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Interrupção

O documentário entitulado “O fim do silêncio” está provocando polêmica.

Patrocinado pela Fiocruz (e portanto indiretamente ligado ao Ministério da Saúde), o filme é “claramente a favor do aborto”, como diz a própria diretora, Thereza Jessouroun. A igreja, é lógico, está indignada. A Fiocruz diz que o debate enriquece a discussão.

Concorde ou não com o aborto — é uma opção particular de cada pessoa, ou pelo menos assim deveria ser — é difícil não concordar com a posição da Fiocruz. Numa democracia de fato, posições diferentes devem sempre ter espaço para coexistir.

3 Comentários
por: Bruno Natal postado em: Urbanidades tags: ,

3 Comentários

Comentário por mattoso
6 de janeiro de 2009 às 15h36

mmm… será que a discussão será acalorada aqui também?

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Comentário por Bruno Natal
6 de janeiro de 2009 às 16h58

Provavelmente sim. Na minha opinião, igreja e estado não devem nunca se misturar.

Por isso, apesar de respeitar a opinião dos católicos, a meu ver isso é uma decisão que cabe a cada um.

Abs,

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Comentário por Alexandre Fischgold
6 de janeiro de 2009 às 23h01

… e o Brasil era p/ ser um estado laico e a igreja não tinha que abrir a boca.

Eu não vi o documentário, mas é uma questão de saúde pública séria (quanto mais pobre, obviamente, pior a clínica), mas uma nova legislação fica emperrada no congresso por causa da bancada católica.

E ainda, tem deputado no congresso nacional que quer criminalizar a mãe, por estar matando a criança.

A democracia aqui é de brincadeirinha.

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