22 de dezembro de 2008 às 16h11
As árveres samo nozes

foto: Louise Pedroso
Sem me dar conta de que o lugar estaria repleto de pessoas assistindo o show de luzes da árvore de natal no começo da noite, optei pela ciclovia da Lagoa em vez da praia, como caminho mais prático. Quando percebi, já era tarde demais.
Pra minha surpresa, em vez do tumulto, desordem e confusão comumente associados ao que acontece nas margens e no entorno da Lagoa nessa época do ano, as coisas estavam até bem calmas.
Diversas pessoas de várias partes da cidade, crianças, além de turistas brasileiros e estrangeiros, tiravam foto e caminhavam tranquilamente pela mal iluminada ciclovia. Deu gosto de ver tanta gente curtindo a cidade, numa boa.
Bastou algumas pedaladas em direção ao epicentro, perto da Faculdade da Cidade, para tudo mudar de figura: dezenas de barracas de cachorro-quente, churros e tapioca ocupavam o espaço das bicicletas, carros parados em fila dupla interrompiam o trânsito, ambulantes estressados xingavam quem estivesse na frente “atrapalhando” seus negócios…
O Rio de sempre. Com suas ilusões e realidades.
5 Comentários



Documentarista, jornalista, carioca, boto som mas não sou DJ e provavelmente passo tempo demais online.


















22 de dezembro de 2008 às 17h03
Muito triste ver essas coisas ainda acontecerem no Rio. A gente nutre esperança no governo, nas pessoas mas no final das contas tudo continua a mesma merda, com o perdão do termo empregado.
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22 de dezembro de 2008 às 18h35
Quase no centro da foto, entre a montanha e a árvore, dá pra ver um pontinho de luz: é o planeta Vênus, a “estrela da tarde”.
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24 de dezembro de 2008 às 17h32
[...] Feliz natal, Bruno (o natal e o trânsito no Rio) 2) Feliz natal, Arnaldo (festa de natal) 3) Feliz natal, Mini (Autopista de natal) 4) Feliz natal, [...]
25 de dezembro de 2008 às 20h35
é terrível mesmo, mas isso mostra a carência carioca em áreas de lazer ao ar live. melhor ainda: de graça.
devemos reclamar do carros em fila dupla, claro. do lixo jogado no chão, óbvio. só DETESTO quando o câncer da zona sul faz discurso preconceituoso. aí não pode.
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29 de dezembro de 2008 às 23h14
mas esse eh o pais que vivemos, eh o nosso povo, eh a nossa cultura. Nao adianta achar que sera diferente, como uma cidade civilizada. A beleza com a baderna eh que faz essa cidade ser o que eh…….. isso nao vai mudar….nem querem mudar.
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