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Arquivo: Música

Bjork lança disco interativo através de apps

 

As músicas do novo disco da Bjork, “Biophilia” são interativas, dando continuidade ao processo que começou com o uso da interface Lemur em seus shows. E isso está só começando.

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Mickey Moonlight, “We’ll Meet Again” (Feat. Marina Gasolina)

Discão esse “The Time Axis Manipulation Corporation” do Mickey Moonlight, lançado pela Ed Banger.

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Relembrando o Los Hermanos

Os shows de comemoração dos 15 anos do Los Hermanos estão chegando, boa hora pra re-assistir o doc sobre a gravação do “Ventura” e um especial da MTV feito quando a banda estava na estrada com o disco que cristalizou a hermanomania.

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Matthew Dear, “In The Middle (I Met You There)” [ft. Jonny Pierce of The Drums]

O clipe é melhor que a música do genérico do Toro Y Moi.

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Jorge Ben Jor e Zé Ramalho tocando “Errare Humanum Est”

Durante a gravação do Luau MTV, anteontem em Paraty, o Babulina recebeu o Zé Ramalho e mandou essa.

O arranjo ficou bem bom, mas tá longe de ser o “Queremos ‘A Tábua de Esmeralda’ ao vivo”. É no VIOLÃO, Jorge! Você PROMETEU!

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Unidos da Marillac no Canadá

Porran… O que quer dizer tá bem, né?

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Estudando J Dilla

Uma série de mini-docs destrinchando os samples do J Dilla. E de cara pinta um Baden Powell.

Dica do Peirão.

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Youth Lagoon ao vivo no Mercury Lounge

Perdi exatamente esse show porque deixei pra comprar o ingresso “amanhã”. Boa, Lins!

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Novos Baianos, “Mistério do Planeta”

Imagens clássicas do famoso sítio.

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Silvio Santos Vida Loka

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Jocasan, “Sons do Uruguay” (mixtape)

Viajante habitual do país, Joca montou uma mixtape com os sons do Urugaui.

Não é de hoje que a música uruguaia faz minha cabeça. Desde 2005 que tenho acesso a ela, mas foi depois que vi o grande show de Jaime Roos no Teatro Solis em 2007 que comecei a colecionar e procurar mais coisa. Decidi reunir nessa compilação algumas músicas que representam um pouco dessa cultura e pesquisa. Aqui você ouve ritmos uruguaios como murga e candombe mas também pop, rock, instrumental, fusion, entre outros universais. Boa viagem!

Ouçamos os sons do vizinho do sul.

As músicas:

Durazno y Convención – Jaime Roos (Repertorio – 1997)
Mejor Con Vos – Francisco Fattoruso (The House Of Groove – 2007)
Chau – No Te Va Gustar (Por lo Menos Hoy – 2011)
007 (Se Duerme) – Abuela Coca (El Ritmo Del Barrio – 2001)
Antidoto – Julieta Rada (Single – 2012)
Pregunto El Gallinero (FUNK – 2010)
El Viejo – La Vela Puerca (De Bichos Y Flores – 2001)
Rompan Todo – Los Shakers (Bonus Tracks – 2005)
La Mama Vieja – Nicolás Arnicho (Batuques y Batidas – 2007)
Goldenwings – Opa (Golden Wings – 1976)
Dame Un Besho – Ruben Rada (Miscelánea Negra – 1997)
Ruido De Camiones – Pablo “Pinocho” Routin (Peligro De Murga – 1998)
Let’s Stay Together – Rey Tambor (Palo Y Mano – 2007)
Silence Please – Juan Pablo Chapital (Fotografia Silenciosa – 2011)

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DEP: Wando

Wando, 1945-2012.

Deveriam organizar uma chuva de calcinhas em homenagem. Que triste.

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Madonna plagia João Brasil


montagem kibada do Rock N Beats

A exemplo do que aconteceu com Diplo e “Beat of my Drum”, da Nicola Roberts, parecida além da conta com “L.O.V.E. Banana”, do João Brasil, agora a Madonna está sendo acusada de chupar a mesma música com a sua “Give Me All Your Luvin’”, apresentada no intervalo do Supe Bowl. O G1 montou um vídeo comparando as duas músicas, confere lá.

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Peaking Lights, “Weird Up 2012 mix” (mixtape)

 

Bela mixtape essa do Peaking Lights, donos do melhor disco internacional de 2011.

As músicas:

Black uhuru- youths dub
Dru down – can u feel me
La dream team – rock berry jam
The shocks- atwa
King jammy meets dry & heavy- mr. Dub
War of words- quante jubila
Ms chamber- new age
Mac10 -nuthin but the cavi hit
Leon Haywood -freaky 94
Spoonie g- the new rap language
Warieka hill sounds- one people version
Mikey jarrett- big bow
Jah Tony- ranking African
Dread Fred and jah Shaka- Zulu skank

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João Brasil, “Ninguém Segura” (mixtape)

Mixtape para correr que o João fez para Nike para corrida Rio-SP 2011, tinha escutado ainda não. Só que com pouco mais 3 minutos não dá nem pra chegar na esquina direito.

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Criolo Gordo, “Cálice e coma!”

Uma versão da versão do Criolo para “Cálice” (Chico Buarque).

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James Murphy, o ator

É, o ex-líder do LCD Soundsystem está atuando.

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Howler, “Back of Your Neck”

Depois do pulo tem um vídeo engraçado do Howler fazendo uma versão da música no porão da Rough Trade.

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A apoteose do Criolo

“A pirataria é  a nova rádio”. Prova das recentes palavras de Neil Young foi o Circo Voador superlotado (não “suuuper lotado”, de legal, lotado além da conta mesmo), com mais de 3 mil pessoas se espremendo para ver o Criolo em sua segunda passagem pelo Rio com “Nó na Orelha”, um dos melhores discos de 2011, distribuído gratuitamente em sua página. Quando o trabalho é bem feito, o grátis vai longe.

O carnaval ainda não chegou e Criolo já teve sua apoteose. O que se viu no Circo no sábado foi único. Não apenas por se tratar de um artista de São Paulo sendo aclamado no Rio, tendo seu nome urrado (é notório o quanto carioca implica muito mais com paulista do que vice-versa) ou todas as letras cantadas pelo público. Principalmente pela velocidade com que isso aconteceu.

Díficil dizer que a platéia era formada por amantes do rap, assim como não se pode dizer que era apenas a pleiboisada indo na onda. Estava lá a “atitude hip hop”, com a platéia batendo a mão no ar e cantando alto a citação a “Rap é Compromisso” (Sabotage). Estava lá também a atitude carioca, com muita gente alheia ao show e tomando uma cervejinha e batendo papo fora da lona. Tinha de tudo. É impossível determinar um perfil de público, o que ao mesmo tempo explica e torna mais difícil entender o fenômeno Criolo.

Tratado como um novo artista estreando, Criolo, há muito tempo na estrada, explodiu com seu segundo disco. Misturando rap, mpb, afrobeat e reggae, citações de Chico Buarque e uma penca de aparicões em listas de destaques do ano, “acusações” de ser gay (seja lá o que isso signifique…), o paulistano entrou em uma trajetória fulminante. É possível fazer um paralelo com a ascensão do Seu Jorge: as durezas do passado, a revelação tardia, a faceta crooner, um repertório que tanto pode ser visto como “eclético” quanto “atirando pra todo lado”.

Mesmo que o rap hoje seja mais uma influência do que uma constante no show, Criolo não se esconde . Político, disse que ninguém ali era burro e exibiu um cartaz onde se lia “os mortos de Pinheirinho nao me deixam comer”, em alusão ao protesto de greve de fome sendo feito por Pedro Rios em frente a sede da TV Globo.

Para alguém que estava há duas décadas tentando cavar seu espaço, não resta dúvida que o que o que catapultou Criolo para o sucesso foi a nova embalagem musical. Produzido por Ganjaman (que já havia chegado perto disso com Sabotage, morto precocemente), o disco acertou em cheio o público que mirou: suingueiro, pra cima, com uma banda de baile (herança das homenagens aos discos “Racional 1 &2″ feitas pelo Instituto) impecável. Só o naipe de metais já vale o show.

O fenômeno Criolo é uma soma de tantos fatores (qualidade discurso e musical, livre circulação de mp3, a grande imprensa ter abraçado – sim, ainda faz muita diferença quando se fala de um público do tamanho do que estava no Circo – o momento sócio-econômico brasileiro – a história de vida dele ajuda a vender o “produto”, etc) que tentar encontrar o motivo principal do sucesso é um exercício inútil. Muito melhor é  simplesmente aproveitar, já que poucas vezes esses sucessos vem aliados a um som de alto nível.

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Lana Del Rey (de novo) no SNL

Ou quase isso…

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A volta do Mayer Hawthorne

Primeiro artista a participar duas vezes do Queremos! – por merecimento, já que sua primeira passagem pelo Rio foi um sucesso – Mayer Hawthorne voltou ao Circo Voador  e provou que a visita foi proveitosa: um público muito maior e conhecendo melhor as músicas saudou o soulman branquelo de Detroit. A festa foi longe, até altas horas da madrugada, com os DJ sets do Nepal e do próprio Mayer.  Belezura de noite.

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Lançamento: Letuce, “Manja Perene”

Tendo acompanhado a carreira do Letuce desde quando ainda se chamava Lettuce com dois Ts e tocou na festa de 6 anos do URBe (aliás, em abril tem a de 9 anos), ou até antes, quando a minha xará de aniversário Letícia ainda era da banda do João Brasil,

Vi o disco de estreia pintar entre os melhores de 2009 e com alegria compartilho, em primeira mão, o novo trabalho da dupla Letícia & Lucas, “Manja Perene”.

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Hoje tem: Mayer Hawthorne no Circo Voador

Circo Voador
Queremos! Mayer Hawthorne & The County (+ Mayer Hawthorne DJ set + DJ Nepal)
03/Fev (sexta-feira)
23h
R$ 60 (confirmando presença no Facebook ou no ListaAmiga), R$120 (inteira)

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Disney pirateia o Joy Division

A Disney está(va) vendendo uma camiseta em seus parques “livremente inspirada” na capa do “Unknown Pleasures”, do Joy Division. Os integrantes da banda dizem que não foram consultados. Bonito, muito bonito…

Atualização: Nos comentários o YCK esclareceu que a imagem original apareceu num caderno de astronomia. Mesmo assim, não há muita dúvida de onde a Disney tirou a ideia, né. Ainda mais considerando a horda de quarentões que frequentam seus parques.

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Aquecimento Mayer Hawthorne 03: “The Ills” e “Gangsta Luv”

Circo Voador
Queremos! Mayer Hawthorne & The County (+ Mayer Hawthorne DJ set + DJ Nepal)
03/Fev (sexta-feira)
23h
R$ 60 (confirmando presença no Facebook ou no ListaAmiga), R$120 (inteira)

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