• Penthouse Penthouse, “Let Me See That”

    Tho-tho-tho-tho-thong.

  • Maga Bo & Process Rebel, “Like A Punk” (feat. Teba Shumba)

    EUA via Brasil (Maga Bo), Holanda (Process Rebel) e África do Sul (Teba Shumba) juntos numa música só.

  • Meu perú está de alto astral

    arte: Não Salvo

    Esse é o tipo de vídeo que só me faz agradecer por não ter existido essa facilidade de câmeras e YouTube na minha infância. As fitas VHS-C todas sumiram.

  • Oh Mercy, “Someday” (The Strokes cover)

    No futuro, haverá 300 versões de cada música do Strokes?

  • Taylor McFerrin, “Already There” (feat. Robert Glasper & Thundercat)

    foto: divulgação, via Facebook

    Filho de Bobby McFerrin, o produtor, compositor, pianista e DJ Taylor McFerrin gravou todos instrumentos da viagem pelo soul, r&b, hip hop, eletrônica e colages de “Easy Riser”, lançado pelo selo do Flying Lotus, Brainfeeder. Discão.

  • Trancultura #145: Raposinha Sapeca // De Leve

    Versão não editada do texto da semana passada da “Transcultura” (coluna que publico todas as sextas no jornal O Globo) e que faltou republicar aqui:

    A Raposinha Sapeca despeja lisergia na rede
    Com humor nonsense e visual tosco, personagem conquista 70 mil seguidores em apenas um mês de existência
    por Bruno Natal

    Uma raposa aparece desenhada de maneira rudimentar na tela e anuncia: “Hoje é domingo, dia de comer cogumelo!”. O que vem a seguir é uma colagem visual lisérgica, em que a Raposinha Sapeca conhece Zeus, perde a linha no SnapChat, dança com Valesca Popozuda no Olimpo e come queijo. É justamente o absurdo das situações que faz com que ela tenha se tornado um dos personagens mais comentados na rede nos últimos dias, chegando a mais de 70 mil seguidores com apenas um mês de existência.

    Os assuntos prediletos das aventuras do mamífero safado — inspirado nos adesivos da raposa do Facebook e produzido num “PC lerdo”, usando um microfone de celular — são temas adultos, como drogas, sexo e outros propagados nas redes sociais, como os memes do forninho, da Inês etc.

    — Evitamos temas muito nerds. Ainda assim, há referências em algumas animações, como a citação ao jogo “A lenda de Zelda”, no episódio do cogumelo. E gostamos de bandas underground na trilha, como Thievery Corporation, usada na animação do matinho — explica o animador e dublador Nilton Viana, 24, formado em Administração, criador da Raposinha junto com o recém-formado em Rádio e TV Lucas Costa, 22, e a maquiadora Ingrid Araújo Carvalho, 18, que também dublam alguns dos personagens.

    Foi o vídeo da menina dançarina tendo que lidar com um forno de micro-ondas despencando em sua cabeça que fez a Raposinha ser citada em diversas páginas. A opção pelo vídeo não era parte do plano original. O grupo espera conseguir dinheiro suficiente com um canal a ser criado no YouTube para investir em equipamentos melhores.

    — Começamos com imagens estáticas, a animação surgiu só como uma ideia de promover melhor a página — explica Viana. — Elas acabaram tornando-se o centro das atenções, e percebemos que valeria a pena continuar nesse caminho.

    A estética tosca é proposital, e, segundo eles, dá mais trabalho do que pode parecer. A rápida reação do público serve como motivação e também molda o conteúdo. A autocensura é um adversário a ser vencido.

    — Com a popularidade da página, passamos a repensar as ideias antes de pôr na prática. Nesse sentido, o sucesso nos travou, mas mantivemos a criatividade bem livre apesar disso — garante ele.

    O humor nonsense e debochado de páginas como Site dos Menes, Bode Gaiato e Dicas do Dollynho faz sucesso indo por um caminho parecido. Ainda assim, Viana acha que a Raposinha Sapeca vai por outra trajetória, num universo colorido, com personagens inusitados.

    Sem se preocupar com o que acontecerá após deixar de ser o sucesso on-line do mês, a equipe faz planos.

    — É lógico que pode haver um declínio. Buscamos vincular a Raposinha ao que está quente no momento, até agora tem dado bons resultados. Se cansar, pensamos em novos personagens e situações — resume Viana.

    Tchequirau

    Chegou ao fim os lançamento de faixa semanais e agora o EP “Estactite”, do De Leve, pode ser ouvido na íntegra. Confira a volta do Caramujo Sonolento:

  • O medo do medo do pop (pensamentos sobre a repercussão de um texto)

    A partir do texto “Kiko Dinucci e o medo do pop”, publicado aqui semana passada, um debate foi iniciado e só isso já fez valer ter escrito. Porque ao contrário de algumas interpretações apaixonadas (como cabe ao assunto), o objetivo não era estar certo, provar um ponto ou impor algo. Era sim abrir uma discussão sobre […] >
/ URBe
por Bruno Natal

Cultura digital, música, urbanidades, documentários e jornalismo.
Não foi exatamente assim que começou, lá em 2003, e ainda deve mudar muito. A graça é essa.

falaurbe [@] gmail.com
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