OEsquema

Arquivo: faroff

“Pizza Samba – Mashups de Carnaval”, mixtape

Organizada e encomendada pela Agemda, a mixtape “Pizza Samba – Mashups de carnaval” é inspirada nos recentes mashups que João Brasil vem fazendo no seu projeto “365 Mashups”, misturando axé, samba e pop, pra garantir um carnaval eletrônico sem sair do compasso.

3 Comentários

Hoje tem: Faroff na Club Soda

A caminho do Rio, o Faroff carinhosamente nos brinda com um mashup novo: Nirvana vs Dead or Alive, “Spins like teen spirit”.

Comente

Olha o Faroff aê

O Faroff manda avisar:

“Atenção: nas próximas semanas, um vídeo novo a cada 4 dias. Maratona.”

Comecou com essa colagem de Gwen Stefani vs Elastica vs M.I.A. vs Smash Mouth.

Esse cronograma tá meio confuso, só esperando pra entender mesmo.

Comente

DJ Mag, Maio/2009

Matéria sobre o FAROFF que escrevi para DJ Mag.

Bem longe da mesmice

Guitarrista e fundador da banda brasiliense Móveis Coloniais de Acaju Leo Bursztyn começou a ver sua vida mudar, literalmente, em 2005, quando se mudou para Boston, EUA, para cursar um PhD em Economia. Pouco tempo depois, saiu do móveis, mudou de nome e se transformou em FAROFF.

Misturando Beatles com LCD Soundsystem (“Brits are playing in my house”), B-52’s com Soulwax e Yello (“Funky Shack”) ou Britney Spears com Metallica (“Enter Toxman”), FAROFF rapidamente construiu uma carreira como produtor de mashups.

“O nome é um jogo com farofa (pelo lado da mistura) e far off (algo nada a ver). É bom porque serve tanto no Brasil quanto nos EUA”, explica Leo. A preocupação em ter um nome internacional tem motivo. O FAROFF já se apresentou na edição de Boston de uma das principais festas de mashups do mundo, a Bootie. Nos próximos meses, Leo tocara nas edições de Nova York, São Francisco e Los Angeles, além de datas na Europa e, veja só, no Brasil.

A graça do mashup é misturar, então não tem muita regra. “No começo, eu fazia muitas misturas com coisas do Leste Europeu e música brasileira. Hoje misturo desde rock dos anos 60 até poperôs dos anos 80, com eletrônico atual, música judaica, o que vier à cabeça”, conta Leo.

“O mashup é a cara da nossa época, em se recicla tudo, reinventa, copia-corta-cola, revisita, mistura mídias e gêneros. A gente vê isso na moda, no cinema e na música também”. Leo não se vê sozinho no Brasil e lista alguns de seus pares: “João Brasil, Lúcio K e Sanny Pitbull no Rio; Killer on the Dance Floor em São Paulo, Anaum em Curitiba”.

Pra ele, o mashup veio pra ficar. “Já tem um monte de artistas soltando suas faixas na internet para as pessoas reciclarem, criarem. O jogo mudou, não é mais uma gravadora, a TV e a rádio te impondo o que ouvir. Cada um vai atrás do que quer”.

Comente

Ninguém sabe, ninguém viu


House of Pain vs Klezmer, FAROFF Mashup

Ontem no Pista 3, aquela caveira de burro, o FAROFF fez sua primeira apresentação áudio-visual no Rio. As cerca de 40 testemunhas presentes no local se esbaldaram com as frenética colagens do brasiliense, com destaque

Ex-integrante e fundador do Móveis Coloniais de Acaju e cursando doutorado em economia em Harvard, hoje pela manhã Faroff, ou melhor, o Leo, tinha uma reunião num banco. O sujeito é a personificação do mashup. Tudo ao mesmo tempo agora.

A bagunça foi na festa Os Ritmos Digitais, produzida por uma molecada que está mandando bem e quase ninguém está vendo. Os sets do trio são divertidos, com boas mixagens e  diversificado sem ser bagunçado. Logicamente, sendo o Rio, o que é bom fica vazio.

A primeira temporada da festa foi encerrada, vamos ver se volta. Se não, anota aí: dia 20 de junho eles tocam na festa de 6 anos do URBe, no Cine Glória. Mais detalhes em breve.

7 Comentários

Funky Shack!

Fafoff“Funky Shack”

Faroff ataca novamente, agora também em vídeo, com o mashup “Funky Shack”, misturando B-52′s, Lipps, Inc., Patrick Hernandez, Yello e Soulwax.

1 Comentário

Embolada

Ex-integrante do Móveis Coloniais de Acaju e morando nos EUA há três anos, onde cursa um PhD em Economia em Harvard, o Leo Bursztyn escreveu avisando que agora atende pelo nome de FAROFF.

Afastado da banda, esse é o nome do seu projeto de mashups, criado para suprir a necessidade de criar sons — e ver logo os resultados. O lance vingou e ele agora é residente da edição de Boston da Bootie, tida como a mais tradicional festa dedicada ao estilo.

2 Comentários