Cultura digital, música, urbanidades, documentários e jornalismo. Não foi exatamente assim que começou, lá em 2003, e ainda deve mudar muito. A graça é essa.
Documentarista, jornalista, carioca, boto som mas não sou DJ e provavelmente passo tempo demais online.
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falaurbe [@] gmail.com
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13 de março de 2009 às 16h38
“A cada ano, o Banco Central gasta R$ 200 milhões para substituir mais de 1,5 bilhões de cédulas desgastadas e danificadas no país. Quem paga a conta são os cofres públicos, ou seja, os contribuintes.”
http://g1.globo.com/bomdiabrasil/0,,MUL1041166-16020,00-O+QUE+FAZER+COM+UMA+CEDULA+DANIFICADA.html
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