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Lucas Santtana, “Partícula de Amor”

Particulas De Amor_Lucas Santtana

O violão de sete cordas tocado pelo maestro Luis Felipe de Lima serpenteia sobre a base eletrônica do Bruno Buarque, unidos pelo baixo do Bi Ribeiro na música nova do Lucas Santtana, que toca violão, cavaco e sintetizadores. Baladinha preguiçosa e ensolarada, com as experimentações que marcam os melhores momentos do compositor baiano.

“Partículas de Amor” é a primeira música do disco novo do Lucas, que está em processo de crowdfunding para finalização e lançamento, e foi mixada e lançada antes das outras para dar uma ideia do que vem por aí e animar os fãs a participarem da campanha.

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“Copy-me”, uma websérie sobre cópias

Copy-me A Webseries About Copying

A cultura da cópia e como a prática está entranhada no nosso dia-a-dia é o assunto do projeto de uma série de oito animações para explicar o assunto, hoje transformada em questão legal.

Mesmo que a discussão não seja nova, informação nunca é demais.

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Transcultura #134: Neguimbeats // Pastor Arnaldo

transcultura_oglobo_Neguimbeats

Versão integral e sem edição de um texto de fevereiro da “Transcultura” (coluna que publico todas as sextas no jornal O Globo) e esqueci de republicar aqui:

O voo de Neguimbeats
Produtor musical radicado em Goiânia toca pela primeira vez no Rio, mostrando o som do seu EP de estreia
por Bruno Natal

Natural do Ceará e vivendo em Goiânia há 14 anos, José Higo Pereira é um rapaz de 21 anos que essa semana andou de avião pela primeira vez. O fato surpreende quem conhece seu trabalho como NeguimBeats (soundcloud.com/neguim_beats) pela rede. Lançado por um selo internacional e tendo suas músicas incluídas em sets de DJs de diferentes partes, seria de se imaginar que José estivesse viajando bastante.

Como se sabe, no mundo digital as músicas viajam muito mais rápido que as pessoas e só agora NeguimBeats voa para chegar ao Rio e tocar na festa Doom, essa sexta na boate Cave [já tocou], dedicada ao hip hop e suas vertentes.

Seu EP “Sweet Life”, uma coleção de batidas chapadas fritas por sintetizadores emulados num teclado, foi lançado pela Darker Than Wax. O selo é baseado em Singapura dedicado ao deep soul, house, hip hop instrumental e outras viagens pela black music e que reúne artistas de lugares tão distantes quanto França, Austrália, Estados Unidos, Brasil e outros países.

- Meu primeiro contato com a DTW foi através de uma mensagem no Soundcloud quando o Dean, fundador do selo, me convidou para fazer uma colaboração. No mesmo dia ele já me chamou para fazer parte da família, aceitei e fizemos minha entrada, com uma música chamada “Hallelujah”.

A sonoridade o aproxima de outros brasileiros, como CESRV e Sants (ambos já passaram aqui pela Transcultura), também chamando atenção internacionalmente, mesmo que ainda de maneira tímida. O contato de José com o universo da produção musical se deu através de um outro tipo de viagem, espiritual, na igreja.

- Na virada de 2005 para 2006 fui para igreja evangélica e lá aprendi a tocar bateria e violão, comecei andar de skate, até que em 2010 um amigo me mostrou o programa Fruity Loops para fazer batidas e fiquei louco pra aprender. Eu trabalhava como auxiliar administrativo em uma metalúrgica, quando comprei meu primeiro e atual computador, instalei os programas e fui me virando sozinho e seguindo dicas. Logo conheci o Victor Beats e o Kolombiano, que me ajudaram muito. Hoje esse time se chama MeiaDoisBeats.

A sonoridade do NeguimBeats não é tropical, mesmo porque suas referências são outras.

- Minhas influências são gospel, black music, bossa nova, jazz-fusion, soul, funky. Gosto de escutar trap, rap dos anos 90, future bass, future beats, deep house, neo soul, r&b. Tem um produtor dos EUA chamado Sango (que também já foi assunto aqui na Transcultura) que tem um EP só com samples de funk carioca que me dá vontade de escutar sempre.

Tímido nas respostas, José credita o reconhecimento inicial das suas batidas ao foto de fazer música que “chegue com amor aos ouvidos das pessoa”.

- Acho que gostam do sentimento. Nesses três anos o que mais me emocionou foi ter conquistado o 2º lugar na Battle Beats 2012, em São Paulo, e agora tocar no Rio. Tem rolado convites de outros selos do exterior para produzir, fazer colaborações e até mesmo lançar outros EPs.

Agora que começou, os planos.

- Quero fazer meu segundo EP ainda esse ano. Esse tipo de música é meio novo no Brasil,não são todos que gostam.Lá fora acho que o contato é um pouco mais fácil, mas também não deixa de ser saturado.

Tchequirau

Ultimamente tenho encontrado paz momentânea nas palavras do Pastor Arnaldo, sempre tocando a real, mesmo quando o assunto é delicado.

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Chet Faker, “Talk Is Cheap”

Chet Faker - Talk Is Cheap

Mais sobre o Chet Faker e seu disco de estreia em breve.

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Tirzah, “No Romance”

Tirzah
foto: divulgação via Facebook

Coisa boa.

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A mixtape da festa SO/\/\/\/\ (nesse sábado, grátis)

+ brexó com x

O Tomás Troia fez uma mixtape para divulgar a festa que estreamos nesse sábado, dia 19, a SO/\/\/\/\.

Essa primeira edição, SO/\/\/\/\ + brexó com x, será de graça e de tarde, no Aterro. Além do Tomas, também vou botar o som, além de um promissor Rodrigo S.Manara (B2B set) e do Câmara.

A pilha da festa começou com o próprio Tomás, que puxou um grupo no Facebook, propôs a ideia e correu atrás. Escrevi um texto de divulgação que acabamos nem usando (bom, agora vou usar), que explica um pouco as intenções (ou como as entendo):

SO/\/\/\/\ (e alguns parênteses)

A SO/\/\/\/\ é uma festa pra ouvir bons sons. Parece trivial, mas com tanta festa amarada a temas e tocando os mesmos sucessos (nada contra sucessos), infelizmente não é.

A pergunta óbvia é: SO/\/\/\/\ bom segundo quem? De acordo com a turma que se juntou pra fazer a festa, claro (não que isso seja um parâmetro seguro), mesmo que não haja consenso (até porque não houve uma discussão).

Não é pra tocar apenas hits (mas pode tocar hits), nem apenas cabecismos (mas pode tocar cabecismos). Pode tocar música pra dançar (mesmo que seja dançar parado) ou pra meditar (mesmo pra meditar quicando).

A cada edição diferentes DJs do grupo que forma a SO/\/\/\/\ tocam o que gostam de ouvir, mesmo que não agrade a pista (nada contra agradar a pista). Quem gostar, dança. Quem achar ruim, vai no bar tomar uma, conversar com alguém legal e esperar a troca de DJs.

A SO/\/\/\/\ é itinerante (mas vai ver, só porque não sabemos ainda onde será a segunda). A primeira acontece no Quiosque Zeronove (clica pra ver no mapa), no  Aterro do Flamengo, sábado, 19 de abril. Nos ouvimos lá!

Here We Go Magic – Make Up Your Mind
Jagwar Ma – Uncertainty
Chuck Norris – All That She Wants
El Guincho – Bombay
Radiohead – Little By Little [Caribou RMX]
Lone – Airglow fires
P’taah – Your Soul On Mine
Paul Woolford – Erotic Discourse
Duck Sauce – NRG (Hudson Mohawke Remix)
Major Lazer – Aerosol Can (feat. Pharrell Williams)
Pomo – Vibrator
Metronomy – On Dancefloors

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Tame Impala, “Stranger In Moscow” (Michael Jackson cover)

Tame Impala - Stranger In MoscowMJ cover

Um grande encontro, é como se a música do MJ sempre tivesse sido do Tame Impala.

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Munchi, “Vol II: Rasterinha – Contos Do Caderninho Verde” (mixtape)

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Um dos grandes nomes do Moombathon, Munchi caiu de cabeça na rasteirinha na mixtape “Vol II: Rasterinha – Contos Do Caderninho Verde” e liberou pra baixar.

Abaixo, a apresentação escrita por Munchi e publicada no seu Soundcloud (em inglês):

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#VaiTerCopaSim (não tente entender)

O Felipe Guga emburacou numa série de cards nonsense pra afirmar: vai ter Copa sim.

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A história da música em GIFs

Tem muito mais.

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Strokes

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Radiohead

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Girl Talk

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