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Pós-fotografia

No início, a televisão se resumia a uma versão filmada dos programas de rádio. Passou algum tempo e encontrou o seu próprio formato.

Enquanto a internet vai deixando de ser uma reprodução digital de veículos impressos, a fotografia digital continua na busca de se equiparar ao formato analógico, principalmente em termos de resolução, notoriamente a substituição dos ruídos provocados pelos grãos de prata por pixels, interferindo diretamente na qualidade estética da imagem.

O livro “After Photography”, de Fred Ritchin, discute quais os caminhos serão tomados pela fotografia digital quando deixar de simplesmente tentar emular o que era feito com filme. A estrada é longa e o caminho estás só começando.

Via Lucas Bori.

3 Comentários
por: Bruno Natal postado em: Urbanidades tags: , ,

3 Comentários

Comentário por Felipe Continentino
3 de setembro de 2009 às 17h27

Cd o site novo, Lucas Bori??? ótima dica.

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Comentário por rafael salim
4 de setembro de 2009 às 19h37

curti também. to contigo, com o lucas e com fred ritchin.

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Pingback por Expo: “Urban Panoramas” - URBe - OESQUEMA
28 de abril de 2010 às 16h40

[...] especialmente os retratos panorâmicos de Nova York, explorando os limites da fotografia digital, muito mais elásticos do que os da película. « Daniel Peixoto, “Flei” (particip. Carol Teixeira) | » Por Bruno [...]

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