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Lobão vs Lollapalooza

Convidado para tocar no Lollapalooza num horário muito cedo, segundo ele próprio, Lobão descasca os festivais e questiona o porquê dos artistas nacionais não terem o mesmo destaque da atrações internacionais.

O ponto é válido, porém a forma que está sendo debatida é discutível. Só consigo me lembrar de uma vez que a atração internacional tenha aberto para a nacional, o Asian Dub Foundation abrindo para o Rappa no Canecão, sei lá em que ano.

Naquela noite fez sentido, as pessoas estavas lá para ver o Rappa, não ADF. No caso dos festivais, dificilmente esse é o caso.

8 Comentários
por: Bruno Natal postado em: Destaque, Música tags: , ,

8 Comentários

Comentário por Eduardo Azeredo
21 de novembro de 2011 às 16h32

Quando ele fala que o Ultraje devia ser o head do SWU ele dispara uma pérola.

Acho que o ponto é que não devia rolar essa segregação de “banda brasileira toca até tal hora e depois o pessoal de fora.” Mas botar um nacional de head de lineup seria burrice.

Infelizmente o próprio Lobão tirou sua credibilidade xingando muito no twitter pois segundo o mesmo, ele teria assinado uma carta de intenções com o Lollapalooza e queria que o nome dele aparecesse no lineup. Vai entender….

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Comentário por Robson
22 de novembro de 2011 às 14h42

Como diz Perry Farrell “Grave um disco bom e ganhe mais fãs” quem sabe assim alguma banda internacional abra o show para uma banda nacional

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Comentário por Leonardo
24 de novembro de 2011 às 11h57

Só que pelo raciocínio do Perry Farrel, o Jane´s Addiction tinha que tocar antes do Lobão, logo após o Velhas Virgens.

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Pingback por Lobão x Perry Farrell: falar é fácil | Trabalho Sujo
23 de novembro de 2011 às 8h37

[...] só o novo capítulo de um livro recente: a crise do rock de gravadora, que começou com o Ultraje brigando com o Peter [...]

Comentário por Heitor Humberto
23 de novembro de 2011 às 23h30

o bizarro é saber que o capital inicial tocou depois de deftones no rock in rio 2001 e depois do stone sour em 2011. o capital, meu!

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Comentário por Leonardo
24 de novembro de 2011 às 11h59

Acho que o cerne da questão está se perdendo. O Lobão não queria ser headliner, apenas que as atrações fossem mais misturadas.

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Comentário por Cybernic
30 de novembro de 2011 às 13h16

Na boa, Lobão viajou ^^

É válido o questionamento sobre as bandas nacionais, mas lembrem, é um festival gringo, um dos maiores do mundo, qual banda nacional poderia ser head? nenhuma pra mim.

Outra, puro capricho, o musico já havia assinado com os organizadores e depois simplesmente quis mudar de horário. Tenho banda e já participei de pequenos festivais, todo mundo quer tocar nos melhores horários, mas depois que fecha o line up, é complicado, mudar é interferir no horário de outra banda.

Precipitado, ir em redes sociais em sair disparando um monte de bobagens, pregando boicotes, e depois? reclamar que não colocaram ele no festival..ahhhh isso é brasilsisisississsssiisisis!!!!!!!!!!!!!!

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Comentário por Mateus
4 de janeiro de 2012 às 23h42

Fiquei pensando sobre atrações internacionais “abrindo” para atrações nacionais e me lembrei do caso do festival Coquetel Molotov 2011. Nos dois dias em que o festival ocupou a sala principal do centro de convenções da UFPE, as atrações principais das noites foram brasileiras: No primeiro dia o próprio Lobão (substituindo The Fall, que cancelou em cima da hora) e no segundo, Racionais MC’s.

http://coquetelmolotov.com.br/novo/no-ar-2011-divulga-programacao-completa/

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