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Guerra

A Al Jazeera está produzindo uma série de mini-documentários, sobre diversos assuntos relacionados a guerra além da questão dos prisioneiros, tema também abordado nos filmes “Taxi to the darkside” e “Procedimento operacional padrão”, do mestre Errol Morris — embora esse seja mais interessante visualmente do que em termos de conteúdo — em cartaz no Rio e em São Paulo.

A emissora, apelidada de “CNN do mundo árabe”, ficou conhecida no ocidente como “canal do Bin Laden”. É uma idéia bem errada do trabalho do canal, que dá voz ao outro lado da história, mesmo que as opiniões  por vezes sejam um tanto radicais. Embora, vistas de lá, muitas das opiniões expressadas no ocidente também possam ser interpretadas da mesma maneira, é bom lembrar — uma história bem contada em “Control Room”.

A Al Jazeera Internacional English, com base em Londres, Washington, Doha e Kuala Lumpur vai crescendo (em audiência e importância) exatamente por séries como a citada aqui.

Enquanto isso, os custos da guerra seguem subindo astronomicamente, conforme explicado no vídeo acima, da Good Magazine.

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Eleições

A economia americana está quebrando e o dólar sobe. Os democratas querem aprovar o plano de contenção comunista, mas são os próprios republicanos, autores da idéia, que não rejeitam o projeto.

Quando não dá para entender mais nada, só o Daily Show salva.

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Imbatível

Jon Stewart segue imbatível na cobertura das eleições americana. Fico imaginando uma visita da Sarah Palin ao Daily Show…

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Bush no corpo da Rosinha

Em sua primeira entrevista como candidata a vice-presidente dos EUA, Tina Fey, digo, Sarah Palin foi um desastre. Um resumo:

- Pallin é viajada: conhece o mundo como poucos, já foi ao México, ao Canadá e a uma base militar no Kuwait.

- Pallin é inteligente: não entende as perguntas. Não é nem fingir que não entende, é genuinamente não compreender o que foi perguntado. É incapaz de responder uma pergunta diretamente.

- Pallin é articulada: são tantas frases decoradas que elas se atropelam, uma sobre as outras, tornando o discurso tão artificial e rebuscado, que provalvelmente não atingirá ninguém. O que parece uma dislexia também não ajuda. Alguém aí ouviu nukular?

- Palin é religiosa: a candidata apóia ma guerra santa, embora sequer tenha coragem de admitir isso em poucas palavras. O extremismo cristão já se provou mais cruel que extremismo islâmico, é só lembrar das Cruzadas, pra ficar num exemplo fácil.

Na boa? Com todo respeito, Pallin é uma dona-de-casa e não tem idéia de onde se meteu. Não é nenhuma questão sexista, sempre falo que o único jeito do mundo melhorar é se as mulheres tomarem o poder em toda parte.

O problema de Pallin não tem nada a ver com o fato de ser mulher. Ela é simplesmente tapada mesmo. Uma candidata dessas pode ter sido um presente para Obama e sua equipe.

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RATM acústico

Impedidos de tocar em frente a conveção do partido republicano, o Rage Against the Machine manda “Bulls on parade” e “Killing in the name” a capela.

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A esperança

Barack Obama ainda é apenas um candidato a presidência dos EUA, mas uma exposição em Denver, EUA, tenta tranformá-lo num ícone da esperança. Qualquer que seja o resultado, essa eleição promete mais por suas consequências no campo emocional do que no político.

Uma derrota de Obama será uma grande decepção. Obama ganhando e não conseguindo ser a força de transformação que promete ser (o que é bem provável que aconteça), uma desilusão coletive abaterá o mundo. Ou pelos menos aqueles que ainda acreditam.

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