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Arquivo: carnaval

PM, ciúmes, redes sociais e a imprensa (em 2 imagens)

No Facebook: (era pra ter uma imagem compartilhada ao longo do dia aqui, mas ela sumiu da rede social…)

No G1 (leia a legenda):

Somente as 22h55, depois de circular o dia todo no Facebook (com a foto do ladrão), a notícia apareceu no Globo.

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Bloco Toca Raul!

Depois do Bloco Cru (indie), Exalta Rei (Roberto Carlos) e Sargento Pimenta (Beatles), tem gente querendo tocar Raul no carnaval 2012.

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A paradinha de 21 segundos da Mangueira

21 segundos de Paradinha. Vendo a história (do samba, DO SAMBA, não dos efeitos especiais), mais uma vez, andar. Acaba de acontecer a maior parada de bateria da história do Sambódromo. E samba na cadência de samba (146 bpms), não de marcha. #Estação1a

Foi o Dodô quem jogou no YouTube e explicou.

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A Disney é na Sapucaí

É bem legal a mudança estética imposta por Paulo de Barros nos desfiles das escolas de samba na Sapucaí, mesmo que as vezes fiquei meio Disney demais. Seria legal se a cada cinco anos nenhuma escola caísse, para estimular a inovação e o risco.

Aguardando ansiosamente revolução no samba-enredo, uma escola com coragem de quebrar esse formato engessado. Quem sabe até retornar ao samba.

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Carnaval Pop ’11


Estilo Restarrrt


Egito


Cisne Negro, hit feminino


A pulseira do equilíbrio funciona!


É canhoto, porra


Deputado

A festa ainda nem teve início oficialmente, ainda estamos nos pré-blocos e o já tradicional Carnaval Pop começou. Fotos tiradas no Céu na Terra, em Santa Teresa, no sábado.

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BBC no carnaval brasileiro

Na Inglaterra existe uma tradição de produção de documentários para rádio. Realizada em 2008, a série sobre o carnaval brasileiro, de Lucy Duran para BBC Radio 3, pode ser escutada no saite, em três partes: “Maracatu, ciranda and Mangue bit”, “Candomble, Samba and Renato Rosa” e “Rio, the samba and Mart’nalia”.

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Carnaval Pop ’10

Ampliando um pouco o tema do ensaio “Carnaval Pop” do ano passado, ainda na mesma onda. Fui a menos blocos, mesmo assim deu pra ver muita coisa.


Praticamenteeeee…


Encontrei Jesu! Encontrei Jesus! Encontrei Jesus!


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Dharma


Choque de ordem


Funk na passarela com a Mangueira

O carnaval de rua do Rio tá tão grande que tem espaço até bloco sound system. Na foto, MPC (do Digitaldubs) pilota a torre montada pelo Interferência Sistema de Som na Lagoa, que contou com vários outros convidados em dois dias de muito grave.

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“Pizza Samba – Mashups de Carnaval”, mixtape

Organizada e encomendada pela Agemda, a mixtape “Pizza Samba – Mashups de carnaval” é inspirada nos recentes mashups que João Brasil vem fazendo no seu projeto “365 Mashups”, misturando axé, samba e pop, pra garantir um carnaval eletrônico sem sair do compasso.

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Aleixo no carnaval


foto: Renata

É, a onda do Bruno Aleixo pegou mesmo. Máscara de carnaval não é pouca coisa não.

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Vamos começar?


foto: Mário Moreno

Passado o carnaval, começa o novo ano. Quer dizer, isso se não resolverem esperar a Semana Santa…

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Exalta Rei

Sem sombra de dúvidas, o grande acontecimento do carnaval de rua carioca foi o surgimento do Exalta Rei. Percorrendo as ruas da Urca e tocando músicas do Roberto Carlos em ritmo de marcinha e funk, logo em seu primeiro ano o bloco ganhou a benção do Rei em pessoa.

Tentei ir, mas além de ter ficado preso num engarrafamento colossa em Botafogo, o bloco saiu bem mais cedo do que a hora marcada, as 16h em vez das 18h. Uma pena, foi histórico.

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É o novo som de Salvador


foto: pedro dale

“Os blocos, que têm patrocínio, já viraram uma atividade econômica. O ideal seria se eles pudessem contribuir de alguma maneira. A prefeitura não pode ter todo o ônus da operação. Já que eles ganham dinheiro com isso, é justo que eles possam dar sua contrapartida, como a colocação de banheiros químicos ou o pagamento de uma taxa.”

Essa é a opinião de Antonio Figueira de Mello, novo Secretário de Turismo do Rio, sobre os blocos de rua do carnaval carioca. Na matéria impressa, se me lembro bem (posso estar enganado), falava-se ainda em seguranças com coletes numerados como os de Salvador.

A lógica é bem traiçoeira. Cobra-se uma taxa dos blocos e logo os mesmos estarão repassando os custos para os frequentadores. Um pouco depois cerca-se o bloco com uma corda, trio elétrico e abadá. Estamos no carnaval mercantilizado em que grande parte da festa em Salvador se tornou, por exemplo.

A contribuição dos blocos é simplesmente exisitr, atrair turistas e manter viva uma das tradições que mais rende dividendos para cidade. Segurança e estrutura deveriam ser obrigação da Prefeitura.

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