3 de dezembro de 2009 às 9h19
“The Sea That Thinks”
os primeiros minutos do doc
Top 3 dos filmes mais doidos que já assisti, “The Sea That Thinks”, do holandês Gert de Graaff, causou polêmica quando faturou o IDFA, principal festival de documentários do mundo, em 2000. O motivo foi simples: muita gente teve dificuldade de enxergar esse filme como um documentário.
A vitória acabou ajudando os docs a cada vez mais deixarem de ser vistos como um gênero fechado, o que por si só já se justifica.
1 Comentário



Documentarista, jornalista, carioca, boto som mas não sou DJ e provavelmente passo tempo demais online.


















3 de dezembro de 2009 às 17h59
“gênero fechado”. é verdade. até hoje quando compro um doc. e recebo aqui no trabalho alguém pergunta “é filme ou documentário?”. pode?!
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