


O mexicano Jaime Martinez fotografa utilizando uma antiga câmera que faz imagens 3D, produzindo efeitos de profundidade e movimento intrigantes. Leia uma entrevista com Martinez na Dazed & Confused.
Via L’Phante > Justin Timberlake.

“Claude Monet De Chapéu Vermelho”
Desde que apareceu na rede, sabia que “Logorama”, melhor curta de animação do Oscar 2010, parecia familiar. Não tinha o frescor de uma novidade.
“Logorama”
Com uma execução trabalhosa de doer, o conceito é muito próximo daquelas batidas camisetas das barraquinhas de Camden Town com logos famosos transformados em mensagens subversivas (McDonalds x Marijuana, Puma x Pimp, etc), campeãs de vendas desde mil novecentos e minha vó de saia.
Em termos de inovação, o vencedor da mesma categoria em 2009 , “I Met The Walrus”, esbarrou na mesma questão. A animação feita em cima de uma entrevista inédita em áudio John Lennon utiliza uma linguagem tipográfica pra lá de batida — embora tenha sido muito bem aplicada no filme, o que faz relevar o “problema”.
Voltando ao “Logorama”, além das camisetas de Camden, sabia que já tinha visto um trabalho muito parecido em algum lugar. E não foi muito longe. Em 2008, o brasileiro Fernando Levi havia deixado nos comentários um link para seus trabalhos e as colagens com logos foram publicadas aqui no URBe. Hoje ele mandou mais uma leva, que são essas imagens que ilustram esse texto.
Muito próximo tanto conceitualmente quando visualmente, o trabalho do cineasta argentino Nicolas Schmerkin e do Fernando tem relação. Ambos emprestam novos significados a marcas conhecidas, combinando uma ou várias delas de maneira criativa.
Editado por Skiz Fernando, do selo WordSound, o livro “The Mind’s Eye” reúne os trabalhos como artista visual do produtor e baixista Bill Laswell, editado exatamente no trabalho de um LP.
Uma instalação do francês Celeste Boursier-Mougenot.
Via BBC.
O artista de rua conhecido como Banksy resolveu se aventurar pelo mundo dos documentários, envolvendo-se num filme sobre ele mesmo e outra ramificações, “Exit Through The Gift Shop - A Banksy Film” (algo como “saída pela loja de souvenirs”).
Via rraurl.
Alguns pedalinhos em forma de cisce foram customizados por Leonardo “Nhozias” Uzai, Mate Lelo e diversos outros artistas no evento Arte Interativa na Lagoa, organizado pela Mini Galeria.
Via Vista.

foto: URBe, num estacionamento na Estrada do Joá
Uma recriação quadro a quadro da clássica cena de Trinity e Neo, em “Matrix”.
Abaixo, pequenos trechos de making of (trabalheira…) e a comparação entre a cena original e a animação.
A galeria Giant Robot, em Los Angeles, organiza pelo quarto ano seguido a exposição “Post-It Show”, reunindo ilustrações de diversos artistas rabiscadas nas diminutas folhas do bloquinho.
Todas obras estão a venda, por U$20 cada. É tirar da parede e levar pra casa. Que idéia boa.
Via Viceland, lá tem várias outras imagens.
Arte de Lauro Machado.
Valeu Andrade!
Arte, mais uma vez, do Fabio Lopez.
Pôster comemorativo feito por Daniel Neves, do estúdio Dimáquina.

Amsterdã

Quito

Tel Aviv

Berlim
Realizado em várias cidades pelo mundo, a série “Dispatchwork”, de Jan Vormann, leva ao limite o sonho de toda peça de Lego de fazer parte de uma grande construção.
Trabalho de Christian Marclay.
Via Nada Mais Nada Menas, dica do @melvin_.
Essa semana, no “Não Conta Lá Em Casa”, a rapaziada passou pela Coréia do Norte. Construções gigantescas, organização de massa, fronteiras reais com o mundo capitalista, o lugar é um universo paralelo, principalmente numa viagem guiada pelo próprio governo.
As imagens mais impressionantes foram as dos mosaicos do festival Arirang, que servem de cenário para as apresentações de dança e ginástica, tão perfeitos que parecem um telão.
Você assiste aquele espetáculo de precisão e pensa no maior mosaico do mundo, com mais de 90 mil peças, exibido pelo Fla no jogo contra o Goiás no Maracanã. Tava bonito, claro que estava, mas o caminho é longo viu.

Mais fotos no Flickr do autor, “Big Daddy” Nelson.
Via @felipeguga.

Principles Of Geometry + projeções em 3D do AntiVJ
foto: Rodrigo Torres
Há cinco anos no ar, o Multiplicidade tem uma missão muito maior do que ser o evento hypado ou ultra cool do momento. Ao oferecer apresentações vanguardistas, tanto de artistas extrangeiros ou brasileiros, o Multiplicidade desempenha um papel parecido com o de um moderno centro cultural.
É possível assistir uma apresentação como a do Principles of Geometry com visuais do AntiVJ de maneira quase casual. Em plena terça-feira, as 21h, sem envolver programações elaboradas, você tem a chance de assistir algo que é específico demais para os grandes festivais e caro demais para os pequenos.
Mesmo que o que não seja totalmente revolucionário, na pior das hipóteses aumenta a cultural visual e musical, oxigena idéias e gera um intercâmbio local com o que está sendo feito em outros países, muitas vezes de maneira independente.
Tal qual nas principais capitais da Europa ou dos EUA, o programa é uma volta pra casa que rende uma história pra contar no jantar, que faz pensar ou no mínimo relaxar.
É uma coisa tão simples que parece bobo. Não é. É bacana demais ter uma opção dessas pra fazer.
Arte do Fabio Lopez, o mesmo autor do “War in Rio”.
Uma propaganda do jogo DJ Hero após um leve retoque feito pelo Decapitator, em NY.
Convidador por uma agência de publicidade, o ilustrador Harry Malt interpretou o dia-a-dia da empresa e deu sua leitura particular do ambiente em forma de desenhos.
O japonês Hasegawa Yosuke tem dois livros independentes publicados com seu trabalho e onde ensina a arte de origami utilizando notas de dinheiro de todo mundo. Tem mais aqui.

fotos: URBe
Falando na “Looking at Music: Side 2″, mesmo sendo muito mais modesta e menos abrangente, a exposição do MoMA consegue ser mais interessante do que a grandiosa British Music Experience.
Tratando da intercessão entre a arte conceitual e minimalista produzido em Nova York nos anos 70 e o punk, a mostra aborda trabalhos de artistas como Patti Smith, Blondie, Ramones e muitos outros.
Daria pra adaptar o formato e fazer algo parecido por aqui, mole, mole.

foto: URBe
“Truisms”, de Jenny Holz, foto tirada na exposição “Looking at Music: Side 2″, no MoMA.
Clique na foto para ampliá-la e aprender algumas coisas.
Conhecidos como Crate Man, esses bonecos modulares construídos de engradados plásticos se espalharam por Melbourne, na Austrália.
Sem autoria conhecida, não se sabe nem se trata-se de um artista apenas, um grupo ou uma obra aberta, coletiva.
Via Viacomit
Com a palavra, o francês Space Invader, dando uma geral no seu trabalho e mais especificamente na exposição que inaugurou em NY.
Esses dias um artista alemão entrou em contato através do saite do “Dub Echoes” só pra falar dos efeitos visuais do filme, criados pelo Ricardo D’Aguiar.
Dedicado ao circuit bending (assista uma matéria do Trama Virtual sobre o assunto, focado no uso musical da técnica) Bildheinzere queria saber como os efeitos do documentário tinham sido feitos. Mandou o endereço do próprio saite, onde tem bastante coisa legal.
No caso do Dub Echoes, não foi exatamente circuit bending, já que o Ricardo não alterou circuitos elétricos de nenhum equipamento para atingir o resultado. O processo foi mais analógico, envolveu uns belos puxões nos cabos de conexão dos equipamentos enquanto ele gravava tudo.



O mexicano Jaime Martinez fotografa utilizando uma antiga câmera que faz imagens 3D, produzindo efeitos de profundidade e movimento intrigantes. Leia uma entrevista com Martinez na Dazed & Confused.
Via L’Phante > Justin Timberlake.

instalação de Kadder Attia

fotografias de Shadi Ghadiriam

maquete de Wafa Hourani

desenho exposto na área dedicada a trabalhos feitos por crianças
Algumas fotos da exposição “New Art From The Middle East”, na Saatchi Gallery (uma das poucas que permite isso), tiradas durante a viagem pra Londres para o lançamento do “Dub Echoes” e que tinha esquecido de colocar aqui.
Centro Cultural Justiça Federal (Av. Rio Branco, 241, Centro, Rio)
Exposição Vem Na Mão:
Alê Souto, Antonio Bokel, Bernardo Ramalho, Elvis Almeida, Gustavo Speridião, Julio Castro, Marcelo Eco, Márcio Mitkay, Nueve Polar, Ozi, Paulo Santos, Petite Poupée 7 e Smael.
de 09 de agosto a 13 de setembro
(terça a domingo, das 12h as 19h)
Grátis
curadoria: Alê Souto
apoio: L’Phante Mag
Destoando do perfil usual, os personagens título do documentário “Herb & Dorothy” são colecionadores de arte e duros. Sem nunca ter vendido uma peça de seu acervo, o casal tem uma das maiores, mais respeitadas e valiosas coleções do mundo, grande parte doada a museus.
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