OEsquema

Arquivo: arte

Pop geométrico

Ilustrações do Liam Brazier.
Tungado do BlckMnds. Tem mais lá.
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Expo: Rodrigo Martins, “Le Petit Exposite”

Muito legal a exposição de desenhos Rodrigo Martins no Comuna, o novo espaço em Botafogo misturando bar, arte, música e outras coisas, bem bacana também. São diversos mini-quadros com ilustrações em formato de crônica urbana.

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Orixás na ponta da caneta

Ayrá

Deixa que o artista explica, exatamente como no e-mail que enviou com o link para os desenhos:

“A partir de uma pesquisa sobre as histórias e representações das divindades da cultura dos Orixás, foram selecionados seis orixás e buscou-se uma representação imagética que pudesse contar a história e a simbologia destas divindades. O interessante do trabalho é a utilização de um material bem contemporâneo, a caneta Bic e a finalização em programas gráficos. Mesmo assim, o efeito se mantém rudimentar e manual, tentativa de falar de um assunto que está relacionado as raízes, aos mitos brasileiros.”

Mais desenhos podem ser vistos em ambas versões: feitos com caneta Bic e finalizados no Photoshop, no Flickr do autor, Thiago Sak.

Oxalufan

Oxalá

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Na ponta do lápis

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Desenhos nos vidros das janelas

Muito bom. Mais em Windoodles.

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Promessas

Belo projeto esse Before I Die.

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Shea Hembrey: “Como me tornei 100 artistas”

Inspirado por uma exposição que visitou, Shea Hembrey resolveu organizar uma bienal, reunindo obras de 100 artistas. Acontece que ele seria o autor das 100 obras.

Inventou nomes, escreveu biografias, realizou os trabalhos durante dois anos, só não avisou ninguém do pequeno detalhe que eram ficcionais. Isso que é múltipla personalidade.

Dica do @lucasbori.

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Câmera escondida, privacidade e arte

O artista digital Kyle McDonald desenvolveu um aplicativo e instalou nos computadores da Apple Store de NY, fazendo com que as máquinas de uso gratuito da loja tirassem fotos automaticamente dos usuários e enviasse para o Tumblr do projeto Pessoas Encarando o Computador.

Agora o autor está enfrentando acusações de invasão de privacidade, ampliando a discussão e tornando a obra ainda mais relevante. Cairia muito bem naquela exposição da Tate Modern sobre a qual falei ano passado.

Não é a primeira vez que os computadores da Apple Store são usados para fins de expressão artística. Outro dia um menino ficou famoso pelas performance que gravava e postava diretamente de uma das lojas.

Vamos ver se ele libera esse código, porque é uma ferramenta e tanto para recuperar computadores roubados, nos moldes do que oferece serviços caros como o Hidden. O Prey oferece exatamente esse serviço, gratuitamente.

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I need a dollar

Trabalhando sobre notas reais de dólar, James Charles transforma os presidentes dos EUA em ícones pop (bom, Obama é um sem estar nas cédulas). Tem muito mais imagens do Trendland, de onde peguei essas depois de ver no Tumblr.

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Livro de sticker art recebe trabalhos

Produzido pela SRK, mesmo estúdio do doc de dubstep “Bassweight”, a nova edição do livro Sticker Bomb, de arte em adesivos, está recebendo contribuições até o dia 11 de julho (tipografias) e 11 de setembro (monstros).

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Doc trailer: PressPausePlay

Com diz o próprio subtítulo do doc sueco PressPausePlay, “um filme sobre medo, esperança e cultura digital”, uma análise nas mudanças na produção e no consumo de trabalhos criativos e o que isso traz de bom e ruim para sociedade.

Dá pra assistir alguns trechos soltos no Vimeo e no YouTube.

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Doc: “NOVA, the film”

Um documentário sobre arte e artistas, produzido pela Rojo e filmado em São Paulo, em 2010, durante a exposição NOVA, no Museu da Imagem e do Som e no Sesc Pompéia.

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Sonhos infantis ilustrados


“Disseram pra uma criança muito pobre que se comesse uma tonelada de ferro lhe dariam dez milhões de dólares, a criança aceitou e dois dias depois ele e sua família ficaram milionários”


“Hoje sonhei com a Mão Peluda, que me arrastava pra debaixo da cama e queria me comer porque tinha dentes na palma”


“O monstro de cores não tem boca”

Diversos ilustradores interpretaram 200 sonhos infantis.

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Design corta & cola

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Autor do poster do show do Two Door Cinema Club no Rio, Felipe Guga passou o carnaval fazendo colagens e está publicando o resultado no seu Flickr.

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Transcultura #041 (O Globo): CALMA, mais YouTube


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Texto da semana passada da coluna “Transcultura”, que publico todas as sextas no jornal O Globo:

Muita Calma nessa hora
Depois de pintar uma cidade inteira, artista prepara exposição em NY e curta
Por Bruno Natal

Entre 2006 e 2008, Stephan Doitschinoff, mais conhecido com Calma, se mudou para Lençois, na Bahia, com o objetivo de pintar a cidade inteira. O processo, documentado no livro “Calma” (publicado pela respeitada editora alemã de livros de artes visuais Gestalten) e no documentário “Temporal”, de Bruno Mitih. Inspirado pelo folclore afro-brasileiro, utlizando elementos sagrados e pagãos, Stephan pintou murais, lápides e até uma capela com elementos religiosos. Com participação direta da população e artistas locais, juntou duas escolas distante: a contemporaneidade urbana do grafite e a tradição arte sacra, consolidando um caminho artístico para Stephan. Agora ele prepara sua primeira exposição solo em Nova York, e também um curta de um de seus trabalhos.

- Expus em Nova York, mas era na sala de projetos da Jonathan LeVine Gallery. Dessa fez será na galeria principal. Vou trabalhar 2011 inteiro numa série de sete telas bem grandes, a menor vai ter 2m x 1,5m, uma escultura e uma série de gravuras e desenhos – conta o artista.

O codinome de Stehpan, Calma, pode ser lido também como a contração de “com alma”, o que faz ainda mais sentido. A inspiração para os novos trabalhos continua sendo os motivos religiosos, explorando e misturando traços de diversas crenças, realizando a tão sonhada coexistência ao menos com tinta.

- Tenho ido cada vez mais a fundo na pesquisa, fazendo também instalações nessa linha. Minha base, até porque é o que tenho mais experiência a respeito, é a arte sacra cristã, mas também pego emprestado de outras religiões que tem a mesma base do cristianismo, do oriente médio, traços do islamismo, símbolos judaicos… Gosto de estudar. Minha vontade é fazer templos ecumênicos – diz Stephan.

A Igreja tem uma longa de ligação com o mundo das artes, comissionando trabalhos de alguns dos principais pintores e escultores ao longo dos séculos para enfeitar seus templos. Engana-se porém quem pensa que Stephan pode um dia ser visto embelezando as paredes da Santa Sé. A crítica social, base do grafite, é o motor da arte de Stephan.

- Conceitualmente, meu trabalho é um comentário contra a corrupção das instituições. Uso a Igreja como um símbolo de uma instituição corrupta, como tantas outras como o governo ou a mídia. Em algumas obras isso é mais sutil, em outras está mais explícito. Não gostaria de me envolver com essa instituição. A capela que pintei em Lençóis já havia sido abandonada pela diocese, era pobre, não interessava. Estava abandonada, mas ainda era usada pelo povo, então fui lá e pintei porque estava a serviço da fé. Como as pessoas vão lá pra rezar para Santa Luzia e Santa Bárbara, não coloquei temas agressivos e não distorci as imagens das santas, porque não queria incomodar os moradores e a fé deles. Guardo minha crítica para meu trabalho pessoal – explica.

Para Stephan existem diferenças cruciais entre o grafite, sua porta de entrada nas artes há mais de dez anos, e seu trabalho atual, principalmente na questão do tempo que cada um demanda.

- Desde o momento que passei a me interessar pelo folclore, arte sacra, em pensar e projetar cada obra, não me considero mais grafiteiro e sim um artista plástico. Meu direcionamento é outro. Não faço trabalhos ilegais, até porque não conseguiria, demoro uma semana por mural. Em Lençois conversava com os moradores, pra saber o santo protetor, a história de vida de cada um, antes de pintar suas casas.

A escultura, como “A Mão”, “feita para Bienal de São Paulo e exposta no parque do Ibirapuera, é outra faceta que Stephan pretende explorar. Nos próximos meses ele tem uma mostra de gravuras agendada na galeria Choque Cultural, em São Paulo, e pretende lançar seu primeiro filme.

- Estou terminando meu primeiro curta, em parceria com as produtoras da Dínamo e Movie Art. Terá 3 minutos e meio, retratando uma performance que fiz e se chama “Tudo é Vaidade”. Fiz uma procissão, com quatro atrizes (Tainá Müller, Carolina Manica, Kika Martinez e a Marina Diaz), numa rua na zona oeste de São Paulo. Já está pronto, estão terminando a tipografia, efeitos. Será lançado daqui um mês, primeiro em um cinema e depois na minha página.

Tchequirau

Um vídeo com um passo a passo completo ensina o que fazer quando o YouTube suspende a sua conta por acusações indevidas de quebra de direito autoral. Segui e salvei a minha conta.

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Hoje tem: Rojo-Nova Cultura Contemporânea

Mais infos na página: Rojo-Nova Contemporânea.

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Hoje tem: expo Chiara Banfi

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Visão Wi-Fi

Immaterials: Light painting WiFi from Timo on Vimeo.

Uma instalação luminosa revela a presença das redes wi-fi nas áreas urbanas.

Via @danielferro.

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Hoje tem: expo “Cruzes e Credos”

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Enda O’Donoghue e a estética digital

O irlandês Enda O’Donoghue, originalmente um estudante de computação, pinta tela de imagens digitais encontradas na internet, pixeladas e tudo.

Via Empty Kingdom, dica do LucasCM deixou a dica nos comentários do texto sobre estética digital.

 

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Bruno 9li

O rocha falou nos comentários do clipe do Jamie Vex’d que a ilustração utilizada pra enfeitar o vídeo era do cearense Bruno 9li e deixou o link pra conhecer os trabalhos do artista. Muito bons.


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Pornô retrô (NSFW)

Com matérias em espaços como a rede de TV ABC e no New York Times, a revista americana Jacques propõe uma volta aos valores iniciais do pornô, trazendo fotos sem tratamento e modelos sem implantes.

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YouTube Guggenheim Play Biennial

Saíram os 20 finalistas do YouTube Play Biennial Of Creative Video, parceria do saite com a fundação Guggenheim para escolher os vídeos mais criativos do ano. Assista todos no canal do projeto.

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O milagre da materialização

"A Hundred Bucks"

"Custom Adidas"

"A Wii"

"A Beer"

O mesmo Justin, criador do “NYC Garbage”, idealizou junto com a mulher Christine o “Wants For Sale”, uma galeria de arte em que o casal de artistas pinta o que desejam ter e vendem a tela exatamente pelo mesmo preço do produto. As fotos mostram algumas das coisas que já conseguiram nesse esquema.

Talvez com peso na consciência pelos próprios desejos consumistas, criaram também o “Needs For Sale”, seguindo a mesma mecânica, porém focado em ações de caridade.

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Lixo de NY

Cube 912 in São Paulo, Brazil

Trabaho de Justin Gignac, “New York City Garbage” é um misto de reciclagem, arte, garimpo, deboche e museologia.

Via 10 Answers.

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