Bem sombrias essa sessão de fotos do parque de diversões Alvorada em processo de desmonte.
Via Candyland.
Pense num artista. O gênio adivinha.
As Rariús falam da festa durante a passagem de som
Hoje no Claro Cine tem a festa pernambucana I Love Cafusú, que começou como um bloco de carnaval e foi uma das inspirações para criação da CALZONE.
Buscando algo diferente de noites eletrônicas dedicadas a um só gênero, já existia entre nós a idéia de fazer algo mais bagunçado quando o Pedro Seiler voltou do Recife falando de uma festa que tocava de Gretchen a Daft Punk, de Roberto Carlos a MC Leozinho e decorações bizarras.
Chegou a hora de conferir a zorra recifo-olindense, pela primeira vez no Rio.
O documentário “Dub Echoes” será exibido nesse domingo, 23 de novembro, na Bienal de São Paulo.
Trata-se da versão finalizada e legendada, é a primeira exibição dessa cópia e uma das poucas chances de assistir o filme aqui no Brasil. Serão duas sessões: 14h30 e 18h.
Os dois primeiros que escreverem para falaurbe [a] gmail.com até as 17h30 levam um par de convites para festa.
Pescado na Ovelha Elétrica
Banksy abriu sua própria loja de animais de estimação em Nova York.

foto: mustache
O Rio precisa assumir sua vocação verde e apostar nisso como um caminho para se re-estruturar.
Apesar das risadas do prefeito eleito Eduardo Paes quando Gabeira falou em afundar um barco nas ilhas Cagarras parar criar um recife artificial e incentivar a prática do mergulho no local, a indústria do turismo tem potencial para tirar a Cidade Maravilhosa do buraco.
E a mudança começa, lógico, com a própria população.
Numa cidade do tamanho de um ovo, é totalmente desnecessário a quantidade de carros que se vê poluindo e entupindo as ruas, principalmente na Zona Sul. Uma das principais e mais longas rotas da cidade são os meros 35km separando a Barra (Zona Oeste) do Centro.
Bicicleta é o caminho. A não ser quando chove. Mas no Rio está sempre quente e fica até divertido.
Ninguém mais aguenta os hipsters.
Paul D. Miller, o DJ Spooky, e sua “Terra Nova: Sinfonia Antarctica”.
Cornelius, “Fit song”: que clipe…
Dica do Juarez:
Cornelius é um japinha que faz musica esquisita nos moldes do FourTet, Koushik, Nobukazu, Tortoise e essa galera que quase todo mundo conhece. Tenho ouvido bastante o disco “Sensuous”, de 2006) e existe uma versão do álbum que vem acompanhada de um DVD muito bacana, chamado “Sensuround”. Tem vídeos criados por diretores e coletivos de arte/design japoneses ilustrando as faixas do disco. O Pitchfork disponibilizou, temporariamente, os videos,que logicamente também estão espalhados no YouTube.
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Que isso…
Pescado no Dimáquina.

Surfistas, Rio de Janeiro (2000)
Os grupos sociais e seus códigos internos de vestimenta. Pra quem pensa que não usa uniforme.

foto: aliciarenovato
Assinada em conjunto por por diversas associações e sindicatos do setor, foi distribuída (via assessoria de imprensa) um documento entitulado “carta aberta dos artistas e entidades - se posicionando em relação a questão da lei da meia-entrada.
O resumo das idéias do grupo são os seguintes pontos:
- Somos a favor da meia entrada , o que é urgente e necessário é sua regulamentação .
- Moralização da emissão das carteiras com controle pelo Estado e a criação de um Conselho formado por entidades da Sociedade Civil e Governo .
- Estabelecimento de uma porcentagem de 30% das lotações como limite para o benefício – este modelo já funciona com sucesso em Minas Gerais e Sta Catarina .
- Ressarcimento pelo Estado do subsídio dado pelos artistas produtores e exibidores , pois em nenhum outro setor da economia existe prática semelhante – como exemplo, para que o taxista possa adquirir seu veículo a preço mais baixo, o Estado oferece a isenção dos impostos , não cabendo ônus à montadora.
As conseqüências desta regulamentação trarão benefícios a toda a sociedade :
- Aos artistas e profissionais de cultura e entretenimento que não mais terão sucateada sua principal fonte de custeio , as bilheterias .
- Aos beneficiários da meia-entrada tendo em vista que a redução do preço dos ingressos se tornará real.
- Ao cidadão comum que terá a redução do valor dos ingressos permitindo assim seu acesso à cultura e lazer , hoje inviabilizado pelas situação reinante.
E aí, faz sentido pra você?
Para sublinhar o quão ultrapassado é a relação da indústria musical com a questão dos samples, Johannes Kreidler compôs um música de 33 segundos utilizando a besteira de 70.200 samples.
De acordo com a lei alemã, para a música ser registrada, cada um desses samples tem que ser declarado em uma folha de papel separado. Em uma van abarrotada de papéis, Kreidler garantiu algumas horas de trabalho para os funcionários do órgão responsável pelo registro.

foto: Ozier Muhammad/The New York Times
Candidato que utilizou a internet, por questões de segurança Obama terá que aposentar seu Blackberry e suas contas de e-mail.
Paul McCartney disse que “Carnival of light”, a tal música de 14 minutos apresentada num festival de música eletrônica em 1967, realmente existe.
Segundo o ex-Beatle, a faixa foi considera experimental demais pelo grupo para ser lançada, mas ele tem pensado em soltar a música que já havia sido vetada para a coletânea “Anthology”. Nem todo mundo está feliz com a notícia.
Invertendo o fluxo normal da informação, Squarepusher entrevista os críticos de música do Guardian.
“Fear(s) of the Dark”, seis animações de terror sobre um medo comum: o escuro.
LADO A
Friendly Fires - “Paris”
Ladyhawke - “Paris is burning”
The Teenagers - “Streets of Paris”
Last Shadow Puppets (feat. Alison Mos)- “Paris summer”
Camp - “In Paris with you”
Lupe Fiasco (feat. Pharrell, Q-Tip, Sarah Green) - “Paris” (Tokyo remix)
Europe in Colour -“Last flight to Paris”
Firekites - “Paris”
LADO B
Cats in Paris - “Foxes”
Ladyhawke - “Paris s’enflamme”
Groove Armada - “Paris”
Friendly Fires - “Paris” (Aeroplane Remix Feat. Au Revoir Simone)
Ladyhawke - “Paris is burning” (Cut Copy remix)
Mylo - “Paris Four Hundred” (Etienne De Crécy remix) (link direto: http://tinyurl.com/5lcl6z)
MSTRKRFT - “Paris” (idem: http://tinyurl.com/5744p6)
O livro “Boys and girls”, da Be Book, usa ilustrações no mesmo estilo de uma famosa série de livros infantis para falar, da maneira mais direta e realista possível, sobre iniciação sexual para adolescentes.
Foi tão direta que causou polêmica na Escócia, onde foi criado, sendo tirado do mercado. A continução “True or false” segue no mesmo assunto. As animações do saite são sensacionais.
O programa inglês Fonejacker transforma o que deveria ser um programa de rádio — trotes por telefone — em algo visualmente atrativo.
Depois de lançado em volume único e evaporar do mercado, a série Deep Roots, produzida em 1982 pelo canal inglês Channel 4 e narrada pelo saudoso Mikey Dread, ressurge, dividida em três volumes.
Sente a pressão dessas imagens do King Jammy (então Price Jammy ainda) em ação, observado por Scientist enquanto Bunny Lee se arrebenta de dançar.
O primeiro clipe do Little Joy, “Next time around”.
Por falar em little, a palavra é citada na lista negra de nomes de bandas atuais pouco criativos compilada pelo Guardian (Little Jackie, Little Boots, Little Ones), junto com black (Black Lips, Black Affair, Black Mountain, Black Kids, Black Tide, Black Acid, Black Angels), white (White Lies, White Denim e White Rainbow) crystal (Crystal Castles, Crystal Antlers, Crystal Stilts), wolf (Wolfmother, Wolf Parade, We are Wolves, Wolf & Cub) , disco (Simian Mobile Disco, Shitdisco, Dead Disco) e as desbocadas (Holy Fuck, Fuck Buttons, Fucked Up, Jackie O Motherfucker).
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