No saite Future Me você pode escrever um email pra você mesmo, escolhendo uma data no futuro para que ela seja entregue. Escrevi a minha, agora estou tentando esquecer totalmente disso pra ter uma surpresa em fevereiro de 2015.
Famosos, punheteiros, anônimos e num grande chat.

Imagens de alguns participantes do Chatroulette
Você já deve ter ouvido falar (provavelmente no twitter) do Chatroulette. Se não, com certeza irá em pouco tempo. O saite que promove automaticamente encontros aleatórios através da webcam entre pessoas em qualquer lugar do mundo é a brincadeira da vez na rede.
A navegação é bem simples. Não é preciso se cadastrar e, uma vez conectado (apertando “play”), há apenas duas opções: ou você conversa com seu novo amigo ou pula para o próximo. E pular para o próximo é justamente a principal atividade no Chatroulette.
É impressionante a velocidade com que acontecem os julgamentos sobre com quem vale ou não vale a pena falar. Mal a pessoa aparece na tela e uma das partes clica “next”, em menos de um segundo, movimentando a tal roleta.
É como uma daquelas cenas do filme “American Graffiti”, de George Lucas, que mostra jovens no início dos anos 60 passeando de carro por uma longa avenida, trocando olhares e tchauzinhos pelas janelas. O intuito é apenas ver e ser visto.
Para muitos, a grande expectativa é encontrar alguma celebridade. Dia desses, enquanto estava no Rio, a patriçoca Paris Hilton foi vista dando as caras. Ontem tenho certeza que vi o Moby. No reflexo, pulei rápido demais e não deu tempo de registrar a imagem.
Com uma média de 30 mil usuários conectados em qualquer momento, a julgar pela proporção apresentada nos cliques 90% dos usuário são homens.
Não é nenhuma surpresa que o serviço esteja rapidamente sendo adotado por onanistas e exibicionistas em geral. Lamentavelmente, uma volta pelo quarto das pessoas no Chatroulette é intercalada por imagens de homens se masturbando e outras imagens pornográficas (mesmo nas nterpretações mais liberais do termo). Há um botão para denunciar esse tipo de comportamento, porém raramente dá tempo de clicá-lo antes da pessoa sumir da tela.
Com tanta gente logada, tenta-se qualquer coisa para prender a atenção em um milésimo de segundo. Felizmente, a maior parte das pessoas está fazendo bom uso da ferramenta, seja apenas para passear ou para testar sua criatividade.
De fantasias e mensagens por escrito a campanhas debochadas pedindo para as mulheres mostrarem os seios para neutralizar a quantidade de pênis na tela, tem de tudo. Alguns usuários estão transmitindo documentários, desenhos animados e shows, como se fosse um canal de televisão, num mundo onde existe a mesma quantidade de canais do que de habitantes.
É só esperar pra ver as histórias que vão sair desses encontros randômicos. Não vai demorar muito e vai pintar casamento, banda grande fazendo clipe “visitando” os fãs, música, criações coletivas, acões colaborativas… As possibilidades são infinitas, para o bem e para o mal.

Logo do Hype Machine: principal agregador de blogues de mp3
Google fecha arbitrariamente seis blogues de música hospedados no Blogger e a pergunta está no ar: o jornalismo musical é a nova pirataria?
A exemplo de “Good Copy Bad Copy” e “RiP: A Remix Manifesto”, o documentário “Copyright Criminals”, de Benjamin Franzen, também trata do tema dos direitos autorais no meio musical nos tempos atuais
Só o exemplo do uso de um bip executado pelo Qbert logo no começo do trailer mais a lista estelar de convidados (Danger Mouse, Public Enemy, De La Soul, DJ Spooky, Coldcut…) fazem desse um filme imperdível.
O filme estreiou no dia 26 de janeiro no canal americano PBS e o DVD acaba de ser lançado.

imagem tungada daqui
O guia para uma boa asssessoria de imprensa online escrito por Lindsay Robertson é indispensável para quem trabalha em qualquer uma das pontas do ramo.
O tópico “escolha oito saites” foi destacado no saite Kottke e interessa a todos que trabalham com mídias digitais. Nele, Lindsay fala do método de trabalho de uma assessora de imprensa que conquistou o seu respeito:
“Ela escolheu oito blogues que cobriam o assunto relacionado ao seu cliente, TV, que ela gostava num nível pessoal e lia religiosamente, enviando para seus editores apenas conteúdo que ela imagina que fosse os interessar. Enquanto o resto do assessores de imprensa da companhia em que ela trabalhava estavam mandando e-mails para listas enormes na esperança de conseguir um espaço no Perez Hilton, Gawker, HuffPo ou onde fosse, essa assessora focava no segmento de saites com baixo tráfego, entendendo (corretamente) que hoje em dia conteúdo vem de baixo pra cima tanto quando de cima pra baixo e que regularmente saites menores, com sua habilidade de vasculhar mais fundo na rede e de maneira mais ágil, agem como fazendeiros para os saites grandes. Um saite pode ser muito influente sem necessariamente ter um número de acesso gigantesco, porque nem todo par de olhos são iguais.”
Bingo.
Resumindo bastante, o Ubizu é uma rede social focada em dicas de noitada no Rio e em São Paulo, uma maneira de saber em tempo real qual é a boa.
Por e-mail, um dos criadores da ferramenta Nathaniel Leclery, da produtora 99, explica melhor:
“Achávamos que as redes sociais estavam ficando dispersas e confusas e que seria útil, ter um lugar só focado na noite, que é um universo à parte que às vezes não se encaixa tão bem dentro do Facebook ou do Twitter. Então no Ubizu não tem quiz, foto de cachorro, FarmVille, só tem informação relevante na hora de sair, que te ajuda a saber o que está rolando, onde estão seus amigos, onde estão os malas, onde tem fila na porta, onde está vazio… Basicamente um bando de informações para te ajudar a fugir das roubadas.”
Se alguns dos principais saites atuais fossem livros nos anos 60, essas seriam as capas, segundo Stéphane Massa-Bidal, o Rétrofuturs.
Considerando que em “Cultura da Convergência”, Henry Jenkins se debruça sobre filmes e seriados de TV para explicar que a tal convergência de mídias é muito mais do que um celular que tira foto e roda vídeos, a foto da capa é um equívoco.
Dissecando as estratégias de divulgação de um filme ou programa de TV por capítulo — de “Harry Porter” e “Matrix” a “Survivor”, “American Idol” e”Heroes” (além de diversas outras referências) — Jenkins apresenta o conceito de narrativa transmidiática, palavra chave do livro.
Hoje não basta fazer um saite para o filme, um livro sobre a série, um videogame inspirado num quadrinho. É preciso que as ações em todas essas mídias sejam complementares, sem que o consumidor que optar por não acompanhar todas as vertentes fique perdido no produto principal. Quer dizer, enquanto houver um produto principal.
Leitura indispensável para quem trabalha com produção de conteúdo, em qualquer formato. Jenkins presta um grande serviço ao organizar informações tão valiosas.
Uma edição atualizada, com um capítulo inédito sobre o YouTube, acaba de ser lançada.
o autor do livro fala sobre narração transmídiatica
via: Os Alquimistas, saite dedicado ao tema
Os produtores do documentário sobre a cena tecnobrega do Pará, “Brega S/A”, dos diretores Vladimir Cunha e Gustavo Godinho, lançaram o filme para baixar sem custo no saite oficial do filme. Imperdível é pouco. Corre, corre, corre!
O que o tal Moldover fez com a caixa do seu disco, transformando o objeto num instrumento eletrônico, sugere novos caminhos para música. Como mostra o sucesso de jogos como Guitar Hero e a ansiedade pelo lançamento do DJ Hero, cada vez mais as faixas vão se tornando algo fluído, mutante e interativo.
A música não mais se encerra na gravação do autor, algo mostrado pela cultura dos samples há décadas, passando ar ser uma obra contínua da qual o ouvinte pode participar ativamente. Para o bem e para o mal.
Via Disco de Platina.

Calma, calma. Isso não é uma direta para você, querido leitor, que deixa comentários que enriquecem a discussão. Sua visita e opinião é sempre uma alegria.
O It’s Nice That abriu uma interessante discussão sobre os comentários feitos em saites.
Resgatando clássicos dos comentários online — como as hilários 1.500 ponderações sobre uma camiseta kitsch a venda na Amazon — a pergunta é até que ponto esse tipo de participação é válida e quando descamba pra inutilidade dos xingamentos ou superlativos redundantes.
Na minha experiência com o URBe, o que noto é que nas épocas que o saite começa a ser mais acessado do que a média (por variados motivos), o nível do comentários caem muito. Começa a aparecer gente só pra pertubar ou criar polêmica.
Quando as coisas estão mais calmas e a turma de sempre está por aqui acabam rolando muitos bons papos. É uma equação difícil de resolver.
A CBS fez uma propaganda em vídeo dentro da revista Entertainment Weekly.
Um VÍDEO dentro de uma REVISTA.
Alguém levantou bem nos comentários do vídeo acima: “se vídeo é tão importante assim, esqueça os veículos impressos e invista no online, que polui menos que gerar produtos não recicláveis”. Faz sentido.
Em todo caso, se alguém que estiver nos EUA conseguir comprar uma cópia, avisa. Tenho certeza que dá pra hackear esse mini-player pra alguma coisa.
Essa é pra você ficar atualizado quando falta assunto com os amigos e o papo descamba para “você já viu aquele vídeo tal…?”.
Um americando criou uma lista com 99 coisas que você deveria ter visto na internet, reunindo links para alguns clássicos da rede. Uma passadinha no You Should Have Seen This vai tomar um bocado do seu tempo.
Logicamente, um brasileiro criou a versão nacional, o Você Deveria Ter Visto, listando 101 (+55) vídeos nacionais que “todo mundo viu”.
Idéia simples e dinâmica, é impossível fechar essa lista, todo dia surgem novas pérolas.
Via Link.
Um dos primeiros jornalistas brasileiros a utilizar um blogue como principal ferramenta profissional, Pedro Doria decidiu encerrar os trabalhos no formato. Fará falta.
O motivo alegado foi falta de tempo para se dedicar ao assunto principal do saite, política internacional, agora que está atarefado capitaneando a versão online do jornal O Estado de São Paulo.
Se por um lado a decisão foi uma surpresa, de certa forma deu um estalo por aqui também.
Edito o URBe porque gosto, esse é o motivo principal. Acaba servindo pra organizar as minhas idéias. Só que o tempo que isso demanda para ser feito da maneira correta — com textos e conteúdo exclusivos, não apenas links — cada vez rareia mais.
Ver alguém tomar a decisão de parar exatamente por esse motivo acaba fazendo pensar.
Os gif animados estão para o YouTube assim como o Twitter está para os blogues.
Imagens resumidas ao essencialmente necessário.
O UFC tenta tirar todos os vídeos de rede, mas o KO de Anderson Silva em Forrest Griffin semana passada circula no formato gif animado.
Sleeveface
François Macré - “Thriller” (64 tracks acappella version)
Mistabishi - “Printer Jam”
Esses e outros vídeos fazem parte da lista de favoritos da gerente de comunidades de música do YouTube, Michele Flannery, compilados a pedido da Wired.
A BBC está produzindo um documentário colaborativo celebrando os 20 anos da web. “Digital Revolution” terá a participação direta do público, que pode oferecer suas contribuições através de uma página no YouTube e particpar pelo blogue do projeto.
Tentei algo parecido uns quatro anos atrás, um doc sobre música online chamado “Dot Music” em que os próprios entrevistados (a lista de músicos e especialistas era grande, com gente de todo mundo) enviaram seus vídeos e o filme aconteceria inteiramente através de interações on line.
Em 2007 e em 2009 também tentei algo assim no Coachella, um doc coletivo sobre o evento.
Ambas as tentativas falharam. Talvez se eu me chamasse BBC…
Via @carmattos.
Só que o grande problema
De uma rede social
É fical igual Orkut
Odeio inclusão digital
Parte da letra do “Funk do Twitter”, obra do @douguod.
Achou ruim? Ouve então o “Gatinha Twitteira” pra você ver só…
Com um atraso de três meses, esse sábado foi exibido por aqui o episódio do Saturday Night Live com a participação do Phoenix mostrando músicas do excelente “Wolfgang Amadeus Phoenix”, presença certa na lista de melhores de 2009.
Não dá pra entender a demora. O Daily Show Global Edition não sofre com isso (até porque seria inviável um programa jornalístico passar com tanto atraso). Ou seja, possível é.
Os anúncios de TV a cabo tentam vender qualidade de imagem, quando estão apanhando da internet é justamente pela agilidade, mesmo com as terríveis compressões dos arquivos digitais.
Se experimentassem exibir Lost, SNL e outros seriados colado nas datas de exibição originais talvez tivessem uma surpresa em relação ao aumento no número de potenciais assinantes.
Voltando a Phoenix, a exibição foi tão perfeita tecnicamente que surgiram até boatos de playback. Quem esteve no show deles no Nokia Trends, em São Paulo (taí um show que perdi porque estava FORA, hahaha!), considerado por quem viu como um dos melhores de 2007, não deve ter ficado surpreso.
Enquanto isso, fico olhando desconsolado para o ingresso do Phoenix com abertura do Passion Pit no Central Park que ficará pra sempre no meu bolso…
Restam os vídeos da apresentação no SNL, onde tocaram três músicas em vez das usuais duas. Outros artistas que tiveram o mesmo privilégio foram Paul McCartney e U2.
“Too Young” (do disco “United”)
Semana passada, para surpresa de alguns, o Pirate Bay foi vendido para uma empresa sueca por 7,7 milhões de dólares, uma bela soma para um saite dito altruísta.
O choque se dá pelo fato do saite, sinônimo de troca de arquivos utilizando o protocolo bit torrent, pregar, muitas vezes de maneira infantil, contra quem lucra com a venda de conteúdo de entretenimento.
A discussão sobre verdadeiras motivações do Pirate Bay já vinha esquentando. Se até um partido político foi fundado para defender a filosofia da livre troca de arquivos foi feito, o fato do saite lucrar com a venda de anúncios já gerava desconfiança, por ser no mínimo incoerente com seu discurso.
Questões parecidas atormentam o YouTube. Criado para hospedar conteúdo gerado pelo usuário, o que realmente gera acesso são vídeos ripados de programas de TV, clipes, músicas e filmes protegidos por direito autoral e disponibilizados no saite sem compensação financeira para os autores.
Não apenas as sociedades arrecadadoras de direitos autorias não concordam com os valores de pagamento propostos pelo YouTube, como também não está claramente definido os direitos e compensações sobre o uso de conteúdo inédito gerado pelos usuários.
A polêmica sobre quem paga essa conta é uma das principais discussões do setor. Fala-se muito sobre como a troca de arquivos é uma excelente forma de divulgação, de maneiras com as quais saites podem monetizar a rede que criaram e até como compensar os usuários que fazem os arquivos girarem.
Fala-se pouco sobre quem vai pagar a conta da produção dos conteúdos disponibilizados. Fala-se menos ainda sobre uma questão mais espinhosa: e quem não quiser fazer parte disso, por não enxergar essas trocas gratuitas como algo vantajoso?
Ao menos em teoria, deveria caber aos criadores de cada obra a decisão sobre a maneira como a quer ver circulando. Embora existam muitos artistas (músicos e cineastas) que espontânemente disponibilizam suas obras gratuitamente, porém, tudo indica, o que circula forte nas redes são conteúdos protegidos.
Agora que os novos donos do Pirabe Bay começam a apresentar o plano de negócios, totalmente baseado na comunidade construída no saite, fica a sensação de que os usuários eram na realidade ativos de uma empresa.
Mais do que isso, mesmo para quem não é contra a troca dos arquivos, fica agora um gosto amargo. Falo de cadeira, pois tenho vários filmes que produzi e dirigi espalhados por bit torrents, sem ver maiores problemas nisso.
Entretanto, uma coisa é ver o seu trabalho distribuído livremente, chegando a milhares de pessoas gratuitamente. Outra, totalmetne diferente, é ver gente lucrando bastante com isso.
No Brasil o fim da exigência do diploma de jornalismo continua gerando discussão boba. O diploma (sim, eu tenho) nunca foi de jornalismo, e sim de “Comunicação Social com ênfase em jornalismo”. De qualquer maneira, o ensino superior é sim um diferencial positivo, na área que for.
Enquanto isso, o YouTube lançou um canal com dicas e orientações de como praticar jornalismo na era digital. Chamado Reporter’s Center, os diversos vídeos encontrados por lá são disponibilizados por profissionais do ramo, da antiga e nova geração.
Os tutoriais da Current TV são outra boa fonte de informação técnica a respeito do tema.

Foto tungada do sensacional
Tá Preocupado Comigo?
A notícia estourou no Twitter e agora está se espalhando pelos jornais. Michael Jackson teve uma parada cardíaca, as vésperas de estreiar uma tempoada de 50 shows em Londres.
Enquanto o saite de fofocas TMZ já noticiou a morte do astro, o NYT levou mais de dez minutos pra informar sobre a hospitalização.
Nesse momento, entre os grandes grupos de comunicação, o LA Times é o mais rápido e já avisa que o Rei do Pop está em coma. Guardian, CNN, O Globo e Folha informam que está hospitalizado.
Acompanhar a evolução das notícias em tempo real é assistir a um estudo de caso de novas mídias.
Será interessante daqui algumas horas ver se os mais rápidos estão também certos, ou se apuração tradicional, lenta e responsável, vai se fazer valer.
A pressa em digitar era tanta que assim que a notícia vazou, MichEAL Jackson (escrito errado mesmo, com as vogais i nvertidas) se tornou um trending topic, o ranking de assuntos mais comentados do Twitter, atualizado segundo a segundo.
A cobertura continua no Twitter do URBe (dá pra ler sem se cadastrar), vou atualizando por lá.
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ATUALIZAÇÃO:
Por volta das 18h30 começarem a circular no Twitter a notícia da morte de MJ e levou pouco mais de 15 minutos até ser confirmada no TMZ.
O LA Times foi o primeiro dos grandes veículos monitorados durante essa pesquisa a dar a notícia, minutos depois — enquanto NYT e CNN falavam em coma e Guardian, Folha e O Globo em hospitalização.
Alguns grandes jornais demoraram até 40 minutos para fazer o mesmo. A CNN foi a última, ainda assim se resguardando até 20h25 com a adendo “não confirmado pela equipe”.
As 19h40, quando a notícia era confirmada por diversos grandes veículos o Twitter entrou em colapso com a quantidade de acessos e baleiou, como dizem os usuários. O aumento de tráfego foi sentido em toda rede.
O Guardian também analisou do furo do TMZ e o Tiago Doria conta um pouco da história do saite.
“Us Now” é um documentário sobre as redes sociais online, suas ferramentas e importância no mundo real.
O vídeo promocional da campanha européia pró-compartilhamento de arquivos vem em momento apropriado, agora que o partido sueco Pirate Bay elegeu seu primeiro representante para o Parlamento Europeu.
Via Trabalho Sujo.

Índia
foto originalmente publicada aqui

Obama Trek
foto original tirada daqui

Mad Professor
foto “original” tirada daqui (trata-se da contra-capa do disco “Dub Me Crazy pt. 5″)
Criado por Michael Paul Young, do You Work For Them, o bacana Buamai é mais uma comunidade fotográfica experimentando com o cruzamento e curadoria de conteúdo encontrado outros saites, como o FFFFound ou o Dropular.
O legal aqui são as ferramentas desenvolvidas, explorando os tags das fotos. Clicando em adlib, por exemplo, o saite tenta montar com imagens a frase escrita por você. Como está no começo, pede-se para que as frases sejam em inglês básico, como “I was running uphill” acima.
Como pode se notar, ainda tá faltando muita coisa. O “was” e o “uphill” são automaticamente substituídos por cartelas, devido ao sistema não encontrar no banco de dados uma imagem com nenhum desses tags.
Um dos principais entraves para o desenvolvimento de um arquivo abrangente o suficiente é o fato do saite ter curadoria fechada. Somente um grupo selecionado pelos editores pode postar e taguear as imagens.

Dub Echoes
Outra experiência interessante é o Infinite Monkey Comics, onde você digita um termo e o saite combina uma entrada do twitter e uma foto do Flickr para criar uma tirinha de três quadradinhos.
“I Get Ideas (When We Are Dancing)”, Louis Armstrong Cover
Com muito menos visitas (ainda), Danielle Ate the Sandwich vai pelo mesmo caminho da Julia Nunes. Assista os vídeos e depois ouça apenas as músicas para você ver a diferença que faz.
Corram coolhunters! O ukulele se firma como a tendência do momento.
A dica foi deixada nos comentários na parte 1 desse texto.
“The Forecast” (Original)
“All My Loving”, The Beatles
A americana Julia Nunes produz versões de músicas conhecidas tocando um ukulele, gravando e editando várias tomadas no próprio computador do quarto para construir o arranjo e fazendo uma gracinha visual aqui e ali.
Com esse formato simples e alguma sinceridade, conseguiu se destacar no mundaréu do YouTube, com alguns de seus vídeos passando de 1 milhão de visitas
A menina enxergou direitinho que, hoje em dia, o formato é tão importante quanto o conteúdo.
“Build Me Up, Buttercup”
Desde que me fixei num Mac que não entro no MSN. Como o programa não roda direito por aqui, deixei pra lá. O que foi até bom, já que perdia muito tempo de papo furado.
Esses dias fui apresenatado ao Adium e com isso consegui me conectar novametne ao MSN. Foi como entrar num túnel do tempo. Os contatos são tão antigos, vi gente que não falava há muito tempo.
É como se estivesse viajando há anos e tivesse do nada pintado num bar e encontrado uma galera que não via faz tempo. Sei lá porque motivo, muitas vezes os conhecidos que estão adicionados numa ferramenta não estão em outras e assim acaba-se perdendo o contato mesmo.
O mais engraçado foi ter sido atacado por um bot, me adiconando e puxando um papo pesado, chamando pra webcam, oferecendo links. Não tinha visto isso ainda.
Ri pacarái, porque não importava a resposta que eu desse (”maluco!”, “vaza!”, “vápáporra!”), o robô ia movendo a conversa adiante. Muito doente o negócio. E um perigo para os carentes.
Normalmente reluto para entrar em redes sociais (e no fim entro em todas), pra fugir da fofocada que acaba rolando por ali. Então evito botar foto ou muita info. Mas gosto de entrar, pra sacar o que está acontecendo e como estão utilizando a ferramenta.
Esses cantos virtuais funcionam mesmo como ponto de encontro real mesmo. E como é no mundo real, tem os lugares da moda. Já foi ICQ, o MSN continua, teve Orkut e agora está havendo uma migração em massa para o Facebook.
Falei do saite em 2007, chamando de “Orkut dos gringos”, que era o que era na época, tomando o lugar do MySpace. De uns meses pra cá o Facebook entrou na moda por aqui também, é uma franquia transnacional.
Agora está entupindo de besteiras, de spam de divulgação, de novos amigos que você não conhecia. Daqui a pouco rola outra migração, perpetuando o repetitivo ciclo das redes sociais online.

Fazia bastante tempo que não chegava tão atrasado num assunto internet. Só soube dessa Felina ontem.
Se essa mulher consegue fazer uma parada dessas lá fora, tá milionária. Presa, mais rica. Tirando a escrotidão envolvida, o fato dela ter conseguido fazer uma parada dessas é bizarro.
E tome mais viral. Esse ao menos é sarcástico.
Via Mini.
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