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Arquivo: fotografia digital

Encontre uma câmera roubada

O Stolen Camera Finder utiliza os tags com informações que são adicionado as fotos digitais de diversos modelos  (o que, você não sabia?) para encontrar fotos feitas com o mesmo equipamento na rede.  Se o novo usuário estiver clicando e upando, através do número de série é possível localizar a câmera roubada, furtada ou perdida.

Via Galileu.

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Tour de France no iPhone

O fotógrafo Gregg Bleakney trocou sua câmera profissional por um iPhone durante a cobertura do Tour de France e transformou a experiência num projeto. Seria bobeira, se não demonstrasse o quanto a ferramenta pode influenciar no olhar e na estética final do trabalho.

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Iphotografia

Com milhões de apps específicas, esse negócio de fotograr com o iPhone está ficando sério. No Iphoneography você encontra tudo que precisa saber sobre o assunto. Isso é, se você tiver um iPhone (eu não).

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Fotógrafo vs produtor

Desde que as câmeras 5D, 7D e T2I da Canon surgiram, a capacidade de filmar em HD com lentes fotográficas hipnotizou os produtores de conteúdo DIY. É a estética dominante em vídeos no Vimeo e foi utilizada pra filmar o último episódio da série “House”.

Mesmo com resultados impressionantes, não precisa ser nenhum especialista pra desconfiar que um equipamento de 1.300 dólares deve ter lá suas limitações frente a câmeras de cinema (digital ou película) que custam uma fortuna.

No mercado virou padrão dizer que agora é possível filmar com qualidade de película e custos de mini DV. Não é bem assim.

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O fim da baixa resolução

Nem a ilustração, nem o denso texto da Wired estão muito fáceis de entender, por isso pedi para um amigo, o artista 3D Tomas Salles, explicar em bom português a técnica que permite transformar arquivos em baixa resolução em alta resolução, descoberta de se deu por acidente:

“O cara tava desenvolvendo um algorítmo pra limpar riscos e artefatos (“artifacs”, sujeira) de uma foto usando uma técnica que tenta adivinhar que cor deveria prencher o buraco entre um pixel e outro. Ele misturou duas técnicas a de limpeza, que eram comum, com uma outra, chamada “minimization”, que aceleraria o processo.

“Ele achou que o resultado seria o mesmo, mas no final ficou perfeito. Parece que o “minimization” combinado com o outro algorítmo adivinha os espaços sem cor entre pixels com muito mais precisão do que se pensava. Porque é possivel, em teoria, fazer o computador calcular todas as possibilidades de cores que faltam numa foto, só que ia demorar tanto que seria, na prática, impossível.

“Eles descobriram que não precisa tentar todas as possibilidades, basta pegar algumas áreas da foto, escolhida aleatoreamente, usar o tal “minimization” que vai sacar que áreas merecem ser estudadas e quais não merecem e usar o resultado (que é calculado muito rápido) com o software de reconstrução. E a margem de erro e tão ridícula que é imperceptível. Bizarro…”

Some a isso as novidades guardadas pela próxima versão do Photoshop e estamos diante de mais uma revolução tecnológica na fotografia.

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Pós-fotografia

No início, a televisão se resumia a uma versão filmada dos programas de rádio. Passou algum tempo e encontrou o seu próprio formato.

Enquanto a internet vai deixando de ser uma reprodução digital de veículos impressos, a fotografia digital continua na busca de se equiparar ao formato analógico, principalmente em termos de resolução, notoriamente a substituição dos ruídos provocados pelos grãos de prata por pixels, interferindo diretamente na qualidade estética da imagem.

O livro “After Photography”, de Fred Ritchin, discute quais os caminhos serão tomados pela fotografia digital quando deixar de simplesmente tentar emular o que era feito com filme. A estrada é longa e o caminho estás só começando.

Via Lucas Bori.

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