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Arquivo: dubstep

Dubstep segue ladeira abaixo

Mais conhecido como apresentador do UFC, Joe Rogan esculhambou o dubstep em seu podcast – ou ao menos a parte mais vísivel da coisa toda.

O cara até que é engraçado, sua viagem sobre pessoas inteligentes é bem perspicaz.

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Crianças reagem ao dubstep

Ah, as crianças… Até ouvindo essa versão medonha de “Pumped Up Kicks”, do Foster The People (e só assim pra postar algo da banda).

Dica do @raons.

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Korn (Featuring Skrillex), “Get Up!”

O próximo disco do Korn, “Path Of Totality”, será de dubstep. Hein? Ahã. Dubstep.

Ouça “Get Up!”, produzida pro Skrillex, um encontro entre o pior do metal e o pior do dubstep. Faz até sentido, sem pilha. É como se tivessem inventado um plugin para dubstepar qualquer coisa, um autotune dos infernos.

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Doc trailer: “Bassweight”

Finalmente assisti o doc “Bassweight”, sobre a cena dubstep londrina e também seus ecos pelo mundo, incluindo depoimento do brasileiro Bruno Belluomini.

Com depoimentos dos principais nomes (Kode 9, Skream, Benga, Mala, etc) e imagens das principais festas, sempre feitos de maneira bem informal, o que chapa mesmo é como o diretor Suridh Hassan conseguiu traduzir visualmente a aspereza e gravidade do dubstep. Vale muito a pena assistir só por isso, como referência de um boa solução visual para um doc musical.

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The Weeknd, “House of Balloons”

A banda é canadense, porém parece que nasceu nos EUA e cresceu na Inglaterra (r&b meladão, dubstep e trip-hop). O The Weeknd, é formado pelo cantor Abel Tesfaye e os produtores Doc McKinney and Illangelo. Pra baixar “House of Ballons” é só visitar a página da banda.

The Weeknd – House Of Balloons by The_Weeknd

Via Matias.

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Burial + Four Tet + Thom Yorke

Estrearam ontem a noite no programa do Flying Points na Rinse.FM as duas músicas da colaboração entre Burial, Four Tet e Thom Yorke. O vinil com as duas faixas, “Ego” e “Mirror”, esgotaram na pré-venda.

Ouça e diz se as andanças de Thom Yorke não explicam bastante a sonoridade do “The King Of Limbs”, disco recém-lançado pelo Radiohead.

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Um papo com James Blake

Responsável por apontar um novo e interessante caminho para o dubstep, James Blake (assunto da última publicação de 2010 do URBe) faturou o segundo lugar do Sound 0f 2011, promovido pela BBC. Jessie J ficou em primeiro (vai saber como).

Blake costuma complementar o Mount Kimbie ao vivo, infelizmente não na vez que assisti a dupla. Quem sabe no Coachella ele apareça.

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Transcultura #031 (O Globo): Scientist, La Cofradia de Los Corazones Solitarios


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Texto da semana passada da coluna “Transcultura” que publico todas as sextas no jornal O Globo:

Aplicando ciência ao dubstep
O dub do dub que vem de londres
por Bruno Natal

O dubstep é o filho mais recente e comentado do dub. Crescido nas regiões tidas como casca-grossa de Londres, como Brixton e Hackney, as frequências graves e pesadas vão se tornando pop, tocando nas rádios inglesas, ainda que em formatos diluídos, e nomes como Rusko têm sido convidados para produzir faixas para gente como Britney Spears.

Porém, o bom dubstep é mesmo aquele curtido em clubes alternativos, escuros e enfumaçados, sem preocupações comerciais, por gente como Mala, Skream, Digital Mystic, Kode 9, Burial e tantos outros.

Curiosamente, mesmo carregando o dub no próprio nome, afora as participações de alguns toasters jamaicanos, havia pouca interação entre os universos do dubstep e dos nomes clássicos do dub. Nesse sentido, o disco “Scientist launches dubstep into outer space” é um marco (troque seu e-mail por duas faixas no saite da gravadora).

Nele, um dos principais dubmasters da História, pupilo de King Tubby (pai da coisa toda), conhecido mundialmente como Scientist, aplica a ciência da mesa de som a 12 músicas exclusivas de grandes nomes do dubstep.

A proposta é muito simples: Scientist pegou as músicas com todas as faixas separadas, abriu numa mesa de som e fez uma nova mixagem, ao vivo, adicionando efeitos como delay e reverb, valorizando ainda mais os graves e criando novas versões da gravações originais. É um dub de músicas que já nasceram dub. É quase redundante, e, em alguns casos, é mesmo. Até porque faz tempo que o mestre perdeu a pegada. Só pelo encontro, vale a audição.

Tchequirau

Niña Dioz & Li Saumet – La Cumbia Prohibida (Prod. by El Remolón & Villa Diamante) by villadiamantezzk

Formada pelos argentinos Niña Dioz, Villa Diamante e El Remolón, e pela colombiana Li Saumet (Bomba Estéreo), La Cofradia de Los Corazones Solitarios é um projeto integrado por um time de estrelas da nova cumbia.

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Jamie Vex’d / Kuedo

Dica do Bruno, Jamie Vex’d e Kuedo são nomes artísticos de uma mesma pessoa. Lançadas pelo Planet Mu, as duas músicas trazem guitarra e psicodelia para o dubstep, cada vez mais pesadão ou comercial com a popularidade.

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Scientist e o dubstep

Um dos mestres supremos do dub, Scientist se aventura pelo dubstep.

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Sorteio de DVDs do doc “Bassweight”

Interessou pelo doc de dubstep? Não tem aqui não. Pede pro meu xará, lá no Tranquera.

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Marco Del Horno feat. P Money, “Ho! Riddim”

Dica do Da Lua.

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Skream, “Listenin’ To The Records On My Wall”

Enquanto o clipe da primeira música de trabalho do novo disco do Skream não fica pronto, a gravadora Tempa soltou o making of de uma produção que parece elaborada.

Como disse outro dia, o dubstep vai tomando rumos mais melódicos e o Skream segue junto:


Skream, “Listenin’ To The Records On My Wall”

Via XLR8R.

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Rusko f. Amber Coffman, “Hold On”

Cada vez mais distante da sonoridade que fazia com Caspa, o produtor Rusko aproxima o dubstep do pop radiofônico.

Via The Fader.

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DJ Marky, “Tranquera Mixtape”

Nervosinha essa mixtape que o DJ Marky preparou para o Tranquera. Do funk ao db, dos anos 70 aos 2000. E que pedrada esse remix dele e do Spy Crack de “Wile Out” (DJ Zync feat. Ms. Dynamite).

01. Daft Punk – “Daftendirekt” (1996
02. Incredible Bongo Band – “Apache” (1973)
03. Babe Ruth – “The Mexican” (1972)
04. The Winstons – “Amen Brother” (1969)
05. Photek – “Ni Ten Ichi Ryu” (1997)
06. Marcus Intalex – “Steady” (2010)
07. Breakage – “Foundation” (2010)
08. Commix – “Justified (Spectrasoul Remix)” (2010)
09. Claude Von Stroke – “Aundy (Marky & Spy Remix)” (2010)
10. Zinc feat. Ms. Dynamite – “Wile Out (Marky & Spy Crack’n’bass Remix)” (2010)
11. Zinc feat. Ms. Dynamite – “Wile Out” (2010)
12. Instramental – “Leave It All Behind” (2009)
13. Joy Orbison – “Hyph Mngo” (2009)
14. 4 Hero – “We Who Are Not As Others (Jazzanova Remix)” (1998)
15. Bug Kann & Plastic Jam – “Made In 2 Minutes (The Prodigy Remix)” (1994)
16. Rufige Kru – “Rollin’ Like Scottie” (1993)
17. (tease) TC – “Where’s My Money (Caspa Remix)” (2008)
18. David Holmes – “My Mate Paul” (1997)
19. (tease) James Brown – “The Funky Drummer” (1971)
20. Roy Davis Jr. – “Gabriel (M-Beat Remix)” (1997)
21. Commix & SP MC “Daggers” (2007)
22. Subwave – “Road Rage” (2010)
23. Spy – “Hot Spot” (2010)
24. Unknown Artist – “Yellow Shoes” (2010)
25. Unknown Artist – “Mystic Sunset” (2010)

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“Wu-Tang Clan Meets The Indie Culture Vol. 2: Enter The Dubstep”

O Wu-Tang Clan soltou essa compilação de remixes dubstep de suas músicas: “Wu-Tang Clan Meets The Indie Culture Vol. 2: Enter The Dubstep”. Pode botar o capacete, é só pedrada. E estamos conversados.

1. Deep Space (Jay Da Flex & Yoof Remix)
2. New Year Banga (Rogue Star Remix)
3. Street Corners (Scuba Scythe Remix)
4. Love Don’t Cost (A Thing)/Still Grimey (Nebulla & Dore Remixes)
5. Knuckle Up (Matt U Remix)
6. Biochemical Equation (Datsik & Excision Remix)
7. Keep Hustlin (Trillbass Remix)
8. Now Or Never (Parson Remix)
9. Cinema (Chimpo Remix)
10. Coke (DZ Remix)
11. Iconoclasts (Syndaesia & AKS Remix)
12. Handle The Heights (Stenchman Remix)
13. Do It Big (Baobinga & I’d Remix)
14. Wu-Tang (DZ Remix)
15. Let’s Get It (Evol Intent Remix)
16. Lyrical Swords (Pawn Remix)
17. Think Differently (Hellfire Machina Remix)
18. Pencil/MyPiano/Firehouse (Soroka Remixes)
19. Alphabets (Dakimh Instrumental Remix)

Via @danilocabral.

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“Blackboard Jungle” em versão dubstep

O seminal “Blackboard Jungle”, pérola do dub produzido por Lee Perry e King Tubby, ganha o tratamento dubstep por Dubblestandart, Subatomic Sound System e Jahdan Blakkamoore. O mini-doc conta um pouco da história do projeto.

Via Trabalho Sujo.

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“White”, Tranquera


Bruno “Tranquera” Belluomini
foto: subcut

Faixa nova do Tranquera, “White”.

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Código

Em entrevista para XLR8R, o mestre do dubstep Kode 9 conta como administra sua vida de músico e acadêmico e fala  do livro que está prestes a lançar pelo MIT, “Sonic Warfare”, sobre o som sendo usado como arma de guerra.

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Dia e noite

O clipe de “Day ‘n’ Nite”, do KiD CuDi, foi dirigido pelo queridinho da Ed Banger Records, SoMe, o mesmo de “D.A.N.C.E.”, do Justice.

Os tecladinho apitando implorava por uma versão dubstep e o Rusko entregou “Day n Night” (Rusko’s Big Trombone Remix).

A pista de dança também queria sacudir, então o Crookers aceleraram o troço em “Day ‘n’ Night” (Crookers first remix).

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Introdução ao dubstep

Dia desses um amigo — não lembro quem — me perguntou o que diabos exatamente era dubstep. Mandei um e-mail (pra pessoa errada!) cheio de links e apontando alguns dos principais nomes. O Chicodub também estava na troca de mensagens e botou pilha pra jogar aqui. Então aqui está.


Kode9 & Spaceape, “9 Samurai”

Kode9 – O pensador do movimento, dono do selo Hyperdub e agitador da rapaziada e está sempre na escalação das principais festas, seja tocando na Dublime, na FWD>> ou DMZ (mais sobre essa última abaixo). Ele é um dos entrevistados do meu doc Dub Echoes, falando de dubstep em 2004, quando isso sequer existia direito. Só o Chico pra ter achado isso. Hoje o cara é uma estrela na Inglaterra. Foi colocado pela gravadora em destaque na capa do DVD do doc,  pra se ter uma idéia. Já tocou no Brasil e encerrou o festival Love Music Hate Racism.


Skream, “Midnight Request Live”

Skream – O hitmaker, até onde se pode considerar que o dubstep produz hits. Foi dele o primeiro sucesso a furar a barreira do nicho, “Midnight Request Live”. São dele os remixes “Not over yet” (Skream remix) (Klaxons) e “In for the kill” (Skream’s Let’s get ravey remix) (da queridinha da vez, La Roux). Ouça a original antes pra sacar o que o cara faz, remix é sempre bom pra dar essa dimensão, né. Tocou numa festinha da minha facul em Londres, eu e mais 20 doidos na platéia e só. Até lá o troço é underground!

Burial – O menino prodígio. Teve seu segundo disco indicado (e quase levou) ao Mercury Prize, o Grammy inglês. É visto como quem empurrou as fronteiras do gênero, falando com mais gente e divulgando o estilo para além do gueto a que estava restrito. Os dois discos, “Burial” e “Untrue”, realmente são muito bons.

Até pouco tempo ninguem sabia quem ele era, permanecia incógnito, gerando comparações com o Banksy. Não havia nenhum motivo especial para isso além de não querer tirar atenção do som (muitos pensavam que era o Kode9, já que os discos saem pela Hyberdub).

Na época da indicação ao Mercury, o cerco arrochou tanto que ele achou que o próprio anonimato estava tirando atenção das músicas e ele mesmo revelou sua identidade. Pode ter sido também pra poder lucrar com a fama, podendo se apresentar ao vivo, coisa que não fazia antes.


DMZ

DMZ – É a principal festa do gênero, que acontece numa antiga igreja, em Brixton, no breu total. Escrevi sobre a festa depois que lá estive.


Tranquera, ao vivo

Tranquera – Dubstep brasileiro, capitaneado por Bruno Belluomi, conhecido e respeitado no exterior.


Rusko, “Jahova” fez um adendo:

Chicodub fez um adendo:

“De cada 10 dubsteps, uns dois, talvez três, sejam bons. Mas quando é bom… Meu amigo, vou te contar: porrada! Os mais puxados pra Jamaica (tem de tudo, até mesmo coisas que nem parecem com dub – a maioria) são atualizações urbanóide-apocalípticas do King Tubby dos anos 70. Lindos, lindos… Porradas, claro. O resto é mais porrada ainda. É cru, esparso, ogro, psicopata, raivoso. Ainda assim, pode ser espacial e climático às vezes. E nessas vezes, mesmo dopado, a tensãozinha tá sempre lá.

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Dub tranq

O Tranquera bora mais uma mixtape na roda, a “Shake Out Your Demons Dubstep Mix”.

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Dubstep doc

“Dubfiles”, um documentário sobre dubstep, dá baixar via torrent. Tem também um outro, da Marie Anne Hobbs, a DJ madrinha da molecada na rádio BBC.

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Bug

Kode 9 fez preparou um minimix para o lançamento de “London zoo”, do seu parceiro de dubstep The Bug. O disco tem participações de uma pancada de gente, de Tippa Irie a colaboradora constante Warrior Queen.

Desde que foi lançado, em julho passado, “The zoo” vem colecionando estrelinhas nas resenhas. Periga traçar um caminho parecido com o do Burial, que com seu “Untrue” foi indicado, e é o favorito nas bolsas de aposta, para levar o principal prêmio da indústria inglesa, o Mercury Prize.

Ano passado o prêmio, que já foi de Roni Size e seu “New forms”, foi para “Myths of the near future”, do Klaxons.

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Em branco

aerial_2562.jpg

Direto da Rough Trade East, “Aerial”, do holandês 2562 é uma PEDRADA de dubstep no seu quengo.

Não vai ter nem resenha, só os auto-explicativos nomes de cinco faixas do disco lançado pelo selo Tectonic, de Bristol.

“Moog Dub”
“Channel Two”
“Techno Dread”
“Basin Dub”
“Greyscale”

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