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ECAD: uma outra visão

 

ECAD anda sendo espancado pelas seguidas lambanças que faz, não injustamente. No entanto, não raro recebo emails de músicos reclamando da superficialidade desses ataques. O produtor Strausz escreveu a respeito disso no Facebook, reproduzo aqui por achar interessante dar outra visão do assunto.

“Em relação a esse tópico do ECAD que tanto tem se discutido, por causa da cobrança de vídeos encorporados em blogs queria levantar um ponto. Tenho tido a impressão de que as pessoas reclamam muito do órgão e do sistema de arrecadação, então gostaria lembrar como os direitos autorais começaram:

“Era muito comum, antes mesmo da invenção do fonógrafo, que compositores tivessem suas obras tocadas publicamente em casas de shows. O que acontecia era que os músicos executantes da obra recebiam, o dono da casa de espetáculos e todos os demais envolvidos lucravam, exceto pelo compositor da obra. Começa a luta pelos direitos autorais, para que os autores da obra recebessem a sua fatia do bolo.

“Hoje em dia, existe um escritório de arrecadação, sem fins lucrativos (na teoria), que fiscaliza a execução pública e repassa para as sociedades arrecadadoras, que repassam para o autor. Dessa forma aqueles que lucram com a execução pública de uma obra devem repassar uma parte desse lucro aos autores. Essa é uma explicação supérflua de como o sistema funciona.

“O que me parece ser o problema não é o sistema, mas a ganância, falta de fibra moral, falta de ética, falta de noção de alteridade (etc) das pessoas envolvidas na execução e adaptação desse sistema ao nosso contexto, que impede resultados justos.

“Resumindo, o que eu quero dizer é, parem de culpar tanto as entidades, isso é muito fácil, se querem reclamar, procurem quem são as pessoas dentro delas que estão impedindo que os resultados sejam bons e melhor do que criticar, contribuam com informações para que melhorem. E parem com essas imagens engraçadinhas, porque o que eu vejo é um bando de rebelde sem causa.

“Quem quiser me corrigir de alguma coisa, por favor o faça.”

E aê?

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Touchscreen tátil

Inventores prometem tablets com telas sensíveis ao toque texturizadas para breve.

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O outro lado do Kony

O documentário-missão sobre o criminoso de Guerra de Uganda, Kony, produzido pela ONG Invisible Children, lavou a internet. Em apenas três dias já passa de 44 milhões de vizualizações, somando os canais oficiais no Vimeo e no YouTube, fora as versões replicadas.

Como não poderia deixar de ser, surgem vozes contrárias ao projeto, questionando as finanças da ONG e os métodos propostos, como apoiar uma campanha militar dos EUA no país africano. Existe até um movimento contrário, o Visible Children, citado em uma reportagem do Washington Post sobre a polêmica.

Até dia 20 de abril, dia D da campanha, vem muita coisa ainda.

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“Os Três Porquinhos” no Guardian

Para demonstrar de maneira mais clara o conceito de open journalism adotado pelo jornal, o Guardian produziu uma propaganda mostrando como seria cobertura da história dos “Três Porquinhos” seguindo esses preceitos. Partindo do  pressuposto que jornalistas não são os únicos especialistas em determinado assunto, o Guardian tem contado com a colaboração de pessoas de fora da redação para escrever suas histórias.

O caso mais bem sucedido até aqui foi a divisão de 40 mil documentos da WikiLeaks entre 23 mil leitores para mapear o conteúdo da papelada, trabalho esse que seria impossível ser desempenhado a tempo contando apenas com o efetivo da redação.

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LAN houses sob perigo

Atualmente as LAN houses são classificadas como casas de jogos, o que dificulta a obtenção de alvará e deixa diversos desses pontos de troca de cultura operando irregularmente e sem acesso a políticas de incentivo.

“(…) de cada quatro brasileiros, três não tem acesso à Internet em seu domicílio. São quase 150 milhões de cidadãos que só podem acessar a rede fora de casa. Muitos deles são cariocas como você e, para eles, ter acesso à Internet pode ficar mais difícil do que já é: as LAN houses, centros de inclusão digital que servem principalmente pessoas sem computador em casa ou no trabalho, correm o risco de fechar as portas. Tudo isso por causa de uma legislação incoerente, que trata as LAN houses como casas de jogos, dificultando a legalização desses estabelecimentos.”

Ajude as LAN houses serem reconhecidas como centros de inclusão digital assinando a petição organizada pelo Meu Rio a favor do projeto de lei da ALERJ pedindo que as LAN houses sejam reconhecidas como centros de interesse social.

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Ellen DeGeneres trolando o Facebook da platéia

Boa pilha.

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Pra brincar no iPad

Brinquedinhos da Disney para interagir com o iPad. Bem sacado.

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Multi touch x teclado

Esse vídeo de dois anos atrás tem bons argumentos sobre porque o computadores de mesa não terão telas touch screen e sim teclados somados a interfaces multi touch. Será como aprender a digitar tudo de novo.

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Visão dupla para digitar

Uma app para evitar os perigos de se digitar andando - desde que você digite segurando o telefone alto e virado para frente.

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Os hipsters no futuro

Direto de 2062.

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PM, ciúmes, redes sociais e a imprensa (em 2 imagens)

No Facebook: (era pra ter uma imagem compartilhada ao longo do dia aqui, mas ela sumiu da rede social…)

No G1 (leia a legenda):

Somente as 22h55, depois de circular o dia todo no Facebook (com a foto do ladrão), a notícia apareceu no Globo.

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A dura vida de um designer

 

Um dia terei a classe desse designer para desancar os malas. Fato ou ficção, é cada história… É  de se abrir de tanto rir.

Dica do @antonioengelke.

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Redemoinho de Deus

O “redemunho” resumindo em uma imagem.

 

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DEP: BTJunkie

Mais um servidor de torrent vai pra vala… Acabou o BT Junkie.

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Diginóis n’OEsquema

Mais uma estreia n’OEsquema: Diginóis, editado pelo músico Lucas Santtana. Não é página de artista – isso ele fará em sua página pessoal . É o blogue que Lucas vem mantendo há anos, com conteúdo relacionado a música e tecnologia. Ele fala mais disso no seu post de apresentação, inclusive da influência do URBe e do Trabalho Sujo na sua vida digital, e dá uma volta pelo condomínio para apresentar os outros blogues para seus leitores.

Essa semana ainda o Lucas promete lançar seu novo disco, “O Deus que Devasta Mas Também Cura”, o quinto da carreira, cuja  primeira música você já escutou por aqui. Olho no Diginóis!

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A nova política de privacidade do Google (e como se proteger)

Autor do livro “O Fator VDM“, Luis Marcelo Mendes sentiu o cheiro do “vai dar m*rda” quando o Google iniciou sua nova política de privacidade por esses dias, unificando as regras para todas as ferramentas do grupo e foi consultar o Ronaldo Lemos o que isso significava:
“A principal preocupação é que as pessoas entendam o que significa usar os produtos do Google em termos de privacidade. Por exemplo, a unificação das políticas faz com que os dados de um produto (como os vídeos que você assiste no Youtube) sejam cruzados com os dados de outros produtos (como as buscas que você faz através do Google, os e-mails que você manda pelo Gmail etc). Isso vai montando um perfil bastante detalhado do usuário, que é usado para diversos propósitos. Vale também lembrar da possibilidade de “opt-out”, que pode ser feito tanto através de um link ou de um plugin.”
Tunguei os comentários do Ronaldo do Facebook do Luis.
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As pessoas hoje

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Os perigos de se digitar caminhando

Papo sério.

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James Bond vs Steve Jobs

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Aula de pronúncia

Muitas outras dicas no canal Pronunciation Manual. Fundamental.

Via Caracteres com Espaço.

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Guia: como lucrar com o compartilhamento gratuito de conteúdo

Era pra ser um vídeo contra o compartilhamento não-autorizado de conteúdo, feito por uma cineasta como parte de uma campanha anti-pirataria.

Mas… É um atestado de como é possível monetizar na era digital mesmo cedendo o conteúdo “de graça”, uma lição de formato de negócios dada pelos piratas para um indústria que continua insistindo em operar no formato antigo.

Sinto-me confortável para falar a respeito: meu documentário “Dub Echoes” circula em torrents desde sempre (em duas versões, uma delas não finalizada, isso sim me incomoda) e não vejo como algo negativo tanta gente querendo assistir o filme. Não enxergo como vendas perdidas, mesmo porque as vendas foram muito superiores a expectativa da Soul Jazz Records.

Fico é triste assistindo isso, porque se isso fosse um formato estabelecido, o filme poderia até ter capitalizado. Pirataria sempre vai existir, mas o principal motivo desses saites estarem lucrando tanto (o que não está correto, de maneira nenhuma) é o fato do espaço não estar sendo explorado oficialmente.

Se todo filme ou disco tivesse esse planejamento, as pessoas correriam para os canais oficiais, até pela facilidade, e esse lucro poderia ser revertido para os criadores de conteúdo.

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SOPA congelada!

O presidente Obama tesourou o projeto de lei para combater a “pirataria” digital (e tome aspas) e a SOPA está parada. Porém, o assunto não está encerrado, longe disso.

Leia a carta aberta do Pirate Bay criticando e contextualizando a SOPA e a PIPA pra entender melhor porque as restrições propostas pela lei não fazem sentido – sobretudo por conta de quem são os solicitantes.

 

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A cobrinha do celular no mundo real

Faz tanto tempo do jogo da cobrinha que pode ser uma boa mostrar como era, nem que seja através de um aplicativo de iPhone.

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Pra entender a SOPA (isso te interessa e MUITO, assista)

vídeo com legendas em português

Se você não está atento a proposta de lei antipirataria Stop Online Piracy Act (SOPA, na sigla em inglês), correndo solto nos EUA, corre pra se atualizar. É papo sério e brabo, com implicações diretas na sua vida digital.

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Bonequinho do Steve Jobs

É sério.

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