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Transcultura #152: Four Tet & Floating Points // Caribou

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Texto na da semana passada da “Transcultura”, coluna que publico todas as sextas no jornal O Globo. O evento já foi, mas o papo com Four Tet e Floating Points continua valendo a leitura. A entrevista contou com a colaboração do Nicholas de Lucena, da Rádio Magma.

Eletrônica e além
Entre os nomes mais respeitados do gênero, os ingleses Four Tet e Floating Points tocam pela primeira vez no Rio. 
por Bruno Natal

Num mês tão abarrotado de shows que ganhou o apelido de “Supernovembro”, o Rio recebe dois dos nomes mais respeitados da música eletrônica avançada: os ingleses Four Tet e Floating Points. Ambos se apresentam nesta sexta, às 23h, no Cais da Imperatriz, na Praça Mauá, como parte da festa Gop Tun, do selo paulistano de mesmo nome, que comemora dois anos de existência nessa primeira edição no Rio.

Four Tet

Aos 36, Kieran Hebden é um dos mais respeitados produtores de sua geração. Em seu verbete na Wikipedia, o Four Tet é relacionado a eletrônica, folktronica, IDM, trip-hop, pós-dusbstep, pós-rock e outsider house. A lista de artistas pop que o procuram para ganhar um remix e de quebra um selo de qualidade é extensa e inclui The xx, Radiohead, Aphex Twin, Bonobo, Explosions in the Sky, Matthew Dear e Black Sabbath.

Entre os parceiros, tem colaborações com o baterista de jazz Steve Reid, com Caribou, Thom Yorke e o misterioso Burial (que muitos apontam ser ele próprio, mesmo após William Emmanuel Bevan ter assumido a identidade). Os sets do Four Tet não ficam presos a essas colaborações. Além das músicas próprias dos seus sete discos, Kieran faz improvisos e colagens ao vivo. E, apesar de estar se apresentando no Rio pela primeira vez, ele não é um estranho ao país.

— Estive no Brasil pela primeiras vez em 2002, e esta é minha quinta visita. Quanto aos remixes, ainda não pensei em nenhum brasileiro para chamar, quem sabe no futuro?

Além do trabalho como produtor, Kieran se dedica também ao próprio selo, Text Recordings:

— Será um 2015 intenso para Text. Estamos com alguns grandes lançamentos programados, e normalmente mantenho tudo em sigilo até o vinil estar pronto. Tem dado certo assim. O meu Twitter (@FourTet) é a melhor manieta de saber em primeira mão sobre os lançamentos do selo e meus próprios.

Admirador da música brasileira, Kieran conhece alguns artistas clássicos e também outros muito novos.

— Gosto muito de música brasileira e sempre compro mais discos, de Milton Nascimento a Tim Maia. Entre os artistas de música eletrônica, gosto muito do Babe Terror, de São Paulo. Fiz um remix pra ele, lançado pela Phantasy.

Floating Points

Com formação clássica de piano e jazz, Sam Sheperd, o nome por trás do Floating Points, percorre trilhas alternativas em algum lugar entre o house, glitch-hop, dubstep e o ambiente.

Cofundador, com Alexander Nut, do selo Eglo, (pelo qual foi lançado o elogiado “Yellow memories”, da cantora Fatima), Sheperd também montou uma big band chamada Floating Points Ensemble, com 13 músicos se dividindo em metais, cordas, vibrafone, guitarra, baixo, bateria, e em que ele toca teclado Rhodes. O projeto, no entanto, tem apenas um disco, de 2010. Atualmente, Sam tem se apresentado solo, como DJ.

— Existem planos para mais colaborações com músicos e shows, mas ultimamente concentrado principalmente nas minhas apresentações como DJ. Neste ano supervisionei o disco da Fatima, que contou com muitos músicos tocando instrumentos ao vivo e, de certa maneira, foi uma espécie de continuação do Floating Points Ensemble.

Também fã da música brasileira, ele incluiu Tim Maia e Gal Costa na seleção do seu último podcast para a Rinse FM. Além disso, Sheperd também participou de “Brasil Bam Bam Bam”, disco do radialista inglês Gilles Peterson, gravado no Brasil e coproduzido por Kassin.

— Minha relação começou como fã, o próprio Gilles é uma pessoa que sempre deu muito destaque para a música brasileira, mas aos poucos foi algo que cresceu muito no meu gosto. Minha viagem ao Brasil em 2011 foi algo que só fez aumentar a fascinação por artistas brasileiros.

Como é sua primeira vez no Rio, a expectativa da apresentação é grande.

— Estou muito animado com a viagem e para conhecer a cidade e explorar algumas lojas de discos. Já fui a São Paulo e gostei muito, mas sei que é diferente.

Tchequirau

Parte do excelente disco do Caribou, “Our Love”, praticamente presa a um só loop, denso e lento, coberto por um vocal fantasmagórico, essa “Silver”é pra cozinhar em fogo baixo.

O vídeo oficial do Queremos Jagwar Ma! no Rio

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foto: I Hate Flash

Semana passada o Jagwar Ma tocou no Rio para pouco mais de 150 pessoas 252 pessoas, pouco mais da metade da casa. Uma pena que tão pouca gente foi assistir um show tão bom. Ouvi dizer que muitos ficaram desanimados por ser no Miranda, casa que se lançou como de luxo com ingressos caríssimos e agora luta para desfazer essa imagem. Besteira. A casa é ótima, intimista e  o show custava R$ 70, mesmo preço que no Circo Voador (lugar que alguns da Zona Sul acham longe).

Azar de quem perdeu, foi bonzão e a banda saiu alucinada do palco, como você pode ver na entrevista que fiz com eles, em que citam inesperadas influências de Tom Jobim e rastas.

O vídeo oficial da Solange no Rio

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Com dois discos pouco conhecidos no currículo e apenas o recente EP “True” como verdadeiro combustível para atrair fãs, Solange Knowles (também conhecida como “a irmã da Beyncé”) surpreendeu com um show preciso e divertido, ainda que tenha sido curto. Garantido-se, nem guardou “Losing You” para o encerramento. E ainda tocou sua versão de “Stilness is the Move”, do Dirty Projectors.

O vídeo oficial do Beach House no Rio

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Beleza de show esse do Beach House, simples e tecnicamente perfeito, fazendo o som crescer. Como um trip hop construído sob uma matriz e timbres indies, a chapação da dupla funciona bem demais ao vivo.

No palco a cantora e tecladista Victoria Legrand e o guitarrista Alex Scally são complementados por um baterista. A cenografia sem firulas, baseada na transição de luzes complementa as viagens auditivas oníricas do Beach House, assim como a presença fantasmagórica de Victoria, tocando o teclado sem nunca olhar para as teclas, enquanto Alex solta as frases de guitarra e as programações.. O ponto que desiquilibrou, no entanto,  foi o técnico de som, que tirou uma sonzeira daquelas pra entrar na lista de melhores ouvidos no Circo Voador.

Como de praxe nos shows do Queremos!, bati um papo com a dupla pro vídeo oficial.

OEsquema apresenta: Sala Criolina

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Autoramas e BNegão

Assim que assisti o vídeo que o diretor Cícero Fraga enviou via Facebook para assistir um episódio da websérie Sala Criolina, vi paralelos com o conteúdo publicado n’OEsquema. Como nossa OEsquema TV é  apenas uma ideia – ainda que sejam muitas essas ideias – falta um bocado para todas elas tornarem-se realidade, ficou claro que uma parceria fazia sentido.

A estreia do Sala Criolina, produção da ClipClipUha e do Coletivo Criolina, com apoio e distribuição do OEsquema, é um primeiro passo nessa direção. Como a primeira leva de programas já estava produzida, não nos envolvemos diretamente na concepção. Porém, mesmo assim, o conteúdo está bastante alinhado. o Cícero tinha um produto na mão, nós tínhamos o canal e agora cá estamos.

Amanhã as 13h será lançado o primeiro vídeo, por aqui mesmo, estrelando o vizinho Lucas Santtana. Pra contextualizar, conversei com por email com o Cícero sobre a série e essa parceria.

Cicero Fraga - diretor - ClipClipUha
Cícero Fraga, como se vê pela blusa, sabe das coisas

Como surgiu e quais as intenções do Sala Criolina?

Cícero Fraga – O coletivo Criolina é formado por DJs aqui de Brasília (Rodrigo Barata, Tiago Pezão e Rafael Oops). Posso dizer tranquilamente que eles são um dos principais agitadores aqui da cidade. Eu tenho uma produtora de video que basicamente se dedica a videos sobre música e videoarte, a ClipClipUha. Há tempos que a gente ensaiava unir esses dois lados para produzir algo. No início desse ano, fiquei sabendo que o coletivo Criolina tinha fechado um projeto que traria bons artistas para a cidade durante todo o ano. Foi essa a hora de pegar carona e propor um modelo de programa. Em um almoço chegamos no formato e montamos o cronograma já com o primeiro convidado, Lucas Santtana. O nome, Sala Criolina, vem da casa que os Criolinas moravam. Uma grande casa que até hoje serve de hotel para músicos que vem tocar na cidade na festa que eles promovem toda segunda. A sala é o ambiente mais comunitário e mais abarrotado de vinis, vitrolas, MPC, computadores e todo tipo de instrumento.

Quem já foi entrevistado e quem mais vem por aí?

Cícero Fraga – Além do Lucas Santtana, já passaram pelo Sala Criolina a Anelis Assumpção, Karol Conká, BNegão, Curumin, Autoramas, Maga Bo e Chico Correa e Thiago Pethit. Os próximos ainda não sabemos. Um coisa é certa, pra segunda temporada queremos incluir artistas aqui da cidade que já estão com o pé para fora da região, como Passo Largo, Sacassaia e Móveis Coloniais.

Gravando com Curumin
Durante as gravações com Curumin

Como vocês escolheram os entrevistados e os assuntos abordados?

Cícero Fraga – Queremos conversar sobre música. Não necessariamente sobre a música que aquele artista faz. Acho que poucas vezes entramos no trabalho autoral, sem ter como fugir dele também em certas questões. Mas o que queremos é juntar conhecedores de música, pesquisadores, colecionadores de vinil, alguns músicos chegam a ser potenciais historiadores (se não o são, rs). Mandamos três perguntas diferentes para cada um. Obtemos três ótimas respostas. Todo convidado tem sempre uma grande história para contar. O Gabriel, do Autoramas, deu uma aula de Jovem Guarda, o Lucas fala da “invenção do samba”, o BNegão sobre destruir para poder construir. E tudo isso costurado por ótimas dicas de som.

Conte um pouco da produção dos vídeos.

Cícero Fraga – A produção dos vídeos é completamente independente. Porém, foi-se o tempo em que ser independente é ser amador. Tinha de ser bem feito. Essa era a prerrogativa. Fechamos uma equipe base, enxuta, com o equipamento mínimo necessário investidos por mim, Silvio Cohen, Gustavo Amora e David Alves. O nosso retorno é ter um programa bem feito, onde as pessoas possam gostar e querer mais. Essa websérie é um termômetro para outros projetos que ainda queremos fazer. E assim tem sido. Todos os artistas que passaram por aqui compartilharam o conhecimento deles, estavam abertos para trocar ideia. E todos saíram com a sensação de que foi massa. De que foi uma entrevista diferente.

Quais eram os planos antes da parceria com o OEsquema e qual a importância dessa associação?

Cícero Fraga – Desde quando chegamos no formato, sabíamos que o Sala Criolina era para web, foi concebido para ser web. Assim que o projeto começou a ficar pronto, surgiu uma oportunidade de negociar o programa para TV. Mas para praticamente ceder os direitos desse nosso investimento, só valeria a pena se fosse uma TV expressiva e sob boas condições. Como não era o caso, optamos por permanecer na web mesmo. E já vínhamos traçando uma lista de portais e blogs que entraríamos em contato para divulgação. O OEsquema era o topo da lista. Eu conversava com o Rodrigo Barata e a gente falava que tinha que ser algo ‘tipo OEsquema’. rs. E naturalmente rolou. De certa forma, o OEsquema é o nosso jornal diário de boa informação e boa música. Nos alimentamos tanto dessa informação que era natural que o Sala Criolina tivesse um pouco a cara de vocês a ponto da gente institivamente fechar essa parceria. Feito! O objetivo agora é que o Sala Criolina seja um conteúdo interessante. Apostamos boas fichas nisso.

Entrevista: Rafael Ramos (Polysom) + sorteio de vinis

A volta do vinil e as altas vendas tornaram-se um mito na indústria. Conversando por email sobre o assunto com Rafael Ramos, da Deckdisc e da Polysom, única fábrica de vinis da América Latina, o papo virou uma entrevista sobre o mercado de vinis no Brasil. Ficou faltando a visita a fábrica, mas vamos marcar o passeio (aliás, seria massa levar um leitor).
De quebra, Rafael ainda colocou uns vinis na roda pra sortear entre vocês, leitores.
URBe – Faça um resumo da situação da Polysom hoje.

Rafael Ramos – A fábrica está funcionando a pleno vapor, passando por sua melhor fase, que tende a melhorar. A cada dia chegam mais clientes e esses cada vez ficam mais satisfeitos. A fábrica evoluiu muito todas as fases do processo (desde o corte de acetato até a prensagem em si) e hoje atinge um nível de excelência altíssimo. A procura é muito grande, o interesse em fazer vinil tem aumentado muito e muitas das solicitações de orçamento têm virado realidade rapidamente. Os clientes estão entendo as facilidades e as vantagens de se prensar no Brasil e isso, junto ao respaldo da qualidade, têm deixado as prensas bem ocupadas. Tanto para vinil de 12″ (140 e 180 gramas) quanto para compactos de 7 polegadas.

URBe – Hoje o mercado está estabelecido? Ou é balela esse papo de mercado do vinil gigante? Quais os números de produção atuais?

RR – Gigante” realmente não é o melhor termo. Os números não são grandes mas são consideráveis para um mercado que ficou parado por uns bons 10 anos e voltou à ativa há menos de 2 anos. Ainda são poucas as lojas que vendem e muitas delas são lojas pequenas e fiéis que, com muita esperteza (preços bons, bom atendimento, não colocando uma margem de lucro excessiva), têm aumentado seus pedidos. Mas com muita insistência algumas barreiras têm sido quebradas e todo novo cliente (loja) que adere ao formato causa um aumento grande nos números. A fábrica hoje produz uma média de 5 mil peças por mês, um crescimento de mais de 200% do ano de 2011 para 2012.

URBe – Qual foi o período mais difícil e as maiores complicações?

RR – O início foi a fase mais complicada. Desconsiderando a fase de reforma da fábrica (todas as prensas foram desmontadas até o último parafuso por uma equipe de altíssimo nível), os impostos, que no Brasil chegam a uma porcentagem absurda, atrapalharam muito no preço de fabricação e a desconfiança da clientela sobre a qualidade do produto final também fez tudo demorar a engrenar. Só depois de um bom tempo com os discos clássicos que a fábrica licenciou na rua é que essa mentalidade foi mudando. A prova da qualidade está na pick-up de grandes colecionadores e adoradores de música com os ótimos resultados atingidos na fabricação de discos como “A Tábua de Esmeraldas” do Jorge Ben e do “Krishnanda” do Pedro Santos.

URBe – Tem o papo dos discos prensados no leste europeu, que são mais baratos. Fale dessa concorrência.

RR – Foi outra complicação desde o começo e que durou até pouco tempo. Como disse, a mentalidade tem mudado muito. Hoje o cliente sabe que pra ficar “super mais barato”, ele tem que trazer uma prensagem inteira ilegalmente dentro da mala, o que não é leve, nem correto. Se você for importar legalmente uma prensagem feita no exterior, o seu preço final será consideravelmente maior do que o que a Polysom oferece hoje. Isso sem contar os que nunca calcularam o valor da passagem pra ir de voltar da Europa. Não vale a pena.

URBe – Quais as perspectivas de mercado? Tem muito mais artista prensando vinis?

RR – A procura cresceu muito no ano passado. Chegou a assustar, pro lado bom da coisa. Cada vez mais o artista (assim como as gravadoras e selos) sabe o quanto agrega a um projeto lançar no formato de vinil. A perspectiva é que ainda melhore e estabilize num ponto mais alto do que nos encontramos agora. A fábrica ainda não chegou na metade de sua capacidade de fabricação. O plano é que estabilize no topo.

URBe – Como você enxerga o papel do vinil na equação da industria fonografica atual? Dá pra desafogar ou as vendas não tem tanto impacto?

RR – Os números não são grandes mas como as vendas de cd também não são mais as mesmas, a equação tem ficado engraçada. Não desafoga as baixas vendas do formato físico, mas tem um impacto gigante no trabalho artístico. Valoriza muito um lançamento. A capa, o som, a atenção que atrai na loja, a posição que ocupa na vida de quem vai a um show e sai com um vinil debaixo do braço. Está mudando a forma como as pessoas enxergam música no Brasil, e isso já vale todo o esforço.

SORTEIO:

Pra ganhar, diga nos comentários qual desses discos você gostaria de receber e por quê. O primeiro pedido para cada disco, com uma resposta decente (sim, o critério é subjetivo, portanto esforce-se), leva a bolacha.

Dado a belezura dos presentes, o número mínimo de participantes é 100. Vou deixar os comentários acumularem e só vou publicá-los depois de chegar a 100 comentários. E pra dar mais emoção, um dos discos será ganho pelo participante número 100, que vai ser o primeiro a escolher, Assim ninguém ficar com medo de publicar atrasado e não ganhar.

Adendo (incluído após a publicação do post): cada pessoa só pode concorrer uma vez, não adianta postar várias vezes tentando vários discos.

Muito importante: não tenho a mais vaga ideia de como fazer pra entregar esses discos aos ganhadores, correio seria uma fortuna. O mais provável é que deixe na Tracks para ser buscado pelos ganhadores, mas ainda nem falei com ninguém da loja. Portanto, concorra por sua conta e risco, e saiba que se estiver no Rio aumentam suas chances de fato receber seu disco.

Resumindo: São 14 discos, o centésimo comentarista tem prioridade na escolha do seu disco. Depois disso, a distribuição segue a partir do primeiro comentário, na ordem de chegada e pedidos, até acabarem as peças.

Abaixo, o Rafael descreve cada peça. Boa sorte!

Atualização: PROMO ENCERRADA!

1 Jorge Ben – Tábua de Esmeralda (Vinil Verde, só existe UM, foi um teste feito na fábrica…)N.E. – esse foi travado, meu disco favorito de todos os tempos
Jards Macalé - 1972 – Clássicos em Vinil – 180 gramas
1 Agridocevinil 12″ transparente!- foi um teste, tem 20 desses e vou fazer uma venda especial, peguei um e botei no seu pacote! (Exclusivo)
Agridoce - compacto Vermelho - “Ne Parle Pas” (lado B remix de Tejo do Instituto para a mesma música)
1 teste de prensagem “Agridoce” vinil laranja!
1 teste de prensagem Los Hermanos “Ventura” (duplo!)
1 teste de prensagem “Los Hermanos Ao Vivo” (duplo!)
1 teste de prensagem Los Hermanos “4″
1 Teste de Prensagem Pedro Santos – “Krishnanda” (!!!!!!!!!!! Item lindo raríssimo)
1 Teste de Prensagem Cícero“Canções de Apartamento”
1 Teste de Prensagem Black Alien“Babylon By Gus” que relançamos em vinil agora. – N.E. – por muita sorte de vocês não travei esse também
1 Nação Zumbicompacto “Fome de Tudo” – Lado A “Onde Tenho que Ir” – Lado B “A Culpa” (são as faixas que não entraram na versão em vinil 12″ do “Fome de Tud”o, pela questao tempo vs. qualidade)
1 “Voyeur” – compacto da banda eletropop de Recife
1 Boss In Drama“Pure Gold”
1 Panda Bear“Tomboy” – vinil 12″ (conhece isso? é um dos caras do Animal Collective)

Obs: Um teste de prensagem são de três a cinco cópias que são feitas antes da prensagem oficial começar, com rótulo exclusivo, pra se ouvir e saber se está bom, conferir som, peso, etc. Uma vez  aprovadas, começa a prensagem. São poucas testes e não são descartados porque estão bons, foram aprovados.

O URBe reserva-se o direito de mudar a regra completamente se der qualquer tipo de confusão ou mesmo cancelar o sorteio. É uma brincadeira, portanto divirtam-se!