Banksy pintou pra criticar o derramento de óleo no Golfo do México.
Via @malvados.
Os produtores da noitada apresentaram assim a atração Nosaj Thing:
Nosaj Thing, um live eletrônico com levada de hip hop experimental, ao mesmo dançante e cerebral,
ambientado pelas lindas imagens de Julia Tsao. Uma experência áudio-visual para fãs de Flying Lotus, Curumin, circuitos, barulinhos e imersões gráficas.
Seu disco Drift foi eleito por diversos veículos internacionais (BBC, XLR8R, Urb, The New Yorker, LA Weekly, MixMag) como um dos melhores álbuns de 2009. Seu nome foi rapidamente aclamado como uma inovadora revelação do cenário musical, sendo escalado para se apresentar em festivais como Sónar, Coachella, Pukkelpop e Lowlands. O artista também estabeleceu colaborações com diversos grupos, tendo realizado remixes para Radiohead, The xx, Beck, Charlotte Gainsbough, Flying Lotus, Daedelus, entre outros.
Nosaj Thing é um beatmaker e modulador, trabalha os ritmos com precisão para criar uma música futurista, emocional e experimental. Suas principais influências são os compositores clássicos Chopin e Erik Satie, produtores como Boards of Canada e a cena de hip hop da costa oeste norte-americana.
É hoje, no 00.
A dupla canadense tocou ontem numa festa fechada para o lançamento de um carro, em São Paulo. Foi divertido, porém como da outra vez, uma banda completa faz falta. Num papo antes do show, eles disseram que voltam ao Brasil para uma turnê completa
Trabalhar em casa é bom:
Trabalhar em casa é ruim:
Tem mais no The Oatmeal.
“Quando alguém usa o conceito de “guerra” para se referir ao que acontece no Rio, está na verdade se valendo de uma metáfora. Não há, no sentido literal do termo, uma guerra militar ou civil. Só se pode falar em “guerra civil” quando há objetivos políticos envolvidos, como por exemplo derrubar um regime, tomar o poder, fazer uma revolução. O que há são eventuais confrontos entre a polícia e facções rivais de marginais que exploram uma atividade ilegal e lucrativa. Mas as semelhanças com uma guerra são muitas, e é em função delas que nos acostumamos a pensar no problema da segurança pública carioca como se fosse uma guerra. Uma metáfora faz exatamente isto: ela nos leva a entender e experimentar um tipo de coisa nos termos de outra.”
O sociólogo Antonio Engelke levanta uma questão polêmica no texto “A Metáfora da Guerra”, publicado semana passada na sessão Opinião do jornal O Globo. Pra fazer par com as questões levantadas por Fabio Lopz no jogo “War In Rio”.
De acordo com o documentário “Waiting for Superman”, a educação nos EUA vai mal, muito mal.
Imagina se um americano assiste “Pro Dia Nascer Feliz”, do João Jardim.
Com milhões de apps específicas, esse negócio de fotograr com o iPhone está ficando sério. No Iphoneography você encontra tudo que precisa saber sobre o assunto. Isso é, se você tiver um iPhone (eu não).
Como sempre, bem bom esse remix do Remix Artist Collective, para “Boys”, do Ra Ra Riot.
Não conhece o RAC? Dá um pulo lá que é fino. No início de agosto eles tocaram com The Twelves durante a turnê dos brasileiros pelos EUA (com direito até a camiseta).
Vai a letra, pra ajudar:
Ke$ha, “Tik Tok”:
Wake up in the morning feeling like P Diddy
(Hey, what up girl?)
Grab my glasses, I’m out the door, I’m gonna hit this city
(Lets go)
Before I leave, brush my teeth with a bottle of Jack
‘Cause when I leave for the night, I ain’t coming back
I’m talking pedicure on our toes, toes
Trying on all our clothes, clothes
Boys blowing up our phones, phones
Drop-topping, playing our favorite CDs
Pulling up to the parties
Trying to get a little bit tipsy
Don’t stop, make it pop
DJ, blow my speakers up
Tonight, I’mma fight
‘Til we see the sunlight
Tick tock on the clock
But the party don’t stop, no
Don’t stop, make it pop
DJ, blow my speakers up
Tonight, I’mma fight
‘Til we see the sunlight
Tick tock, on the clock
But the party don’t stop, no
Ain’t got a care in world, but got plenty of beer
Ain’t got no money in my pocket, but I’m already here
And now, the dudes are lining up cause they hear we got swagger
But we kick em to the curb unless they look like Mick Jagger
I’m talking about everybody getting crunk, crunk
Boys tryin’ to touch my junk, junk
Gonna smack him if he getting too drunk, drunk
Now, now, we go until they kick us out, out
Or the police shut us down, down
Police shut us down, down
Po-po shut us
Don’t stop, make it pop
DJ, blow my speakers up
Tonight, I’mma fight
‘Til we see the sunlight
Tick tock on the clock
But the party don’t stop, no
Don’t stop, make it pop
DJ, blow my speakers up
Tonight, I’mma fight
‘Til we see the sunlight
Tick tock on the clock
But the party don’t stop, no
DJ, you build me up
You break me down
My heart, it pounds
Yeah, you got me
With my hands up
You got me now
You got that sound
Yeah, you got me
DJ, you build me up
You break me down
My heart, it pounds
Yeah, you got me
With my hands up
Put your hands up
Put your hands up
Now, the party don’t start ’til I walk in
Don’t stop, make it pop
DJ, blow my speakers up
Tonight, I’mma fight
‘Til we see the sunlight
Tick tock on the clock
But the party don’t stop, no
Don’t stop, make it pop
DJ, blow my speakers up
Tonight, I’mma fight
‘Til we see the sunlight
Tick tock on the clock
But the party don’t stop, no
Via Link.
Preste muita atenção. Ainda que seja propaganda.

Segundo Caderno, jornal O Globo
+ essas: O Globo (a primeira), Megazine, Popload, Rraurl, Popup (e essa), Move That Juke Box (e mais outra), Bloody Pop, Melody Box, bRog, Destak… Sem falar nas tuitadas.
Os ingressos estão a venda. Faça sua parte, compre e divulgue para a ação pra trazer o Miike Snow para o Rio ser um sucesso!

capa: Hardcuore
Não é brincadeira a quantidade de bola fora que esse “365 Mashups”, projeto de upar um mashup por dia do João Brasil, dá. Também, pudera, se propor a uma tarefa desse tamanho tinha esse risco.
Esse “Baile X”, encontro do The xx com o baile funk, resultando em batidões pra ouvir deitado, é uma das boas excessões que a tarefa produziu. O do Pink Floyd começa tomar forma e tá soando bem. É só resistir a preguiça de simplesmente colar duas músicas uma em cima da outra.
1 - “Se mexer com a intro” (The XX Vs Mcs Careca e Pixote)
2 - “Cerol no VCR” (The XX Vs Bonde do Tigrão)
3 - “O Crystalised é na Chatuba” (The XX Vs MC Orelha)
4 - “Tchutchuca treme as islands” (The XX Vs Bonde do Tigrão)
5 - “Heart Skipped o Caô” (The XX Vs MC Maiquinho)
6 - “Motinha Fantasy” (The XX Vs Vanessinha Pikachú)
7 - “The Shelter is on the table” (The XX Vs DJ MP4)
8 - “Basic amante” (The XX Vs MC FL)
9 - “Infinity Lulu” (The XX Vs Latino)
10 - “Night time with pirú mole” (The XX Vs Gaiola das Popozudas)
11 - “Vacilão Star” (The XX Vs Dinho da VP)
Dirigido por Ivo Lopes e pelo próprio Fernando Catatau, o clipe de uma das melhores músicas de um dos melhores discos de 2009.
Num final de semana que tinha shows de Lucas Santtana, Siba e Nina Becker, o festival Back 2 Black centralizou as atenções da cidade. Uma das principais atrações, Seun Kuti, filho mais novo do Fela Kuti, cumpriu as expectativas.
Responsável por levar o legado do afrobeat adiante, Seun apresenta-se acompanhado pela última banda do pai, a Egypt 80 e faz um show hipnótico e . Para alguns, o trabalho de Seun é uma continuação natural de Fela (com quem tocou desde os 9 anos), para outros é uma imitação sem graça.
Concordo os primeiros. Mesmo quem pensa o contrário, tem que admitir — e aproveitar — o fato de que a banda é irretocável e não teria como imitar a si mesma, visto que 2/3 é composta por membros originais.
O sucesso do musical “Fela!”, em cartaz em Nova York, comprova que o afrobeat anda em alta. As apresentações contam com o Antibalas como banda de apoio, o que por si só já valeria o ingresso. Poder assistir os músicos de apoio originais é melhor ainda.
O papo é que o show da evento foi o da Erykah Badu. Perdi porque passei o final de semana registrando as gravações do segundo disco do Seun Kuti, inteiramente gravado em três dias no Rio (sem participação nenhum músico local, foi aqui por questões de agenda da banda mesmo).
A julgar pela espancação de “Planet Rock” executada pela Badu no vídeo abaixo, o troço deve ter sido bom mesmo.
Não é todo dia que aparece uma escalação com Lucas Santtana e Siba na mesma noite. Ponto pro Rival Mais Tarde (e bota tarde nisso… deu pra pegar o segundo show mesmo depois do B2B terminar). No vídeo, o momento que os dois dividiram o palco.
O conceito do Autotune The News chega ao Brasil. Atrasado, como o alvo da brincadeira, mas engraçado mesmo assim. Se quiser, é só baixar.
Joel Santana - AUTO TUNE by andriomaquenzi
O Cris pede pra avisar sobre o curso que está lecionando na PUC-RJ:
Design, se não é a alma, é a aura do negócio. E se você acredita que o Design pode ter influência na percepção, diferenciação e mudança em uma ou mais coisas nesse mundo, leia os parágrafos seguintes.
Os palestrantes são:
Marcos Leme (sócio do Arterial Design)
Eduardo Rozenthal (Psicanalista e Intelectual)
Mauricio Valladares (radialista e agitador cultural)
Gustavo Lacerda (designer multidisciplinar www.substantivo.net)
Raul Mourão (Artista Plástico)
Yomar Algusto (Type Designer e professor na Holanda)
Gualter Pupo (Diretor de arte e comerciais pela Hungry Man)
Vai que é quente.
Via @DelReyDelfin.
Pra começar a semana com força. Bom dia.

arte: Filipe Mustache
Que alegria poder escrever esse título!
Compre sua entrada pelo preço único de R$50.
Presentes na escalação dos principais festivais do mundo, uma das banda que mais remixam e é remixada, abaixo estão os detalhes da missão que foi confirmar o show do Miike Snow no Rio.
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Hoje em dia diversos shows internacionais vem ao Brasil – mas não ao Rio. O motivo alegado é simples e sempre o mesmo: desinteresse do público. É triste ouvir isso.
Acreditando que há sim um público interessado na cidade, semana passada, cansados de esperar, eu, Tiago Lins, Felipe Continentino, Pedro Seiler e Lucas Bori, resolvemos tentar fazer algo pra mudar essa situação.
“Animal”
Com a colaboração de 60 cariocas e do apoio da Tecla Music, Grupo Matriz, da produtora Das Duas e do canal Multishow, nós conseguimos! Aprendemos muito nessa última semana, sofremos com as mudanças de data, mas o que interessa é que o show está confirmado.
O Miike Snow queria tocar no Rio. Porém, o show não era confirmado porque ninguém quis arriscar pagar o custos da banda, um cachê de US$ 8 mil + 12 passagens RJ-SP, R$ 2.980 de hospedagem, alimentação e transporte, totalizando, com o dólar no valor de hoje, um valor arredondado de R$ 20 mil*.
Procuramos a produção do Circo Voador e propusemos pagar os custos da banda se eles assumissem os custos da casa (limpeza, segurança, funcionários, aluguel de equipamentos) e dividíssemos o valor do ingresso depois de descontar 5% da bilheteria relativo ao ECAD. Eles toparam.
“Cult Logic”
Por email, organizamos uma campanha entre amigos para rachar os custos e viabilizar a vinda da banda. Nascia o “Miike Snow no Rio”.
Distribuímos o valor total em 100 unidades de R$ 200. Cada um que pagasse teria direito a um ingresso e, com todas as unidades vendidas, o show estaria garantido (se não fossem vendidas todas as cotas, não haveria show e o dinheiro seria devolvido).
Vencida essa primeira etapa, começaria a venda de ingressos. Com 800 vendidos todos que compraram uma unidade teriam dinheiro devolvido e assistiriam o show de graça. O prazo para confirmar com a banda era curtíssimo, menos de um dia. Mesmo assim, o objetivo foi cumprido em tempo recorde.
“Black & Blue”
Não apenas 60 unidades evaporaram, como a empresa de music branding Tecla Music, Grupo Matriz e Das Duas e o canal Multishow apoiaram a mobilização e diminuíram o risco de quem pagou R$200. Agora precisam ser vendidos apenas 480 ingressos para conta empatar.
A motivação não é ganhar dinheiro com o show, embora isso possa acontecer. Nossa vontade é tirar a cidade da inércia. É quebrar este círculo vicioso (e viciado) segundo o qual o Rio não teria público que justificasse a vinda de artistas que não sejam consagrados.
“Sylvia”
Por isso quanto mais gente engajada no projeto, mais forte ele fica, em termos de repercussão na mídia, capacidade de atrair público e sucesso. O Rio nunca precisou disso, mas agora nossa força como público se faz necessária.
Isso não é campanha de nada, mas sim uma iniciativa de pessoas com vontade de continuar vivendo numa cidade interessante e heterogênea e relevante internacionalmente.
* O valor de 20.000 é um estimativa do custo máximo, por isso o valor arredondado, pois há pequenas variações no preço das passagens, por exemplo. Ao fim do evento acertaremos com os participantes o custo realizado, que se for menor, será reembolsado mas se for maior ninguém precisará pagar a mais.






Via @felipeguga > Juxtapoz > Kidrobot.
Em seu novo filme, “127 Hours”, Danny Boyle conta a história de Aron Ralston, o sujeito que ficou com um braço preso debaixo de uma rocha durante um passeio por um cânion nos EUA e, para poder sair, teve que amputar o próprio membro com um canivete.
Sem onda, um dia o funk lounge vai virar um estilo. Essa “Basic Amante” é candidata a entrar na coletânea final com as melhores do “365 Mashups”, do João Brasil.
A letra do funk é uma pérola. Intercalando dois personagens, nos versos o MC fala da relação entre amante e a “fiel”, no refrão canta como se fosse a amante esculhambando a mulher oficial.
Cortesia do Snuff Box.
“I Like Triangles”
Bizarrice boa esse Hounds of Hate.
Snoop Dogg, “Sensual Seduction” (melodica version by Hounds of Hate)
Thieves Like Us, “Never Known Love” (Hounds of Hate re-up)
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