Cultura digital, música, urbanidades, documentários e jornalismo. Não foi exatamente assim que começou, lá em 2003, e ainda deve mudar muito. A graça é essa.
Documentarista, jornalista, carioca, boto som mas não sou DJ e provavelmente passo tempo demais online.
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26 de junho de 2009 às 18h58
Esperamos varias homenagens… O cara era um mito.. um icone. Nao creio q exista alguem q faça musica dançante q nao tenha insprado-se o minimo no cara…. Espero q a musca nao caia na pasmaceira apos essa perda. Parabens pelas materias Bruninho!
R.I.P. Jacko!
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