3 de setembro de 2009 às 15h17
Pós-fotografia
No início, a televisão se resumia a uma versão filmada dos programas de rádio. Passou algum tempo e encontrou o seu próprio formato.
Enquanto a internet vai deixando de ser uma reprodução digital de veículos impressos, a fotografia digital continua na busca de se equiparar ao formato analógico, principalmente em termos de resolução, notoriamente a substituição dos ruídos provocados pelos grãos de prata por pixels, interferindo diretamente na qualidade estética da imagem.
O livro “After Photography”, de Fred Ritchin, discute quais os caminhos serão tomados pela fotografia digital quando deixar de simplesmente tentar emular o que era feito com filme. A estrada é longa e o caminho estás só começando.
Via Lucas Bori.
3 Comentários




Documentarista, jornalista, carioca, boto som mas não sou DJ e provavelmente passo tempo demais online.


















3 de setembro de 2009 às 17h27
Cd o site novo, Lucas Bori??? ótima dica.
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4 de setembro de 2009 às 19h37
curti também. to contigo, com o lucas e com fred ritchin.
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Pingback por Expo: “Urban Panoramas” - URBe - OESQUEMA
28 de abril de 2010 às 16h40
[...] especialmente os retratos panorâmicos de Nova York, explorando os limites da fotografia digital, muito mais elásticos do que os da película. « Daniel Peixoto, “Flei” (particip. Carol Teixeira) | » Por Bruno [...]