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Arquivo: andre paste

O vídeo do Queremos! apresenta: Eletronika

O resumo da edição carioca do festival Eletronika, realizada em duas noites (Studio RJ e varando MAM), com Ladytron, Kisses, Glasser, Nortec Collective, Surtek, Andre Paste, Chico Dub, Rich Aucoin e The Hood Internet.

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Hoje tem (sorteio de ingressos): Ladytron, Kisses, Rich Aucoin, Andre Paste, The Hood Internet e Chico Dub

Lá vão três pares de ingresso (dois ingressos para cada um dos três ganhadores) para os primeiros que disserem nos comentários qual das atrações quer mais ver e porque.

Studio RJ
Festival Eletronika: Ladytron, Kisses, Rich Aucoin, The Hood Internet, Andre Paste e Chico Dub
17/Nov (quinta-feira)
21h
R$ 40 (confirmando presença no Facebook ou no ListaAmiga.com), R$ 80 (inteira)

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Queremos! apresenta: Festival Eletronika

O Festival Eletronika, que acontece desde 1999 em Belo Horizonte, esse ano farão uma versão no Rio e convidaram o Queremos! para promover e produzir o evento por aqui. Dessa vez não será  necessário mobilização, as duas noites estão confirmadas e os ingressos estão venda.

Studio RJ, 17/Nov

22h - Glasser (live)
23h30 - Nortec Collective (live)
1h - Surtek (live)
R$ 30 para TODOS que confirmarem presença no Facebook (R$ 50 inteira), no ListaAmiga.com e na lista amiga da casa
* ingressos disponíveis apenas no Studio RJ
23h - Chico Dub
23h30 - Kisses
1h - LADYTRON (live)
02h30 - Rich Aucoin
R$ 40 para estudantes e TODOS que confirmarem presença no Facebook ou no ListaAmiga.com (R$ 80 inteira)
* ingressos a venda nas bilheterias do Vivo Rio e na IngressoRápido.com.br
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André Paste, “Mezenga & Berdinazzi mixtape”


André Paste – Mezenga & Berdinazzi MIXTAPE
by cgxaa

O capixaba André Paste ataca novamente, com uma mixtape relâmpago homenageando o rei do gado. Mesmo curtinha dá tempo de colidir Britney com “Bonde das Prostitutas”, “L.O.V.E. Banana” com AC/DC, Arcade Fire com “Senta Senta”.

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Avassaladores X MSTRKRFT

André Paste, “Sou Foda” vs “Heartbreaker”.

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Transcultura #001 (O Globo): Mixtapes, skate em Uganda

Estreiou hoje a coluna “Transcultura” que estou publicando coletivamente no Segundo Caderno, do jornal O Globo:


clique na imagem para ampliar

Resumindo bastante, “Transcultura” abre as portas do jornal para falar de assuntos que você acompanha principalmente pela internet (em espaços como o URBe e tantos outros). É a cultura sob um ângulo atual, em que uma filipeta é uma peça de arte, uma mixtape equivale a um disco, uma tuitada é a frase da semana e público e artistas são uma coisa só.

Do ponto de vista pessoal, sabendo-se o quanto abomino tabaco, essa matéria principal dá uma boa dimensão da abrangência dos assuntos da coluna.

Ter participado diretamente do processo de concepção e formação da equipe (que inclui também Gregório Duvivier, Carol Luck, Antonio Pedro Ferraz e Fabiano Moreira) desde o início com a nova editora do Segundo Caderno, Isabel De Luca (com quem já havia colaborado na Revista), já foi um grande aprendizado.

Isso pra não falar a benção que é, após sei lá quantas colaborações para o Rio Fanzine, finalmente ser editado oficialmente pela dupla Calbuque (meu guru pessoal) e o grande Tom Leão.

Ainda tem mais coisa pra vir. Os tais novos tempos chegaram.

Abaixo, o primeiro texto que escrevi para coluna.

Internet trouxe de volta a moda das mixtapes
por Bruno Natal

Na transição da fita cassete para o CD uma arte quase se perdeu. Antes dos gravadores e CD-Rs finalmente baratearem, organizar uma compilação de músicas para presentear alguém ou divulgar o trabalho de DJs e produtores era tão complicado que elas foram sumindo. Felizmente, as facilidades do compartilhamento digital trouxeram as “fitinhas” de volta. O que não falta é mixtape na rede para baixar. Nos últimos dias, André Paste e Sany Pitbull soltaram as suas novas.

Chateado com a qualidade dos funks que fazem sucesso ultimamente, Sany reúne no primeiro volume da série “Made in favela” músicas de produtores que recebe diariamente por e-mail e que não encontra espaço para tocar em outro lugar. A mixtape foi uma maneira de divulgar uma outra cara do funk, com abordagem menos comercial, com um discurso próximo do hip-hop, sem necessariamente seguir a temática da revolta.

A “Cid Moreira on the dancefloor” abre com a voz do apresentador lendo a Bíblia, grave e solene: “Deus então disse”, ecoa, imediatamente complementado por um “todo mundo aqui vai dançar!”. A pérola é de autoria de André Paste. Aos 18 anos, dividindo-se entre o primeiro período da faculdade de publicidade e a vida de DJ, o menino-prodígio dos mashups mistura Phoenix, Roberta Kelly, Alice Deejay e baile funk. O sample do Jonathan Costa funciona como alter ego, para desabafar: “De segunda a sexta esporro na escola/Sábado e domingo eu solto pipa e jogo bola”.

As mixtapes têm sido a forma de divulgação preferida dos artistas. Como as rádios estão devagar, e quase todos carregam um iPod ou celular com muitos giga de música no bolso, é a melhor forma de estar mais próximo do ouvinte. Espalhadas principalmente via Twitter, onde as pessoas que seguem os artistas já curtem o trabalho, facilita muito.

Tchequirau

Num curta-documentário, Yann Gross mostra os skatistas de Uganda e como os locais estão construindo as próprias rampas e desenvolvendo o esporte. Na raça.

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Andre Paste, “Cid Moreira On The Dancefloor Mixtape”

O produtor capixaba André Paste, menino prodígio do mashup de apenas 18 anos, fã e ídolo do João Brasil, soltou sua nova mixtape: “Cid Moreira On The Dancefloor”.

Ficou sensacional, infelizmente apenas muito curta, com apenas oito minutos de duração. O rapaz está cotado pra tocar na festa de sete anos do URBe, falta a agenda do primeiro período da faculdade permitir.

CID MOREIRA ON THE DANCEFLOOR – MIXTAPE ANDRÉ PASTE – MAY 2010 by andrepaste

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“Pizza Samba – Mashups de Carnaval”, mixtape

Organizada e encomendada pela Agemda, a mixtape “Pizza Samba – Mashups de carnaval” é inspirada nos recentes mashups que João Brasil vem fazendo no seu projeto “365 Mashups”, misturando axé, samba e pop, pra garantir um carnaval eletrônico sem sair do compasso.

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