OEsquema

Arquivo: cultura digital

Toca-discos virtual

Depois de migrarem dos vinis para CDs para laptops, os DJs devem estar novamente de mudança, dessa vez de interface.

Se liga no toca-discos digital ATTIGO, funcionando com touchscreen. Não se anime muito, ainda é um protótipo.

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Acústico MEME

“Chocolate rain”, “Jizz in my pants”, “Numa Numa“, “Never gonna give you up”, “Leave Britney alone”, “Daft Hands”. 32 hits, muitos deles surgidos ou repaginados na rede, enfileirados no formato voz e violão.

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Spectrial

Uma das principais coberturas do Spectrial tem sido feita utilizando o Bambuser como canal. Trata-se simplesmente de um saite que transmite vídeos filmados em celulares ao vivo.

Lembro no início dos anos 2000 quando parecia uma visão muito futurista pensar que alguém fosse poder enviar uma foto, de imediato, em vez de explicar se a praia estava cheia ou como estava o mar.

Se você não sabe o que é o Spectrial, deveria saber, pelo simples fato de você estar lendo essas linhas numa tela.

Spectrial é o nome dado ao saite de cobertura do julgamento do caso contra o Pirate Bay, na Suécia, criado por eles próprios. Um marco da era digital.

O mundo todo está acompanhando. De revistas especiliazadas como a Wired ao brasileiro Rraurl (que tem feito um bom resumo), passando pela grande mídia.

Terminada as apresentações, o resultado é esperado para até o dia 17 de abril. O veredito definirá o futuro online.

Explicando (e resumindo BASTANTE) o embate jurídico entre o Pirate Bay e os grandes detentores de direito autoral:

- O Pirate Bay é o mais conhecido indexador de bit torrents da rede.

- O protocolo Bit Torrent é um formato de troca de arquivos digitais em que não há um servidor central. Os arquivos ficam hospedados nas máquinas de cada usuário. Além disso, sao fragmentados, de modo que ninguém baixa um arquivo inteiro de outra pessoa, mas sim pedaços separados de diversos lugares, qeu são automaticamente montados na máquinas de quem baixa.

-  Os advogados representando as grandes gravadoras e estúdios querem o saite fora do ar por quebra de direito autoral.

- Como nenhum arquivo fica armazenado nos seus servidores centrais, o Pirate Bay alega que não é responsável pelo o que seus usuários enviam ou recebem. E portanto não deve ser fechado. Além do que, na Suécia, a troca de arquivos não é ilegal.

- O resultado do julgamento é importante, pois definirá o nível de liberdade que se pode ter online. Se o Pirate Bay for condenado, descerá uma pesada cortina descerá sobre a rede.

- Se for inocentado (e tudo aponta para isso), criará uma jurisprudência que determina que, se os tráfego dos arquivos continua sendo ilegal, ao menos os caminhos por onde esses dados circulam estão livres para simplesmente existir.

É importante lembrar que nem tudo o que circula por essas redes é ilegal ou protegido por direito autoral. Muita coisa é disponibilizada por seus próprios criadores. Ainda que possa ser a menor parte do tráfego, não parece justo fechar a porta devido ao uso indevido de outros.

Some-se a isso o fato de que o caminho é sem volta. O Pirate Bay não está sozinho, existem inúmeras redes similares, e outras tantas surgirão. É um processo irrefreável, cabe ao mercado se adaptar aos novos tempos.

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“URBe convidou”


“Oba, info!” e a citação ao URBe e ao Sujo

Recebi um e-mail do Felipe Schuery, vocalista da extinta Lasciva Lula, agora morando em Londres:

Fala, Bruno, beleza?

“Você levantou a bola da “Geração do meio”, o Mini mandou o ótimo “Os limites da cultura digital” e… o Matias sempre tá no assunto, rs.

“Eu fiquei quatro anos fazendo um disco sobre as sequelas, os prazeres e as angústias da vida digital, de se consumir qualquer informação de forma cada vez mais acelerada, e finalmente consegui terminar e colocar na rede… na mesma semana que vocês abordam o troço de forma tão forte.

“Spams, torpedos, ringtones, portais de notícia, URBe e Trabalho Sujo foram influências comparáveis às musicais. É uma gravação caseirona, mas tá lá. Seis músicas e infos lá no e
o disco todo aqui.”

Pra baixar “Data Crônica”, você já sabe, é só clicar.

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Tuítar

Se você  não sabe exatamente o que seja ou para que serve o Twitter, não se preocupe, você não está sozinho. E não faltam vídeos explicativos sobre o tema.

O http://twitter.com/URBe foi criado no ano passado, porém sem uso. Não tinha ainda entendido ainda exatamente para quê ou como utilizá-lo, até o Matias dar uma luz no assunto.

Funcionando como um micro-blog, que as pessoas atualizam com frases curtas, a ferramenta é comumente associada a futilidade devido a quantidade de “estou no aeroporto” ou “acabei de almoçar” que pipocam no serviço. Como toda ferramenta da web, tudo depende do uso que se dá.

A princípio o do URBe será utilizado para divulgar links e aboradar assuntos que não rendem um texto para o saite (ou quando não há tempo). Isso deve dar uma desafogada no volume de atualizações diárias, para alegria de uns e tristeza dos outros.

Em breve as atualizações do Twitter do URBe aparecerão na coluna a direita e você também pode acompanhar direto na página, já que não precisa se cadastrar ou fazer parte da rede para ler as notícias.

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A geração do meio


O horizonte é digital e, por agora, essa é a única certeza
foto: _ares_

Espremido entre duas eras — a passada e a que se desenha — os que hoje tem aproximadamente entre 20 e 30 anos são os que mais sofrem com a transição do formato analógico para o digital. Tateando o mundo novo, a geração do meio paga o preço de viver num tempo de inovações, correndo o risco de ser resumida a um elo entre duas épocas prósperas.

O leque é amplo, mas provavelmente afeta mais aqueles que trabalham na área de cultura/informação/tecnologia. Não à toa, o embate analógico vs digital ocupa tanto espaço no imaginário desses indivíduos .

Os que trabalharam na indústria fonográfica até um pouco além da metade dos anos 90, sentiram na pele (e ainda sentem) o baque dessa transformações. Nos nem tão distantes tempos pré-digitalização, disco era um negócio que dava dinheiro. Muito. Com as mudanças impostas pela novas mídias esse mercado encolheu, e hoje definha.

Uma coisa, porém, é um fato: bastante gente acima dos 40, de artistas a executivos e lojistas, costurou seu pé de meia nos tempos de fartura. Não se trata de uma “crise” de formatos. O que se atravessa é uma crise de continuidade, de perpetuação, da insistência por um modelo com o qual se está acostumados.

O futuro é digital, não adianta espernear. O que começou com os discos, hoje atinge a indústria do cinema, os grandes jornais, os produtores de software, enfim, se alastrou. Não há dúvida de que, em termos objetivos, essas mudanças são para o melhor.

Mais pessoas tendo condições de produzir e distribuir seu trabalho é bom para quem cria. A facilidade de acesso a esses trabalhos é bom para quem consome. O encontro dessas duas pontas, faz com que o trabalho encontre mais púbico, sem (ou com menos) intermediários, o que é bom para ambos.

Muito do que é distribuído on line voluntariamente por seus criadores tem em vista os chamados ganhos laterais. Espera-se que com a exposição surjam outras oportunidades. Para os músicos pode ser mais shows; para os jornalistas, convites para escrever em grandes publicações; para os cineastas, novos trabalhos; e assim segue.

Hoje há quem resista aos torrents, esmurrando a ponta da faca e tentando impedir a troca de arquivos. Isso não vai acontecer. O que ocorrerá, muito em breve, é justo o contrário.

Tanto os grandes conglomerados de mídia quanto os independentes brigarão por um lugar nesses espaços, simplesmente porque é ali que as pessoas estão indo buscar entretenimento. Será difícil se destacar. Estar presente no catálogo de um ripador de filmes (o sujeito que digitaliza e disponibiliza o filme on line) como o  aXXo, um dos mais respeitados e seguidos no meio (segundo me disse o Mateus), será indispensável.

A grande falha desse sistema é que ele ainda não se definiu como um formato de negócios. Se no futuro o ripador puder até vir a ser pago pelos estúdios para hospedar e distribuir seus filmes e o público tiver livre acesso ao conteúdo (o que, de fato, já tem), quem paga a conta? Porque o filme (ou o disco, o livro, fotografia, etc) continuará tendo custos para ser produzido, isso não muda.

Para estúdio de Hollywood, com dinheiro em caixa, esse modelo até pode ser viável num primeiro momento. Para os independentes, nem tanto, visto que o investimento para entrar no mercado é muito alto e nem sempre os ganhos laterais são palpáveis. Um filme, por exemplo, não tem a opção de se apresentar ao vivo.

Sendo assim, corre-se o risco de se replicar as falhas do modelo anterior, onde só quem tinha recursos financeiros próprios (ou acesso a eles) podia produzir. Seria um retrocesso. Outras opção seria essas atividades culturais tornarem-se hobbies, um tanto incerto se isso seria algo positivo ou negativo.

As primeiras respostas para essas questões normalmente passam pela publicidade, anúncios e patrocínios. É um pensamento imediatista, que faz sentido num primeiro momento. Porém, torna toda a cadeia dependente de uma única fonte de recursos, que logicamente é limitado.

O ideal, claro, seria que os consumidores pagassem diretamente aos criadores, mas isso não parece realista. Mesmo porque, devido a facilidade de acesso, por menor que fosse a quantia a ser paga, a quantidade de produtos que se consome aumentou muito, tornando inviável equilibrar essa conta. Seria ingênuo imaginar que o consumidor estará disposto a aumentar os seus gastos ou que consumirá menos para se adequar.

A solução chegará, é inevitável. O problema é para quem vive entre esses dois momentos, o passado e o futuro. São pessoas que não usufruíram dos benefícios do velho modelo e que agora esperam resistir até um novo formato de negócio se estabelecer.

É a geração do meio, a generation in between pra intercionalizar, cujo símbolo bem poderia ser o CD, uma mídia transitória, que provocou modificações tão grandes que terminaram por decretar seu próprio fim. É uma ambiguidade sem tamanho viver numa época de tantas mudanças positivas, onde coisas antes inimagináveis hoje são possíveis e, ainda assim, não enxergar perspectivas concretas.

Enquanto as resposta não vem, batuco textos nesse saite, produzo filmes de maneira independente. É tudo uma enorme aposta, onde os ganhos podem ser tão grandes quanto o prejuízo. Dedos cruzados.

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Casa de ferreiro…

Faltando apenas algumas semanas para a votação de uma lei contra o compartilhamento de arquivos on line na França, apresentada pelo partido do presidente francês UMP, Nicolas Sarkozy, surge a notícia que o próprio partido de centro-direita utilizou um música do MGMT em suas campanhas e saite sem pedir autorização e sem pagar.

Belo de um FAIL.

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O poder dos blogues

Utilizando o caso da brasileira supostamente atacada por extremistas na Suíca como ponto de partida, o Blog de Guerrilha faz uma boa análise da crescente importância dos blogues na mídia nacional:

“Blog tem força para influenciar a mídia, não as conversas no cabelereiro. Se você quer chegar no povão semeando algo em blogs, mire na mídia. Uma coisa que “está bombando na blogosfera” muito provavelmente está sendo ignorada nas ruas. Quem acredita nisso está assumindo que é o centro do universo, quando na verdade nós é que estamos na periferia. O “centro do universo” ainda é o Jornal Nacional.”

E conclui:

“O poder de um blog não está em quantos visitam, mas sim em quem visita”. É impressionante ver como a turma de “social media” [das agências de publicidade] adora replicar esta frase de efeito (muitas vezes para justificar para um anunciante porque aquela citação num blog de 200 vistas/dia é “legal”), mas na prática ignora isso, quase sempre propondo ações que em vez de seduzir o blogueiro pelo benefício de reputação acabam se revelando latões de lixo para jogar a sua credibilidade fora.”

Uma mudança está em curso e boa parte da mídia impressa resiste. Com a transição de formatos em mente, Pedro Doria escreveu sobre as tranformações que estão ocorrendo no jornalismo:

“A IDEO fez um estudo para o Detroit Free Press, o jornal em piores condições do grupo. Sua primeira conclusão explica tudo: aqui nos EUA, os leitores com menos de 40 anos não lêem jornais.”

Já a revista Época fala da descoberta dos blogues pelo meio publicitário:

“Se os blogs se tornaram tão populares e influentes, quanto tempo levaria até que as agências de publicidade percebessem seu poder de comunicação? O mesmo vem acontecendo com as comunidades em redes sociais, como Orkut e Facebook, e os fóruns de discussão. Essa tendência é ao mesmo tempo um estímulo e uma ameaça aos blogs. É um estímulo porque a publicidade ajuda os blogueiros a se financiar. E, portanto, investir em seus blogs para torná-los melhores. Mas é também uma ameaça. Os blogs carregam uma aura de mídia alternativa, independente, revolucionária. E os posts pagos podem levar os internautas a duvidar da veracidade das opiniões dos blogueiros – que é, na maioria das vezes, seu maior capital.”

Fontes: Dani > Mason > Felipe.

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Rádioi wi-fi

O Revo Pico é um rádio wi-fi, para “sintonizar” as cerca de 11 mil estações transmitidas online. De quebra, ainda pega FM.

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Mashup doc

Tendo Girl Talk como fio condutor e entrevistas com Lawrence Lessig, Gilberto Gil, entre outros, “Rip: Remix Manifesto” é um documentário sobre a cultura mashup. Tava demorando. Pelo o que dea pra ver no trailer, o diretor Brett Gaylor se apropriou da filosofia corta-e-cola na linguagem do filme.

Agora presta bem atenção na trilha utilizada na parte final do trailer: o sample de “Bittersweet simphony” sobre um batidão de funk é muito parecido com o que é feito na faixa “Sensual roll”, do disco de mashups “Big Forbidden Dance”, do João Brasil.

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João Brasil entrevista sua fã


Fã-clipe de “Don’t go to Australia”

Invertendo o fluxo natural desse tipo de coisa, João Brasil entrevistou a baiana Ana Carol, sua fã número um e fundadora do fã-clube no Orkut:

Como vc ficou me conhecendo? O que mais te surprende em mim?

ahh..fiquei te conhecendo como a maioria das pessoas te conheceram…pela boa e velha MTV :) mas acho que foi destino, porque eu quase nunca assisto os programas… ah não ser o lab que só passa clipe… especialmente o mucho macho que passava na época…eu d-e-t-e-s-t-a-v-a!! mas como eu sempre gostei do mion, certa vez eu me forcei a assistir, sabe lá deus porque, e foi justo no dia em que tocou pela primeira vez a sua música… daí quando eu ouvi eu pirei…acho que eu liguei pras meninas na hora pra contar pra elas que eu tinha acabado de ouvir uma música que era nossa cara hahahaha o que mais me surpreende em você é a sua humildade (como pessoa)…como músico, eu adoro seu jeito de escrever , sua habilidade e conhecimento profundo de música…

Mais artistas poderiam fazer isso. Não dá pra imaginar o que eles gostariam de saber sobre quem escuta seu som.

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Freak

Pra quem acha considera a série Grand Theft Auto o video game mais violento e politicamente incorreto de todos os tempos, veja essa. A Amazon.com está sofrendo pressões por ter colocado a venda o jogo japonês “Rapelay”, simplesmente um simulador de estupro. Quanto mau gosto.

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Viagem

A agência de viagens sergipana Soraya Resende, especializada em Disney, encontrou uma maneira interessante de utilizar a internet.

Como diferencial, ao longo da viagem dos adolescentes, o saite da agência é abastecido diariamente com vídeos, possibilitando aos pais acompanhar as féria a distância, e aos filhos uma chance de mandar recados.

A idéia deu tão certo, que a TV interna já tem anunciantes e parcerias com cartões de crédito e cursos de inglês.

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Apps

Desenvolver aplicativos para o iPhone tá dando dinheiro. Bastante.

Via Dimáquina.

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Mapas

Vazou a lista com os nomes das pessoas que ajudaram a finaciar a Proposition 8, polêmica lei, aprovada nas últimas eleições, alterando a constiuição da Califórnia e novamente proibindo o casamento gay no Estado.

De posse dos dados, um grupo utilizou o Google Maps para fazer um saite entrengado a localização (além de nome e profissão) de todos os doadores da campanha a favor da lei. A tecnologia (não o uso feito dela) é a primeira a ser a atacada.

Com isso, abriu-se uma discussão sobre direito a privacidade das escolhas e a necessidade de se assumir suas posições. Ironicamente, os autores do saite permancecem anônimos.

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Lançamento

Aproveitando o lançamento de um novo produto da Sony que será lançado no mercado, o The Onion fez uma matéria especialmente para exacerbar a frustração do consumidor com a velocidade com que os eletrônicos se tornam obsoletos atualmente.

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Leitura digital

Lembra dos teus discos? É, aquele monte de caixinha que fica parada na prateleira enquanto você ouve música no iPod ou no computador. Pois bem, eles vão ganhar companhia: os livros.

Lançado essa semana, em sua segunda versão o livro digital da Amazon, o Kindle, fica cada vez melhor e ameaça o reinado dos impressos, a última fronteira.

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João Gilberto, repercussão, blogues e créditos


Folha: chamada na capa

O vazamento das demos de João Gilberto na rede continua a se espalhar e, de quebra, vai se tornando um importante marco, simbolizando algumas mudanças que a cultura digital vem impondo a imprensa.

Agora foi a Folha de S.Paulo que fez matéria (de Luiz Fernando Vianna) e um box (da Bruna Bittencourt) dando os devidos créditos e links para os blogues diretamente envolvidos no assunto: Toque Musical (que foi retirado do ar) e Vitrola e também para o Trabalho Sujo.

Coisa que o programa Metrópolis, da TV Cultura, inexplicavelmente não fez, preferindo utilizar o termo “blogosfera” e chegando ao cúmulo de cortar os cabeçalhos dos saites nas imagens utilizadas na reportagem.

No mundo virtual, creditar fontes é algo trivial, até porque seria difícil disfarçar a origem das informações. Atrasado, como tudo por aqui, os blogues começam a seriamente pautar a grande mídia. Já vem acontecendo há um tempo e é um movimento que ganha força. Um caminho sem volta, pode anotar.

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Tuíter

Pra quem ainda não entendeu, m vídeo explicando exatamente o que é o Twitter (em inglês). Só não fala do tamanho do estrago que ser linkado na ferramenta faz as visitas de um saite. O troço dispara de uma maneira assustadora.

Pescado no Mundo em Posts.

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Choque de gerações


foto: O Globo

“O CD tem uma coisa que eu não gosto: ele tira sons que não são música pura. Então aquele negócio do passar o dedo na corda do violão, como é que eu vou ouvir um grande violonista sem aquele som? Não é a mesma coisa, é um negócio eletrônico, frio, não é a mesma coisa, eu não gosto.” (grifo meu)

Desconsiderando as conhecidas diferenças de qualidade entre o vinil e o CD, o trecho acima resume bem o discurso de João Carlos Muller, consultor jurídico da Associação Brasileira dos Produtores de Disco, função que desempenha há mais de 40 anos, falando sobre a lei brasileira e da disputa com o Creative Commons.

O CC respondeu.

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Mondo Bizarro 12: promoção

Foto de um cartaz tirada em São Luis do Maranhão e enviada pelo meu cunhado.

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“Internet, videocassete”


History of the Internet from PICOL on Vimeo.

A história da criação da internet contada através de uma animação meio boba.

Via Matias.

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Vire a página


People are strange from Denis Fongue on Vimeo.

Um clipe não-oficial (e alguém ainda liga pro que é ou não é oficial?) de “People are strange”, do The Doors. Simples, criativo, barato e funcional. Belezura.

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Junta

A versão web 2.0 de “We are the world”. Coisorrososa. E faz parte de um documentário.

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Juntos

A web 2.0 encontra “We are the world”. Coisorrorosa. Pior é pensar que isso é parte de um documentário.

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