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Arquivo: banksy

Rafinha Bastos x Banksy

Do Instagram @pinkywainer1, via Facebook.

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Doc: “The Antics Roadshow” (Banksy)

Um histórico do mal comportamento em público, segundo Banksy. Um apanhado sobre protestos criativos feitos por anarquistas e ativistas, produzido para o Channel 4 pelo artista de rua.

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Doc trailer: “How To Sell A Banksy”

Um documentário sobre o que acontece quando alguém arranca um trabalho do Banksy da parede e tenta vender a peça.

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Banksy e os Simpsons

A abertura dos Simpsons, com storyboard e direção do Banksy. Sabe-se lá como foi aprovada, mesmo com a crítica frontal a questões de exploração de mão de obra que vem sendo levantadas contra o seriado.

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Banksy, “Pier Pressure”

Banksy pintou pra criticar o derramento de óleo no Golfo do México.

Via @malvados.

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“Exit Through The Gift Shop”


O deboche logo na entrada do cinema, em Los Angeles
fotos: URBe

Com seu documentário “Exit Through The Gift Shop” (“Saia Pela Loja de Souvenirs”, numa tradução livre), Banksy demonstra de maneira admirável sua principal característica, responsável por boa parte do seu sucesso: a habilidade de manipular a mídia.

A diferença é que dessa vez ele retratou todo o processo. Mais do que isso, expôs a volatilidade do mundo da arte, a sanha dos colecionadores pelo hype, a fragilidade dos críticos, espeta Damien Hirst e outros artistas que contam com batalhões de assistentes e exalta o próprio trabalho. Tudo num só filme. Não é pouca coisa.

Na melhor tradição dos mockumentaries, fazendo referência ao clássico “F For Fake” de Orson Welles, o filme é o “Borat” da arte de rua. O argumento é muito bom, centrado em Thierry Gueta, um francês desajustado, com obsessão por registrar todos seus momentos em vídeo e que por caminhos tortuosos obtém autorização para filmar Banksy.

O documentário fica tão ruim que Banksy, intrigado com a personalidade do francês, o estimula a produzir sua própria arte, inverte a mão e passa a documentar o processo de transformação de Thierry. Assinando como Mr. Brainwash, a nova estrela é tomada pela megalomania e faz da sua primeira exposição um gigantesco evento em Los Angeles.

Com a ajuda de Banksy, Shepard Fairey, Invader e outros na divulgação, a estréia do evento chega a capa do LA Weekly, se torna um sucesso estrondoso e boa parte das obras, vergonhamente baseadas em Andy Warhol e Banksy, são vendidas por preços inacreditáveis.

A verdade só veio a tona agora, com o lançamento do filme, sem para isso precisar abandonar a brincadeira com a verdade. Ou melhor, a grande jogada é justamente o filme se tornar um documentário ao retratar uma mentira verdadeira. Bingo.

As pistas estão de que se trata de mais um golpe de Banksy estão em toda parte, a começar pelo roteiro. Boa parte do artistas mostrados no filme como fundamentais da arte de rua (Invader, Faile ) são representados no mercado pela mesma galeria londrina, a Lazarides, responsável também pela venda de obras do Banksy. O dono da galeria, Steve Lazarides, aparece em uma entrevista, creditado como ex-porta voz do artista.

Há inclusive “furos” de roteiro. Banksy diz que permitiu Gueta filmar suas ações porque achou importante ter esses registros. No filme o ataque a Disneylândia foi o primeiro registrado por Gueta, no entanto, antes disso vemos imagens de ataques mais antigos, ao muro de Israel, por exemplo.

Com a decisão de ele mesmo fazer um filme sobre seu trabalho, Banksy resolveu duas questões. Primeiro, se livrou dos inúmeros pedidos para ser filmado. Segundo, manteve total controle do que seria comunicado, assim como e de que maneira seria retratado em um documentário. E ainda encontrou oportunidade de fazer disso mais um dos seus ataques.


Distribuição de cartazes

Na entrada das sessões, cartazes com reproduções dos trabalhos do Mr. Brainwash são distribuídos gratuitamente e são disputados. Na saída eles continuam lá, porém, estranhamente, o interesse não é mais o mesmo.

Deveria ser o contrário. É precisamente na mentira que reside o seu valor.

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O trailer de “Exit Through The Gift Shop – A Banksy Film”


Filma!

O artista de rua conhecido como Banksy resolveu se aventurar pelo mundo dos documentários, envolvendo-se num filme sobre ele mesmo e outra ramificações, “Exit Through The Gift Shop – A Banksy Film” (algo como “saída pela loja de souvenirs”).

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Espião

Preguiçosamente apelidado de “Banksy espanhol”, SpY merece mais atenção do que isso.

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Vai um Banksy aí?

O fotógrafo jamaicano Peter Dean Rickards, editor do saite Afflicted Yard e da revista First, está vendendo no eBay uma série de 10 fotografias da operação de extração do pedaço de um muro decorado com um estêncil feito por Banksy, em Kingston.

O lance inicial é de 100 mil dólares (+ 10 mil de envio) e quem comprar as fotos leva o muro de brinde.

O formato da venda é uma galhofa. Rickards é inimigo declarado do Banksy, desde que o grafiteiro visitou sua Kingston para uma série de trabalhos indiretamente relacionados ao disco “Two Culture Clash”.

Ao que parece, Rickards se desentedeu com Banksy e como vingança enviou uma foto do sujeito, até então anônimo, para jornais ingleses (bem antes de sua identidade ser supostamente descoberta, notícia bastante comentada no meio em 2008).

Como bom jamaicano, Rickards, que conheci em 2004 quando estava filmando o doc “Dub Echoes”, gosta de uma briga.

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Estimados

Banksy abriu sua própria loja de animais de estimação em Nova York.

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Cans Festival


Uma passeio pelo Cans Festival
vídeo: URBe TV

O Cans Festival, ou Festival das Latas, uma corruptela com o nome do festival de cinema de Cannes, transformou um túnel de acesso desativado ao antigo terminal do Eurostar (linha de trem que liga Londres a Paris e que atualmente sai de King’s Cross) numa gigantesca galeria de obras feitas utilizando a técnica de estêncil.

Organizado pelo grafiteiro conhecido como Banksy, o espaço exibe diversos trabalhos do próprio, além de artistas convidados de todo o mundo, incluindo os brasileiros Altocontraste, Anda Nahu, Daniel Melim e Izolag. Existe também um espaço onde outros artistas podem acrescentar suas obras a mostra.

Programado para acontecer durante um final de semana apenas, a procura foi tão grande que a visitação ao Cans Festival deve ser extendida por mais seis meses.

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