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50 discos que mudaram a música

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23 Augustus Pablo
King Tubby Meets Rockers Uptown (1976)

Jamaica’s invention of dub – a stripped-down, echo-laden instrumental remix of a vocal track – was spawned principally on the B-sides of local reggae hits and in the island’s competing sound-systems, with technician-engineer King Tubby as its master creator, a man who could ‘play’ the mixing console. This collection of ethereal melodies by melodica maestro Augustus Pablo distilled the art into album form. It would be years before the West caught up.

Without this … no DJ remixes, no house, no rave.

 

Velvet Underground, Kraftwerk, Miles Davis, The Clash, Augustus Pablo, até Spice Girls (quem disse que é mudar pra melhor, não é mesmo?)… A lista de 50 discos que mudaram a música, compilada pelo Guardian em 2006.

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SBTRKT vai remixar Radiohead

Entrevista curtinha com o SBTRKT no Guardian, certamente um dos discos do ano, falando entre outras coisas, sobre o remix que está fazendo para o Radiohead:

Who would be a dream collaboration?
I’m a massive fan of Björk. It would be amazing to work with her – she’s really inspiring, but whether or not it would be great … I’m not sure. I’m doing a remix with Thom Yorke at the moment, for Radiohead – it’s been funny because normally when you do remixes it’s between you and the label, and the artist never gives a shit ‘cos it’s just promo for them, but Thom’s actually sent me feedback.

Desculpe não ter traduzido, não deu tempo.

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Bandas catalisadoras


Ruthless Rap Assassins
foto: Ian T Tilton

Interessante a matéria do Guardian sobre “bandas catalisadoras“, aquelas que “nunca se tornaram estrelas, mas inspiraram diversos artistas ou pavimentaram o caminho para coisas maiores”, citando o papel do Ruthless Rap Assassins para o nascimento do grime (com depoimento do Roots Manuva), a importância do A Certain Ratio na criação do punk-funk (com depoimento do James Murphy)  e várias outras.

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Guardian analisa os indicados ao Mercury Prize 2011

Bom pra ficar por dentro do apanhado do último ano da indústria do disco britânica.

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How I Wrote… (Guardian): Chilly Gonzales, “The Grudge”

Bem legal a série How I Wrote… (“Como compus…”) do Guardian, em que artistas contam de onde veio a ideia para alguma de suas músicas.

Tem uma coisa ou outra no canal do jornal no YouTube e outras ripadas por leitores. No saite tem muito mais: Warpaint, PJ Harvey, Rumer, Cee-lo Green e outros.

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“Baile X” no Guardian

O “Baile X”, do João Brasil, saiu na “Click To Download”, minha coluna predileta, no caderno mais legal do meu jornal favorito. Massa.

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FourSquare, privacidade e segurança


foto: Linda Nylind para o The Guardian

Bons pontos levantados nessa reportagem sobre o FourSquare publicada no Guardian. Munido de um celular e de uma conta no serviço, o jornalista testo o quanto conseguia extrair de informação de alguém que  não conhecia apenas através do FourSquare. O resultado é revelador de como o uso sem cuidado da ferramenta pode gerar problemas.

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Espreguiça

De volta ao Rio de Janeura. Enquanto vou me ajustando a fuso e as resenhas do Field Day Festival, Philip Glass e Kronos Quartet trilhando “Drácula” ao vivo, Hackney Wicked Art Festival e outras histórias não vêm, vou soltando algumas notícias que li na edição de domingo do Guardian, dia em que o jornal se chama Observer. Fico de cara toda vez que pego o jornal em mãos, é muita matéria bem feita numa edição só. As saudades de Londres estão só começando.

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“Eu fiz um gol numa final de Copa do Mundo”


Gigghia, nosso carrasco de 50


Gerson, o canhotinha de ouro


Pelé, o Edson Arantes do Nascimento

O fotógrafo Michael Donald clicou 34 dos 55 homens que já marcaram um gol numa final de Copa do Mundo — todos os que estão vivos. Os atletas foram registrados tendo suas próprias cidades como cenário e os encontros também geraram mini-docs para uma série “I Scored A Goal In The FIFA World Cup Final”, que serão exibidos na ESPN durante a Copa. Assista o trailer e os depoimentos de cada jogador.

Via Eduardo Hunter MouraGuardian.

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Darwin Deez

Até bem pouco tempo, ter tocado guitarra eventualmente no Creaky Boards, aquela banda que acusou o Coldplay de plágio ano passado, foi o mais perto do sucesso que o Darwin Deez esteve.

Ainda em nenhuma canção gravada adequadamente, a banda figurou na sessão New Band Of The Day do saite do jornal inglês Guardian e nas páginas da NME. Não demorou e o punhado de registros caseiros chamou atenção da inglesa Rough Trade, que em dezembro lança o compacto de “Constellations”.

Sem se levar muito a sério, desde que formou sua própria banda o nova-iorquino de cabelos encaracolados e faixinha na testa vem chamando atenção com apresentações performáticas e uma guitarra de quatro cordas com uma “afinação secreta”.

A sonoridade lo-fi cai bem na banda, dá pra arriscar dizer que uma produção mais rebuscada pode acabar com a graça do negócio. Com uma guitarrinha dançante empurrando a música, “Radar Detector” é uma belezura.


“Radar Detector”


“Constellations”

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Air, “Love 2″

Para gravar o novo disco, “Love 2″, o Air construiu seu próprio estúdio e o Guardian te leva pra dar uma volta nele.

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Dub Echoes, resenhas e estrelinhas

Com o lançamento oficial, começam a sair as resenhas do Dub Echoes. E está indo muito bem!

Guardian, Fact Magazine (4 estrelas e meia em cinco) e a francesa 90BMP comentaram o filme. Don Letts mencionou o documentário no seu programa de rádio na BBC.

O Observer Music Monthly, a Time Out e a Wire deram destaque, anexados abaixo.

Conforme for chegando mais resenhas, subo aqui. Clique nas fotos para ampliar e ler.


TIme Out London, 4 estrelas em 6


Obsever Music Monthly, 3 estrelas em 5


Wire

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Poder de escolha

Consegui rodar o Spotify por aqui e é espetacular, tão bom quanto propagandeado.

Fácil de usar, rápido e abrangente. Com acordo assinado com as principais gravadoras e selos do planeta, dá pra encontrar quase tudo. Não é difícil imaginar que com tanta praticidade exista bastante gente disposta a cair dentro.

Claro que coisas independentes muito obscuras ainda estão de fora, mas não deve demorar até serem incluídas.

O serviço já se destacou, criando uma onda de otimismo na indústria, embora alguns velhos tubarões questionam se o valor que será gerado pelos anúncios (um a cada 20 minutos para os usuários gratuitos, zero para os pagos, a 9,99 libras por mês) será o suficiente para a indústria.

Como é que é? Suficiente? Bom, compara com ZERO que é o que está se tornando a regra das pessoas pagarem e me diz se 1 centavo te adianta. É essa arrogância que faz as coisas andarem tão devagar.

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Lá como cá

A brutalidade com que a polícia londrina combateu as manifestacões durante o encontro do G20 na cidade gerou protestos e agora ganha contornos trágicos com o surgimento de um vídeo comprometedor.

As imagens mostram Ian Tomlinson, morto na confusão e apontado como baderneiro, afastando-se tranquilamente, alheio ao tumulto, e ainda assim sendo violentamente atacado por policiais, minutos antes da sua morte.

Por aqui, gente chocada aponta que lá também ocorre violência policial. Como se pode ver, é claro que sim. A diferença é que lá não vai acabar em pizza (principalmente pela vítima não ser um estrangeiro, como o brasileiro Jean Charles).

A possibilidade de se filmar uma cena dessas no Rio, sem ter que se esconder e voltar vivo pra casa pra contar — e divulgar — a história é uma outra grande diferença.

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Xará…


Bruno invade a passeata contra os gays, na Califórnia

Após o sucesso de Borat, Sacha Baron Cohen prepara o lançamento do filme “The Bruno Movie”, baseado no repórter de moda gay chamado Bruno, personagem mais antigo que o do repórter trapalhão. Do pouco que saiu até agora, quem assistiu os trechos exibidos no SXSW gostou.

Esses dias soube-se que a produtora de Sacha mantinha diversos saites com empresas de fachada para iludir potenciais entrevistados que resolvessem pesquisar as produtoras que sua equipe dizia estar representando.

Descobertas como essa põe em questão os métodos do humorista. O fato é que de qualquer maneira, pela visa que forem, Sacha consegue mostrar o pior das pessoas. E é isso o que incomoda.

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Febre

Surge o primeiro queridinho da imprensa inglesa de 2009, o disco solo de estréia do sueco Fever Ray.

O projeto solo de Dreijer Andersson, metade do The Knife, arrancou cinco estrelas do Guardian, uma bela façanha, visto que o jornal tem como padrão dar três pra quase tudo, bom ou ruim.

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Michael Jackson esgota CINQUENTA shows em Londres

O que seriam os últimos 10 shows de Michael Jackson em Londres se transformaram em 50. Mesmo assim, os aproximadamente 1 milhão de ingressos esgotaram-se durante a pré-venda, cujos códigos foram sorteados entre usuários cadastrados, como ingresso de Copa do Mundo.

A velocidade com que as entradas evaporaram do mercado e foram parar em saites de cambistas levanta suspeitas sobre o quão lícito são os métodos de venda. A discussão vai além dos shows do Jacko, visto que em Londres é praticamente impossível se comprar um bom ingresso sem ser via cambistas.

A desconfiança aumenta pelo fato de que recentemente a Ticket Master foi pega envolvida num golpe, quando foi descoberto que a empresa era dona de um desses saites de venda direta de ingressos.

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A publicidade no mundo digital

Um dos pilares do universo das comunicações, o mercado publicitário está tão perdido quanto o resto em relação as mudanças provocadas pela revolução digital.

Veja esses dois exemplos recentes — e totalmente diferentes — de posturas e soluções para anunciar no mundo virtual.

Enquanto 27 editores gigantes dos EUA (responsáveis por 66% do tráfego de internet nos país) demonstram preguiça e falta de visão ao pretender extinguir os banners e substituí-los por formatos mais intrusivos de anúncio (como é na TV), o jornal inglês Guardian sai na frente e estréia uma plataforma open source.

Em vez de trancar o seu conteúdo, o jornal permitirá os usuários criar aplicativos e ferramentas explorando o mesmo para ser utilizados em outros saites, com inclusão automática de publicidade. Com isso o jornal aumenta o seu alcance e se valoriza como veículo frente aos anunciantes.

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Epifania do sample


Massive Attack, “Safe from harm”


Billy Cobham, “Stratus”

Aproveitando o lançamento de “Massive Samples”, uma coletânea de músicas sampleadas pelo Massive Attack, Simon Reynolds, autor de “Rip It Up and Start Again”, escreveu uma coluna para o Guardian falando daquela estranha sensação de quando sem querer descobrimos a fonte original de alguma música da qual gostamos. Boa leitura.

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Grafite iluminado

O fotógrafo Michel Bosanko é adepto da técnica de light painting. Todas as imagens são feitas utlizando os recursos de longa exposição da câmera e objetos luminosos, como lanternas, sem photoshop.

Só não entendi como os movimentos dele na frente da câmera não vazam nem um tiquinho.

Via Guardian.

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Death vive


Death

A meu ver, existem poucas alegrias maiores do que encontrar uma música boa de uma banda que você não conhecia. Ontem foi um desses dias, ao ler no Guardian sobre o Death.

A banda virou assunto por conta do lançamento das músicas perdidas da banda, no disco chamado “For the whole world do see” (Drag City). As músicas não chegaram a sair na época porque o Death recusou-se a mudar o nome para algo mais palatável quando foram procurados pela Columbia Records, que financiou uma sessão de gravação.

Fora um EP independente lançado pela própria banda após o rompimento com a gravadora, o material permaneceu inédito. Isso até o filho de um dos integrantes desencavar as fitas master, após ouvir que os originais da época estavam valendo pequenas fortunas.

O barato é que as músicas, compostas entre audições de “Stooges, Black Sabath, The Who e Alice Cooper”, de acordo com o filho de um dos integrantes, foram são de 74. São portanto proto-punks, ainda que “Politicians in my eyes” passe dos cinco minutos. Vai saber o que o Death poderia ter virado.

O vocalista, Bobby Hackney, morreu em 2000, então infelizmente (ou felizmente?) não há chance de se ouvir isso ao vivo.

Death“Politicians in my eyes”

Death“Keep on Knockin”

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Na chon


foto: URBe

Acabou a novela. O Astoria, tradicional casa de shows de Londres, encerrou oficialmente as atividades com um show do fraco Get Cape.Wear Cape.Fly. Uma pena.

Tá vendo, não é só por aqui que aprontam essas cagadas em nome do “progresso”.

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Fonte de inspiração

Bush iPod by misterbisson.

ilustração: Schubart

O jornal inglês Guardian disseca o legado musical deixado por George W. Bush.

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Cultura funk


foto: Ricardo Azoury/ Ricardo Azoury/CORBIS

A discussão sobre o projeto de lei que pretende oficializar o funk como manifestação cultural (como se fosse necessário um decreto para isso) repercutiu no jornal inglês The Guardian.

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Melhores estréias

Nada de Late of the Pier, Friendly Fires ou Fuck Buttons, alguns dos mais cotados na lista de pré-seleção. Quem faturou o prêmio de melhor disco de estréia de 2008, promovido pelo jornal inglês Guardian, foi o chato The Courtneers

Entres o filmes, Joanna Hogg e seu “Unrelated”, desbancou o favorito “Control”, biografia do líder do Joy Division, Ian Curtis , de Anton Cobijns.

Os votos foram dados pelos leitores e pelos críticos do jornal, Para evitar fraudes, cada categoria de voto teve o mesmo peso no resultado final (visto que, obviamente, há muito mais leitores do que jornalistas).

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