Cultura digital, música, urbanidades, documentários e jornalismo. Não foi exatamente assim que começou, lá em 2003, e ainda deve mudar muito. A graça é essa.
Documentarista, jornalista, carioca, boto som mas não sou DJ e provavelmente passo tempo demais online.
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3 de março de 2010 às 17h31
“posso te dar balas de troco?”….
aquelas propagandinhas anti pirataria tiram qualquer um do sério. Além disso, aqueles comunicados dizendo que a produtora não tem nada a ver com os comentarios dos atores e equipe que fez o filme.
Me dá muita raiva saber que tu paga por um DVD e antes de ver o filme que tu quer tem que ver toda esta ladainha junto.
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4 de março de 2010 às 16h20
É a mesma história do DRM, prejudica só quem decide gastar no esquema.
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9 de março de 2010 às 20h12
espero que AS PRODUTORAS pensem sobre isso.
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19 de março de 2010 às 8h58
Faz sentido, mas tem um detalhe: tá certo que com o pirata a gente assiste logo ao filme, mas geralmente é com aquela “imagem de cinema”.
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