O artista de rua conhecido como Banksy resolveu se aventurar pelo mundo dos documentários, envolvendo-se num filme sobre ele mesmo e outra ramificações, “Exit Through The Gift Shop - A Banksy Film” (algo como “saída pela loja de souvenirs”).
Alguns pedalinhos em forma de cisce foram customizados por Leonardo “Nhozias” Uzai, Mate Lelo e diversos outros artistas no evento Arte Interativa na Lagoa, organizado pela Mini Galeria.
Via Vista.

Amsterdã

Quito

Tel Aviv

Berlim
Realizado em várias cidades pelo mundo, a série “Dispatchwork”, de Jan Vormann, leva ao limite o sonho de toda peça de Lego de fazer parte de uma grande construção.
Arte do Fabio Lopez, o mesmo autor do “War in Rio”.

Passeando por NY, após degolar o Daft Punk o Decapitator lançou um desafio: existem cópias da revista Rolling Stone com a Shakira sem cabeça na capa escondidas na sessão de revistas da livraria Barnes & Noble da Union Square. Se alguém achar, avisa.
Uma propaganda do jogo DJ Hero após um leve retoque feito pelo Decapitator, em NY.
Conhecidos como Crate Man, esses bonecos modulares construídos de engradados plásticos se espalharam por Melbourne, na Austrália.
Sem autoria conhecida, não se sabe nem se trata-se de um artista apenas, um grupo ou uma obra aberta, coletiva.
Via Viacomit
Com a palavra, o francês Space Invader, dando uma geral no seu trabalho e mais especificamente na exposição que inaugurou em NY.
O saite da revista L’Phante já está no ar.
Em breve sairá o primeiro número impresso. Por hora, fica o convite para os artistas interessados em participar.
Preguiçosamente apelidado de “Banksy espanhol”, SpY merece mais atenção do que isso.

Esse e vários outros bons trabalhos no saite do próprio artista, Questionmarc.

Ainda perambulando por São Paulo, o Decapitator atacou a Daslu.
Os brasileiros descobrem o artista, já apareceu no YouTube vídeo-compilação com as fotos.
Essa exposição do MWM na galeria paulistana Pop / Rojo Art Space está com cara de imperdível.
Dica deixada por Salim nos comentários do doc “Pixo”.
Desde que organizei uma exposição do Antonio Bokel na festa de 2 anos do URBe (conjunta com trabalhos do TOZ), sempre trocamos idéias sobre o mundo da arte independente, do qual ele faz parte.
Por isso, quando surgiu a idéia da L’Phante Mag, projeto que envolve um saite, uma revista e uma galeria, naturalmente acabamos conversando e virando sócios nessa empreitada. O saite do projeto acaba de entrar no ar, a revista impressa e a galeria estão a caminho.
Enquanto isso, você pode conferir uma exposição dentro da festa do URBe, com curadoria do Bokel e do Peu Mello (o terceiro sócio), lançando oficialmente o projeto.
*** PROMO: Qual seu assunto favorito aqui no URBe? A quarta pessoa a responder nos comentários leva um par de ingressos para festa (lembrando que os comentários só serão publicados no final do dia, então é na sorte mesmo).
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O que é a L’Phante Mag?
Antonio Bokel - Um espaco aberto e independente de arte contemporânea que valoriza criatividade e não o curriculo acadêmico. O projeto é baseado em três pilares: uma revista, um saite e uma galeria.
Como surgiu essa idéia e quais os planos futuros?
Antonio Bokel - A idéia surgiu da vontade em comun de abrir mais um portal para a expressão artistica e pela rede de artistas que nos cercam. Precisávamos fazer algo com isso, uma missão. Quem esta envolvido, por enquanto, sou eu (que sou artista plastico da nova geração), Peu Mello (artista multimídia) e você, Bruno Natal, coordenando o conteúdo e a parte da web.
Como anda a cena de arte contemporânea no Rio, quem são os principais expoentes?
Antonio Bokel - O Rio é um lugar de criadores, a cidade instiga a imaginaçã , mas faltam oportunidades. Estamos focados nesse buraco que é o artista sem formação acadêmica e que não tem espaço nas galerias “normais”. Criaremos os novos expoentes.
Trabalhos de quais artista foram escolhidos para exibir na expo do URBe?
Antonio Bokel - Uma mescla grande de trabalhos de artistas da nova geração que juntamos durante o periodo de formação da revista, nacionais e internacionais, como Tika , Sakris, Hannap e Gais.
Qual o formato da expo, pode revelar algum detalhe??
Antonio Bokel - Pretendemos criar uma mini instalação com todos os trabalhos, o resto é surpresa.
O WiiSpray é uma latinha de tinta digital que produz um efeito antigamente conhecido como Paint Brush.

Leozinho, vulgo Nhozias, anda a milhão nas criações visuais. A peça acima e outras mais estão expostas na Garagem.

O poster de Shepard Fairey faturou o Brit Insurance Design Award 2009 e segue construindo sua história de uma das imagens mais icônicas do século 21.
Esse vídeo é o estudo de caso da ação bolada pela Droga5 para Ecko. Dá pra assistir no saite da agência ou clicando aqui (não há como inserir no blogue).
Olha o tamanho da repercussão que isso teve. A partir de agora só respeito viral daí pra cima. Hahaha!
Mais uma brincadeira de analogisar o processo digital, nesse projeto de Filippo Minelli.

Resgatando uma imagem antiga, adaptação de uma imagem do encarte do disco “Renegades”, do Rage Against the Machine. Tá na hora de botar mais umas notas dessas pra circular.
Segundo consta, o Secret Wall Tattoo é um projeto iniciado por Josh Homme, líder do Queens of the Stone Age. Em vez de simplesmente destruir o quarto do hotel, como os roqueiros das antigas, Josh optou por intervenções um pouco mais inteligentes, fazendo pinturas atrás de quadros e espelhos.
Vi na sessão de arte urbana do Blog de Guerrilha, muito boa, por sinal. Gostei tanto do termo que vou mudar o Street Art daqui, que estava incomodando, para Arte Urbana. Não pega nem bem alguém que escreve saite e blogue utilizando termos sem tradução.
Por conta de suas intervenções em painéis publicitários da cidade, Poster Boy era procurado pela polícia de Nova York. Mesmo assim, anunciou sua presença num poster e filipeta de um evento de uma galeria de arte. Foi preso.
Street Art e publicidade, uma união duradoura.
De Nova York, conheça o Poster Boy.
É o East London Decapitator fazendo escola, sendo citado inclusive na matéria do Guardian sobre o trabalho do americano.

foto: Daniel Berehulak/Getty Images
Rapidamente apelidado de “Banksy Verde”, um sujeito invadiu uma estação de energia movida a carvão, desligou uma das turbinas e saiu.
Foi um protesto ambientalista silencioso, cujo efeitos práticos — uma redução nas emissões de gases — é nulo. A mensagem, no entanto, é forte.
A bola estava quicando na área e alguém chutou: um mashup das táticas do grafite e street art com a postura ecologicamente correta. Isso vai dar caldo.
Recentemente, o artista plástico e fotógrafo francês JR fez uma de suas intervenções na comunidade da Providência, a primeira favela do Rio.
JR — que também participou da mostra de street art na Tate Modern — teve sua primeira exposição solo, na Lazarides, em Londres, misto de galeria e panelinha que cuida dos trabalhos de Banksy e Space Invaders.
Como seus trabalhos normalmente são grande demais para uma galeria (ele envelopa prédios inteiros com suas fotos), do lado de dentro está sendo exibido um documentário feito por JR durante o trabalho na Providência.
As imagens dos moradores da favela, em condições precárias, eram recebidas com “how beautiful” e “amazing” pelos que visitavam a exibição.
Nada como a distância.
Semana passada o Decapitator atacou de uma maneira diferente. Em vez de alterar um anúncio existente nas ruas de Londres, o sujeito colou uma impressão holográfica na entrada do pub Foundry, um dos mais bacanas de Old Street.
Umas das três cópias existentes da peça, mostrando o Decapitator em ação sobre uma propaganda da Chandon, vai a leilão na Phillips de Pury, no dia 18 de outubro.
Além de estar sendo feita através de uma das mais respeitadas casas de leilões do mercado, a venda acontece numa das semanas mais importantes do ano, exatamente antes do início da Frieze Art Fair, tida como uma das principais feiras de arte contemporânea do mundo.
Estima-se que “Be fabulous” saia por algo ente 4 e 6 mil libras, mais de 20 mil reais.
O Decapitator voltou a atacar pelas ruas de Londres. Fazia um tempo que o sangue não jorrava nos anúncios.
Enterrado até o pescoço na crise financeira que promete quebrar todas as bolsas do mundo e estourar em cima das nossas cabeças, o alvo foi o banco Halifax, um dos principais da Inglaterra. Não é que os gravatinhas acharam apropriado anunciar empréstimo para compra de imóveis numa hora dessas?
Meu trabalho de conclusão de mestrado foi um curta de 20 minutos sobre o trabalho do Decapitator. Assim que der aparece por aqui.
Abaixo, um trecho do filme:
Andar pelas ruas e ver as paradas mais absurdas em termos de street art, de cartazes a batatas coloridas no teto dos pontos de ônibus. Divertido, até quando é ruim.
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