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Arquivo: digitaldubs

Hoje tem: Digitaldubs no Vidigal

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Digitaldubs, “Digitaldubs apresenta YT” (mixtape)

O seletor MPC, do Digitaldubs, fala sobre essa mixtape recheada de jingles, dubplates e sons exclusivos:

“Um dos melhores MCs da Inglaterra, YT (pronuncia-se “uai-tí” – um trocadilho com a palavra white – branco em inglês) vem à anos mostrando sua versatilidade, tanto em sua carreira solo, como nas colaborações com Zion Train, Mungo’s Hi Fi, Iration Steppas, entre outros.

“Indo do dancehall ao dub, passando pelo new roots, seu vocal sempre impressiona e suas letras se destacam pelo conteúdo e forma. O lendário DJ e radialista David Rodigan se refere à YT como “um comentarista social original e inspirador”.

“YT esteve no Brasil em 2007 fazendo turnê como vocalista do Zion Train. Em setembro ele volta ao Brasil pra mostrar seu trabalho solo acompanhado pelo Digitaldubs.”

Mais infos sobre YT no blogue do MPC, Roots & Future.

mixtape DIGITALDUBS apresenta YT by digitaldubs-tapes

01- “Saved my life” (Peackings)
02- “Tribute to Smile Culture ft Mr Williamz” (promo)
03-”Wicked act” (Digitaldubs dubplate version)
04- “Heat seeking camera” (Necessary Mayhem)
05- “Born inna babylon” (Sativa Records)
06- “Hustler” (Sativa Records)
07- “Foward to life” (Necessary Mayhem)
08- “Precious diamond” (unreleased Mungos Hi-Fi production)
09- “Real music” (Necessary Mayhem)
10- “Champion sound” (Digitaldubs dubplate version)
11- “Write some lyrics” (Necessary Mayhem)
12- “World news” (Digitaldubs dubplate exclusive)

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Digitaldubs, “Selvagem” (Paralamas do Sucesso)

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Twilight Circus Dub Sound System no Rio (entrevista)

O Twilight Circus Sound System e seu picadeiro de um homem só, o canadense Ryan Moore, toca no Circo Voador no dia 22 (sábado), com o lendário toaster jamaicano Eek-A-Mouse, Sozales Dub, Cidade Verde e os anfitriões do Digitaldubs.

MPC, do DD, conversou com Ryan e mandou o papo para ser publicado no URBe:

Em suas produções Ryan é capaz de tocar todos os instrumentos, além de gravar e mixar suas músicas. As raras exceções são quando ele deixa alguns cargos para músicos do naipe de Sly & Robbie, Chinna Smith, Style Scott, Mafia & Fluxy, etc.

Os primeiros lançamentos de Twilight Circus foram disco de dub bem experimentais e psicodélicos que chamaram a atenção pela linguagem old scholl e ao mesmo tempo uma sonoriadae nova e original. Com cerca de 20 álbuns solo, o projeto foi se popularizando pelas parcerias com artistas como Michael Rose, Gregory Isaacs, Big Youth e DJ Spooky.

Depois de apresentações pela Europa, EUA, México e Japão, Twilight Circus agora chega ao Brasil.

Envolvimento com reggae, dub e sound system:

Comecei a me envolver com música, bandas e reggae em 1981, quando eu estava ouvindo uma grande quantidade de roots e comecei a aprender contrabaixo tocando ao som dos discos. Isso foi durante a era de ouro da música jamaicana, pegando ainda o fim do roots dos anos 70, então eu tive a sorte de estar imerso nessa vibe quando era um novo acontecimento. É por isso que você ouve elementos da velha escola em minhas produções.

Também comecei a me interessar por dub na mesma época – quando ouvi pela primeira vez, pensei “uau, este é o meu tipo de música!”. Durante toda a década de 80 eu costumava colecionar todo LP de dub que eu podia encontrar e tentava promover essa música para qualquer um que se interessasse, fazendo mixtapes em fita cassete.

Fiquei espantado, mais tarde, na década de 90 quando houve um total aumento de interesse sobre dub em todo o mundo, e como o estilo, e King Tubby, em particular, teve uma grande influência sobre a produção musical além do reggae, como na música eletrônica, a cultura do remix e assim por diante.

Eu finalmente consegui ver Jah Shaka sound system, pela primeira vez no clube Rocket em Londres em 1997. Foi uma mudança de vida! Eu não podia acreditar que no efeitos poderoso das vibrações do som, dos feitos e da seleção.

Isso causou uma impressão muito grande em mim e desde então tenho sido um viciado em sound system! Uma vez você já experimentou isso, é difícil voltar a apreciar bandas ao vivo e coisas dessa natureza. Eu amo a cultura sound system!

Processo de criação e produção:

É sempre uma atividade divertida criar música e eu tento olhar para isso como “ir à procura da música”. Eu uso o meu instinto e experiência para tentar chegar com idéias e indicações que pareçam interessantes. Às vezes, é como se tudo que você faz é ligar a sua antena e se conectar a uma grande nuvem de idéias flutuando acima de você.

Quando se trata de produzir realmente um artista, então o foco tornar-se mais sobre o que eu acho que representa o artista da melhor maneira possível. Por exemplo, os álbuns que eu fiz com Michael Rose, eu trabalhei duro para escrever o material adequado para seu estilo e status icónico.

Analógico vs digital:

Hoje em dia eu uso uma mistura de ambas as tecnologias. Sendo “old school”, a minha referência é mais pros instrumentos ao vivo, fita analógica e válvulas. Eu tive sorte o suficiente para pegar alguns desses anos, da tecnologia antiga de estúdio – mas isso tem um preço, sob a forma de muit dor de cabeça e os custos extras! Eu ainda mixo usando fita, pessoalmente acho agradável. Porém, definitivamente, a facilidade e menor custo de trabalhar digitalmente hoje em dia, é algo a ser levado em conta. Então o que conta é o resultado final e realmente não importa como você chegou lá.

Multi-instrumentista vs músicos convidados:

Eu posso tocar quase todos os instrumentos – menos os metais – mas, ao mesmo tempo, acho que é emocionante ouvir o que outras pessoas podem trazer pra música. Eu realmente gosto das contribuições e novas idéias de outras pessoas.

Uma das coisas que mudou nos últimos anos foi que comecei a trabalhar mais com grandes bateristas como Sly Dunbar, Style Scott e Mafia (da dupla Mafia & Fluxy). Esses caras podem tocar tão bem, uma batida muito sólida – o que ajuda a tomar as produções para outro nível. Eu costumo tocar a maioria das linhas de baixo e muitas vezes os outros instrumentos também, mas tenho trabalhado com grandes pessoas que realmente agregam grandes toques e experiências para a música como Dean Fraser, Chinna Smith, Skully por exemplo.

Para as gravações, eu tive pessoas no meu estúdio na Holanda e também em sessões na Jamaica e em Londres. Uma das sessões mais memoráveis que posso pensar foi a primeira vez que trabalhei com Dean Fraser, onde ele e Bobby Ellis (com mais de 70 anos) haviam dirigido direto da Suécia, depois de um show de 3 horas e vieram ao meu estúdio para gravar os metais até cerca de 4 horas da manhã. Foi incrível ver esses caras apenas focados na música e tentando atender as músicas – sem queixas sobre cansaço ou qualquer coisa. Foi uma coisa inspiradora para ver.

Gravações na Jamaica:

Esta é sempre uma experiência interessante, tratando todos os tipos de situações e personalidades. Adoro a magia que acontece quando um artista atinge seu ápice e você pode apenas dizer o que está passando pelo microfone não tem preço.

As gravações com Lutan Fyah era assim – ele fez sua lição de casa, entrou no estúdio e colocou sua voz em um único take em “We Can Make It Work”. Normalmente as pessoas querem fazer um bom trabalho. Às vezes você tem de encontrar formas de incentivar ou inspirá-los a obter os resultados desejados.

Eu fiz sessões em estúdios realmente básicos nos guetos de Kingston e também em alguns dos melhores estúdios como Tuff Gong. Em algumas situações você vê que as coisas podem ficar descontroladas, mas você tem que lembrar você está só de passagem e então tem que ir com o fluxo.

Outra coisa é que, sendo um fã de música, às vezes há uma barreira mental para superar quando se trabalha com artistas de alto nível – como o tempo que fiz sessões com Sly and Robbie. Em um certo ponto eu estava pensando comigo mesma “isso é loucura – aqui estou eu com esses grandes pilares, meus maiores heróis de quando eu era criança e eu devo estar dizendo a eles o que eu quero que eles façam?”.

Um selo independente com catálogo impressionante:

Obrigado pelas gentis palavras! Houve muito trabalho desde que comecei a lançar discos em 95. Obviamente, a maior mudança no negócio tem a ver à queda mundial da vendas de discos. Eu tive sorte o suficiente para experimentar o histórico máximo de vendas de discos no final dos anos 90 e as coisas eram bem diferentes.

Assim, você só tem que se adaptar, calibrar e responder aos desafios. Eu não fui lançado muita coisa nos últimos tempos, mas eu pretendo dar ums gás nas produções novamente em 2011 com alguns novos vinis e outros lançamentos. Tenho uma tonelada de trabalhos inéditos à espera deve ver a luz do dia.

Viajando pelo mundo:

O que me espanta é o escopo internacional da cena – eu vou aos lugares ao redor do mundo como Londres, Europa, México, Japão, etc e vejo uma multidão semelhante de pessoas legais entrando nas vibrações, como se houvesse algum tipo de consciência global que se espalha ao redor do planeta e atrai as pessoas para essa cena dub. Mesmo em todas estas culturas e lugares diferentes, é como houvesse um fio que conectando as pessoas.

Eu adoro fazer apresentações ao vivo – a ligação com as pessoas, sentindo a vibe nas festas e experimentar novos lugares e culturas. Estou realmente animado sobre a ida ao Brasil, era número um na lista de lugares que eu queria ir há anos. Só ouço todos os meus amigos do Reino Unido os melhores relatos sobre suas experiências no Brasil – assim, eu não pode esperar para conferir a cena!

Vai ser fino.

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Hoje tem: Digitaldubs

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Reveillón no Vidigal com Digitaldubs

O Digitaldubs tocou na virada no alto do Vidigal. No vídeo da passagem de som dá pra sacar o visual.

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Hoje tem: Digitaldubs

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UNDERmeSENSI no Mad Professor

É com muito orgulho que o URBe apresenta a resenha exclusiva do UNDERmeSENSI, mantendo sua diagramação característica (valeu, Marcio!), da apresentação do Mad Professor na Casa da Matriz, na quarta feira. Como previsto, o sound system do Digitaldubs quase bota a casa abaixo:


Mad Professor y MC Gra Poetisa
foto: Marcelinho da Lua anda dizendo que é dele mesmo… Sei não.
-UNDERMESENSI?
-SIM SENHOR, VERY WELL…..
ISSO AÊ,  NA NOSSA URBe, O NOSSO GOLE DE DRAMATICIDADE JAMAICANA
SMASH POTATO BOM mesmo, TEM QUE AMASSAR COM A MÃO, ENTÃO A PRIMEIRA  PRESSÃO A QUE FICA*……JAH ONTEM! *( no Marrocos se chama  zero zero e em Portugal um bom azeite)
CAPITLO 2 VERSIC⁄LO 22
… hoje que eu perco o alvará……
Cena 1
Ontem a casa da matriz, foi tomada de assalto pelo motim do Digitaldubs e sua barca sonora, isso mesmo caro ouvinte uma barca….atracou na pista principal o sistema sonoro que agrupa suas caixas de som numa formação que tem o poder e o mistério do Monolito de 2001 uma odisséia no espaço.
Pouca luz, muita fumaça (eu nunca vi tanta) onde estavamos mesmo…..ah….Eu lembro que cheguei cedo e já movido pelas baixas frequências, iniciei os meus primeiros passos de dança na pista ainda em evolução, com a chegada do meu amigo BernardoeróticoNegão ja havia tanto fumaça no ar quanto o fogo que acompanha os barcos do sec XIII nos portos do Rio Tâmisa, era a chegada de Neil Fraser, o nosso professor insano sendo anunciada, este arrivou com uma equipa pra ajudar nas suas mixagens e dubs, nunca vi uma administração de delays, echos e efx tão perfeita e musicalBernardo El Negrón e seu parceiro PedroTrumpete Selecta passearam na seara jamaicana com Mad Professor de Tiono estilo mão dada voltando da escola sob as nuvens de ganja, o astral se manteve muito bom, mesmo com a casa embotellada,não tensa, mas densa…..passa o cartão.
cena 2
Encontro o conterrâneo dj Nepal no andar de cima, assim como eu,  curtindo e pagando um ventilador de padaria no corredor, depois de descorrer, “e aí, beleza etc e tal” entre os vai e vens , veio o comentário:
- Cara ta todo mundo aí, Dalua, acho que a cidade toda, maior climão, tirando o Daniel*, que ta boladão.
-Uái?
-Bichoooooooo tá tremendo tudo, o vizinho caiu da cama, police inna helicopter e tudo mais…. falta o BOPE

Quando me dirijo pro andar inferior , orientado pela CET Rio, encontro o “mulão” , gente pelos cotovelos e o Daniel , boladão com o som, “ ja falei com todo mundo que está tremendo a casa do visinho, hoje cheguei do tribunal por causa de altura de som, ninguém respeita ….È hoje que eu perco meu alvará” , enquanto ele fala, ao nosso lado pessoas incineram os mais variados tipos de paraísos artificiais, pedem invólucros pro bigode do Sarney, bem, a noção ja tinha ido por água abaixo. Nao havia mais como proibir nada, a casa estava mais que completa e tomada pelo clima quintal em Trenchtown.
MPC, no mais rudeboy style, incitava a galera “Vocês acham que o som ta baixo?”, galera na negativa em alto e bom som e o dj mandou ”então quem está achando alto, por favor se afasta um pouco das caixas” e o grave fazia soltar a obturação da boca da moçada……
Apesar da “peleja”  entre a tripulação do Barco rub-a-dub e a alta cúpula da Casa, a música, nossos amigos da noite, a excelência da segurança da casa e a tolerância do Daniel ganharam na noite que entrou pra história do Dig-Itals Dubs….
Foi um milagre dos peixes do dub carioca…….seria a noite ideal para os Colírios Moura Brasil patrocinarem “guardar na geladeira é legal, pinga refrescando”
Nós vota mas é boladão
Criado, assinado e esmerilhado por:
Dolce & Bagana
………essa ordem tá invertida
-ta pesado?
-sÛ falta vc me pedir nota fiscal!!!!
* Daniel Koslinski dono e guerreiro da casa da Matriz….a  e meu amigo!
KD MINHA CARTELA

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Hoje tem: lançamento do “#1″, novo disco do Digitaldubs SS

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Hoje tem: Digitaldubs Sound System

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Lápide, “Originais Deejays”

Bacana a homenagem do MC Lápide aos grandes mestres jamaicanos, precursores do rap.

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Hoje tem: Digitaldubs e Mungo’s HiFi (Escócia)

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Digitaldubs constrói seu sound system

Dia desses conferi ao vivo as novas caixas de som do Digitaldubs, na bacana Casa de Jorge, numa noite que teve ainda uma exibição do documentário “Dub Echoes”.

Ainda não tive a sorte de me deparar com o Yellow P e o Dubversão na rua, sobre o qual sempre se falou bem, mas o grave dessas bichinhas da foto é assustador, nunca vi coisa igual por aqui. As pessoas na pista de dança faziam uma meia lua em frente a torre, evitando receber as pancadas de frente.

Escrevi pro MPC pedindo pra ele contar um pouco a história desse verdadeiro sound system. Uma alegria poder finalmente ouvir reggae da maneira que ele deve ser ouvido aqui no Rio.

Fala MPC:

“Foi a gente que montou mesmo. Foram alguns anos de pesquisa, realmente fiz tudo pra ficar o mais proximo possivel do nível que é na Europa. Conversei com varios amigos que tem sound systems pelo mundo ou conhecem bem essa cultura e também os PAzeiros daqui até chegar nesse formato. Demoramos pra fazer, pra fazer direito. Tudo no seu tempo ;-)

“Falando m números não é nada impressionante, mas presenciando ao vivo você viu como é! Arredondando, são praticamente 4 mil watts de potência só pro grave, mais 2 mil e pouco para os médios e agudos. As caixas de grave são do modelo “super scoop” e foram montadas por nós mesmos, sob comando do
nosso rasta-marcineiro Ras Mizinho.

“Além do projeto e do set up personalizados, o que mais diferencia mesmo é como usar o equipamento. Em outras mãos o mesmo som pode soar diferente – como é o caso de shows em PAs normais que, dependendo do engenheiro de som, pode soar melhor ou pior. Tem também o tipo de música – o projeto é feito pra tocar especialmente reggae e dub, outro tipo de som não vai soar a mesma coisa.

“Concluindo: o sound system é somente uma ferramenta pra tocar a música – e por consequência, passar a mensagem. Mas como já é sabido, “o meio é a mensagem” e pra se ter total experiência da música reggae
não basta escutar no iPod, tem que sentir o grave no corpo todo com a ajuda de um sound system de verdade!”

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Hoje tem: Digitaldubs + “Dub Echoes”

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Hoje tem: Festival Rio Sound System (sábado e terça)

Demais, um festival de sound systems, de graça, de frente pra Lagoa, com a presença dessa torre de som e as melhores equipes de reggae/dub/dancehall do país. IMPERDÍVEL!

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Hoje tem: Digitaldubs com Deeder Zaman (ADF)

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Hoje tem: Ranking Joe & Digitaldubs

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Ranking Joe & Digitaldubs

Preparando o terreno para turnê brasileira do Raking Joe em dezembro, o Digitaldubs preparou a mixtape “Ranking Joe Meets Digitaldubs”, inteiramente dedicada ao deejay jamaicano.

A última passagem do Bionic Deejay por aqui foi espetacular. Tem tudo pra ser exatamente assim outra vez.

As datas da turnê em dezembro:

04 – Florianópolis, no Drakkar
05 – Balneário de Camburiú, na Moove
11 – Salvador, no Zauber
14 – Rio, no Cinemateque
16 – São Paulo, no Clash Club
19 – Pindamonhangaba, no Eco Bar

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Hoje tem (e amanhã em SP)

Os dois primeiros a deixarem comentário dizendo “quero ir!” ganham um par de convites para o show do Rio.

09 de setembro no Teatro Odisséia, RJ.

10 de setembro no Jive, em SP.

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Sixteen

O jamaicano Earl Sixteen se apresenta no Teatro Odisséia no dia 09 de setembro com o Digitaldubs. Pra entrar no clima, o sound system carioca preparou a mixtape “Digitaldubs apresenta o melhor de Earl Sixteen”.

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O Digitaldubs informa: o jamaicano Earl Sixteen, que gravou para Lee Perry, Augustus Pablo e no Studio One (tá ruim?), fará uma mini-turnê pelo Brasil em setembro. E o cantor não parou no tempo não. Sua produção recente inclui parcerias com Mad Professor, Zion Train, Dreadzone, Leftfield e Gorillaz.

Por aqui, Earl Sixteen gravou com o próprio Digitaldubs, no EP “Youth Samba”.

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Caneco

Há pouco mais de um mês do lançamento em DVD pela Soul Jazz e após participar em mais de 20 festivais em 18 países, semana passada “Dub Echoes” recebeu o prêmio de melhor de melhor filme do público do festival polonês Music and World Documentary Film Festival. Parabéns e obrigado a toda equipe!


Digitaldubs vs Dubiterian, “Deb dub”
(música utilizada como trilha no trailer do “Dub Echoes”)

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Samba jovem

Lá vem o Digitaldubs e suas pedradas. O EP “Youthsamba riddim” tem o DD fazendo o que sabe fazer melhor, que é misturar elementos brasileiros na equação do reggae, como cavaquinho e cuíca.

Lançado pelo selo do próprio grupo, o Muzamba, são quatro versões para riddim, duas com participação de vocalistas do Aswad:

1 – “Pirate’s Game”, com Earl Sixteen
2 – “Pirate’s Samba”, dub da versão acima
3 – “Your love is overdue”, com Brindsley Forde
4 – “Youthsamba dub”, o creme

A versão em vinil está chegando ao Brasil e estará a venda na lojinha do saite do grupo. Enquanto isso, já anda repercutindo fora.

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