Arquivo: circo voador ’
30 de janeiro de 2012 às 15h04
O vídeo oficial do Queremos! The Rapture + Breakbot no Rio
28 de janeiro de 2012 às 20h17
Rapture + Breakbot no Circo Voador: O arrebatamento
tem muitas fotos no I Hate Flash
Mesmo com muita chuva, cerca de 1.200 pessoas foram até o Circo Voador conferir o The Rapture. Em tocar no Rio desde 2003, muita coisa aconteceu de lá pra cá: a banda gravou mais um disco, um dos integrantes saiu, o grupo quase acabou e ressurgiu ano passado com o ótimo “In The Grace of Your Love”.
O tempo passou e isso ficou claro; tanto na atitude mais contida dos integrantes no palco quanto na evolução sonora, menos punk e mais bem acabada. Ganha-se de um lado, perde-se do outro, menos explosão em troca de músicas mais elaboradas. Porém é sempre melhor ver uma banda que não se repete do que eternos pastiches dela mesma.
Fez falta um clique para o baterista, perdendo o tempo diversas vezes, pra trás, quase sempre nas mudanças de desenho, tornando as músicas mais lentas do que o normal. Num som como o do The Rapture, em que bumbo e caixa empurram todo o resto, isso faz bastante diferença. Não prejudicou nem ninguém ligou. O público abraçou o repertório e levou a banda no colo até o fim do show.
Foi curto, faltaram “Sister Saviour” e “It Takes Time To Be a Man”. Do lado de fora, a chuva apertou e pressionou a platéia pra dentro da lona, dando mais pressão e garantindo que ninguém iria embora tão cedo. A noite seguiu com uma discotecagem de duas horas do Breakbot.
O francês segurou a onda e a pista pegou até quase 4 da manhã. No final, um aparição surpresa do Mayer Hawthorne, aproveitando para anunciar seu show na semana que vem ali mesmo no Circo. Você que é feito de açúcar e ficou em casa perdeu uma noitada e tanto.
Compra um guarda-chuva, só pra se garantir para as próximas.
8 de novembro de 2011 às 12h02
Hoje tem: Broken Social Scene, Toro Y Moi e Bombay Bicycle Club

arte: Bia Lamego
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Circo Voador
Queremos e Farm apresentam Eu Quero Festival
com: Broken Social Scene, Toro Y Moi, Bombay Bicycle Club
+ Baleia
08 de novembro (terça)
19h
R$ 70 (meia-entrada e também o preço promocional para TODOS que levarem doações ou confirmarem presença no Facebook)
Ingressos a venda nas bilheterias do Circo Voador e na Ingresso.com
7 de novembro de 2011 às 12h21
Hoje tem: Beady Eye, Holger e Driving Music

arte: Antonio Simas
–
Circo Voador
Queremos e Farm apresentam Eu Quero Festival
com: Beady Eye
+ Holger, Driving Music
07 de novembro (segunda)
19h
R$ 90 (meia-entrada e também o preço promocional para TODOS que levarem doações ou confirmarem presença no Facebook)
Ingressos a venda nas bilheterias do Circo Voador e na Ingresso.com
4 de novembro de 2011 às 12h04
Segunda e terça têm: Eu Quero Festival

arte: Tatiana Viana (FARM)
Semana que vem tem o festival do Queremos! no Circo Voador. Cheio de coisa boa.
–
Circo Voador
Queremos e Farm apresentam Eu Quero Festival
com: Beady Eye, Broken Social Scene, Toro Y Moi, Bombay Bicycle Club
+ Holger, Baleia, Driving Music
07 e 08 de novembro (segunda e terça)
19h
R$ 90 (dia 07) e R$ 70 (dia 08) (meia-entrada e também o preço promocional para TODOS que levarem doações ou confirmarem presença no Facebook)
Ingressos a venda nas bilheterias do Circo Voador e na Ingresso.com (dia 07 e dia 08)
4 de novembro de 2011 às 10h02
Hoje tem: Carirocka
2 de novembro de 2011 às 12h29
O vídeo oficial do Paralamas do Sucesso tocando “Selvagem?” no Rio
1 de novembro de 2011 às 16h52
O vídeo oficial do The Kills no Rio
O vídeo oficial do show do The Kills no Circo Voador, com entrevista com a banda. Dessa vez ainda tem mais dois vídeos, com duas músicas na íntegra, “Heat Is A Beating Drum” e “No Wow”, depois do pulo. A íntegra da entrevista vem logo mais.
28 de outubro de 2011 às 0h44
Reel Big Fish, Goldfinger e os 90 voltando no Circo Voador
O Daniel Ferro conferiu o show das duas bandas no Circo Voador e mandou seu relato:
“Lembra da febre Ska Californiano que bombou na MTV em 1998 com Rancid, Mighty Mighty Bosstones, Suicide Machines e companhia? Com quase 15 anos de atraso, Goldfinger e Reel Big Fish, dois representantes dessa onda, se apresentaram ontem no Circo Voador.
“Com a casa cheia (surpreendente para uma 4a feira de futebol ao vivo), público 90% masculino, o que se viu foram dois bons shows regado a muito ska com direito a naipe de metal, dancinha, pogo e até um stage dive por parte do vocalista do Goldfinger John Feldman, que escorregou no pulo e teve que tomar alguns pontos na perna antes de voltar pro bis.
“Os pontos altos, além dos hits de cada banda, foram os covers clássicos (The Cure, A-Ha, Specials e Van Morrison) em ritmo ska acelerado e uma mesma música do set do Reel Big Fish tocada em 4 versões diferentes – punk, disco, country hillbilly e metal – que valeu o ingresso.
“O ponto positivo é ver que o cenário “punk rock MTV” surgido no meio dos anos 90 continua firme e forte por aqui, já que em menos de um mês vimos o Bad Religion, MxPx, Goldfinger e Reel Big Fish em shows energéticos com boa resposta do público. Os contratantes agradecem.”
Os anos 90 estão voltando.
24 de outubro de 2011 às 0h27
Corta. Cola. Deleta.

foto: URBe Fotos
O título é só pra não perder a piada, um exagero – e as mais de 1.500 pessoas alucinadas com o show no Circo Voador ontem certamente discordam. Fui disposto a gostar, pra mim é que não dá, mesmo. Esse Cut Copy é chato pra dedéu. Timbragens bregas, ”estilo Songify” como ouvi dizer por lá. Só gosto deles remixados. Por outra pessoa.
10 de outubro de 2011 às 17h40
Warpaint
Quem não foi, perdeu um showzão. Com pouco mais de 500 pessoas na casa, as meninas do Warpaint chaparam o Circo Voador com o som viajante, psicodélico, com influências dos anos 80 via The Cure e 90 via trip hop e timbragens do grunge. Como já é regra no Queremos, a banda saiu muito feliz do palco com a reação do público, uma das mais entusiasmadas vistas até aqui.
5 de setembro de 2011 às 13h22
Metronomy avassalador no Rio, agora… partiu Warpaint!

fotos: URBe fotos via Instagram/@urbe
Showzão do Metronomy ontem no Circo Voador, e festa foi longe com os DJs Nepal, Camara e Dani. Os ingressos esgotados davam a deixa de que a noite seria boa. O público fez sua parte, o resto cabia a banda.
Com um som muito bem passado e bem ensaiados, os ingleses superaram as expectativas. A pressão do bumbo e boa técnica da baterista, as dedilhadas estaladas do baixista (uma versão masculina 2011 da Grace Jones) e o revezamento entre a guitarra e teclado nas interferência sonoras caíram como uma pedra de 700 kilos na cabeça da platéia, provocando uma desorientação, um estado de suspensão em que a única resposta era dançar. E como dançaram.
“The Bay” e a galera junto
+ vídeos
Baladas como “The Look” e “On Dancefloors” (a chorada do sintetizador dessa, o melhor da música, soando um pouco baixo) ou “She Wants” dão tempo de respirar dos momentos new wave de “My Heart Rate Rapid” e “On The Motorway”, “Corinne” e hits como “Heartbreaker”.
O som poderia facilmente ser classificado de synthpop ou indietronica, tem alguns elementos que o fazem ir além disso: o retrofuturismo, a ironia (até solo de sax tem), a sujeirada e ruídos no mix. Até iinfluência torta de bossa nova aparece em “Some Written” – os integrantes comemoraram o fato de no Brasil a referência ter sido tão percebida.
O Metronomy é daquelas bandas que parecem muito simples, derivativa, até se prestar maior atenção de fone ou bater de frente com eles ao vivo. “Love Underlined” catalisa um pouco de tudo que a banda bebe, o crescente do sintetizador, o timbre de cravo, a pulsação da bateria, a linha de baixo pipocando lentamente, o vocal indo e vindo… Mesmo com andamentos baixos, as músicas cozinham a pista, como um set.
Faltaram “Not Made For Love” e “Everything Goes My Way” (e como pedi…). Extasiados com o show, eles disseram que voltam. Vou cobrar.
Os próximos shows confirmados do Queremos são: Ariel Pink’s Haunted Graffiti + Pains of Being Pure At Heart + Dorgas (16/set), Primal Scream tocando “Screamadelica”, Eu Quero Festival com Broken Social Scene, Toro Y Moi e Beady Eye (07 e 08).
Pra completar, ontem foi anunciada a campanha Queremos Warpaint. Se confirmado, o show será 07 de outubro, mais uma vez no Circo Voador. E ainda tem MAIS coisa por vir!
11 de julho de 2011 às 12h02
O pôster do show do Metronomy no Rio
Dia 02 de setembro tem Metronomy no Circo Voador, mais um show realizado através do Queremos. Ingressos a venda nas bilheterias do Circo e na ingresso.com.
Arte feita pelo Daniel Semanas.
4 de julho de 2011 às 10h02
Darwin Deez nas nuvens
Que show ontem do Darwin Deez! Acima das expectativas, melhor ainda do que em Porto Alegre. Eles saíram do palco querendo saber quando voltam.
Muita gente cantando as músicas, casa cheia, a banda empolgadaça, indo além nas dancinhas. Na próxima vez que o Darwin Deez vier, vai esgotar só por conta do falatório sobre ontem a noite.
A abertura do Gregório Duvivier foi sensacional e a festinha pós-show rolou bonita, com iluminação especial e som dos DJs Yugo e Satta, até de manhã.
Logo pinta o vídeo oficial da noite. Enquanto isso, confere um trechinho das coreografias e de “DNA”.
1 de julho de 2011 às 14h05
Aquecimento Darwin Deez 04: “Darwin Deez”, o disco
Darwin Deez – Darwin Deez by LuckyNumberMusic
Circo Voador
Darwin Deez
+ Gregório Duvivier e DJs Yugo e Satta
2 de julho (sábado)
22h30
R$ 50 (meia-entrada e também o preço promocional para TODOS que estiverem com o nome na listaamiga ou confirmar presença no Facebook)
30 de junho de 2011 às 14h05
Aquecimento Darwin Deez 03: “Radar Detector”
Circo Voador
Darwin Deez
+ Gregório Duvivier e DJs Yugo e Satta
2 de julho (sábado)
22h30
R$ 50 (meia-entrada e também o preço promocional para TODOS que estiverem com o nome na listaamiga ou confirmar presença no Facebook)
29 de junho de 2011 às 13h02
Aquecimento Darwin Deez 02: “Constellations”
Circo Voador
Darwin Deez
+ Gregório Duvivier e DJs Yugo e Satta
2 de julho (sábado)
22h30
R$ 50 (meia-entrada e também o preço promocional para TODOS que estiverem com o nome na listaamiga ou confirmar presença no Facebook)
30 de maio de 2011 às 15h02
O vídeo oficial do Jamie Lidell no Rio
Grande show. A missão agora é trazer o Darwin Deez. Vamos nessa!
10 de maio de 2011 às 11h02
Camelomania no Circo Voador
Cercado de samambaias no palco, com um som impecável e muito bem acompanhado pelo Hurtmold e por um naipe de metais, Marcelo Camelo subiu ao palco do Circo Voador para o lançamento do seu segundo disco, “Toque Dela”. A noite prometia.
O show começou pouco depois da meia-noite e pouca gente estava no Circo para a abertura do Me & The Plant (também perdi…). Surpreendentemente, ao menos para mim, os ingressos não estavam esgotados.
Em seu novo disco, Camelo também está mais solto, dando mais espaço para guitarra, escancarando mais suas próprias influências, um disco mais pra cima que o anterior “Sou”.
Com algum tempo de estrada juntos, Hurtmold e Camelo construíram uma sonoridade juntos, mesmo que no segundo disco o compositor tenha decidido tocar todos os instrumentos em algumas faixas. É muito bacana ver o encontro dos dois artistas de escolas diferentes, a mistura dos estilos. A escolha do septeto paulistano como banda de apoio é das coisas mais interessantes da carreira solo do Camelo. Com um time desses, metade do show está garantido.
Casa cheia sem estar abarrotada, bandão, som tinindo pro lançamento de um bom disco. Tudo certo para uma noite e tanto. Faltava saber a reação do público.
Sem fugir do clichê, a reação foi hermânica. Não chegou a histeria de outros tempos, embora tenha passado perto em alguns momentos. Marcelo chegou a presentear a plateia com as plantas do cenário. Roberto Carlos distribui rosas, Camelo distribui samambaias.
É muito legal a reação calorosa do público, sem dúvida. Para o artista deve ser ainda mais especial. Em “Doce Solidão”, sozinho, Camelo sequer abriu a boca até mais da metade da música, quando o Hurtmold voltou ao palco.
Ele gosta, incentiva, se diverte com a gritaria. É muito legal mesmo. Agora… Em todas as músicas, sinceramente, enche o saco. Você sai de casa, quer ouvir o show e só dá coro desafinado no ouvido. Por mais que a catarse seja divertida e sincera, aos poucos vai cansando
Paritcularmente, preferiria não ouvir nenhuma música do Los Hermanos no show do Camelo. A quantidade que é tocada, três, quatro, é um exagero. Tira o foco do show. Virou regra. As músicas são dele, claro, mas se é carreira solo, é carreira solo. Podia deixar isso pra depois.
O artista no palco, vivo, aos 30 e poucos anos e uma estranha nostalgia do presente toma conta. É um troço doido, o público impaciente, querendo ouvir as músicas nem tão antigas, quase como que aturando o disco novo para chegar até elas. Essa preguiça de encarar o novo que estrangula a cena no Brasil.
Isso tudo no show de lançamento de um disco novo. Um showzaço, diga-se. Teria sido bem melhor se tivesse dado pra ouvir a interpretação do artista. A do público eu mesmo faço em casa.












Documentarista, jornalista, carioca, boto som mas não sou DJ e provavelmente passo tempo demais online.

















