12 de dezembro de 2011 às 12h14
Ponto a ponto
Um desenho composto de 3,2 milhões de pontos.
Um desenho composto de 3,2 milhões de pontos.
Deixa que o artista explica, exatamente como no e-mail que enviou com o link para os desenhos:
“A partir de uma pesquisa sobre as histórias e representações das divindades da cultura dos Orixás, foram selecionados seis orixás e buscou-se uma representação imagética que pudesse contar a história e a simbologia destas divindades. O interessante do trabalho é a utilização de um material bem contemporâneo, a caneta Bic e a finalização em programas gráficos. Mesmo assim, o efeito se mantém rudimentar e manual, tentativa de falar de um assunto que está relacionado as raízes, aos mitos brasileiros.”
Mais desenhos podem ser vistos em ambas versões: feitos com caneta Bic e finalizados no Photoshop, no Flickr do autor, Thiago Sak.



Bela exposição essa do Moebius na Fondation Cartier Pour L’art Contemporain, em Paris. Fica em cartaz até março, se alguém tiver a sorte de passar pela Cidade Luz. Mais fotos e infos aqui.
Autor do “Malvados”, André Dahmer, está fazendo na munheca as 600 capas do seu primeiro livro de poemas, pinturas e fotografias, “Ninguém Muda Ninguém”. O lançamento será dia 10 de novembro, no Boteco Salvação, Rio.

Philip Glass

David Byrne

Annie Leibovitz
Primeiro o italiano Matteo Pericoli desenhou todo o horizonte de prédios de Nova York, publicados no livro “Manhattan Unfurled”. Deu tão certo que literalmente abriu as portas para seu segundo projeto na cidade. No livro “The City Out My Window: 63 Views on New York”, Matteo rabiscou a vista da janela de alguns moradores famosos de NY. No momento ele está concentrado no registro de Londres.
Veja se você não reconhe o traço do sujeito de algum outro lugar:

Utilizando apenas lapiseiras 0.5, sem apelar pra borracha, Paul Lung investe 60 horas para criar cada um desses desenhos. Dizem que normalmente as pessoas duvidam e Jung tem que enviar vídeos para comprovar sua técnica (não encontrei nenhum no YouTube, vale dizer). Tem mais no Beautiful Life.
Via @Nilda.
Dia desses o Sandro Menezes, que também faz o Baile Curinga, mandou o link de uma animação em stop motion na qual ele trabalhou. Logo depois ele enviou as infos de um outro projeto do qual também está participando, “Tromba Trem”.
O desenho animado é um dos finalistas do Anima TV, projeto da TV Cultura voltado para o desenvolvimento de animações infantis brasileiras. Os finalistas receberam uma verba para realizar os pilotos que foram exibidos na programação do canal.
Agora, os dois projetos mais bem votados pelo público receberão a encomenda de continuidade da série. O piloto foi citado no blogue de animação Cartoon Brew e a molecada também gostou do que viu. Assista os piloto do “Tromba Trem” e dos outros concorrentes na íntegra e vote no seu favorito saite da Anima TV.
A galeria Giant Robot, em Los Angeles, organiza pelo quarto ano seguido a exposição “Post-It Show”, reunindo ilustrações de diversos artistas rabiscadas nas diminutas folhas do bloquinho.
Todas obras estão a venda, por U$20 cada. É tirar da parede e levar pra casa. Que idéia boa.
Via Viceland, lá tem várias outras imagens.
Um dos favoritos da casa, o cartunista Allan Sieber está lançando mais um livro, “É tudo mais ou menos verdade”, uma coletânea das reportagens em quadrinhos que ele fez parar diversos veículos (Trip, Playboy, etc).
É uma alegria ver a acidez do humor do Allan — normalmente direcionada a ele próprio em tirinhas auto-biográficas ou referenciais — aplicada no mundo real, como em sua visita ao Camarote da Brahma ou ao Fashion Rio.
Tem uma entrevista bacana com o autor sobre o livro no Gibizada.
Convidador por uma agência de publicidade, o ilustrador Harry Malt interpretou o dia-a-dia da empresa e deu sua leitura particular do ambiente em forma de desenhos.



A dica com o link para as fotos desse caderno de anotações foi deixada pela própria autora, Luiza Crosman, nos comentários da foto com a lista de “verdadeirimos”.





Todo dia tem uma trivia muito bem ilustrada no Learn Something Everyday. Simples, bonito e funcional, perfeito o saite.
Cultura digital, música, urbanidades, documentários e jornalismo. Não foi exatamente assim que começou, lá em 2003, e ainda deve mudar muito. A graça é essa.
Documentarista, jornalista, carioca, boto som mas não sou DJ e provavelmente passo tempo demais online.
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falaurbe [@] gmail.com
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