OEsquema

Arquivo: dubstep

Criançada curtindo um Skrillex

Comente

MTHRFNKR, “The New Wave Of R&B” (mixtape)

Uma mixtape com o melhor do novo r&b, feito pela turma da revista online MTHRFNKR (antigo postdubstep.tumblr.com, já dá pra calcular o conteúdo) pro Pretty Much Amazing.

Tem outro deles, “Indie R&B: Part III”, que é bonzão também.

1. Alby Daniels – “This Dawn”
2. Julian – “Different This Time”
3. Case Move – “Circle, Circle, Dot”
4. JMSN – “Alone”
5. Scott Kid – “Ready For Love”
6. Arclight -”Purpe City”
7. Azekel – “Stuck”
8. Rhye – “Open”
10. Black Atlass – “Castles”
11. Evy Jane – “Say So”
12. Jeremih – “Go To The Mo”
13. Usher – “Climax”
14. AlunaGeorge – “I Know You Like”
15. The Weeknd – “What You Need”

Comente

Rustie, “BBC Radio 1 Essential Mix” (mixtape)

Gravada dia 07 de abril, o BBC Radio 1 Essential Mix do Rustie é uma esculhambação. Lone, Hudson Mohawke, Surkin e também Nicki Minage e Destiny’s Child (ah, o velho Timbaland…), além de várias produções próprias e hip hop, crunk, r&b, dubstep, 8 bit, auto tune, efeitos, maximalismo e o que mais precisar ser espremido para dar um panorama da músical eletrônica atual – ao mesmo tempo, note-se.

The Friends of Distinction – “Impressions” (Dialogue)
Rustie – “Gilded Jewel Case”
Dreams – “Bloodsport”
The Blessings – “Whoopi”
Hudson Mohawke – “Gooo”
Rick Ross – “MMG The World is Ours”
Rustie – “All Nite” (Demo Version)
Clams Casino – “Im God”
Juicy J – “Geeked Up Off Them Bars”
Obey City – “Work Move”
Love Shy – “That First Kiss”
Xcuse – “All Right” (Shiftee Remix)
Asap Twelvy – “Our World
Rustie – “Eyezz”
S-Type – “Billboard”
Surkin – “Gold Island”(Bok Bok & L-vis 1990 Remix)
Kavsrave – “No More” (Slow Jams)
Lunice – “Cant Wait To”
Nightwave – “Night Bird”
Rustie – “City Star” (vip)
Baauer – “Harlam Shake”
Hudson Mohawke – “Push”
My Dry Wet Mess – “When We Were Wrong”
Skeletone 3
Rustie – “Reflector”
Lone – “Dream Ache”
Rustie – “Love Frequency”
Surkin – “White Knight” (Jackson & His Computer Band Remix)
Fox Gut Daata – “Throb Black Map”
Rustie – “Crakk Squirrel”
Rustie – “Prizm”
Cashmere Cat – “Mirror Maru”
Destinys Child – “Get on the Bus”
Rustie – “Shifft”
Lucky Beard – “Shake Your Nipples”
Krystal Klear – “Pistol Chauffeur”
Obey City – “Fallin”
Cid Rim – “JazzJazzJazz” (Dorian Concept Remix)
Big Sean – “Marvin & Chardonay”
Manix! – “Feel Reel Good”
Heezy Baby – “Logobi Heezy International”
Cassie – “King of Hearts” (Kanye West Remix)
Rustie – Hover Traps”
Wiz Khalifa – “Guilty Conscience”
Rustie – “Mint Lotus”
Rustie – “Gold Likk”
Danny Brown – “Witit”
Rustie – “Frazzle”
Rustie – “Ooompa”
Rustie – “Cat Nip”
Rustie – “Sawdust”
Drake – “Lord Knows”
Tnght – “R U Ready”
Baauer – “Dumdum”
Nicki Minaj – “I Am Your Leader”
Eprom – “Regis Chillbin (Machinedrum Remix)
Dorian Concept – “Toothbrush”
Rustie – “Teen Souls Burning”
Rustie – “444Sure”
The Friends of Distinction – “Impressions” (Dialogue)

Comente

MaLiKA, “Get Together”

A cantora Claudia Dorei caiu dentro do dubstep e assim nasceu MaLiKA. O Calbuque conta a história no Rio Fanzine.

Comente

Transcultura #070: Bass // Sun Araw

Meu texto de sexta passada da coluna “Transcultura”, que publico todas as sextas no jornal O Globo:

A coisa tá grave, viva o grave!
por Bruno Natal

A explosão comercial do dubstep foi um dos fatos mais inesperados da história da música eletrônica. Poucos previram que os graves cavernosos e a atmosfera sombria das batidas quebradas de bpm lento, tocado em festas soturnas no sul e leste de Londres, poderiam chegar ao grande público.

Vampirando o estilo com seu pastiche, ressaltando o que há de pior (como as torrentes de wooble bass, um grave modulado, distorcido e oscilante), Skrillex atingiu o status de super DJ, saiu na capa da Billboard e passou a régua no dubstep. Skrillex, no entanto, apenas cristaliza o fim de um processo longo de pasteurização do gênero, uma metamorfose que se deu aos poucos, com elemento do dubstep sendo emprestados e misturado a outras correntes musicais.

O fato da produção de seus elementos “essenciais” serem ensinados em tutoriais no YouTube era um indicativo de que havia virado uma fórmula, o que é o fim para relevância de qualquer gênero. Era preciso fazer uma curva. O que poderia ser uma má notícia se gerando algo positivo, incentivando mudanças de direção por produtores mais preocupados com os sons que saem das caixas do que o tilintar das caixas registradoras.

Desde os idos de 2007 produtores fiéis aos conceitos independentes do dubstep, como Burial e Kode 9 (dono do essencial selo Hyperdub), buscaram fugir da mesmice para qual tudo sem encaminhou, inaugurando o que que ficou conhecido como pós-dubstep, re-aproximando o estilo do clima experimental de onde surgiu. Essa fase 2 criou o ambiente para nomes como James Blake ou sua versão mais radifônica, Jamie Woon, despontarem, trazendo outros elementos para equação, notoriamente o R&B, outro gênero que sofreu com a comercialização, esse nos anos 90.

O principal legado do dubstep e, principalmente, sua viabilidade comercial, foi bem além dos novos gêneros que surgiram a partir dessa problemática (UK Funky, o próprio pós-dubstep): sua ascensão deu coragem para produtores colocarem o grave novamente no centro das atenções. No atual estado de DavidGuetização da música eletrônica, com sirenes por toda parte e o agudo tomando conta até onde menos se espera (o show de horrores proporcionado pelo Major Lazer é um exemplo), isso por si só é um alento. Mais grave é sempre um alegria, mesmo em música ruim. O grave é o alho sônico, deixa qualquer coisa melhor.

Conversando com o pesquisador Chico Dub, curador do festival Novas Frequências, ele observou: o grave se tornou o denominador comum da música urbana contemporânea. Seja em artistas tendendo ao r&b (The Weeknd), hip hop (A$AP Rocky), ao house (Lone), techno (Martyn), breakbeat (Mosca), drum n bass (Joy Orbison), 2-Step e Garage (Redinho, Julio Bashmore) ou até mesmo a um pós-pós-dubstep de olho no grande público (SBTRKT).

A impossibilidade de rotular cada um dessas misturas (uma prateleira para cada artista iria ficar complicado…) fez surgir mais um gênero, a bass music, um guarda chuva pra lá de bobo, por ser demasiadamente abrangente. Atendendo essa demanda, dois selos despontam: o escocês Numbers (por onde até Kieran “Four Tet” Hebden e o Modeselektor andam ciscando), nascido a partir de uma festa, e o inglês Night Slugs.

A coisa tá grave. E isso é ótimo.

Tchequirau

Muito influenciado pelo dub, ano passado o Sun Araw (que recentemente esteve no Rio para participar do festival Novas Frequências) foi a Jamaica atrás do The Congos, do clássico “Heart of the Congos”, produzido por Lee Perry e tido em algumas listas como o melhor disco da história do reggae, para produzirem material juntos. Enquanto o disco não vem, tem um vídeo mostrando um pouco da viagem.

8 Comentários

Dubstep segue ladeira abaixo

Mais conhecido como apresentador do UFC, Joe Rogan esculhambou o dubstep em seu podcast – ou ao menos a parte mais vísivel da coisa toda.

O cara até que é engraçado, sua viagem sobre pessoas inteligentes é bem perspicaz.

Comente

Crianças reagem ao dubstep

Ah, as crianças… Até ouvindo essa versão medonha de “Pumped Up Kicks”, do Foster The People (e só assim pra postar algo da banda).

Dica do @raons.

1 Comentário

Korn (Featuring Skrillex), “Get Up!”

O próximo disco do Korn, “Path Of Totality”, será de dubstep. Hein? Ahã. Dubstep.

Ouça “Get Up!”, produzida pro Skrillex, um encontro entre o pior do metal e o pior do dubstep. Faz até sentido, sem pilha. É como se tivessem inventado um plugin para dubstepar qualquer coisa, um autotune dos infernos.

2 Comentários

Doc trailer: “Bassweight”

Finalmente assisti o doc “Bassweight”, sobre a cena dubstep londrina e também seus ecos pelo mundo, incluindo depoimento do brasileiro Bruno Belluomini.

Com depoimentos dos principais nomes (Kode 9, Skream, Benga, Mala, etc) e imagens das principais festas, sempre feitos de maneira bem informal, o que chapa mesmo é como o diretor Suridh Hassan conseguiu traduzir visualmente a aspereza e gravidade do dubstep. Vale muito a pena assistir só por isso, como referência de um boa solução visual para um doc musical.

4 Comentários

The Weeknd, “House of Balloons”

A banda é canadense, porém parece que nasceu nos EUA e cresceu na Inglaterra (r&b meladão, dubstep e trip-hop). O The Weeknd, é formado pelo cantor Abel Tesfaye e os produtores Doc McKinney and Illangelo. Pra baixar “House of Ballons” é só visitar a página da banda.

The Weeknd – House Of Balloons by The_Weeknd

Via Matias.

2 Comentários

Burial + Four Tet + Thom Yorke

Estrearam ontem a noite no programa do Flying Points na Rinse.FM as duas músicas da colaboração entre Burial, Four Tet e Thom Yorke. O vinil com as duas faixas, “Ego” e “Mirror”, esgotaram na pré-venda.

Ouça e diz se as andanças de Thom Yorke não explicam bastante a sonoridade do “The King Of Limbs”, disco recém-lançado pelo Radiohead.

2 Comentários

Um papo com James Blake

Responsável por apontar um novo e interessante caminho para o dubstep, James Blake (assunto da última publicação de 2010 do URBe) faturou o segundo lugar do Sound 0f 2011, promovido pela BBC. Jessie J ficou em primeiro (vai saber como).

Blake costuma complementar o Mount Kimbie ao vivo, infelizmente não na vez que assisti a dupla. Quem sabe no Coachella ele apareça.

Comente

Transcultura #031 (O Globo): Scientist, La Cofradia de Los Corazones Solitarios


Clique na imagem para ampliar

Texto da semana passada da coluna “Transcultura” que publico todas as sextas no jornal O Globo:

Aplicando ciência ao dubstep
O dub do dub que vem de londres
por Bruno Natal

O dubstep é o filho mais recente e comentado do dub. Crescido nas regiões tidas como casca-grossa de Londres, como Brixton e Hackney, as frequências graves e pesadas vão se tornando pop, tocando nas rádios inglesas, ainda que em formatos diluídos, e nomes como Rusko têm sido convidados para produzir faixas para gente como Britney Spears.

Porém, o bom dubstep é mesmo aquele curtido em clubes alternativos, escuros e enfumaçados, sem preocupações comerciais, por gente como Mala, Skream, Digital Mystic, Kode 9, Burial e tantos outros.

Curiosamente, mesmo carregando o dub no próprio nome, afora as participações de alguns toasters jamaicanos, havia pouca interação entre os universos do dubstep e dos nomes clássicos do dub. Nesse sentido, o disco “Scientist launches dubstep into outer space” é um marco (troque seu e-mail por duas faixas no saite da gravadora).

Nele, um dos principais dubmasters da História, pupilo de King Tubby (pai da coisa toda), conhecido mundialmente como Scientist, aplica a ciência da mesa de som a 12 músicas exclusivas de grandes nomes do dubstep.

A proposta é muito simples: Scientist pegou as músicas com todas as faixas separadas, abriu numa mesa de som e fez uma nova mixagem, ao vivo, adicionando efeitos como delay e reverb, valorizando ainda mais os graves e criando novas versões da gravações originais. É um dub de músicas que já nasceram dub. É quase redundante, e, em alguns casos, é mesmo. Até porque faz tempo que o mestre perdeu a pegada. Só pelo encontro, vale a audição.

Tchequirau

Niña Dioz & Li Saumet – La Cumbia Prohibida (Prod. by El Remolón & Villa Diamante) by villadiamantezzk

Formada pelos argentinos Niña Dioz, Villa Diamante e El Remolón, e pela colombiana Li Saumet (Bomba Estéreo), La Cofradia de Los Corazones Solitarios é um projeto integrado por um time de estrelas da nova cumbia.

Comente

Jamie Vex’d / Kuedo

Dica do Bruno, Jamie Vex’d e Kuedo são nomes artísticos de uma mesma pessoa. Lançadas pelo Planet Mu, as duas músicas trazem guitarra e psicodelia para o dubstep, cada vez mais pesadão ou comercial com a popularidade.

6 Comentários

Scientist e o dubstep

Um dos mestres supremos do dub, Scientist se aventura pelo dubstep.

Comente

Sorteio de DVDs do doc “Bassweight”

Interessou pelo doc de dubstep? Não tem aqui não. Pede pro meu xará, lá no Tranquera.

1 Comentário

Marco Del Horno feat. P Money, “Ho! Riddim”

Dica do Da Lua.

Comente

Skream, “Listenin’ To The Records On My Wall”

Enquanto o clipe da primeira música de trabalho do novo disco do Skream não fica pronto, a gravadora Tempa soltou o making of de uma produção que parece elaborada.

Como disse outro dia, o dubstep vai tomando rumos mais melódicos e o Skream segue junto:


Skream, “Listenin’ To The Records On My Wall”

Via XLR8R.

Comente

Rusko f. Amber Coffman, “Hold On”

Cada vez mais distante da sonoridade que fazia com Caspa, o produtor Rusko aproxima o dubstep do pop radiofônico.

Via The Fader.

Comente

DJ Marky, “Tranquera Mixtape”

Nervosinha essa mixtape que o DJ Marky preparou para o Tranquera. Do funk ao db, dos anos 70 aos 2000. E que pedrada esse remix dele e do Spy Crack de “Wile Out” (DJ Zync feat. Ms. Dynamite).

01. Daft Punk – “Daftendirekt” (1996
02. Incredible Bongo Band – “Apache” (1973)
03. Babe Ruth – “The Mexican” (1972)
04. The Winstons – “Amen Brother” (1969)
05. Photek – “Ni Ten Ichi Ryu” (1997)
06. Marcus Intalex – “Steady” (2010)
07. Breakage – “Foundation” (2010)
08. Commix – “Justified (Spectrasoul Remix)” (2010)
09. Claude Von Stroke – “Aundy (Marky & Spy Remix)” (2010)
10. Zinc feat. Ms. Dynamite – “Wile Out (Marky & Spy Crack’n’bass Remix)” (2010)
11. Zinc feat. Ms. Dynamite – “Wile Out” (2010)
12. Instramental – “Leave It All Behind” (2009)
13. Joy Orbison – “Hyph Mngo” (2009)
14. 4 Hero – “We Who Are Not As Others (Jazzanova Remix)” (1998)
15. Bug Kann & Plastic Jam – “Made In 2 Minutes (The Prodigy Remix)” (1994)
16. Rufige Kru – “Rollin’ Like Scottie” (1993)
17. (tease) TC – “Where’s My Money (Caspa Remix)” (2008)
18. David Holmes – “My Mate Paul” (1997)
19. (tease) James Brown – “The Funky Drummer” (1971)
20. Roy Davis Jr. – “Gabriel (M-Beat Remix)” (1997)
21. Commix & SP MC “Daggers” (2007)
22. Subwave – “Road Rage” (2010)
23. Spy – “Hot Spot” (2010)
24. Unknown Artist – “Yellow Shoes” (2010)
25. Unknown Artist – “Mystic Sunset” (2010)

3 Comentários

“Wu-Tang Clan Meets The Indie Culture Vol. 2: Enter The Dubstep”

O Wu-Tang Clan soltou essa compilação de remixes dubstep de suas músicas: “Wu-Tang Clan Meets The Indie Culture Vol. 2: Enter The Dubstep”. Pode botar o capacete, é só pedrada. E estamos conversados.

1. Deep Space (Jay Da Flex & Yoof Remix)
2. New Year Banga (Rogue Star Remix)
3. Street Corners (Scuba Scythe Remix)
4. Love Don’t Cost (A Thing)/Still Grimey (Nebulla & Dore Remixes)
5. Knuckle Up (Matt U Remix)
6. Biochemical Equation (Datsik & Excision Remix)
7. Keep Hustlin (Trillbass Remix)
8. Now Or Never (Parson Remix)
9. Cinema (Chimpo Remix)
10. Coke (DZ Remix)
11. Iconoclasts (Syndaesia & AKS Remix)
12. Handle The Heights (Stenchman Remix)
13. Do It Big (Baobinga & I’d Remix)
14. Wu-Tang (DZ Remix)
15. Let’s Get It (Evol Intent Remix)
16. Lyrical Swords (Pawn Remix)
17. Think Differently (Hellfire Machina Remix)
18. Pencil/MyPiano/Firehouse (Soroka Remixes)
19. Alphabets (Dakimh Instrumental Remix)

Via @danilocabral.

7 Comentários

“Blackboard Jungle” em versão dubstep

O seminal “Blackboard Jungle”, pérola do dub produzido por Lee Perry e King Tubby, ganha o tratamento dubstep por Dubblestandart, Subatomic Sound System e Jahdan Blakkamoore. O mini-doc conta um pouco da história do projeto.

Via Trabalho Sujo.

Comente

“White”, Tranquera


Bruno “Tranquera” Belluomini
foto: subcut

Faixa nova do Tranquera, “White”.

5 Comentários

Código

Em entrevista para XLR8R, o mestre do dubstep Kode 9 conta como administra sua vida de músico e acadêmico e fala  do livro que está prestes a lançar pelo MIT, “Sonic Warfare”, sobre o som sendo usado como arma de guerra.

Comente

Dia e noite

O clipe de “Day ‘n’ Nite”, do KiD CuDi, foi dirigido pelo queridinho da Ed Banger Records, SoMe, o mesmo de “D.A.N.C.E.”, do Justice.

Os tecladinho apitando implorava por uma versão dubstep e o Rusko entregou “Day n Night” (Rusko’s Big Trombone Remix).

A pista de dança também queria sacudir, então o Crookers aceleraram o troço em “Day ‘n’ Night” (Crookers first remix).

Comente
Página 1 de 212