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Arquivo: internet

Mais velho que a internet

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Chico canta sobre os comentaristas de internet

E você achando que os memes derivados do depoimento do Chico sobre os comentaristas de internet tinham acabado. Segura o auto tune do Melodyne.

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Chico e os comentários na internet

“Existe uma raiva! Mas você não vai ficar com raiva de quem tem raiva. Deixa pra lá, não pode ficar triste com isso. “

Rir é sempre a melhor resposta.

Mais vídeos todo dia no Chico: Bastidores. Receba as atualizações dando um curtir na página do Chico no Facebook.

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eG8 e regulamentação da rede

“É o que está em jogo há mais de 15 anos: a possibilidade de que uma coalizão de forças que têm medo da internet tente fecha-la” (…) “Há ainda um contra-argumento poderoso, que diz tanto para a inovação quanto para a liberdade, nós precisamos de uma rede aberta. Tanto para o crescimento e bem-estar social, para a democracia e participação, precisamos ter certeza de que a internet continua a ser uma internet aberta , continua a ser um bem comum que todos partilhamos, mantém-se neutra em todas as camadas, a camada física, na camada de lógica, na camada de dados, na camada de conteúdo – em todas estas camadas, devemos ter uma internet aberta.”

Realizada em paralelo ao encontro do G8 (os oito países mais ricos do mundo), a cúpula tecnológica eG8, com a presença de lideranças digitais como Mark Zuckerberg e Lawrence Lessig, alertou para perigos da regulamentação da rede.

Aproveintando o encontro ReadWriteWeb fez uma boa entrevista com Yochai Benkler, professor de direito de Harvard e autor (no vídeo acima, dica do Antonio Engelke) sobre a importância do encontro.

Abaixo, a conversa com Zuckerberg. Só ignorar o ego do entrevistador, Maurice Levy.

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Retalhos

A página “Retalhos, coletânea de experiências de cultura digital por seus realizadores” está repleta de entrevistas em vídeos com os idealizadores de alguns dos principais projetos da rede brasileira. Vale a visita.

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Chomsky e a internet

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A rede morreu. Ou morreu?

É por conta de sensacionalismos como essa última capa da Wired, “The web is dead” (“A rede morreu”), que tenho os dois pés atrás com os textos do Chris Anderson (editor da revista e propagador da teoria da cauda longa), por mais que ele acerte bastante.

Focado em causar polêmica, a reportagem usa como principal argumento esse gráfico acima, indicando que vídeos já respondem pela maior parte do tráfego de dados na rede. Parece bastante óbvio que, por serem mais pesados, os vídeos exijam mais banda, o que não significa que sejam mais utilizados que aplicativos e saites mais leves.

E é óbvio mesmo. O texto foi destroçado nos comentários da versão online, com leitores apontando não apenas essa interpretação torta dos dados,  assim como apontando para confusão entre a rede/web (o programa que utiliza o protocolo HTTP para acessar páginas) e a internet (a estrutura maior onde a rede opera). Vale a pena ler.

Nessa, o ponto mais importante do artigo se perdeu – a decadência dos navegadore por conta da ascendência das apps indica um possível futuro para navegação na rede: o conteúdo vem a você em vez de você ir ao conteúdo.

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“Middle Men” e o início do comércio eletrônico

“Em 1995, música ainda era comprada nas lojas de discos. Havia um video cassete em todas as casas. E você não podia comprar nada online… Até eles surgirem”

Baseado em fatos reais, “Middle Men” conta a história do grupo de pessoa que fundou a primeira empresa de crédito online especializada em “entretenimento adulto”. Não tinha como dar certo. Mesmo dando.

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“Cultura da Convergência”, Henry Jenkins

Considerando que em “Cultura da Convergência”, Henry Jenkins se debruça sobre filmes e seriados de TV para explicar que a tal convergência de mídias é muito mais do que um celular que tira foto e roda vídeos, a foto da capa é um equívoco.

Dissecando as estratégias de divulgação de um filme ou programa de TV por capítulo — de “Harry Porter” e “Matrix” a “Survivor”, “American Idol” e”Heroes” (além de diversas outras referências) — Jenkins apresenta o conceito de narrativa transmidiática, palavra chave do livro.

Hoje não basta fazer um saite para o filme, um livro sobre a série, um videogame inspirado num quadrinho. É preciso que as ações em todas essas mídias sejam complementares, sem que o consumidor que optar por não acompanhar todas as vertentes fique perdido no produto principal. Quer dizer, enquanto houver um produto principal.

Leitura indispensável para quem trabalha com produção de conteúdo, em qualquer formato. Jenkins presta um grande serviço ao organizar informações tão valiosas.

Uma edição atualizada, com um capítulo inédito sobre o YouTube, acaba de ser lançada.


o autor do livro fala sobre narração transmídiatica
via: Os Alquimistas, saite dedicado ao tema

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A TV ainda reina?

Um artigo publicado no New York Times sobre um estudo conduzido pela Nielsen Company e pesquisadores da Ball State University’s Center for Media Design, aponta que 99% de todo conteúdo de vídeo consumido em 2008 foi feito através de aparelhos de TV:

- 99% of video viewing was done on a television in the past year.

- Less than 5% of TV viewing was DVR (TiVo) playback.

- YouTube, Hulu, iPhone and all other web and cellphone media combined accounted for less than 1% of video viewing

Embora a velha indústria esteja celebrando, um detalhe importante: nenhum dos 350 pesquisados tinha menos de 18 anos.

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TV vs Internet


Entrevista com  Jason Kilar, da Hulu

Os brasileiros passam 3 vezes mais tempo por semana conectados à internet do que assistindo televisão.

81% consideram o computador um meio de entretenimento mais importante do que a TV.

47% usam o celular para entretenimento.

25% dos domicílios brasileiros já possuem computador; os usuários de internet já são 54 milhões.

Para compararmos melhor esse número de usuários, temos:

TV por assinatura: 6,4 milhões.

Antena Parabólica: 19 milhões.

Computadores: 30 milhões.

Esses e outros números são analisados pelo Flávio.

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Internet vigiada

“Segundo o ‘Congresso em Foco’, o Ministério da Justiça apresentará modificações ao Projeto da “Lei Azeredo”. No substitutivo do MJ, tudo fica pior, muito pior.”

A Lei Azeredo, que pretende regulamentar as atividades na internet no Brasil, vai ficando cada vez mais tacanha com o envolvimento do ministro da Justiça Tarso Genro. Se deixar correr solto a internet acaba proibida no país.

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Réu confesso

Perdido num universo de combinações de triângulo, quadrado, bola e xis, o PlayStation 3 (o videogame de um jogo só) tem roubado horas valiosas da madrugada, antes dedicadas a internet.

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Sabão

Há quase um ano, Lucio Maia tocava a real sobre as bandas de internet (a partir de 04:03).

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