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Moptop, “Aonde quer chegar?”

O Moptop chega ao temido segundo disco, aquele que pode definir o destino de uma banda, tido por muitos como a obra que confirma todas as especulações, para o bem e para o mal.

O URBe conversou com Gabriel Marques, vocalista e letrista da banda, para saber como a banda está encarando esse momento de transição.

Do título (“Como se comportar”), ao nome da música que abre o disco (“Aonde quer chegar?”), passando pela letras (“Olho para frente / não sei bem porque / prossigo nesse longo caminhar”, de “Bonanza”), um assunto parece recorrente, quase um recado: a afirmação de se fazer as coisas o jeito de vocês, sem abrir concessões, independente disso possivelmente reverter em menos exposição pela banda. É isso mesmo?

Gabriel Marques – Não sei se é um recado, mas certamente é um desabafo em alguns momentos. A letra de “Aonde quer Chegar?” foi escrita de madrugada mesmo, eu me questionando sobre a nossa situação como banda e os nossos atuais objetivos. Acho que “Desapego” e “Bonanza” também abordam o tema de maneira metafórica. Estamos tentando ser artisticamente relevantes dentro de um mercado atualmente um pouco avesso à ousadias musicais.

Como foi essa rápida transição de banda independente para ter o primeiro disco lançado por uma multi-nacional? Quais eram as expectativas e quais foram os resultados reais?

Gabriel Marques – O balanço é altamente positivo. Gravamos o primeiro (e o segundo) disco com o produtor que queríamos e tivemos um apoio significativo para divulgar o trabalho na imprensa, rádio e TV. Isso tudo, sem qualquer interferência artística da parte da Universal. Obviamente, gostaríamos de ter alcançado uma projeção maior, mas vejo isso mais como um problema de mercado do que uma falta de empenho da gravadora.

Vocês estão no segundo disco, numa gravadora grande. Em outros tempos isso seria sinônimo de fama e fortuna. Já deu pra largar os empregos “formais”? Será que ainda dá pra viver de banda de rock hoje em dia?

Gabriel Marques – Estamos vivendo em função do Moptop há algum tempo. Não estamos ricos, mas estamos pagando as contas. E isso é o que importa (pelo menos no momento). Na nossa cabeça, a experiência de vida que estamos ganhando vale muito mais do que fama e fortuna. De certa maneira, essa desvalorização do artista é positiva. Quem se dedica à musica hoje em dia, faz isso incondicionalmente, por amor à sua arte.

Esse disco soa diferente do anterior, mais calmo e introspectivo, ao mesmo tempo que a sonoridade está mais acessível, com menos referências indies, um rock ‘n’ roll mais cru. Concorda? O que vocês andaram ouvindo na época que estavam compondo o álbum?

Gabriel Marques – Acho que sim, mas confesso que ainda não consegui fazer uma leitura muita definida do álbum. Ainda estou tentando “entender” o que fizemos. Considero o disco mais completo que o anterior, com mais profundidade e uma prazo de validade maior. Quanto mais eu escuto, mais eu gosto. Escutamos muito Ennio Morricone mas tirando ele buscamos solucionar os arranjos internamente como banda mesmo.

Você acha que essa sonoridade pode se refletir em uma maior exposição pra banda?

Gabriel Marques – Não sei. Acho que o disco realmente tem uns quatro, cinco singles muito fortes. E vivemos na era dos singles. Vamos ver o que acontece…

Duas das músicas do novo disco já eram conhecidas de quem acompanha a banda: “Adeus” estava na demo “Moonrock” e “História pra contar”, que antes era inglês e você dizia que não conseguia botar fazer uma letra em português para ela. Como músicas tão antigas acabaram entrando no segundo disco?

Gabriel Marques – “Adeus” não estava nos planos. Em uma das etapas da pré-produção do disco fizemos uma sessão na toca do bandido com o Tomás Magno. Veio dele a sugestão de a incluir no disco. Mudamos o arranjo e a musica ficou bem diferente da demo. Confesso que tinha minhas dúvidas sobre a inclusão da faixa mas a resposta dos fãs (que a adoram) me tranqüilizou. “História pra contar” quase não entra. A letra ficou pronta aos 45 do segundo tempo. No começo achamos estranho mas em alguns ensaios vimos que a musica até cresceu em português.

Por falar em letras, as músicas novas também têm versões em inglês? Ainda faz parte dos planos do Moptop tentar cavar m espaço no exterior?

Gabriel Marques – Algumas sim. De vez em quando falamos sobre isso, mas teríamos que fazer um esforço conjunto para buscar esse espaço lá fora. E agora estamos focados no Brasil. Quem sabe ano que vem…

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“Hate to say I told you so”


Também venho falando disso faz tempo, Hives…

E o Rio continua afundando no limbo. Impressionante como num espaço tão curto de tempo a cidade conseguiu perder tanto sua relevância cultural.

De turnê marcada pelo Brasil, o The Hives cancelou a data carioca porque não toca quatro noites seguidas. Antes do Rio, o grupo passa por São Paulo, Brasília e Porto Alegre.

Tudo bem que o Hives não importa, e sem demérito nenhum as outras cidades — MESMO, essa ampliação de mercados é positiva, para todos — mas ver uma banda dessas escolher cancelar justamente sua data “in Rio”, um dos subtítulos favoritos de DVDs ao vivo internacionais, é sintomático.

O Circo se esforça e diz que continuará “a tentar arrastar pra essa cidade desenganada outras atrações internacionais de peso”.

Ainda esse ano, o Circo apresentará Justice (setembro) e Bloc Party (novembro). Quer dizer, se não pintar uma oferta mais interessante pra tocar em outro lugar qualquer.

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Keeps kids dancing

Em mais uma encarnação eletrônica, o produtor e DJ Erol Alkan surge com o Beyond the Wizards Sleeve, misturando eletrônica e rock psicodélico.

No MySpace do projeto, entre outras coisas, tem um remix chapadão de “Battle scars”, do Chemical Brothers.

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Terror

Em “How to reduce the chances of being a terror victim”, os ingleses do XX Teens brincam com a paranóia de ataques terroristas, listando a imensa quantidade de precauções que alguém pode tomar para evita ser um alvo.

Lembra “We want your soul”, do Adam Freeland, mas sem o balanço.

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Rólidei, espéborachion

Aproveitando o assunto Madonna, que vai ao Brasil em dezembro com a turnê que estréia aqui em Londres no dia 11 de setembro, dá uma olhada nessa matéria do Fantástico sobre a semana da loira em sua primeira visita ao Brasil, 15 anos atrás.

É só pérola. Em tempos pré-internet, atenção para o orgulho da repórter, que enche a boca pra dizer toda vez que a equipe invadiu um espaço em que não era autorizado filmar. É o crachá.

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“Álbum do ano”

Uma das funcões mais legais do Word Press, a ferramenta de publicação utilizada n’OEsquema, é que toda vez que alguém linka pra cá, rola um aviso. Dá pra acompanhar os caminhos que os textos fazem pela rede.

Foi nessa que encontrei o blogue Magrela Fever, falando do novo disco do João Brasil, a festa de bolso “Big forbidden dance”.

É um bom resumo das diferentes reações que o trabalho e o próprio João Brasil desperta. Nesse caso, a pessoa (que não assina) fala de preconceito, pressa e dessa suposta proximidade entre as pessoas através da internet, que nem de longe substitui o mundo real.

“Não é de hoje que eu ouço falar dos mashups do João, na verdade. Nunca dava muito crédito porque, ahn, pra mim ele era só o cara de Baranga, piada-hit da internet que eu nunca achei muito engraçada. Vai ver eu me identificava inconscientemente com a mocinha da letra ou coisa parecida, vai saber, mas o lance é que logo assim que eu recebi o “8 Hits”, por exemplo, despachei pro primeiro adolescente retardado que encontrei (ah, a arrogância dos jovens!). Logo depois, cruzei com o JB no trabalho por 3 segundos e ele foi tão gente boa e simpático e não-retardado que na minha cabeça até tocou uma daquelas musiquinhas no estilo Chaves-não-vai-para-acapulco: me senti muito mal por julgar sem conhecer. Daí que eu pirateei o cd (essa é a parte em que meu chefe que lê o blog me demite) e achei incrível, depois vi o clipe de Baranga e achei mais legal ainda e, por último, comi uma feijoada com o cara num lugar xexelento em Botafogo e ele ainda me serviu mais torresmo. Ganhou meu coração, HAHAH.”

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Japão pop

Esbarrei por acaso com esse clipe alternativo que a Dúnia Quiroga fez para “Japan pop show”, do disco homônimo do multi-instrumentista Curumin.

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Reis


Kings of Leon, “Molly’s chamber”

É uma longa estrada essa que leva um grupo de garotos que cantam em corais de igreja, para uma banda que toca em rodeios e, de lá, para se tornar atração principal de festivais de verão europeus.

Voando um pouco abaixo do radar, o KoL cresceu e hoje assistir esse show com 5.500 pessoas na Brixton Academy é vê-los num lugar pequeno.

Os ingressos foram pulverizados em 3 minutos no dia do início das vendas e eram vendidos por até 150 libras na porta da Brixton Academy. Ou por por um décimo disso, dependendo dos contatos.

Existe uma grande diferença entre assistir uma banda num festival, naquele show padrão de 45 minutos, e ver o mesmo grupo tocando por quase duas horas, sem se preocupar com quem veio antes ou se apressar para ceder o palco para quem vem depois.

Abrindo com a nova “Crawl”, os irmãos (e um primo) Followill aparentavam estar mais relaxados do que o normal, parecendo até estar gostando do show.

Inexplicavelmente, o KoL faz sucesso independente dos integrantes serem pouco carismáticos — e estarem poucos preocupados com isso.

Cercados por telões, globos e letreiros luminosos, o cenário era mais adequado aos estádios por onde a banda tem tocado na Europa, dando a dimensão do quanto a banda cresceu.

Enquanto em casa, nos EUA, as coisas não andem tão bem assim, o próximo show do KoL em Londres, em dezembro, será na O2 Arena, para 60 mil pessoas.

O vocalista/guitarrista Caleb brincou, ao falar que era bom tocar nos EUA (seguido de uma pequena vaia), mas que “basta um show em casa para nós querermos voltar para Londres”. O público adorou, comemorando com o tradicional e bizarro gesto de jogar para o alto copos de cerveja que custam mais de 10 Reais. Cheios.

A sequência “Milk”, “Four Kicks”, “California Waiting”, “The Bucket” e “On Call” aceleraram as coisas a um ponto que só mesmo a quietinha “Knocked up”, com sua frase hipnótica da guitarra de pegada country, para acalmar o público.

Sem se repetir e com coragem de experimentar, o mais interessante de acompanhar o KoL é que trata-se de uma das poucas bandas dessa geração que vem constantemente melhorando, seja em disco ou ao vivo.

“Only by the night”, quarto disco da banda, sai em mês e a banda já soltou um vídeo com aperitivos (confira abaixo). Se mantiver a curva ascendente, vai chover cerveja em Londres em dezembro.


Um aperitivo de “Only by the night”

O repetório do show na Brixton Academy (as músicas novas em negrito):

“Crawl”
“Black Thumbnail”
“Taper Jean Girl”
“My Party”
“Razz”
“Molly”s Chambers”
“Wasted Time”
“Sex On Fire”
“King Of The Rodeo”
“Fans”
“Arizona”
“Milk”
“Four Kicks”
“California Waiting”
“The Bucket”
“On Call”
“Mcfearless”
“Pistol Of Fire”
“Trani”
“Knocked Up”
“Manhattan”
“Charmer”
“Slow Night, Slow Long”

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Champagne SuperHova

Após Noel x Jay-Z, o implicante membro do Oasis direciona seus insultos para Mark Ronson. Comentando sobre o bem sucedido trabalho de versões do produtor, Noel falou que ele deveria aprender “três acordes” e tentar escrever uma canção.

Ronson respondeu em seu blogue, ameaçando produzir um disco de mashup, misturando vocais do Jay-Z e vocais do Oasis. Fazendo trocadilhos, potenciais títulos seriam “Champagne Superhova” ou “Definitely Jay-Z”.

Na escassez de novidades musicais, que venha o Round 3 para mais diversão.

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Irmandade

Ahã. Andy Yorke é irmão do Thom Yorke, vocalista do Radiohead e acabou de lançar “Simple”, seu primeiro disco solo (ele já foi parte da banda Unbelievable Truth).

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Manuva

Se alguém ainda não tinha percebido — meio difícil, em se tratando de um artista com um disco chamado “Dub come save me” — dessa vez a influência do reggae no trabalho do Roots Manuva está mais escancarada do que nunca.

“Again & again”, do disco recém-lançado “Slime & Reason”, foge das produções mais sombrias pela qual ele se tornou conhecido. Pra começar essa segunda numa boa.

Ouça um podcast com a participação de Rodney Smith aka Roots Manuva.

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DEP

Dorival Caymmi, 1914-2008.

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Mayday

Outro dia falei dos londrinos do autoKratz. Agora o remix dos paulistanos do Database (que acaba de lançar o “Ugly Edit Vol 1″) para “Electric KoolAid”, da Madame Mim, surge na mixtape dos caras, a “Mayday mix”. Vai vendo.

As faixas:

autoKratz – “False Flag Attack”
Hearts Revolution – “Switchblade” (LA Riots mix)
Wombats – “Backfire at the Disco” (South Central remix)
Madame Mim – “Electric KoolAid” (Database mix)
Alex Gopher – “Bingo”
Cazals – “Somebody Somewhere” (Blamma Blamma mix)
Midnight Juggernauts – “Shaddows” (Knightlife mix)
daveVT Vs iPunk – “Boxenluder”
Lissat & Voltaxx – “Initial Energie” (Tempered DJ’s Distortion mix)
SebastiAn – “Momy”

Pescado no Blah Blah Blah.

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Família Knowles


Solange Knowles, “I Decided”


Solange Knowles, “I Decided” (Freemasons remix)

Solange Knowles, irmã da Beyoncé, ensaia um hit de verão com a “I decided”, também em versão remixada pelo Freemasons.

Enquanto Beyoncé posa de boa garota, sem as amarras do sucesso traz, Solange é a “irmã maluca”, que canta sobre maconha e champagne em “ChampagneChronicNightcap”. Impressionante como os personagens do mundo pop conseguem ser previsíveis.

E não é só: Solange quer ser a Bjork negra, seja lá o que isso quer dizer.

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Trinta segundos

Editado por Antonio Engelke e José Guilherme Vereza, o blogue 30 segundos aplica o conceito tão comum a ao rádio e a TV e reúne apenas pensatas, textos curtos e análises rápidas, para serem devoradas em meio-minuto.

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Doida demais

Eis o funk “Bonde do pipeiro”, sampleando o tema de abertura do programa da Globo “Os normais”.

Via Apavoramento.

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Kutiman

Kutiman, funk e afrobeat de Israel.

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Studio


Minimix com as músicas do “Yearbook 2″, do Studio

Em seu segundo disco, “Yearbook 2″, os suecos do Studio resolveram remixar.

Mas não procure nada pra pista, porque essa não é onda deles. “Impossible”, do Shout out Louds, e “2 Hearts”, da Kylie Minogue, disparam na frente.

Se eu fosse você aproveitava pra clicar logo aí em cima, porque vou te contar, com um nome desses, o Studio é um das buscas mais cruéis da rede.

Pode testar, põe lá Studio + music (e um mundaréu de estúdios se abre), Studio + yearbook (vai aparecer um monte de estúdio fotográfico)… Belo truque para se esconder, esse nome.

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Nadadora

Que mané Michael Phelps, o grande fenômeno da natação atual é a atuação de João CALZONE Brasil, no clipe de “Nadadora”, da Banda Leme.

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Rio de Janeiro forever

Não sou eu que estou dizendo, são os franceses do New Waive Beaters, desse clipe simples e eficiente acima, em outra de suas músicas, simplesmente chamada “Janeiro”.

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Vencedores

Watch more cool animation and creative cartoons at aniBoom
“Videotape”, por Wolfgang Jaiser e Claus Winter

Em vez de apenas um, o Radiohead divulgou quatro ganhadores, entre cinco finalistas, para o concurso de clipes em animação criado em parceria com saite aniBoom, desembolsando 30 mil libras do próprio bolso para arcar com os três prêmios extras.

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João Brasil – “Big forbidden dance”

Para inaugurar o saite com festa, a lenda, o mito, o gênio João Brasil lança, com exlusividade pelo OEsquema, sua mixtape de mashups, a “Big forbidden dance”. É só clicar e baixar.

O novo projeto já virou um show, que estréia nessa sexta, em que João manipula as músicas utilizando um laptop e uma MPC.

Abaixo, a lista das músicas e dos samples utilizados em cada faixa do disco proibidão:

1 – Mia too sexy in the bathroom (4:03)

“Bucky done gun” – M.I.A.
“Wild thing” – Tone Loc
“Four minutes” – Madonna ft. Justin Timberlake
“Whoomp there it is” – Tag Team
“Montagem minigame” – Autor desconhecido
“Eu quero ver o oco” – Raimundos
“The beginning” (no further delay) – Run Dmc
“We care a lot” – Faith No More
“Everybody nose” – N.E.R.D.
“Maniac” – Michael Sembello
“I’m too sexy” – Right Said Fred
“I Like Chopin” – Gazebo
“Crazy in love” – Beyoncé
“Fear of the dark” – Iron Maiden
“Chorando se foi” – Kaoma

2 – Sensual roll (3:48)

“Sensual seduction” – Snoop Dogg
“Wild thing” – Tone Loc
“All falls down” – Kanye West
“Tootsee roll” – 69 Boyz
“Amigo” – Roberto Carlos
“Thriller” – Michael Jackson
“Hung up” – Madonna
“Ghostbusters” – Theme song
“Feira de Acarí” – Mc Batata
“Bittersweet symphony” – The Verve
“Hallowed be thy name” – Iron Maiden
“Are you gonna go my way” – lenny kravitz

3 – Orgasmadance (4:19)

“Orgasmatron” – Sepultura
“Everybody dance now” – C&C Music Factory
“D.A.N.C.E” – Justice
“Don’t stop till you get enough” – Michael Jackson
“Push It” – Salt-N-Pepa
“Drop the pressure” – Mylo
“Super sonic” – Salt-N-Pepa
“Alala” – CSS
“Rock your body” – Justin Timberlake
“Keep’em seperated” – The Offspring
“Don’t stop the rock” –Freestyle
“Feira de Acarí” – Mc Batata
“Smells like teen spirit” – Nirvana
“Drop It like it’s hot” – Snoop Dog

4 – This is how we dance (3:42)

“Good times” – Chic
“This is how we do” – The Game ft. 50 Cent
“Im free” – The Soup Dragons
“Shoop” – Salt-N-Pepa
“Pump up the jam” – Technotronics
“Epic” – Faith No More
“Jacaré” – Farofa Carioca
“XR2″ – MIA
“Dead embryonic cells” – Sepultura
“Don’t stop the music” – Rihanna
“Sweet dreams” – Eurythmics
“Zdarlight” – Digitalism
“Gimme more” – Britney Spears
“Sping love” – Stevie B

5 – Classic baby (3:19)

“Move” – CSS
“Ice ice baby” – Vanilla Ice
“Bonafied lovin” – Chromeo
“Rap da Cidade de Deus” – Cidinho e Doca
“Salmon dance” – The Chemical Brothers
“Bonde da CDD” – Cidinho e Doca
“Regulate” – Warren G
“Rap da morena” – Mc William
“Thriller” – Michael Jackson
“Rap do Salgueiro” – Claudinho e Buchecha
“The message” – Grandmaster Flash
“This is how we do” – The Game ft. 50 Cent
“Wild thing” – Tone Loc
“The sweater song” – Weezer
“Dreamin’ of love” – Stevie B
“Heaven can wait” – Iron Maiden
“Indiana Jones” – Theme song

6 – Square screw (3:44)

“Big in Japan” – Alphaville
“Girlfriend” – Avril Lavigne
“Take on me” – A-Ha
“North American scum” – LCD Soundsystem
“All rights reversed” – The Chemical Brothers
“Time to pretend” – MGMT
“Dança do créu” – MC Créu
“Dança do quadrado” – Sharon
“Starlight” – Muse
“Purple haze” – Jimi Hendrix
“Enter Sandman” – Metallica

7 – I want it now (3:49)

“Adultério” – Mr. Catra
“The sweater song” – Weezer
“Big In Japan” – Alphaville
“Losing my religion” – REM
“Hollaback girl” – Gwen Steffani
“Gangsta’s paradise” – Coolio version
“Som de preto” – Amilka e Chocolate
“Tchubaruba” – Mallu Magalhães
“Play that funky music white boy” – Average White Band
“Wonderwall” – Oasis
“Encore” – Jay-z
“Paradise city” – Guns N’ Roses
“I want it all” – Queen
“Bounce that” – Girl Talk
“Paris” – Friendly Fires

8 – Low money (5:32)

“Double pump” – Girl Talk
“Money for nothing” – Dire Straits
“Low” – Flo Rida ft. T-Pain
“Smooth” – Santanna
“Hunting high And low” – A-ha
“Planet rock” – Afrika Bambaataa
“Light my fire” – The Doors
“1, 2, 3, 4″ – Feist
“Insane in the brain” – Cypress Hill
“A-Punk” – Vampire Weekend
“Good times” – Chic
“True” – Spandau Ballet
“Smooth criminal” – Michael Jackson
“Man in the box” – Alice In Chains
“The party” – Justice
“Play that funky music white boy” – Average White Band

9 – Big lambada (5:36)

“Play that funky music white boy” – Average White Band
“Another one bites the dust” – Queen
“The message” – Grandmaster Flash
“Besame mucho” – Ray Conniff
“Country grammar” – Nelly
“Radio pirata” – RPM
“Daft Punk is playing in my house” – LCD Soundsystem
“You give love a bad name” – Bon Jovi
“Without me” – Eminem
“Prince” – Purple Rain
“Just another day (Without You)” – Jonh Secada
“Let’s get retarded” – Black Eye Peas
“Every little thing she Does Is Magic” – The Police
“Intergalactic” – Beastie Boys
“Dançando lambada” – Kaoma

Todas as batidas foram sampleadas de funks cariocas “Planet Rock” (Afrika Bambaataa) e Volt Mix.

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Moptop, “Aonde quer chegar?”

Dia 19 de agosto, o Moptop lança seu disco novo, “Como se comportar”.

Combinado com o nome do disco, o título da primeira música de trabalho, “Aonde quer chegar?”, é indicativo do momento que a banda atravessa, o famoso segundo disco, a hora da afirmação.

O Moptop está sendo corajoso em sair com uma música bem mais calma do que se conhece da banda no primeiro disco. Pode alienar parte da indiezada logo de cara, mas é capaz de atrair muita gente que nem os conhece ainda.

E se no primeiro disco a principal “crítica” era que pareciam demais com os Strokes, é bom o quarteto se preparar para as comparações de “Aonde quer chegar?” com “Open your eyes”, do Snow Patrol.

Se bem que conhecendo as figuras, já devem estar rolando trocentas piadas internas sobre o assunto.

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Valter

Apesar do nome estranho, o Walter Meego é uma dupla, de Chicago. Soando como o Phoenix com timbragens do Daft Punk, o disco de estréia, “Voyager”, tem coisas interessantes, como “Forever” e “In my dreams”.

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Late of the Pier – “Fantasy black channel”

A molecada do Late of the Pier manda avisar que seu disco de estréia “Fantasy black channel” sai em formato físico daqui a duas semanas, mas obviamente… Você já sabe.

E pinta um dos discos do ano. Comece por “The enemy are the future”, se quiser uma porta de entrada mais fácil para o bizarro mundo do LOTP. Mas a boa é cair dentro mesmo.

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