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Catapapo x Google

O Catapapo, muito parecido com “aquele outro que não sei falar o nome”, ama vocês também Google.

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Eduardo Galeano nos acampamentos da #spanishrevolution

“Não importa o que vai acontecer, importa o que está acontecendo.”

O escritor uruguaio Eduardo Galeano visitou os acampamentos de Madri e Barcelona durante a #spanishrevolution.

Via @antonioengelke.

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“Portlandia” e a tecnologia


Multitarefas

Estrelado por Fred Armisen, do Saturday Night Live, Porlandia é um seriado com uma premissa bizarra: uma cidade atual (Portland) em que todas as convicções dos anos 90 vingaram.

O mais engraçado, porém, são as críticas ao modo de vida atual, como nossa maneira de lidar com a tecnologia.

E ainda toca Washed Out na abertura. Pena que foram apenas seis episódios.

A propósito, você já leu…


“Você já leu?”

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John Martyn, “Glory Box” (Portishead)

A guitarra dubzada de John Martyn. Tem esse papo de que o Portishead pode estar a caminho.

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Jah, Selassié!

Entre o que sobrou da coleção do meu avô, encontrei esse selo comemorativo da visita ao Brasil do imperador da Etiópia Hailé Selassié, encarnação divina para os rastafaris.

Publiquei no Instagram do URBe, republicado automaticamente também no Tumblr. Siga ambos.

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Doc trailer: “Belo Monte, Anúncio De Uma Guerra”

“O filme que fizemos, fazemos e faremos expõe um problema ao público mas não propõe alternativas para soluciona-lo. Isso é tarefa de quem nos assiste. Para nós a mudança não é uma grande mudança, não é um grande trauma, não é nada revolucionário ou radical, não se trata nem de uma grande ideia. É na verdade algo muito simples, algo que já está no ar para quem quiser pegar; o açaí dos igarapés, o óleo de Piqui, Amdiroba, Copaíba, Noni (o antibiótico da Amazônia), madeira de manejo, ecoturismo e assim vai…”

Não é bem isso que se vê nesse trailer – ainda bem. Aliás, não há nenhuma informação sobre o filme completo na página do projeto. Belo Monte é assunto sério. Tão sério que não recebe cobertura decente pela imprensa.

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Obituário do Gil Scott-Heron no Channel 4

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DEP: Gil Scott-Heron

Gil Scott-Heron, 1949-2011.

Quanta tristeza, justo nessa semana baixo astral… Que seja o fim de um ciclo.

Muita sorte ter conseguido ver essa lenda ao vivo. Pensar que ele chegou a ter show marcado aqui no Brasil no final do ano passado e acabou cancelando… Que dó.

Lembre-se da frase eterna de Scott-Heron: “a revolução não será televisionada”.

Obrigado pela inspiração e pelas músicas!

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Kakkmaddafakka, “Restless”

Boa demais essa Kakkmaddafakka, da Noruega, terra do Casiokids. O clipe é sensacional também.

Além de “Restless”, a irônica “Gangsta”, a disco “Make The First Move” e a existencial “Is She” são bem boas também.

Dica do Paulinho.

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Mc Metal e Cego, “Gostou Novinha”

Imagine se a “Mansão Thug Stronda” ficasse em Belém e fosse invadida pelo Avassaladores e o hit “Sou Foda”. Mas esse sotaque não engana, MC Metal e Cego são de Recife.

Letra, clipe, toada, o encontro do tecnobrega com o funk… Se você me chamar pra botar som por esses dias, as chances de tolar esse hit são altíssimas.

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Mixtape: Pedro Mezzonato, “Blow”

Pedro Mezzonato – Blow (May, 2011) by pedromezzonato

O DJ Pedro Mezzonato fundou com Bernardo Campos o selo Molotov21, que acaba de ser aprovada pelo Beatport, maior loja de vendas de música eletrônica do mundo. Pra comemorar, soltou essa mixtape, também pra embalar pra festa onde toca no sábado no Espaço Acústica. Bom pra sexta.

Músicas:

1 – Robert James – “Mindscaping”
2 – Dexter Kane – “Dusty Chords”
3 – Toucan – “Sugar High”
4 – Luthier – “On the Flames”
5 – Wehbba – “Off Topic”
6 – HOSH – “Dead and Alive”
7 – Simple Jack feat. Gabriel Boni and Marko – “Recall” (Gabriel Boni)
8 – Kill Your TV, Yosh – “Preliminares”
9 – Beep Dee – “Step by Step”

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Doc trailer: “American: The Bill Hicks Story”

Que Bill Hicks? Esse aqui:


Bill Hicks e o marketing


Bill Hicks, música e drogas

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Errol Morris fala sobre “Tabloid” através do interrotron

O mestre Errol Morris fala sobre seu filme mais recente, “Tabloid”, numa entrevista em que utilizaram a máquina criada por ele mesmo, o interrotron.

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Pênis pra lanchar no avião

Pensa bem antes de reclamar das barrinhas de cereal.

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Nova punição do YouTube: “escola” de direitos autorais

Atenção para o desespero de tentar fazer essa baboseira parecer interessante com a ajuda do Happy Tree Friends. A escolha de um personagens tão antigos (a proporção entre um ano no mundo virtual e “real” é maior que a idade de homens e cachorros) é condizente com a visão retrógrada.

A adaptação aos novos tempos precisa ser tão radical e veloz quanto as mudanças que a provocam.

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Os 10 menos do Coachella

Via começar a festa!

10 das bandas menos comentadas do Coachella Festival, meu texto na coluna Transcultura (O Globo) de hoje.

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Seu Jorge sem Jorge, as Almaz da Nação e o pop

Bater pênalti parece mole, mas além de também ser gol, precisa de técnica. Com o projeto de versões Almaz, Seu Jorge dá mostras (mais uma vez) do quanto ele domina o que faz, não apenas nos aspectos artísticos. Sabe identificar os desejos do seu público antes mesmo dele próprio e não tem pudor nenhum em entregar o que a galera quer. O Circo Voador com 3 mil pessoas no sábado comprova.

Ruim seria um resultado impossível. Além da presença do próprio Seu Jorge, ao se fazer acompanhar por Lucio Maia, Dengue, Pupillo e Da Lua – a Nação Zumbi quase inteira, com direito a um salve a Du Peixe pelo empréstimo – até “Atirei O Pau No Gato” soaria sensacional. Ao vivo, a banda dá um banho no disco.

Como um Mark Ronson da Zona Sul carioca, o repertório cuidadosamente escolhido equilibra o cool e o popular, canções manjadas ou alternativas, dependendo a quem se pergunta: Kraftwerk (“The Model”), Tim Maia (“Cristina”), Michael Jackson (“Rock With You”), Roy Ayers (“Everybody Loves The Sunshine”), Jorge Ben (“Errare Humanus Est”), etc.

A grande sacada é justamente oferecer sons que fazem a “massa” se sentir “por dentro” ao reconhecê-las, ao mesmo tempo que são aprovadas pelos “entendidos”. O sucesso da Orquestra Imperial ou do Los Sebosos Postizos passa pelo mesmo caminho. A tal “cultura do DJ” também é isso aí.

A seleção eclética do Almaz é espelho de um artista que fagocita tudo que o interessa – a pose do Fela, a pegada do Gil, o apelo do Michael, o suinge do Ben – e devolve um resultado essencialmente pop. O objetivo é tão claro, desde os tempos do Farofa Carioca, que espanta a patrulha em cima do Seu Jorge.

A constante cobrança para que tome caminhos mais “cabeça” (e tomes aspas hoje, hein) muitas vezes vem de pessoas que reverenciam os mesmos ídolos pop de quem Seu Jorge pega emprestado. Esperar qualquer outra coisa é ignorar a trajetória do artista que promete lançar um disco de “Músicas Para Churrasco Vol. 1″ ao mesmo tempo que diz que vai tocar com Roy Ayers no próximo festival Back2Black, ficou conhecido mundialmente no cinema, põe o Akon pra sambar no Jools Holland, o Alexandre Pires para sambalançar ou arrasa, com Ana Carolina, a música de Damien Rice (essa também não era difícil).

As críticas vem mesmo quando Seu Jorge busca o tal cabecismo, a sua maneira, tentando “educar” o “grande público” com um projeto como Almaz. Perto do final do show, após introduzir a banda e antes de emendar em “Mas Que Nada” (Jorge Ben), ele se apresenta: “eu sou Jorge Mario da Silva, de Belford Roxo para todo o planeta, geral!”.

Seu Jorge está pouco se importando com quem o critica. Faz bem ele. Ninguém é obrigado a ouvir o que ele toca.

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Trailer: “First Orbit”

Dia 12 de abril, aniversário de 50 anos do primeiro voo orbital, realizado pelo russo Yuri Gagarin, estreia (no YouTube) “First Orbit”. O filme junta a transmissão de áudio do astronauta a imagens feitas da Estação Espacial Internacional, na tentativa de ilustrar o relato da primeira visão da Terra do espaço, repetindo o mesmo trajeto feito por Gagarin.

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Explosions In The Sky, “Trembling Hands”

O Explosions In The Sky lançou disco novo, “Take Care, Take Care, Take Care”.

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5 perguntas (URBe 7 anos) – DJ Nepal


Uma das atrações da festa de 7 anos do URBe (nessa quinta, 10 de fevereiro), o DJ Nepal já tocou em outras duas edições da festa, com o Neskal e  com o Apavoramento. Dessa vez ele vem sozinho. Antes de ler a entrevista, baixe o set de soul que o Nepal preparou pra sonorizar o verão.

URBe – Hoje você é um veterano. Qual tua história com os toca-discos?

Que isso Bruninho, que palavra forte, “veterano”… Prefiro dizer que sou um eterno gatoro de Nikiti kkkkk Meu envolvimento com música veio dos tempos de garoto em Nikiti.

Nepal – Sempre gostei muito de música e sempre tive um envolvimento sentimental com isso, sabe, essa coisa de mostrar (aplicar os amigos com músicas novas). Isso sempre fez parte da minha vida mesmo antes de tocar a parada de comprar o vinil ou cd e ir pra casa e ficar ouvindo e dividir aquela experiência com os amigos era muito natural da minha galera de Nikiti (Black Alien, Tabalipa, DJ Castro, entre outros). Trocávamos ideias sobre músicas e novas bandas e organizamos festinhas para mostrar aquilo para outros e outros.

Sempre fui de manipular som, começar a tocar foi bem natural. Hoje posso dizer que já toquei em muitos lugares pelo mundo onde a música me levou (Portugal, Espanha, Londres, Paris, NY e grandes festas, festivais e clubes pelo nosso Brasil afora), já dividi cabine com artistas que sou muito fã (Africa Bambaata , Anthony Rother, Josh Wink, e Mayer Hawthorne, entre outros q não vou lembrar agora). Já tive projetos de live com renomeados artistas brasileiros, como Fausto Fawcett e Azymuth.

URBe – Como você se prepara pra um set? Ultimamente te vi tocando em tudo quanto é tipo de festa e você tem sempre um set redondo na manga.

Nepal – Ouço muita coisa e pesquiso bastante, desde de música atual a coisas antigas, que as vezes passaram batido por muitos. Procuro misturar bastante e tocar olhando pra frente, percebendo a expressão e o sentimento. Aprendi uma coisa sendo DJ: controlar uma pista é maior troca de energia com o público, pois você está ali despertando sentimentos e fazendo uma troca de energia com pessoas que você nem conhece, é meio como um ritual. Acima de tudo a música tem esse poder.

URBe – Tem alguma coisa que você goste mais de tocar?

Nepal – Meus sets são ecléticos, porém tem sempre uma linha que acredito funcionar bem, que é groove funk & soul . Dae procuro variar bastante dentro do tema proposto, mas não esquecendo minha alma funk & soul .

URBe – Tem rolado outros projetos? Algum live nos planos? A quantas anda Apavoramento, Neskal, Bife, etc?

Nepal – O Apavoramento e Neskal quem sabe um dia façam um show, acho que seria algo mais maduro. Tenho todas as tracks abertas no HD. Quanto ao Bife, temos nos encontrados e o disco sai esse ano com certeza.

Tenho vontade de um dia juntar tudo e me lançar como cantor… kkkkkkk Brincadeira o cantor. Mas juntar tudo no palco tenho vontade, apavora+neskal+bife+fawcett=muito groove bom!

Namastê e paz no coração pra geral, quinta vamos a mais um Ritual URBe, agora 7 anos!

URBe – Deixe um top 5.

Nepal:

Johnny “Guitar” Watson, “Superman Lover”

DJ Agent 86, “All About The Money” (DJ Butcher’s Maguire Edit)

Max Essa, ”Uptown Vibration”

Kosmetiq & Mirrorsoul, “Keep On Lovin’ Me”

Midnight Missy, “Midas Dutch” (Jay.Soul Blend)

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Groove Armada feat. Fenech Soler & Saintsaviour, “Paper Romance”

Música do disco lançado ano passado pelo Groove Armada, “Black Light”, que nem sabia que existia. Influenciada pela nova leva de bandas de rock com pegada eletrônica, como Friendly Fires e Delphic, o GA deu uma guinada. Pode ser estranho quando bandas mais antigas tentam se atualizar. Nesse caso funcionou direitinho.

Dica do Markinhos.

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365 Mashups depois


“Beethoven X Batucada” (a partir de 11:41)

Quando a lenda João Brasil se propôs no final do ano passado a passar 2010 produzindo um mashup por dia, não poderia imaginar o gran finale que o aguardava o projeto.

5th Batucada (João Brasil)

Na noite do dia 31 de dezembro, a última faixa do 365 Mashups foi a trilha de encerramento da queima de fogos do reveillón em Copacabana, terminando também a viagem psicótica de colar tudo com todo mundo durante um ano inteiro.

Entre altos e baixos inerentes a um projeto desse porte, João Brasil fala da experiência e dos resultados.

URBe – Qual o balanço final do projeto?

João Brasil – Mais de 215.000 visitas, uma média de quase 600 visitas por dia. 12 discos de mashups e 365 misturas.

URBe – Qual foi a parte mais difícil?

João Brasil - A parte mais difícil foi no começo, quando estava num hotel em Hamburgo e não tinha internet, não conseguia baixar músicas, não tinha internet café, estava -20 graus do lado de fora. Outra vez fiz 9 mashups em um só dia, pois estava indo para a Grécia e não tinha internet na casa. Foi a única vez do projeto que antecipei os mashups dessa maneira.

URBe – E as melhores surpresas?

João Brasil – Todo dia eu tive surpresas boas, pessoas vibrando, comentando, me dando dicas, me xingando. Vivi intensamente cada dia do ano do 2010.

URBe – O que te trouxe em termos de contato, exposição e aprendizado?

João Brasil – Nunca tive tanta exposicão na minha vida! Fatboy Slim acompanhando o projeto, matérias em diversos jornais e blogs do Brasil e do mundo, como o Guardian, último mashup sendo tocado no reveillón de Copacabana para milhões de pessoas. O aprendizado foi gigante também. Me sinto hoje um melhor músico / operador de software (no meu caso o Ableton Live) e ganhei um “know how” bem grande sobre audiência musical. Hoje sei melhor o que meu público gosta e espera de mim.

URBe – O que fazer com todo esse tempo livre que você acaba de ganhar de volta?

João Brasil – Agora estou focado no meu “live set” novo, estou começando esse mês a minha turnê brasileira. Vou lançar um single esse mês com a Lovefoxxx pela gravadora alemã Man Recordings e estou começando a trabalhar no meu primeiro album para a Man também. Me aguardem que virão muitas surpresas esse ano.

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1 Raul

Via @gduvivier.

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Whale fail

A homenagem do Google Books a Fail Whale do Twitter na sua página de erro.

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Doc trailer: “Thunder Soul”

Documentário sobre uma banda de colégio de Houston e seu adorado professor de música, “Thunder Soul” faturou diversos prêmios, entre eles o HotDocs, porém não tem um trailer. Fica a entrevista com o diretor durante o SXSW.

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