Tag: cinema


sexta-feira, 19 de março, 2010

Fundo falso

Chegará o dia em que nenhuma cena será filmada sem exigir algum tipo de composição em pós-produção, até vídeo de festa de aniversário.

Dá uma olhada na amplitude do uso do fundo azul/verde no cinema — técnica conhecida como chroma key, onde imagens e cenários são inseridos digitalmente — em tomadas que você nem pensaria que ele estivesse sendo usado.

A maior dificuldade da técnica é balancear a luz (temperatura de cor, intensidade, direção) de duas situações gravadas em ocasiões e/ou lugares diferentes, principalmente se uma for uma externa e a outra um estúdio.

Via @6D_estudio.

Postado por Bruno Natal às 14:12 | Sem comentários | Permalink

sexta-feira, 5 de março, 2010

Os 10 piores clichês do cinema

Logicamente, não é pra levar a sério. O último, no entanto, é a mais absoluta verdade.

Postado por Bruno Natal às 12:28 | 1 Comentário | Permalink

A primeira versão de “Alice No País Das Maravilhas”

O British Film Institute restaurou a primeira versão cinematográfica de “Alice No País Das Maravilhas”, filmada em 1903. Dirigida por Cecil Hepworth and Percy Stow 37 anos após a publicação do livro, foi realizada apenas oito depois do nascimento do cinema.

Nada como um país com memória.

Atualização: O Rodrigo deixou a dica nos comentário de que dá pra assistir o filme no The Auteurs.

Postado por Bruno Natal às 11:08 | 2 Comentários | Permalink

sexta-feira, 25 de dezembro, 2009

“Avatar”

Santo Daime + “Guerra Nas Estrelas” + “Matrix” + “Dança Com Lobos” + Chico Mendes + “Jornada Nas Estrelas” + “Appocalypse Now” + “Jurassic 5″ + “Senhos Dos Anéis” + Smurfs + “Uma Verdade Incoveniente” + psy trance + “Brincando Nos Campos Do Senhor” …

Tem um pouco (ou muito) disso tudo em “Avatar”. Mesmo com referências pra todo lado, James Cameron consegue contar uma boa história de maneira original.

Dizem que o objetivo de Cameron  “Avatar” seria criar o “Guerra Nas Estrelas” da nova geração. Potencial tem, mesmo com um parâmetro bastante alto. É esperar as continuações pra ver se tem fôlego.

Assistir em 3D é praticamente obrigatório, ressaltando os lindos efeitos e cores do filme. Aliás, se não for por nenhum outro motivo, só pelo visual a ida ao cinema já vale a pena.

Postado por Bruno Natal às 9:06 | 1 Comentário | Permalink

quarta-feira, 16 de dezembro, 2009

O segundo trailer de “Alice No País Das Maravilhas”, de Tim Burton

Soltaram o segundo trailer da versão do Tim Burton para “Alice No País Das Maravilhas” (assista o primeiro aqui).

Postado por Bruno Natal às 13:29 | 4 Comentários | Permalink

quarta-feira, 18 de novembro, 2009

“Bronson”

Esse “Bronson”, Nicolas Winding Refn, baseado na história real de Michael Gordon Peterson parece bom. Nascido numa respeitada família, foi preso e condenado a sete anos por assaltar uma agência postal. Renomeado Charles Bronson, transformou-se em um dos presos mais perigosos, tendo passado quase a vida toda numa solitária.

Postado por Bruno Natal às 9:04 | 2 Comentários | Permalink

terça-feira, 27 de outubro, 2009

“Cultura da Convergência”, Henry Jenkins

Considerando que em “Cultura da Convergência”, Henry Jenkins se debruça sobre filmes e seriados de TV para explicar que a tal convergência de mídias é muito mais do que um celular que tira foto e roda vídeos, a foto da capa é um equívoco.

Dissecando as estratégias de divulgação de um filme ou programa de TV por capítulo — de “Harry Porter” e “Matrix” a “Survivor”, “American Idol” e”Heroes” (além de diversas outras referências) — Jenkins apresenta o conceito de narrativa transmidiática, palavra chave do livro.

Hoje não basta fazer um saite para o filme, um livro sobre a série, um videogame inspirado num quadrinho. É preciso que as ações em todas essas mídias sejam complementares, sem que o consumidor que optar por não acompanhar todas as vertentes fique perdido no produto principal. Quer dizer, enquanto houver um produto principal.

Leitura indispensável para quem trabalha com produção de conteúdo, em qualquer formato. Jenkins presta um grande serviço ao organizar informações tão valiosas.

Uma edição atualizada, com um capítulo inédito sobre o YouTube, acaba de ser lançada.


o autor do livro fala sobre narração transmídiatica
via: Os Alquimistas, saite dedicado ao tema

Postado por Bruno Natal às 12:08 | Sem comentários | Permalink

quinta-feira, 22 de outubro, 2009

O sentido da vida

Boa animação essa “The Meaning of Life”, curta de Vytautas Alechnavicius.

Postado por Bruno Natal às 12:26 | 1 Comentário | Permalink

quinta-feira, 1 de outubro, 2009

500 Dias Com Ela

A fórmula é aquela de sempre: historinha de amor, trilha sonora caprichada e vida indie como pano de fundo, mesmo assim deu vontade de assistir esse “(500) days of Summer” (”500 Dias Com Ela”).

Isso tudo e, claro, o fato de que “ela” é a Zooey Deschanel.

Postado por Bruno Natal às 12:15 | 2 Comentários | Permalink

segunda-feira, 24 de agosto, 2009

Cinema no shopping


foto: Alexandre Ermel/divulgação

Com o preço do ingresso do jeito que está (principalmente pra quem não tem carteirinha falsificada), fica cada vez mais raro uma ida ao cinema. Por isso, perambulando pela lojinha antes da sessão começar, lamentei em voz alta que não queria ter gasto tanto dinheiro para ver “Se Beber, Não Case”.

Nada contra esse tipo de filme, gosto de vários deles — tanto é que estava disposto a assistir mais esse. Só que não se pode dizer que vá ganhar muito na tela grande. Dá pra ver em DVD tranquilamente.

Ao perceber minha frustração, o vendedor sugeriu assistir “À Deriva”, também em cartaz. Felizmente foi possível trocar os ingressos. E valeu muito a pena.

Com uma fotografia linda, o filme do Heitor Dhalia sucede na complicada missão de contar uma história delicada, porém cuja trama pode ser resumida num parágrafo.

A dificuldade é dribalada com ótimas atuações, incluindo da estreiante Laura Neiva, descoberta via Orkut, no papel de uma menina observando o casamento dos pais ruir enquanto enfrenta as angústias da adolescência.

A sala estava lotada, servindo de amostra para o encontro de um filme sem grande apelo comercial com o público do shopping, fundamental para o sucesso nas bilheterias. Se essa fatia do mercado não abraçar o filme, pode esquecer

A certa altura [o que vem a seguir não revela nenhum detalhe crucial], o pai a filha e algumas amigas da história estão passeando de lancha quando o motor quebra e eles ficam à espera de socorro. A cena toda dura, talvez, dois minutos.

Uma senhora comenta, em voz alta: “ah, por isso que o filme se chama à deriva”.

Postado por Bruno Natal às 13:28 | 4 Comentários | Permalink

quinta-feira, 23 de julho, 2009

White Stripes, o filme

O White Stripes divulgou as primeiras imagens do filme “Under Great Northern White Lights”, com estréia marcada para dia 18 de setembro no Toronto Film Festival.

O título que faz referência ao “Under Blackpool Lights”, registro ao vivo da dupla (assista “Hotel Yorba”).

Postado por Bruno Natal às 11:01 | Sem comentários | Permalink

quinta-feira, 9 de julho, 2009

2012 vai ser punk

O filme-catástrofe “2012″ nem foi lançado e já está sendo zoado. Tá achando que é brincadeira? Tem muita gente levando a sério.

Postado por Bruno Natal às 13:49 | Sem comentários | Permalink

sexta-feira, 29 de maio, 2009

100 por 200

100 frases clássicas do cinema em 200 segundos, separadas por gêneros.

Postado por Bruno Natal às 14:37 | 1 Comentário | Permalink

quinta-feira, 30 de abril, 2009

Truffaut e Hitchcock

Os arquivos de áudio das conversas que geraram o livro “Hitchcock / Truffaut: Entrevistas”, a um clique de distância.

Postado por Bruno Natal às 15:17 | 2 Comentários | Permalink

terça-feira, 7 de abril, 2009

Jean Charles

Saiu o trailer da cinebiografia sobre Jean Charles de Menezes, o brasileiro assassinado pela polícia de Londres.

Postado por Bruno Natal às 11:02 | 1 Comentário | Permalink

sexta-feira, 3 de abril, 2009

Bananeira

Quase dez anos após o início da brincadeira será lançado “Bananaz”, um documentário oficial sobre a história do Gorillaz, com cenas de bastidores e detalhes da criação da banda de desenho animado do vocalista do Blur Damon Albarn e do animador Jamie Hewlett.

Postado por Bruno Natal às 16:18 | Sem comentários | Permalink

quarta-feira, 1 de abril, 2009

Xará…


Bruno invade a passeata contra os gays, na Califórnia

Após o sucesso de Borat, Sacha Baron Cohen prepara o lançamento do filme “The Bruno Movie”, baseado no repórter de moda gay chamado Bruno, personagem mais antigo que o do repórter trapalhão. Do pouco que saiu até agora, quem assistiu os trechos exibidos no SXSW gostou.

Esses dias soube-se que a produtora de Sacha mantinha diversos saites com empresas de fachada para iludir potenciais entrevistados que resolvessem pesquisar as produtoras que sua equipe dizia estar representando.

Descobertas como essa põe em questão os métodos do humorista. O fato é que de qualquer maneira, pela visa que forem, Sacha consegue mostrar o pior das pessoas. E é isso o que incomoda.

Postado por Bruno Natal às 13:04 | Sem comentários | Permalink

quinta-feira, 5 de março, 2009

Zona fechada

“Closed zone” é um curta sobre a ocupação de Gaza, do mesmo diretor do premiado docu-drama em animação “Waltz with Bashir”.

Postado por Bruno Natal às 15:12 | Sem comentários | Permalink

terça-feira, 3 de março, 2009

A geração do meio


O horizonte é digital e, por agora, essa é a única certeza
foto: _ares_

Espremido entre duas eras — a passada e a que se desenha — os que hoje tem aproximadamente entre 20 e 30 anos são os que mais sofrem com a transição do formato analógico para o digital. Tateando o mundo novo, a geração do meio paga o preço de viver num tempo de inovações, correndo o risco de ser resumida a um elo entre duas épocas prósperas.

O leque é amplo, mas provavelmente afeta mais aqueles que trabalham na área de cultura/informação/tecnologia. Não à toa, o embate analógico vs digital ocupa tanto espaço no imaginário desses indivíduos .

Os que trabalharam na indústria fonográfica até um pouco além da metade dos anos 90, sentiram na pele (e ainda sentem) o baque dessa transformações. Nos nem tão distantes tempos pré-digitalização, disco era um negócio que dava dinheiro. Muito. Com as mudanças impostas pela novas mídias esse mercado encolheu, e hoje definha.

Uma coisa, porém, é um fato: bastante gente acima dos 40, de artistas a executivos e lojistas, costurou seu pé de meia nos tempos de fartura. Não se trata de uma “crise” de formatos. O que se atravessa é uma crise de continuidade, de perpetuação, da insistência por um modelo com o qual se está acostumados.

O futuro é digital, não adianta espernear. O que começou com os discos, hoje atinge a indústria do cinema, os grandes jornais, os produtores de software, enfim, se alastrou. Não há dúvida de que, em termos objetivos, essas mudanças são para o melhor.

Mais pessoas tendo condições de produzir e distribuir seu trabalho é bom para quem cria. A facilidade de acesso a esses trabalhos é bom para quem consome. O encontro dessas duas pontas, faz com que o trabalho encontre mais púbico, sem (ou com menos) intermediários, o que é bom para ambos.

Muito do que é distribuído on line voluntariamente por seus criadores tem em vista os chamados ganhos laterais. Espera-se que com a exposição surjam outras oportunidades. Para os músicos pode ser mais shows; para os jornalistas, convites para escrever em grandes publicações; para os cineastas, novos trabalhos; e assim segue.

Hoje há quem resista aos torrents, esmurrando a ponta da faca e tentando impedir a troca de arquivos. Isso não vai acontecer. O que ocorrerá, muito em breve, é justo o contrário.

Tanto os grandes conglomerados de mídia quanto os independentes brigarão por um lugar nesses espaços, simplesmente porque é ali que as pessoas estão indo buscar entretenimento. Será difícil se destacar. Estar presente no catálogo de um ripador de filmes (o sujeito que digitaliza e disponibiliza o filme on line) como o  aXXo, um dos mais respeitados e seguidos no meio (segundo me disse o Mateus), será indispensável.

A grande falha desse sistema é que ele ainda não se definiu como um formato de negócios. Se no futuro o ripador puder até vir a ser pago pelos estúdios para hospedar e distribuir seus filmes e o público tiver livre acesso ao conteúdo (o que, de fato, já tem), quem paga a conta? Porque o filme (ou o disco, o livro, fotografia, etc) continuará tendo custos para ser produzido, isso não muda.

Para estúdio de Hollywood, com dinheiro em caixa, esse modelo até pode ser viável num primeiro momento. Para os independentes, nem tanto, visto que o investimento para entrar no mercado é muito alto e nem sempre os ganhos laterais são palpáveis. Um filme, por exemplo, não tem a opção de se apresentar ao vivo.

Sendo assim, corre-se o risco de se replicar as falhas do modelo anterior, onde só quem tinha recursos financeiros próprios (ou acesso a eles) podia produzir. Seria um retrocesso. Outras opção seria essas atividades culturais tornarem-se hobbies, um tanto incerto se isso seria algo positivo ou negativo.

As primeiras respostas para essas questões normalmente passam pela publicidade, anúncios e patrocínios. É um pensamento imediatista, que faz sentido num primeiro momento. Porém, torna toda a cadeia dependente de uma única fonte de recursos, que logicamente é limitado.

O ideal, claro, seria que os consumidores pagassem diretamente aos criadores, mas isso não parece realista. Mesmo porque, devido a facilidade de acesso, por menor que fosse a quantia a ser paga, a quantidade de produtos que se consome aumentou muito, tornando inviável equilibrar essa conta. Seria ingênuo imaginar que o consumidor estará disposto a aumentar os seus gastos ou que consumirá menos para se adequar.

A solução chegará, é inevitável. O problema é para quem vive entre esses dois momentos, o passado e o futuro. São pessoas que não usufruíram dos benefícios do velho modelo e que agora esperam resistir até um novo formato de negócio se estabelecer.

É a geração do meio, a generation in between pra intercionalizar, cujo símbolo bem poderia ser o CD, uma mídia transitória, que provocou modificações tão grandes que terminaram por decretar seu próprio fim. É uma ambiguidade sem tamanho viver numa época de tantas mudanças positivas, onde coisas antes inimagináveis hoje são possíveis e, ainda assim, não enxergar perspectivas concretas.

Enquanto as resposta não vem, batuco textos nesse saite, produzo filmes de maneira independente. É tudo uma enorme aposta, onde os ganhos podem ser tão grandes quanto o prejuízo. Dedos cruzados.

Postado por Bruno Natal às 17:30 | 20 Comentários | Permalink

quarta-feira, 18 de fevereiro, 2009

Barbadas


Cada bolinha “acesa” vale 1%

Conhecida pelos acertos no campo político, Nate Silver, do FiveThirtyEight.com, faz suas previsões sobre o Oscar 2009.

Postado por Bruno Natal às 12:02 | 1 Comentário | Permalink

segunda-feira, 16 de fevereiro, 2009

Vale uma mutuca de skunk

Saca a promoção de lançamento do DVD do filme “The wackness”: como um dos Golden Tickets do Willy Wonka, escondido nas primeiras 1.000 cópias do filme há um vale para uma viagem (para dois) para Amsterdã, com direito a uma leva de skunk.

Postado por Bruno Natal às 15:04 | 1 Comentário | Permalink

quinta-feira, 12 de fevereiro, 2009

Wenders e o quarto


Em “De volta ao quarto 666″, Gustavo Spolidoro repete o experimento feito por Win Wenders durante o festival de Cannes de 1982, quando convidou diversos cineastas para dar a sua visão sobre o futuro do cinema. A pergunta continua (sempre continua…), só que dessa vez o entrevistado é o próprio Wenders.

Postado por Bruno Natal às 10:08 | 2 Comentários | Permalink

sexta-feira, 23 de janeiro, 2009

Poster

“Guerra nas estrelas, o Império contra-ataca”

“Apocalipse now”

“Ghandi”

Na Polônia comunista os pôsters de filmes eram refeitos. Em diversos casos ficavam muito melhores que os originais.

Tem muito, muito mais no Well Medicated e no Gray Space.

Postado por Bruno Natal às 10:05 | 1 Comentário | Permalink

terça-feira, 20 de janeiro, 2009

Besouro

Surgiram as primeiras cenas do filme “Besouro”, uma super-produção brasileira sobre o mitológico capoeirista baiano dos anos 20.

Postado por Bruno Natal às 15:08 | Sem comentários | Permalink

O retorno da Disney


Bolt Trailer from Joshua Smibert on Vimeo.

Primeiro filme da Disney inteiramente supervisionado pelo manda-chuva da Pixar desde que a empresa foi comprada pela própria Disney,  “Bolt” promete tirar o estúdio do atraso.

Postado por Bruno Natal às 10:07 | 1 Comentário | Permalink

quinta-feira, 18 de dezembro, 2008

Água com açucar

Comédias românticas podem destruir sua vida, minando relações amorosas com expectativas inatingíveis.

Não sou eu que estou dizendo, é um estudo da Watt University, na Escócia.

Postado por Bruno Natal às 13:04 | 1 Comentário | Permalink

sexta-feira, 12 de dezembro, 2008

2zin

Os maiores maconheiros do cinema.

Postado por Bruno Natal às 14:05 | Sem comentários | Permalink

quarta-feira, 10 de dezembro, 2008

Woody no Rio

Tinha visto no Matias e esqueci de comentar essa história de que o Woody Allen pode vir filmar no Rio. Sensacional.

Hoje em dia, só dois cineastas me tiram de casa e fazem abrir a carteira para despejar mais de R$20 num ingresso para ver seus filmes no cinema: Woody Allen e os Coen (tudo bem, são três então). “Vicky Cristina Barcelona” é bom demais.

Como em “Match point”, um espírito turista toma conta de Allen na hora de escolher os cenários clichê e certamente isso acontecerá se ele vier no Rio. É coisa que incomoda mais os locais do que as platéias pelo mundo.

Será bom demais ver o Rio através do olhar neurótico de Allen.

Postado por Bruno Natal às 14:13 | 5 Comentários | Permalink

segunda-feira, 17 de novembro, 2008

Terror

“Fear(s) of the Dark”, seis animações de terror sobre um medo comum: o escuro.

Postado por Bruno Natal às 10:07 | Sem comentários | Permalink

sexta-feira, 7 de novembro, 2008

Dance


Stiffler, em “American Wedding”: inclusão injusta :)

As dez mais constrangedoras cenas danças do cinema. Dica do Rod.

Postado por Bruno Natal às 10:12 | 1 Comentário | Permalink

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