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Arquivo: crise

Uma volta pelo #OccupyWallSt

Nessa segunda passei pelo Occupy Wall Street e dei uma volta por lá para ver de perto. Impressionante o que está acontecendo aqui em Nova York. Sem saber, visitei a manifestação na última noite antes da invasão da polícia desmontar o acampamento no parque Zucotti.

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BlackBerry Messenger, redes sociais e os tumultos em Londres

“Everyone from all sides of London meet up at the heart of London (central) OXFORD CIRCUS!!, Bare SHOPS are gonna get smashed up so come get some (free stuff!!!) fuck the feds we will send them back with OUR riot! >:O Dead the ends and colour war for now so if you see a brother… SALUT! if you see a fed… SHOOT!”

Os tumultos em Londres, iniciados após a morte pela polícia de um rapaz armado, espalharam-se para além de Tottenham, estão fortes em Hackney (onde morei), Lewisham (ao lado de onde estudei) e Peckham.

Liderados por adolescente de baixa renda, chamados hoodies por andarem sempre com casacos de gorro escondendo o rosto, os eventos são reflexo do corte de verba para os centros comunitários para jovens, decisão equivocada e que deixa lições para todos, inclusive no Brasil.

A mídia foi rápida em atribuir a velocidade com que os tumultos se espalharam a redes sociais (deve haver um botão com essa frase pronta nos teclados das redações), citando bastante Twitter e Facebook. Acontece que enquanto a polícia monitorava as redes, dessa vez esses não foram os canais principais.

Com baixo custo em relação ao iPhone, o BlackBerry, aparelho utilizado por 37% dos jovens londrinos, tem sido a ferramenta mais utilizada para comunicação. Além da rede de mensagens instantâneas gratuita conhecida como BBM (BlackBerry Messenger), pesa a impossibilidade de serem traceados em tempo real pelas autoridades.

Ano passado estudantes protestaram nas ruas, esse ano esquentou ainda mais. As coisas andam mesmo borbulhando na Inglaterra. E a crise está só começando.

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Guerra nas Estrelas e a crise americana

As fotos são parte da série “A Vida Secreta Dos Brinquedos”, tem muito mais no saite do projeto.

Via @liaamancio > Koi Koi Koi.

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COP15 e o mundo


foto: Sean Patrick Coon, via Tree Hugger

Diversos filmes, livros e contos falam de um futuro em que os humanos perderiam o papel de liderança e um mundo dominado pelas máquinas. O cenário catastrófico para o homem soa como algo distante e absurdo, restrito a ficção científica.

No entanto, há muito tempo o mundo já não é comandado por pessoas de carne, osso (e sentimentos), e sim por instituições finaceiras e empresas. As decisões são tomadas para atender as pessoas jurídicas, não as físicas. O imperdível doc “The Corporation” conta bem essa história (inteiro no YouTube, clica e vai).

Basta comparar a disposição, preocupação e velocidade dedicadas para resolver a recente crise financeira global com a lentidão, calma e descaso dos líderes mundiais em relação as questões do aquecimento global para constatar isso. O foco das decisões não são as pessoas e o planeta, isso fica claro.

É muito fácil criticar os políticos por decisões equivocadas. É igualmente válido pensar sobre o que nós, a sociedade, podemos fazer para que as mudanças desejadas aconteçam. Afinal, as consequências sofridas pelo meio-ambiente são fruto do nosso modo de vida.

Toda população, principalmente dos países desenvolvidos e em desenvolvimento, teria que estar disposta a abrir mão de confortos do dia-a-dia tidas como progresso (fala-se até em banir voos domésticos)  para esse quadro mudar. Resta saber se há essa disposição individual para fazer e exigir isso, sem ser obrigado.

Sem falar que não é justo diversos países terem construído suas fortunas operando sob condições que o terceiro mundo jamais teria, seria preciso encontrar uma maneira de equilibrar essa equação. Esse é o desafio.

Enquanto a imprensa mundial aponta o fracasso do encontro, a página oficial do COP15 faz um balanço positivo, como se estivéssemos indo na direção certa. Não estamos. E o tempo vai passando.

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Banco foi feito pra sentar

Esquentando para o lançamento de Life Inc, Douglas Rushkoff descasca os bancos.

Via Trabalho Sujo.

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A crise e os discos

Desde janeiro o aviso continua pregado na porta do ponto que um dia abrigou uma das mais populares(cas) lojas de discos de Londres, a Virgin/Zavvi cravada no epicentro turístico da cidade, Piccadilly Circus.

Hoje parece tudo óbvio, porém há nem tanto tempo assim coisas assim pareciam bem improváveis.

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194 milhões de dólares para você?


Hmmm…
foto: somewhair

Os EUA falam em injetar quase 800 bilhões de dólares na economia para sair da crise. A Europa fala em outros 500 bilhões. Adivinha quem será o primeiro a tomar na cabeça?

Só essas duas medidas somadas totalizam algo em torno de 1 TRILHÃO e 300 BILHÕES de dólares.

Com todos os zeros, pra enfatizar a barbaridade que é esse número: 1.300.000.000.000

Seguindo a conta proposta por um e-mail que vem circulando, a população do planeta está em cerca de seis bilhões e 700 milhões de pessoa.

Agora faça a conta:

1.300.000.000.000 ÷ 6.700.000.000

O resultado é cerca de 194 milhões de dólares por habitante do planeta. Hein?

Seguindo essa lógica, se essa distribuição fosse realizada, o mundo como nós conhecemos acabaria. Como uma população de milionários, seria impossível encontrar alguém disposto a fazer qualquer tipo de trabalho que não fosse por puro prazer.

Isso levaria a um inflacionamento dos preços, desvalorizando a moeda, de modo que seus 194 milhões de dólares rapidamente valeriam o mesmo que 1.900 reais, trazendo-nos de volta ao ponto inicial: todo mundo duro e precisando de dinheiro emprestado.

Sendo assim, pulemos a parte em que o dinheiro é distribuído, entreguemos o montante diretamente aos bancos e fica tudo exatamente como está.

Seria tudo uma questão de agilizar o processo. O capitalismo sendo um beco sem saída.

Ou seria isso, se o tal do Powerpoint não fosse um dos maiores FAIL matemáticos de todos os tempos. E eu fui junto!

Podia até dizer que era pra testar a atenção dos leitores, mas a verdade é que eu fiz a conta (a mão, porque o número não coube na calculadora do celular) pra conferir o resultado quando recebi o e-mail pela décima quinta vez e cortei zeros de menos.

Matemática nunca mais. Tóin, óin, óin.

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“Nada é tão ruim que não possa piorar”

Justo o que o mundo precisa nesse momento de crise global: uma teoria da conspiração cascuda, vinda de uma fonte supostamente confiável e replicada em jornais pelo planeta.

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Bank Aid

Uma canção para levantar a moral dos banqueiros falidos.

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Hip hop em crise


Dr. Dre e sua “Still DRE”: escrita por… Jay-Z?

A autenticidade do hip-hop contemporâneo entra em discussão quando um mundaréu de letras pessoais é escrita por terceiros e os computadores são acusados de deixar os produtores preguiçosos e poucos criativos.

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