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Arquivo: drogas

Doc: “When We Grow”

(Mais) um documentário sobre a maconha.

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Moluscontos, “Ninfetamina”

Moluscontos – NINFETAMINA from Molusco on Vimeo.

Histórias enfumaçadas de noitadas do Rio, ou simplemente Moluscontos.

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Cogumelos holandeses em reality show português com Roberto Leal

Vou simplesmente reproduzir o email que recebi de um amigo:

“No reality show português “Último a Sair”, que conta com Roberto Leal (sim, aquele da “Fatamorgana”) entre os participantes, um participante tem a brilhante idéia de passar o tempo fazendo um chá com uns cogumelos trazidos da Holanda.”

Que pérola.

ATUALIZAÇÃO: O programa é um humorístico em formato de reality, só que falso. Genial.

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Sobel e a maconha

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Ainda maconha


FHC entrando no clássico Dampkring

Nos últimos dias a cannabis sativa tem estado no centro do noticiário – ao menos online. Na noite de domingo, #maconha chegou ao topo da lista de assuntos mais comentados no Twitter no Brasil.

Mais do que uma reportagem equilibrada sobre o assunto no Fantástico, não pensava que veria uma enquete sobre regulamentação da maconha ter o apoio de 57% dos telespectadores.

Após o baixo astral de dias de acontecimentos estranhos, a Marcha da Liberdade iniciou a virada e essa semana começa bem.

A guerra contra as drogas fracassou. Não há mais dúvidas. Não se engane: os principais beneficiados pela mudança da política de drogas serão os não-usuários, não os “maconheiros”.

Personagem do documentário comentado outro dia, Bill Hicks tem opinião relevante sobre a proibição da maconha:

A MTV fez um programa sobre o assunto. A primeira parte está abaixo e o resto dá pra assistir você sabe onde.

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Macô!

Tunguei lindamente essa seleção de músicas brasileiras com menção a erva danada feita pelo Pedro Alexandre Sanches para o Farofafá.

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LSD e a guerra

Vídeo documentando um teste com LSD feito em tropas inglesas.

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Marcha da Maconha 2011 (Rio)

Esse ano não filmei, fique com o registro do cabrón Matias Maxx.

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Sal, açúcar e cannabis

“Cannabis, como qualquer substância, pode ser benigna, maligna, inócua, ou tóxica. Para qualquer pessoa envolvida nesse debate tem que ficar muito claro que qualquer substância pode ser bo ou ruim.  Café é uma droga pesada. Dê café para um menino do oito anos… Açúcar faz muito mal, mas depende da maneira como você usa ele. Se você usar em doses moderadas, vai fazer pouco mal. Com qualquer substância você pode fazer esse argumento. Coma um kilo de sal de cozinha para você ver o que acontece. Então ele é um tóxico? Vamos proibir o sal? Quando a gente começa a discutir as coisas amarrado na biologia delas, as coisas ficam mais simples.”

O pessoal do Lado[R] registrou a palestra de Sidarta Ribeiro, co-autor do livro “Maconha, cérebro e saúde”, no Auditório de Ciências Sociais da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, no dia 25 de fevereiro. Sidarda também participou do debate sobre a legalização da maconha organizado pela Folha de S.Paulo, ano passado.

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Tim Maia, CNT e THC

Dica do meu pai.

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Doc-curta: “Grosso Calibre”

O documentário de Guilherme Arruda, Ludmila Curi e Thiago Vieira, produzido para o concurso Shooting Poverty organizado pela Oxfam, faz um perfil do MC Smith, que se dedica aos proibidões.

Essa semana, alguns cantores de funk proibidã do Complexo do Alemão foram presos por associação e apologia ao tráfico. MC Smith é um deles.

Liberdade de expressão é algo complicado e delicado. Significa que tudo pode ser falado, sendo bom ou ruim, no julgamento de algumas pessoas. Em alguns poucos minutos o doc mostra que o proibidão é uma questão mais profunda do que aparenta ser.

No Complexo, nada é simples.

Dica do Leandro HBL.

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Make The Girl Dance, “Kill Me”

Os franceses do Make The Girl Dance, que já haviam causado burburinho com o clipe de “Baby Baby Baby”, lançaram o vídeo de “Kill Me” respondendo uma pergunta simples: se você tivesse apenas oito dias de vida, como usaria todas suas economias?

Pra mostrar o que fariam, os caras torram 30 mil dólares em uma viagem pelos EUA regada a drogas, prostitutas e jogos, no melhor estilo estrela do rock.

Via @mrmanson.

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“A maconha vai arruinar sua vida”

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Mondo Bizarro 71: Maconha ou loló

Via @chicodub.

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Marcha da Maconha 2010 (Rio)

Um clipe com imagens que fiz durante a etapa carioca da Marcha da Maconha, realizada no dia 1o de maio, em Ipanema.

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420 em LA: medical marijuana


fotos: URBe, em Venice Beach

Desde que a proposição conhecida como SB 420, complementando uma lei anterior,  foi aprovada em 2003, o uso da maconha para fins medicinais cresceu bastante na Califórnia.

Por estar em conflito com leis federais, durante os anos Bush a lei estadual sofreu para ser aplicada. Desde que Obama assumiu o  poder e mudou o foco de suas brigas para coisas mais importantes as coisas ficaram mais tranquilas.

O processo necessário para um residente californiano poder fazer uso da erva (lembrando que por lá cada Estado tem sua carteira de motorista/identidade, com o endereço do portador impresso) é bem simples: paga-se 120 dólares por uma consulta médica onde constatando-se problemas como insônia e ansiedade, impossíveis de se detectar por testes laboratoriais, a maconha é receitada e o paciente recebe uma licensa, válida por um ano.

Em termos legais é a admissão dos de efeitos terapêuticos e medicinais da cannabis comprovados cientificamente. Em termos práticos é uma espécie de legalização mesmo.

Sim, pois se qualquer um pode ter a carteirinha, assume-se que uma pessoa fumando em público esteja autorizada. Se a pessoa provavelmente está autorizada, não há porque um policial abordá-la, seria perda de tempo. E se ninguém está sendo abordado, não é mais estritamente necessário possuir a documentação.

Como toda mudança, a adaptação está sendo gradual. A venda controlada se transformou num grande mercado. Para se ter uma idéia, em Los Angeles hoje existem mais lojas de venda especializada de maconha medicinal do que Starbucks.

É possível comprar maconha mesmo sem possuir a licensa, não falta gente autorizada oferecendo-se para fazer o papel de atravessador, criando traficantes de porta de loja e gerando uma grande distorção dos objetivos.

Pode ser questão de tempo até a venda controlada passar para uma venda legal, se não for por nenhum motivo, pelo alta arrecadação de impostos que isso geraria, além de elimnar o problema dos atravessadores.

No entanto, atualmente discute-se uma maneira de reduzir o número de estabelecimentos, estabelencendo um limite de ao menos uma milha (1,6 kilômetros) de distância entre cada loja e também de escolas, eventualmente reduzindo para cerca de 170 o número pontos.

Enquanto nada muda, as lojas de medical marijuana continuam sendo uma visão curiosa em pleno Estados Unidos.

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Daime… paciência: jornalismo, sensacionalismo e (des)informação

A diferença já começa pelas capas: a foto as cores, as chamadas, a (falta de) isenção.

Com o assassinato do cartunista Glauco, o assunto Santo Daime voltou com força `a pauta da grande imprensa. É uma pena que raramente assuntos importantes sejam discutidos sem que para isso seja necessário uma tragédia para as pessoas prestarem atenção.

Tenho uma relação pessoal com o Santo Daime, através de familiares. Já participei e presenciei cultos, sérios e organizados, longe dos grandes centros urbanos onde, parece, a doutrina sofre para manter seus principais fundamentos. É uma experiência intensa e nem de longe recreativa, como alguns textos fazem parecer.

Como era de se esperar, Veja e Época, as duas principais revistas semanais do Brasil, estamparam o Santo Daime em suas capas. E como, de novo, era de se esperar, quem lê a matéria da Veja encontra um festival de desinformação. A Época foi mais equilibada.

Em meio a histeria, os termos “droga”, “alucinógeno” e “seita” têm sido utilizado com frequência. Isso é perigoso, pois exclui da equação um elemento importante, que é a transdendência, o efeito do transe provocado pelo próprio culto e pela auto-sugestão.

É normal, e já presenciei pessoalmente, gente que tomou todas as doses do culto e afirmar que não sentiu nada. Isso ressalta a importância da crença para sentir os efeitos do chá. Uma comparação possível seria com o poder dos placebos, sem com isso querer dizer que o Daime não tenha substâncias psicoativas.

Voltando as revistas, a matéria da Veja chama-se “Alucinação Assassina” e na capa lê-se:

“O psicótico e o Daime – até que ponto se justifica a tolerância com uma dorga alucinógena usada em rituais de uma seita?”

Mesmo poucos dias após o crime, cometido em circusntâncias tão complexas, envolvendo um viciado em drogas com distúrbios psiquícos, Veja não precisou de muito tempo para ser taxativa. Dentro da revista, repetiu o título da capa, adicionando:

“Tomar o chá alucinógeno da seita Santo Daime quando se tem um transtorno psíquico, afirmam especialistas, é o mesmo que jogar gasolina sobre um incêndio. Tudo indica que foi o caso de Cadu, o assassino do cartunista Glauco e de seu filho Raoni.”

Enquanto isso, a Época foi mais responsável. Com o título de “O Doido, o Daime & o crime”, a reportagem questiona mais do que afirma. Na capa, trazia o sub-título, com uma pergunta:

“O Daime provocou o crime? A morte do cartunista Glauco reacende o debate sobre o uso da droga indígena ayahuasca em rituais religiosos”

Preferiu-se “rituais religiosos” no lugar de “seita” e houve inclusive um cuidado de botar o “Doido” antes do “Daime” na hierarquia dos acontecimentos. Poderiam ter ido além e ter colocado o nome do chá após o “crime”, pois nessa história confusa ainda não ficou claro — e talvez nunca fique — qual o grau de importância do consumo do Daime para o que aconteceu.

Muitos outros fatores entram em foco nesse crime e pode-se iluminar qualquer um deles no lugar do chá: “classe média sem limites”, “jovens viciados”, “fácil acesso a armas”, “violência urbana”. A bem da verdade, nas cidades de hoje, infelizmente isso poderia ter acontecido de qualquer jeito, em qualquer outro lugar, como aliás, repetidas vezes acontecem.

Continuando com seus questionamentos — lembre-se que a publicação dessas revista se deu poucos dias após o crime, deixando pouco tempo para apurações mais profundas — a Época abriu a matéria com o seguinte sub-título, novamente uma pergunta:

“Qual a relação enter o consumo religioso da ayahuasca e o comportamenteo psicótico do assassino do cartunista Glauco?”

E ainda destacou:

“A família não internou Cadu mesmo depois de um surto, há três meses”

“O pai de Cadu diz que pediu a Glauco que não desse o chá a seu filho”

Outro semanário relevante, a Istoé havia dado capa para o Daime em fevereiro, quando o seu uso foi regulamentado, e ficou amarrada, sem querer repetir o tema. No saite da revista, encontra-se apenas uma entrevista em vídeo, descontextualizada, com a mãe de um suicida que, segundo ela, participava de rituais do Santo Daime.

Para efeito de comparação, o último parágrafo dos dois textos discutidos aqui servem para ilustrar a enorme diferença de abordagem. Primeiro, o da Veja:

“Na semana passada, uma entidade da Bahia chamada Associação Brasileira de Estudos Sociais do Uso de Psicoativos entrou com uma petição no Supremo Tribunal Federal pedindo a liberação da maconha “para uso terapêutico e religioso”. Caso a petição seja aceita, são grandes as chances de outras drogas entrarem para o rol de “sagradas”. Tolerância em excesso [NE: da família?], combinada com negligência na mesma medida e uma boa dose de vulnerabilidade, física ou emocional das partes envolvidas: eis uma boa receita para construir uma tragédia.”

[NE: os destaques são meus, as chaves também]

Na ânsia de demonizar o Santo Daime, a combinação de fatores proposta pela Veja é tão extensa e específica que dá a impressão de que  as chances de algo assim se repetir são pequenas.

Agora, o parágrafo de encerramento da Época:

“É natural que, após a morte em circusntâncias estranhas de alguém tão conhecido como Glauco, surjam dúvidas e suspeitas em relação ao ambiente em que o crime foi formentado. Cadu Nunes podia ser desequilibrado. Mas recebeu abrigo no Céu de Maria, partilhou sua bebida alucinógena e, ali, travou relações com quem viria a matar, Glauco e seu filho mais velho. Não há necessariamente entre esses acontecimentos uma relação direta de causa e efeito. Mas é difícil afirmar que os fatos não guardam nenhum tipo de relação. Tendo emergido da mata e do meio caboclo, o santo-daime encontrou nos centros urbanos uma complexidade de problemas que seus fundadores não poderiam imaginar. Agora regulamentado pelo governo, cercado de regras para impedir abuso, o uso religioso da ayahuasca floresce. Rápido demais, aparentemente. Talvez fosse hora de o mesmo governo que legitimou a droga cuidar melhor da fiscalizaão de seu uso nas igrejas do daime. O Brasil não quer a morte de outros Glaucos nas mãos de outros Cadus.”

Como se vê, as abordagens são totalmente diferentes. É inegável que é necessário regulamentação e fiscalização para evitar tragédias, isso só vai ajudar. Não apenas em relação ao Daime, mas também a diversas outras substâncias disponíveis.

O que não pode acontecer é tomar a parte pelo todo — pior, a parte negativa — e setenciar uma cultura e religião de um século que utiliza um chá milenar (já que para muitos o tempo de existência parece importante na avaliação de uma religião) por conta do descontrole de um indíviduo.

O Estadão publicou uma reportagem e uma entrevista esclarecedora com Henrique Carneiro, professor de História da Universidade de São Paulo (USP) e fundador do Núcleo de Estudos Interdisciplinares sobre Psicoativos (Neip). Começa assim:

Estadão: Como entender os significados distintos que têm a droga no mundo de hoje?

Henrique: Em primeiro lugar, há um fenômeno contemporâneo de exacerbação do uso não apenas de drogas. É bom destacar: em relação à alimentação, o processo é análogo. Há um mal-estar da cultura contemporânea ligado ao fenômeno da publicidade, à difusão consumista de uma série de produtos, que faz com que drogas, remédios, comida, tudo aquilo que o corpo ingere tenha uma faceta compulsiva. Outro fenômeno é a espiritualização, digamos assim, de um certo consumo de drogas a partir da influência de tradições religiosas indígenas ou ligadas a uma mística oriental – uma herança da contracultura no pós-guerra. Ambas se encontram no caso Glauco.

Estadão: No início deste ano o governo legalizou seu uso. Houve quem dissesse que a medida abre uma brecha ao tráfico. Há esse risco?

Henrique: É o oposto: a manutenção em alguma forma de clandestinidade é que tornaria o tráfico atrativo. O daime e outras religiões ayahuasqueiras são legados em certa medida da tradição dos anos 60, que resistem a essa tendência de uso profano, alienado, destrutivo de drogas. No Acre ele é uma verdadeira instituição e passa por um processo semelhante ao dos cultos afro-brasileiros: há uma assimilação tardia de sua herança indígena pela cultura brasileira. Mas um aspecto para o qual ninguém está chamando a atenção é o uso abusivo de remédios farmacêuticos. O número de farmácias no Brasil é superior ao recomendado pela OMS (Organização Mundial da Saúde). O segundo medicamento mais vendido no País (o número 1 é o contraceptivo Microvlar) é o Rivotril, um benzodiazepínico que só pode ser consumido de forma criteriosa. Alguém perguntou se o rapaz estava sob efeito ou carência de medicação controlada?

[NE: os destaques são meus]

Como se vê, a questão é muito maior, abrangendo muitos outros pontos além do Daime. Tentar reduzir ou simplificar é, no mínimo, uma atitude irresponsável.

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Na dichava

Veja que engenhosa essa linha de shapes da Sector 9 assinada pelo longboarder Joel Tudor que vi na praia esses dias. O espaço logo abaixo do eixo da frente é uma cavidade, lisinha, feita para desbelotar bagulho na areia. Só na Califórnia mesmo.

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Tumulto

Incomodado com a esculhambação de Bill O’Reilly com a sua cidade durante seu programa na Fox, um morador de Amsterdã decidiu responder.

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História

O promo da nova temporada de “Weeds” conta a história de como a maconha chegou aos EUA e foi banida. Uma espécie de versão reduzida (e piorada) do documentário “Grass”.

É questão de tempo.

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Legalize

Alguém assinando I Might Be Wrong deixou um comentário na resenha do show do Radiohead no Rio, reclamando de uma tentativa de extorsão dos seguranças quando foi flagrado fumando maconha, até um supervisor chegar, apreender o baseado e terminar a confusão.

Depois falou desse vídeo acima, feito durante o evento e postado na comunidade do Radiohead no Orkut, mostrando situação parecida (não é possível constatar se está ocorrendo algum tipo de extorsão, aparentemente não).

O autor do vídeo sem mostra revoltado com o fato do casal em questão não ter sido expulso do show. O fato despertou comentários diversos, a maior parte esculhambando a reclamação do repórter cidadão:

“O que incomodou foi a fumaça ou o cara tava plantando bananeira na sua frente?”

vo fumar um baseado do tamanho do meu braço aqui em sp, e se tiazinha me caguetar, é soco na boca”,

“que porra de reggae é esse?”

“Seria melhor ter filmado Paranoid Android e postado aqui”

“5 pratas uma cerveja e tu vem reclamar de quem tava fumando um baseado?!?”

“Porra, filma o show. Vai ficar filmando o casal lá fumando maconha, deixa eles cuidarem da vida deles e fumarem o que quiserem, virou Pedro Bial agora? “

E nessa se perdem várias discussões importantes. Mesmo assim, fica cada vez mais claro que as leis precisam ser discutidas.

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Mondo Bizarro 31: frigideira

Isso que dá, não sabe usar…

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Vale uma mutuca de skunk

Saca a promoção de lançamento do DVD do filme “The wackness”: como um dos Golden Tickets do Willy Wonka, escondido nas primeiras 1.000 cópias do filme há um vale para uma viagem (para dois) para Amsterdã, com direito a uma leva de skunk.

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Duas histórias

foto: PA

Enquanto um estudo liga o consumo de maconha ao câncer de testículos, o chefe do “Conselho sobre o Mal Uso das Drogas” do governo inglês (Advisory Council on the Misuse of Drugs) afirmou que tomar ecstasy é tão perigoso quanto andar a cavalo, defendendo que a substância seja rebaixada para a classe B. De acordo com ele, relativizando, é tudo uma questão do uso que se faz de cada coisa.

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2zin

Os maiores maconheiros do cinema.

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