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Música nova do Air: “Seven Stars” (feat. Victoria Legrand)

Música nova do Air, com participação da Victoria Legrand (Beach House), “Seven Stars”, lançada com exclusividade no NME. Começa Joy Division, passa por Daft Punk e esbarra no Justice glam.

Dica do @fcontinentino.

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Hope Sandoval, Hope Sandoval…

Eis que Mazzy Star está de volta. Uma das vozes mais doces da paróquia na opinião de… bem, de muita gente que procura justamente isso quando vai fazer uma música chapadinha.

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Melhores shows de 2010

A lista de 2010, em nenhuma ordem específica:

Gil Scott-Heron (Coachella, EUA)

“Na tenda, longe da corrida do hype, Gil Scott-Heron mostrou como se faz. Magrinho, com o rosto escondido por uma boina e parecendo frágil, o herói do funk soul chegou devagar, na classe.”

Thom Yorke & Atoms For Peace (Coachella, EUA)

“Soltinho no palco, Thom Yorke parecia estar curtindo bem mais do que nos shows do Radiohead. Talvez eu também. As referências, principalmente pela influências mais escancaradas do dub e da música eletrônica, deixam Thom menos indie.”

LCD Soundsystem (Coachella, EUA)

“Tendo estado em duas das três tendas do festival em anos anteriores, o LCD Soundsystem assumiu o palco principal como penúltima atração da noite e confirmou a aposta, echendo o lugar.”

Seun Kuti (Back 2 Black, Rio)

“Responsável por levar o legado do afrobeat adiante, Seun apresenta-se acompanhado pela última banda do pai, a Egypt 80 e faz um show hipnótico. Para alguns, o trabalho de Seun é uma continuação natural de Fela (com quem tocou desde os 9 anos), para outros é uma imitação sem graça.”

Mayer Hawthorne (Coachella, EUA)

““Just Ain’t Gonna Work Out”, “Green Eyed Love” e até “Just A Friend”, do Biz Markie, foram mantendo o pique alto até Hawthorne sair com o público na mão e consagrado do salão.”

Air (Circo Voador)

“(…) a influência do Kraftwerk salta mais do que nos discos. A eletrônica gelada, os grooves retos, ainda que aquecidos pelo baixo ou entortados pelas teclas, serve como um filtro, por onde passa todo o resto: psicodelia floydiana, texturas kraut, transes trip hop, meditações dub e até mesmo l’amour da chanson francesa.”

Hypnotic Brass Ensemble (Field Day, Londres)

“Composta apenas por metais e uma bateria, a big band conquista assim que entra em cena, só pelo visual inusitado. Quando começam a tocar isso vira um detalhe e o que chama atenção é a tuba fazendo as vezes de baixo, a coreografia dos integrantes e o fato de tocarem perfeitamente encaixados sem partitura ou maestro.”

Leitieres Leite & Orkestra Rumpilezz (Teatro Rival)

“A frente da Orkestra Rumpilezz, o maestro Letieres Leite fez uma apresentação avassaladora no Teatro Rival.”

Phoenix (Coachella, EUA)

“Era por do sol e a luz natural apenas intensificou a beleza de “Love Like A Sunset”, até no telão funcionou. Embora as vezes possa não transparecer nos textos aqui, sei exatamente o tamanho da sorte que é poder vivenciar momentos assim, e esse foi, literalmente, de chorar.”

Bomba Estéreo (Teatro Rival, Rio)

Ligado no 440 volts, a vocalista Liliana Saumet toma conta do palco com uma segurança que Lily Allen ou M.I.A. (a colombiana fica em algum lugar entre as duas) apenas sonham. Cuspindo letras agressivas enquanto faz charminho, a menina desembesta e toma a frente da banda, que começou como um projeto solo de Simón Meíja.”

Flying Lotus (Coachella, EUA)

“As batidas instrumentais tem forte influência dos graves do dub, do clima soturno do trip hop e dos blips do EBM. Utilizando apenas um laptop e sem tirar o sorriso do rosto, ao vivo o Flying Lotus entortou ainda mais suas produções.”

Deodato (Multiplicidade, Rio)

“Foi uma noite totalmente fora do usual, felizmente de casa cheia. Vamos ver se o Deodato encolhe ainda mais os períodos de ausência por aqui.”

Franz Ferdinand (Fundição Progresso, Rio)

A guitarrinha funkeada de “No You Girls”, a versão deles de “All My Friends”, do LCD Soundsystem, a pegada disco de “Outsiders” e a batucada no final, os 15 minutos alucinógenos de “Lucid Dreams”, a presença dos sintetizadores do disco “Tonight: Franz Ferdinand” invadindo as outras músicas… Não há um minuto de descanso no show.”

Paul McCartney (Morumbi, São Paulo)

“A verdade é que fui até lá corrigir um erro histórico, quando tentando fugir do tumulto da saída do show do Paul no Coachella ano passado, perdi o segundo bis e a chuva de clássicos enquanto andava pro estacionamento dando socos na própria cabeça. Missão cumprida.”

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A calma e a elegância do Air no Rio


Air, “Be a Bee”

Vestidos de roupa social branca da cabeça aos pés, comedidos e cercados de teclados e sintetizadores (Wurlitzer, Moog, Korg…  ajustados entre cada música por um roadie de chapéu de mineiro chileno) cuidadosamente posicionados, um telão minimalista, a pose do palco… A elegância do Air beira a breguice.

É um risco milimetricamente calculado para resultar kitsch, fazendo brotar o adjetivo favorito para descrever a banda: chique. A estratégia (do grego strategía, do latim estrategia… divago) funciona, sem falhas. O ótimo show no Circo Voador ontem não deixa dúvidas.

No palco os franceses Nicolas Godin e Jean-Benoît Dunckel recebem a companhia de um baterista (que também dispara as programações) e enquanto Jean divide-se entre pilhas de teclado, Nicolas se reveza entre o baixo e o violão.

Essa troca de instrumentos feita por Nicolas é o divisor, definindo as duas principais atmosferas do show, hora ensolarada e animada, hora encharcada de um peso lento, chapado.

Ao vivo a influência do Kraftwerk salta mais do que nos discos. A eletrônica gelada, os grooves retos, ainda que aquecidos pelo baixo ou entortados pelas teclas, serve como um filtro, por onde passa todo o resto: psicodelia floydiana, texturas kraut, transes trip hop, meditações dub e até mesmo l’amour da chanson francesa.

Nos momentos em que o violão toma frente, o Air poderia reivindicar para si o surrado título de Nu-Folk. Porque a mistura de eletrônica e sintetizadores com harmonias vocais e levadas de violão sim deveria ser chamada de novo folk. Essa nova leva de pseudos Bob Dylan é, no máximo, Folk-Again.

É quando a coisa pesa que ficam ais interessante. A construção de texturas, empurradas por linhas de baixo, permitem improvisos, solos de Moog (precisos, técnicos, porém viajantes) e mais liberdade para sair do programado.

O som estava bem tirado demais e o Circo, lotado, se esbaldou. Só faltou o rodízio de churrasco.

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Hoje tem: Air

Abertura do Letuce, vale a pena chegar cedo.

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Aquecimento Air

Amanhã o Air toca no Circo Voador, com abertura do Letuce (donos de um dos melhores discos de 2009).

Vamos esquentando.

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Air no Rio

Nessa segunda começa a venda de ingressos para o show do Air no Rio.

Aproveite, carioca, porque no atual cenário, deve ser das poucas bandas estrangeiras que vem ao Brasil nesse segundo semestre que fará escaa no Rio. O Phoenix já desistiu – e a julgar pelas pífias 190 assinaturas o abaixo-assinado, a decisão foi acertada.

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Air e muito mais: boataria e especulações sobre shows no Brasil


“Sexy Boy”

Turnê do Air no Brasil, grande notícia. Já perdi esse show umas duas vezes, agora vai:

14 de outubro, Rio (Circo Voador)
15 de outubro, Belo Horizonte Chevrolet Hall
16 de outubro, São Paulo (Festival Natura About Us)

Ouvi dizer que o segundo semestre do Circo Voador vai ser violento, prepare seu bolso. Sem falar no que já dão como confirmado por aí para os festivais em São Paulo. Que eu me lembre:

Phoenix, Belle & Sebastian, Passion Pit – Planeta Terra
Pixies, Kings of Leon, Yo La Tengo, Sublime (com sósia-vocal), Regina Spektor – SWU, em Itú
Fuck Buttons – Rojo@Nova

Fique com mais alguns bons motivos pra você não perder o show do Air.


“African Velvet”


“Playground Love”


“Alone In Kyoto”


“You Can Tell It To Everybody”

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10 melhores discos internacionais de 2009

Certeza que esqueci um monte de coisa, das que ouvi e, principalmente, do que não deu tempo de escutar. Não gosto muito de lista por isso, fico agoniado, mas é isso aí. Esses são os melhores discos internacionais de 2009 do URBe. Deixe seus escolhidos nos comentários.

10.

Julian Casablancas, “Phrazes For The Young”

9.

El Remolón, “Pibe Cosmo”

8.

Fuck Buttons, “Tarot Sport”

7.

Passion Pit, “Manners”

6.

6. Air, “Love 2″

5.

Mayer Hawthorne, “A Strange Arrangement”

4.

King Creosote, “Flick The Vs”

3.

The xx, “xx”

2.

Franz Ferdinand, “Tonight: Franz Ferdinand”

1.

Phoenix, “Wolfgang Amadeus Phoenix”

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Air, “Love 2″

Para gravar o novo disco, “Love 2″, o Air construiu seu próprio estúdio e o Guardian te leva pra dar uma volta nele.

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