OEsquema

Arquivo: Hoje tem

Hoje tem

Comente

Hoje tem

A tal da Dancing Cheetah tava com a macaca na semana passada. Essa terça tem mais. Dá uma olhada em alguns ocorridos da festa de estréia, nos vídeos abaixo.

Os dois primeiros a deixar um comentário (vale o horário gerado pelo sistema) ganham um par de convites cada para a festa desta terça (10/fev).


João Brasil (MPC ao vivo), Sany Pitbull (MC)


Sany Pitbull tocando um CD-J como se fosse uma MPC


Um grupo de argentinas ameaça suicídio após o final da festa

6 Comentários

Hoje tem

Comente

Hoje tem

Comente

Coachella 2009

Partiu Califórnia? Estarei .

Como quase sempre, a primeira vista a escalaçnão não impressiona, porém mais da metade dos nomes é uma incógnita, então pode haver boas surpresas.

Sendo que o que vale no Coachella é a vibe. Simplesmente não tem festival igual.

Sexta, 17 de abril

A Place To Bury Strangers
Alberta Cross
Bajofondo
Beirut
Buraka Som Sistema
Cage the Elephant
Conor Oberst and the Mystic Valley Band
Craze and Klever
Crystal Castles
Dear and the Headlights
Felix da Housecat
Franz Ferdinand
Genghis Tron
Ghostland Observatory
Girl Talk
Gui Boratto
Leonard Cohen
Los Campesinos!
M. Ward
Molotov
Morrissey
N.A.S.A.
Noah and the Whale
Patton & Rahzel
Paul McCartney

Peanut Butter Wolf
People Under the Stairs
Ryan Bingham
Silversun Pickups
Steve Aoki
Switch
The Crystal Method
The Aggrolites
The Airborne Toxic Event
The Black Keys
The Bug
The Courteeners
The Hold Steady
The Knux
The Presets
The Ting Tings
We Are Scientists
White Lies

Sábado, 18 de abril

Amanda Palmer
Amy Winehouse
Ariel Pink’s Haunted Graffiti
Atmosphere
Band Of Horses
Billy Talent
Blitzen Trapper
Bob Mould Band
Booker T
Calexico
Cloud Cult
Crookers
Dr. Dog
Drive By Truckers
Drop The Lime
Electric Touch
Fleet Foxes
Gang Gang Dance
Glass Candy
Glasvegas
Henry Rollins
Hercules and Love Affair
Ida Maria
James Morrison
Liars
Junior Boys
Mastodon
Michael Franti & Spearhead
MSTRKRFT
Surkin, Para One (Live)
Superchunk
The Bloody Beetroots
The Killers
Thenewno2
Thievery Corporation
Tinariwen
TRAV$DJ-AM
Turbonegro
TV On The Radio

Zane Lowe
Zizek Club

Domingo, 19 de abril

Antony and the Johnsons
Brian Jonestown Massacre
Christopher Lawrence
Clipse
Friendly Fires
Fucked Up
Groove Armada (DJ Set)
Jenny Lewis
K’naan
Late of the Pier
Lupe Fiasco
Lykke Li
M.A.N.D.Y.
Marshall Barnes
Mexican Institute of Sound
My Bloody Valentine
No Age
Okkervil River
Paolo Nutini
Paul Weller
Perry Farrell
Peter Bjorn and John
Public Enemy
Roni Size
Sebastien Tellier
Shepard Fairey

Supermayer
The Cure
The Gaslight Anthem
The Horrors
The Kills
The Night Marchers
Themselves
Throbbing Gristle
Vivian Girls
X
Yeah Yeah Yeah’s

8 Comentários

Estraga supresa

A banda surpresa que encerrará o Humaitá Pra Peixe (sábado, 31) será a nova-iorquina Wax Poetic, com diversos convidados (não confundir com Wax PoeticS, a revista).

O preço do ingresso é decidido pelo público, que paga quanto achar justo para ver o “show surpresa”.

4 Comentários

Hoje tem

Hoje é dia de incursão ao bizarro mundo da Nuth.

Comente

Hoje tem + Entrevista – João Ferraz

Humaitá pra Peixe (Sala Baden Powell)
João Ferraz Grupo e Momo
23 de janeiro (sexta-feira)
19h
R$ 24, R$ 12 (meia-entrada)

Violonista e líder de um grupo instrumental, é difícil imaginar que João Ferraz tenha um sócio tão improvável quanto a lenda João Brasil. Após se conhecerem na Berklee College of Music, nos EUA, os dois montaram o Estúdio Lontra, no Rio.

As vésperas do show de lançamento de seu segundo disco, “Mineiro bão”, no Humaitá Pra Peixe, o tímido Sapo (como é chamado pelos amigos) concedeu uma entrevista por e-mail para o URBe.

Como começou sua história com a música?

João Ferraz – Comecei tocando violão com 12 anos tirando músicas de revistinhas. Tinha muita revistinha de música caipira na minha casa porque o meu pai curtia e pedia pra minha mãe, que tocava violão, tocar pra ele. Escutava minha mãe tocando Clube da Esquina e bossa nova também e gostava muito.

Meu avô me punha pra escutar muitos discos de  música instrumental, isso antes, mais novo, e isso tudo meio que se misturou dentro de mim. Na adolescência a música se manifestou na forma que estava mais próxima de mim, que foi através do rock. Como a música alternativa me atraía muito, me aproximei do rock mais pesado. Tive bandas de metal e hardcore pesado [Minquis] até por volta dos 18, 19 anos.

Vindo do hardcore, como você começou a se interessar por fazer música de raízes brasileiras?

Antes de me interessar em estudar música necessariamente brasileira, como o choro que tenho estudado hoje em dia, eu quis estudar música e ponto. Durante a gravação do disco da minha banda de rock fui apresentado no estúdio ao César Santos, que morava nos EUA na época e estudava musica por lá. Eu não tinha nenhuma exigência quanto a estudar nos Estados Unidos ou aonde fosse. Eu queria aprender a tocar pra valer, aprender a produzir também. E aí, com a ajuda do César, consegui bolsa parcial na Berklee e me mudei pra lá.

Sempre gostei, sempre ouvi direta ou indiretamente música brasileira. Muito Clube da Esquina, por ser mineiro, muita música caipira por influência do meu pai, samba, bossa! Só o choro é que não tive muito contato, o que é uma pena por que é uma maravilha. Tinha que ser ensinado nas escolas, mas enfim…

A mistura se manifestou de novo na forma do meu primeiro disco, “Sapo”.  Foi a forma mais natural que eu consegui falar musicalmente. Tem muita influência do jazz e funk americano também, por eu ter convivido muito com essa música no tempo que fiquei fora. Mas a minha tendência natural é estar cada vez mais próximo de coisas brasileiras.

Seu primeiro disco foi gravado com músicos de Berklee. Como vocêvmontou a banda para o segundo? Como conheceu os integrantes, etc?

Quando cheguei aqui no Rio, com meu primeiro disco debaixo do braço, tinha aquela insegurança de lançar ou não.  Quando decidi lançar, a primeira coisa a fazer foi montar um grupo. Tive muita sorte nessa parte porque logo de cara eu já tinha um baixista e um baterista de primeira e dois grandes amigos, o Rike e o Marcelo.

Quando falei do projeto eles logo se animaram e sempre me apoiaram, desde o começo. Como tenho um estúdio, sou engenheiro de som, conheci muita gente, fiz muitos amigos o que facilitou ainda mais. Conheci o Marco Tomaso e o Fael Mondego gravando o projeto autoral dos dois. O Marco é um monstro. Já tocou com muita gente boa, tem uma experiência enorme e ele estar junto é motivo de muito orgulho. O Fael também, apesar de ser mais novo.

O desafio seria achar uma cantora que cantasse música instrumental, que conhecesse a onda mineira e que quisesse vestir a camisa de um trabalho instrumental autoral,  sem verba, aquela coisa toda. Não é que a primeira pessoa que eu convidei pra cantar com o grupo, através de indicação de um amigo, era a cantora perfeita para minha música! A Marcela Velon fehou a tampa que faltava pra dar início aos ensaios. Ela também trouxe o Yuri que toca sax soprano que é um parceiro de longa data e um músico maravilhoso também.

A partir dai as coisas começaram a acontecer, muitas críticas positivas, amigos chegando junto pra ajudar, e ai foi rolando. Nesse processo nasceu o segundo filho, o “Mineiro Bão”.

Que tipo de repercussão o disco tem tido?

O disco realmente acabou de sair. Ela tá quente do forno. As críticas que tem saído  de quem já conhece o trabalho anterior mencionam uma evolução natural do primeiro e uma abrasileirada natural do som.

Estou agora vendendo o disco pela internet, via CD Baby. Eles, além de venderem pro mundo todo, ainda tem um sistema de distribuição digital para todos os sites de venda de música digital, como iTunes, Napster, Amazon, Rhapsody, etc.

Pra minha surpresa, o disco tem vendido bastante. Assim, uma distribuidora japonesa já comprou alguns exemplares pra vender diretamente no Japão. Blogs no Brasil, Europa  e Japão já estão soltando resenhas. Isso tudo expontaneamente. Fico muito feliz .

A internet, nesse sentido, é uma ferramenta maravilhosa! Todo mundo diz que o meu som tem mais saída lá fora. Espero que não, mas pra mim o que rolar tá ótimo. O convite pra participar do Humaitá pra peixe foi muita alegria. Um festival muito legal, grande e de respeito. A galera nos ensaios está muito empolgada! Esperamos fazer um show muito bom.

Já está preparando o terceiro?

Tenho tentado não pensar em terceiro disco por enquanto, o segundo acabou de sair. Quero me dedicar bastante ao “Mineiro Bão” e ao estudo do choro e do samba, me aperfeiçoar mais no violão. Acho que o estudo constante é crucial.

Comente

Hoje tem

Da assessoria do evento:

“Com curadoria da cantora e compositora Nina Becker e de Marcelo Callado, baterista do grupo Do Amor e integrante do power trio que acompanha Caetano Veloso, o mini festival Off-Tropicália homenageia em apresentações – com repertório na íntegra e ordem original das canções -, três cultuados álbuns que, embora apresentem traços marcantes da estética tropicalista, não figuram entre os discos necessariamente reconhecidos como pilares do movimento.

Build Up”, de Rita Lee (por Nina Becker + Do Amor), Jorge Ben “1969″, (por Rubinho Jacobina) e “Carlos, Erasmo”, de Erasmo Carlos (por Silvia Machete) trazem, além da presença de artistas diretamente ligados à Tropicália, como o maestro Rogério Duprat, o guitarrista Lanny Gordin e o grupo Mutantes, o espírito renovador da época e uma das mais importantes premissas do tropicalismo: a idéia de que quaisquer informações, sejam de fora, de dentro, de cima ou de baixo, valem ser consideradas na hora de se fazer música.”

Espaço SESC (Rua Domingos Ferreira, 160 – Copacabana)
Off-Tropicália
22 e 29/01 – “Build Up”, por Nina Becker + Do Amor
23 e 30/01 – “Jorge Ben “1969″, por Rubinho Jacobina & Força Bruta
24 e 31/01 – “Carlos, Erasmo”, por Silvia Machete
21h
R$ 16, R$ 8 (meia-entrada)

Comente

Hoje tem (já foi)


Kantha Galo
(anexo ao Palaphita Kitch, na Lagoa)
PÓS PRAIA
Luci, Satta, Léo Hazan e o DJ convidado Filipe Mustache
18 de Janeiro (domingo)
18h as 23h
Grátis

Comente

Baile Curinga (já foi)

Hoje (16/Jan) toco no Baile Curinga, graças a um convite irresponsável dos organizadores da festa. Vou gastar o eject do CD-J.

1 Comentário

Hoje tem

O Lettuce Transadinha é o atual projeto da hiperativa Letícia Novaes, de mãos dadas com namorado Lucas Vasconcellos, do Binário. Todas as quintas de janeiro.

Comente

Hoje tem

Dando continuidade nos seus experimentos com o chorinho, inciados com a versão para “O morro não tem vez” feita com o Tira Poeira,  maestro do funk Sany Pitbull estréia temporada com Sergio Krakowski, recebendo convidados.

1 Comentário

Hoje tem

Começa hoje o Humaitá pra Peixe 2009, com o show do 3namassa, projeto paralelo do Pupillo, Dengue (Nação Zumbi) e Rica Amabis, com diversos convidados/as nos vocais.

Comente

Hoje tem

Comente

Autoramas… acústico?

Essa eu quero ver, Autoramas sem guitarra. É isso que a banda anunciou para o dia 09 de janeiro (sexta-feira), no Cinematéque, as 22h.

Comente

Little Joy no Brasil


foto: Bruno Torturra

Essas são as datas da turnê do Little Joy no Brasil (o disco será lançado pela Som Livre Apresenta, ainda em janeiro):

27/01 – Porto Alegre (Bar Opinião)
28/01 – São Paulo (Clash Club)
30/01 – Belo Horizonte (Freegels)
06/02 – Rio de Janeiro (Circo Voador)

1 Comentário

Corta & Cola

Oi Futuro
Multiplicidade – João Brasil Corta & Cola
10 de dezembro (quarta-feira)
20h
R$ 15

Como será a apresentação do Multiplicidade?

Eu fui convidado para fazer uma apresentação multimídia. Vai ser uma apresentação meio didática, meio artística, que tem o propósito de mostrar desde os primórdios da música eletro-acústica passando pelas minhas maiores influências e mostrando quem sou eu agora nesse universo de corta-cola digital.

Tudo que vou apresentar foi tirado da internet: vídeos de YouTube, mashups de músicas baixadas na rede… Dividi a apresentação em quatro movimentos baseado no disco “A love supreme”, do John Coltrane.

No terceiro movimento, vou interagir com as imagens, tocando minha MPC e meu controlador Wii. A internet, a Web 2.0, o Youtube e o Limewire são minhas fontes de conteúdo.

De que maneiras os vídeos tem influenciado o seu trabalho?

O poder de comunicação que a imagem proporciona junto com a música é impressionante. Agora que tenho acesso a edição de vídeo (pois uso o programa Ableton Live versão 7), minhas músicas virão acompanhadas de imagens. É um barato! E as meninas gostam.

Como você tem feito esses vídeos?

Baixo os vídeos, corto, faço edições e transformo em algo novo.

Mas você não era um cara engraçado? Agora está levando as coisas a sério?

Sempre levei as coisas a sério, as pessoas é que acham graça. Hahaha!

Comente

Hoje tem

A décima CALZONE acontece hoje, no Jockey Club carioca, dentro do Claro Cine.

Imprima esse belo sorriso e pague apenas R$18 de entrada.

1 Comentário

Hurt10

O Hurtmold comemora 10 anos de atividade com dois shows no Auditório Ibirapuera, em São Paulo, tendo como convidados Rob Mazurek, Marcelo Camelo, Thomas Rohrer, Ganjaman (Instituto), Paulo Santos (Uakti) e outro.

Comente

CALZONE, Topa tudo

5 Comentários

I Love Cafusú


As Rariús falam da festa durante a passagem de som

Hoje no Claro Cine tem a festa pernambucana I Love Cafusú, que começou como um bloco de carnaval e foi uma das inspirações para criação da CALZONE.

Buscando algo diferente de noites eletrônicas dedicadas a um só gênero, já existia entre nós a idéia de fazer algo mais bagunçado quando o Pedro Seiler voltou do Recife falando de uma festa que tocava de Gretchen a Daft Punk, de Roberto Carlos a MC Leozinho e decorações bizarras.

Chegou a hora de conferir a zorra recifo-olindense, pela primeira vez no Rio.

2 Comentários

Hoje tem

Os dois primeiros que escreverem para falaurbe [a] gmail.com até as 17h30 levam um par de convites para festa.

Comente

Hoje tem

Comente

Hoje tem

Bloc Party no Circo Voador.

Comente
Página 15 de 161...8910111213141516