• Nah, “Rather Die” (ft. GIVV)

    Pesadão.

  • LOLAWOLF, “Calm Down”

    Raposinha.

  • The Bug vs Earth, “Boa”

    Prévia do EP colaborativo entre The Bug e Earth que sai dia 28 de novembro. E que prévia de uma bela pancada na orelha que deve vir por aí.

  • Azealia Banks, “Chasing Time” (João Brasil Remix)

    foto: divulgação, via Facebook

    Mais um remix do João Brasil na pegada do novo r&b (relembre o de “As Novinha Tão Sensacional”).

  • Transcultura #152: Four Tet & Floating Points // Caribou

    Texto na da semana passada da “Transcultura”, coluna que publico todas as sextas no jornal O Globo. O evento já foi, mas o papo com Four Tet e Floating Points continua valendo a leitura. A entrevista contou com a colaboração do Nicholas de Lucena, da Rádio Magma. Eletrônica e além Entre os nomes mais respeitados […] >
  • Na estrada com Seth Troxler

    foto: divulgação, via Facebook

    Bem legal essa série Between The Beats, do RA, mostrando a vida dos DJs pelo mundo.

  • Hoje tem: Juana Molina

    foto: Leo Aversa/divulgação, via Facebook

    Hoje Juana Molina toca no Sonoridades e o Joca Vidal, que trabalha na produção do evento, entrevistou a argentina e mandou aqui para o URBe.

    Joca – Você cria música como ninguém, de onde vem sua inspiração?

    Juana Molina - Eu acho que, basicamente, de todas as músicas que meus pais botavam quando eu era criança.
    Estes sons rolavam em casa enquanto eu estava brincava com bonecas ou com minha irmã. Isso deve ter me alimentado, como osmose. Absorvi isso sem perceber.

    Quando comecei a escrever canções, há muito tempo atrás, eu pensava que era inútil fazer algo que já havia sido escrito. Então, se eu ouvia algo que tinha uma semelhança com uma melodia ou um som já reconhecido eu abandonava a ideia de imediato e olhava para algo que era novo para mim.

    Joca -  Como foi a transição de sua carreira como atriz de TV/comédia para cantora/compositora?

    Juana Molina - Embora eu tenho começado a tocar guitarra quando menina, eu era muito tímida quando se tratava de exposição musical – a menos que estivesse tirando sarro de alguém. Assim, atuar era fácil. Então, quando eu precisava de um emprego para pagar meu aluguel e ter tempo livre para tocar guitarra, eu pensava que um programa de TV era a melhor opção.

    Anos mais tarde, depois de ter sucesso como comediante, eu percebi que tinha sido pega na minha própria armadilha: o trabalho que me permitiu fazer o que eu queria tornou-se muito exigente e eu tive que trabalhar longos dias de uma semana para terminar o próximo episódio de meu próprio programa show. Antes que fosse tarde demais, desisti e voltei para o que eu amo: música.

    Joca -  Quais sons rolavam na sua casa e que te influenciaram?

    Juana Molina - A música em casa era muito variada. De João Gilberto (lotes e lotes), Caymmi, Jobim, Chico Buarque, Edu Lobo, Bill Evans, Ella Fitzgerald, Sonny Rollins, Maria Elena Walsh, The Beatles, Ravel, Schubert e muitos outros que me esqueço agora.

    Em seguida, quando eu comecei a comprar meus próprios discos, comecei a ouvir King Crimson, Jonny ‘Guitar’ Watson, James Brown, Led Zeppelin, Eduardo Mateo, Santana (!!!), e mais tarde The Police, David Sylvian, Devo.

    Joca -  Conhece a cena musical carioca?

    Juana Molina - Não estou ciente sobre coisas novas, mas eu tive a chance de ir a um show de Kassin + Domenico + Moreno aqui em Buenos Aires e eu adorei. Depois, em outro show, encontrei o grande Pedro Sá com Domenico. Mas para ser honesta, eu não sei de mais nada.

    Joca -  Como recebeu o convite para tocar no Festival Sonoridades?

    Juana Molina - Estou sempre animada para tocar em novas cidades e o Rio é muito especial. O Brasil tem sido uma grande influência na minha experiência musical como um todo. E parece que o Sonoridades é realmente um ótimo festival para tocar. Um dia antes estaremos ensaiando com Jaques Morelenbaum. Eu acho que vai ser divertido!

/ URBe
por Bruno Natal

Cultura digital, música, urbanidades, documentários e jornalismo.
Não foi exatamente assim que começou, lá em 2003, e ainda deve mudar muito. A graça é essa.

falaurbe [@] gmail.com
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