Arquivo: arte urbana ’
17 de setembro de 2011 às 14h00
Diga algo legal

Um microfone aberto e um púlpito em Nova York para qualquer dizer algo bacana.
11 de julho de 2011 às 11h07
Bombueiros, os bueiros explosivos cariocas
Recebi as fotos e a seguinte mensagem dos autores, que preferem não se identificar:
Entre um bueiro e outro explodindo, um grupo de amigos ficou pensando o que era possível fazer pra reagir a um assunto que, aparentemente, o poder público não vem tratando com a seriedade que merece. Ridendo castigat mores, diz a máxima latina. E rindo, os amigos resolveram castigar os costumes: desenharam e imprimiram dezenas de pequenos estopins, que depois foram colocados nos bueiros de Ipanema. Ficou igual a uma bomba, como pode se ver pelas fotos. Os amigos esperam que as autoridades façam mais do que tirar os adesivos dos bueiros. E resolvam o problema.
Quer decorar os bueiros da sua rua? Só baixar o PDF com a arte do estopin e colar pelas tampas.
http://www.oesquema.com.br/urbe/wp-content/uploads/2011/07/bombueiro.pdf
O Marcelo Adnet também fez sua colaboração bem humorada sobre a onda de explosões de bueiros da Light no Rio.
2 de junho de 2011 às 13h02
Livro de sticker art recebe trabalhos
Produzido pela SRK, mesmo estúdio do doc de dubstep “Bassweight”, a nova edição do livro Sticker Bomb, de arte em adesivos, está recebendo contribuições até o dia 11 de julho (tipografias) e 11 de setembro (monstros).
28 de fevereiro de 2011 às 13h03
Doc trailer: “How To Sell A Banksy”
Um documentário sobre o que acontece quando alguém arranca um trabalho do Banksy da parede e tenta vender a peça.
2 de setembro de 2010 às 14h01
Banksy, “Pier Pressure”
4 de agosto de 2010 às 10h10
In3vencao Attack
Antonio Bokel, Peu Mello e Alexandre Cavalcanti, filmados por Kayhan Lannes Ozmen.
Via L’Phante.
5 de julho de 2010 às 11h09
Space Invader em San Diego
Aproveitando que esteve em San Diego para inaugurar uma mostra coletiva no MCASD (que conta também com os onipresentes GÊMEOS), o Space Invader realizou ataques ilegais pela cidade, transformados em uma exposição ao ar livre para ser visitada a pé e filmada para ser exibida… no museu.
13 de maio de 2010 às 11h21
Impressora a jato… de bolas
Essa Facade Printer imprime a distância atirando bolas de tinta colorida. É uma arma de paintball controlada por computador, prima do Hektor, o robô grafiteiro.
Via @resistro (kibei inclusive o título).
29 de abril de 2010 às 14h36
“Exit Through The Gift Shop”

O deboche logo na entrada do cinema, em Los Angeles
fotos: URBe
Com seu documentário “Exit Through The Gift Shop” (“Saia Pela Loja de Souvenirs”, numa tradução livre), Banksy demonstra de maneira admirável sua principal característica, responsável por boa parte do seu sucesso: a habilidade de manipular a mídia.
A diferença é que dessa vez ele retratou todo o processo. Mais do que isso, expôs a volatilidade do mundo da arte, a sanha dos colecionadores pelo hype, a fragilidade dos críticos, espeta Damien Hirst e outros artistas que contam com batalhões de assistentes e exalta o próprio trabalho. Tudo num só filme. Não é pouca coisa.
Na melhor tradição dos mockumentaries, fazendo referência ao clássico “F For Fake” de Orson Welles, o filme é o “Borat” da arte de rua. O argumento é muito bom, centrado em Thierry Gueta, um francês desajustado, com obsessão por registrar todos seus momentos em vídeo e que por caminhos tortuosos obtém autorização para filmar Banksy.
O documentário fica tão ruim que Banksy, intrigado com a personalidade do francês, o estimula a produzir sua própria arte, inverte a mão e passa a documentar o processo de transformação de Thierry. Assinando como Mr. Brainwash, a nova estrela é tomada pela megalomania e faz da sua primeira exposição um gigantesco evento em Los Angeles.
Com a ajuda de Banksy, Shepard Fairey, Invader e outros na divulgação, a estréia do evento chega a capa do LA Weekly, se torna um sucesso estrondoso e boa parte das obras, vergonhamente baseadas em Andy Warhol e Banksy, são vendidas por preços inacreditáveis.
A verdade só veio a tona agora, com o lançamento do filme, sem para isso precisar abandonar a brincadeira com a verdade. Ou melhor, a grande jogada é justamente o filme se tornar um documentário ao retratar uma mentira verdadeira. Bingo.
As pistas estão de que se trata de mais um golpe de Banksy estão em toda parte, a começar pelo roteiro. Boa parte do artistas mostrados no filme como fundamentais da arte de rua (Invader, Faile ) são representados no mercado pela mesma galeria londrina, a Lazarides, responsável também pela venda de obras do Banksy. O dono da galeria, Steve Lazarides, aparece em uma entrevista, creditado como ex-porta voz do artista.
Há inclusive “furos” de roteiro. Banksy diz que permitiu Gueta filmar suas ações porque achou importante ter esses registros. No filme o ataque a Disneylândia foi o primeiro registrado por Gueta, no entanto, antes disso vemos imagens de ataques mais antigos, ao muro de Israel, por exemplo.
Com a decisão de ele mesmo fazer um filme sobre seu trabalho, Banksy resolveu duas questões. Primeiro, se livrou dos inúmeros pedidos para ser filmado. Segundo, manteve total controle do que seria comunicado, assim como e de que maneira seria retratado em um documentário. E ainda encontrou oportunidade de fazer disso mais um dos seus ataques.
Na entrada das sessões, cartazes com reproduções dos trabalhos do Mr. Brainwash são distribuídos gratuitamente e são disputados. Na saída eles continuam lá, porém, estranhamente, o interesse não é mais o mesmo.
Deveria ser o contrário. É precisamente na mentira que reside o seu valor.
21 de abril de 2010 às 15h06
Pixação


O dilema está escancarado: após arquitetar um ataque à “Bienal do Vazio”, o pixador Rafael Augustaitz agora volta ao pavilhão como artista convidado pela curadoria da edição 2010. Deu na coluna da Mônica Bergamo, na “Folha de São Paulo”, de ontem (12/04). Em 2008, sucessivos “atropelamentos” planejados por Augustaitz chamaram atenção para a pixação paulistana – reconhecida mundialmente como uma das mais autênticas, pela complexidade e diversidade. Havia um monte de críticas embutidas nas ações, entre elas, à domesticação da arte de rua. E a participação na próxima Bienal, não contradiz o espírito transgressor do pixo?
O Ramiro continua essa história na Radiola Urbana.
25 de março de 2010 às 11h06
EyeWriter
Desenvolvido pelo Free Art and Technology, OpenFramework, Graffiti Research Lab e The Ebeling Group em parceria com o grafiteiro TEMPTONE (de Los Angeles, paralisado devido a uma doença), o Eye Writer é um programa open source e permite que o artista desenvolva grafites digitais utilizando os movimentos dos olhos.
Os desenhos podem ser projetados em tempo real nas ruas, expandindo as possibilidades dos paralisados e ajudando-os a manter suas atividades criativas.
18 de dezembro de 2009 às 14h06
Arte nos pedalinhos
Alguns pedalinhos em forma de cisce foram customizados por Leonardo “Nhozias” Uzai, Mate Lelo e diversos outros artistas no evento Arte Interativa na Lagoa, organizado pela Mini Galeria.
Via Vista.
11 de novembro de 2009 às 11h01
Decapitator promove caça ao tesouro em NY

Passeando por NY, após degolar o Daft Punk o Decapitator lançou um desafio: existem cópias da revista Rolling Stone com a Shakira sem cabeça na capa escondidas na sessão de revistas da livraria Barnes & Noble da Union Square. Se alguém achar, avisa.





























Documentarista, jornalista, carioca, boto som mas não sou DJ e provavelmente passo tempo demais online.

















