23 de novembro de 2009 às 14h05
O coco somo nozes

foto: qarlos_ruiz
Esses dias começou o papo de uma proibição da venda de coco na orla carioca. O motivo é a sujeirada causada por banhistas imundos que vão a praia e “esquecem” de encestar o lixo que geram.
Raramente concordo com o sujeito, porém dessa vez o prefeito Eduardo Paes tocou num ponto importante, ainda que tenha simplificado a questão:
Complicado é cobrar educação de uma população que quase não tem acesso a isso. E quem tem, não coopera.
12 Comentários



Documentarista, jornalista, carioca, boto som mas não sou DJ e provavelmente passo tempo demais online.


















23 de novembro de 2009 às 14h52
custa cada um pegar o seu lixo? não precisa pegar o do outro. é só o seu próprio.
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23 de novembro de 2009 às 15h06
É o que eu falo sempre, Dominique…
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23 de novembro de 2009 às 15h11
Tb não concordo com o Paes em muitas coisas, mas nesse ponto ele tem razão. E não vejo nenhum problema em “cobrar educação de uma população que quase não tem acesso a isso” por duas coisas.
1) Escola nao ensina boas maneiras
2) Muita gente com escolaridade alta emporcalha também (vide item 1)
Bruno, acompanho sua desilusão com o RJ há algum tempo e partilho dela. Minha conclusão é de que não há como resolver o problema da cidade (e do país) enquanto o carioca (e o brasileiro) não abandonar esse eterno propósito de destruir o lugar onde mora. A qualidade de quem nos governa apenas reflete a qualidade de quem somos. Não vejo tanta distância assim entre o deputado que desvia e o motorista que bloqueia o cruzamento. Ambos se baseiam no “foda-se, desde que esteja bom pra mim”.
abraço,
ps: a reforma ortográfica matou o acento do côco?
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23 de novembro de 2009 às 15h25
Concordo, isso deveria vir de casa! Mas escola ajuda, e muito. Concordo, quem emporcalha é quem tem dinheiro pra comprar o coco, por isso escrevi que quem tem educação não coopera.
Não sou desiludido com o Rio não, embora as vezes possa dar a essa impressão. Fico martelando essas questões na esperança de estar ajudando no processo de melhora. O denominador comum de tudo isso pra mim sempre é o fato que a responsabilidade é nossa, não “deles”, “dos políticos”.
obs: depois que reforma ortográfica matou até o acento de para, do verbo parar, realmente complicando a leitura, nada mais me espanta.
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23 de novembro de 2009 às 16h23
Vão proibir também o matte, a cerveja, a empada e o sanduiche natural?
Pra mim, beira o absurdo somente pensar em proibir a pessoa de tomar coco na praia.
É quase deboche.
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23 de novembro de 2009 às 23h48
Bom, pelo que li hj o Eduardo Paes voltou atrás e não vai vetar o coco…blz, show!
Porém, o lance da educação é foda mesmo. Sempre levo o meu lixo para jogar na lixeira e, muitas vezes, o que esta perto tambem. Não custa nada.
O pior foi ouvir duas vezes na praia, e uma delas de um mauricinho, que não acham problema deixar lixo na areia pois…”eu pago imposto pra pagar a comlurb” e ” se não tiver lixo na praia os garis não tem trabalho”…é mole???
Da vontade de ir numa festa na casa deles e jogar lixo no chão…se reclamarem vc diz :”Ué, vc não tem vassoura e pá em casa, limpa!
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24 de novembro de 2009 às 23h05
O exemplo do Metro carioca é clássico, a hora em que o povo é respeitado ele respeita, alguém aqui acha o metro carioca sujo ? provavelmente não, porque será ??
Agora o culpado é coco … cachorrada, frescobol, barraqueiros skol , e outros más tudo bien.
QUERO VER DESPOLUIR A BAIA DE GUANABARA !!! apenas para citar um problema que vem se arrastando faz tempo, entra desgoverno sai desgoverno.
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25 de novembro de 2009 às 6h43
a verdade é que o coco nao polui se jogado na agua , certo? Eu geralmente pego todo o lixo mas as vezes deixo o coco e so tiro o canudinho porque é de plastico. Achei que estava contribuindo, afinal o coco vai se decompor naturalmente, ele faz parte daquele ecossistema. Se eu eu estiver errado, alguem me fala, porque eu faço isso ha anos e ninguem nunca me reprovou. Nao é preguiça, porque eu levo todo o resto do lixo, sempre. quanto a a educacao, eu tive a mais curiosa experiencia da minha vida em Tokyo: a cidade esta entre a mais limpa que eu ja visitei e simplemente NAO TEM lata de liixo, todos carregam seus lixinhos. Pra mim o pior sao os fumantes, que depois que acabem seus cigarretes imediatamente ficam enojados de suas guimbas e petelecam elas pra o mais longe o possivel delas… e o quase sempre o mais perto o possivel de outros. to vendo a hora que asssim como em outros paises voce so cai poder fumar em lugares destinados a isso, mesmo ao ar livre onde tem um cinzeirinho ao lado.
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25 de novembro de 2009 às 10h47
fala rolinha,
o fato de ser biodegradável e não poluente não quer dizer que não seja lixo, né.
pelo volume gerado diariamente, se todos deixarem os cocos e papéis vai levar muito tempo até que tudo se degrade naturalmente. mesmo porque a areia não é como a terra, que absorve rapidamente compostos orgânicos como alimento.
é diferente de jogar uma casca de banana ou resto de fruta na terra numa trilha ecológica.
abs,
bruno.
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25 de novembro de 2009 às 20h21
Já ia esquecendo de dizer, tem muita gente ganhando grana com a reciclagem destes cocos.
O que dá para constatar é que já estamos na segunda geração dos prefeitos factóides e os dois vem do mesmo lugar.
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26 de novembro de 2009 às 8h52
Excelente momento para recuperar esse cara “old school”: http://blogdoduilio.folha.blog.uol.com.br/images/Sujismund02.jpg
Sujismundo redux?
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26 de novembro de 2009 às 8h53
Sujismundo redux?
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