno. A primeira é acreditar que, de uns 10 ou 15 anos para cá, assaltantes vêm deliberadamente escolhendo ser cruéis. Começaram a nascer gerações de miseráveis que não se contentam em roubar: precisam sadicamente ferir suas vítimas, mesmo que isso lhes seja prejudicial (se os jornais repercutem, a polícia vai atrás). Mas esta explicação esbarra num problema. Se há criminalidade em toda parte, por que tal fenômeno é exclusividade de certas metrópoles brasileiras? Você seria obrigado a concluir que, por uma infeliz e gigantesca coincidência, indivíduos que nasceram já propensos à crueldade, ou que escolheram depois pelo sadismo, calharam de se reunir em cidades como o Rio de Janeiro.

    “Se uma coincidência dessas, por absurda, não te parecer convincente, você irá procurar outra explicação. E ela começa exatamente no ponto onde a primeira termina. Deve haver alguma particularidade na periferia de metrópoles como o Rio de Janeiro, alguma coisa no ambiente em que esses meninos-que-viram-bandidos são criados, que cada vez mais os influencia no sentido de desprezarem a vida humana. A resposta é simples: na favela, a vida vale cada vez menos. O que você acha que acontece na cabeça de um menino que cresce vendo cotidianamente pessoas sendo mortas ou torturadas? Traficante matando traficante. Traficante matando morador. Polícia matando traficante. Polícia matando morador. Morador, revoltado em protesto, sendo morto pela polícia. Polícia torturando morador para saber de traficante. Traficante torturando morador para saber de polícia. Polícia extorquindo traficante. Todos os dias alguma viela suja de sangue, algum corpo estendido sem vida, algum buraco de bala de fuzil na parede.

    “Não, eu não estou ‘desresponsabilizando’ o assassino do ciclista na Lagoa. O que estou dizendo é que não podemos tratar este episódio, e os tantos outros que vem sendo exaustivamente registrados, como se fossem apenas irrupções aleatórias de sadismo.”

    Pense nisso antes de se mobilizar para mais uma inócua passeata pela paz na orla da Zona Sul.

  • 2manyDJs, “Despacio (…4 Hours Into Despacio)” BBC Radio 1 mix”

    foto: Sebastian Matthes / divulgação, via Facebook

    Set Despacio do 2ManyDJs para BBC Radio 1. Tá ruim? Não pode tá.

  • Ptaki, “Krystyna”

    Balance.

  • Major Lazer & DJ Snake, “Lean On” (feat. MØ)

    Prima irmã da sensacional “Get Free”, que música boa essa do Major Lazer com a MØ (que toca por aqui dia 30).

    Omulu entortou a faixa:

/ URBe
por Bruno Natal

Cultura digital, música, urbanidades, documentários e jornalismo.
Não foi exatamente assim que começou, lá em 2003, e ainda deve mudar muito. A graça é essa.

falaurbe [@] gmail.com
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