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Arquivo: julian casablancas

Aquecimento Coachella ’10 (08)


Julian Casablancas, “11th Dimension”


Talvin Singh, “Devotion”

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10 melhores discos internacionais de 2009

Certeza que esqueci um monte de coisa, das que ouvi e, principalmente, do que não deu tempo de escutar. Não gosto muito de lista por isso, fico agoniado, mas é isso aí. Esses são os melhores discos internacionais de 2009 do URBe. Deixe seus escolhidos nos comentários.

10.

Julian Casablancas, “Phrazes For The Young”

9.

El Remolón, “Pibe Cosmo”

8.

Fuck Buttons, “Tarot Sport”

7.

Passion Pit, “Manners”

6.

6. Air, “Love 2″

5.

Mayer Hawthorne, “A Strange Arrangement”

4.

King Creosote, “Flick The Vs”

3.

The xx, “xx”

2.

Franz Ferdinand, “Tonight: Franz Ferdinand”

1.

Phoenix, “Wolfgang Amadeus Phoenix”

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Julian Casablancas @ Seattle


foto e vídeo: Rodrigo Hermann

O Rodrigo, grande parceiro de Coachellas, e a Ana Sato conferiram o show de lançamento do “Phrazes For The Young”, do Julian Casablancas, em Seattle e contam como foi:

“Com um disco de 50 minutos, Julian até deu uma zoada enquanto olhava pro repertório: “So few options to choose from” (“tão poucas opções para escolher”). O show começou devagar com “Ludlow St”, mas não demorou muito para “River Of Brakelights” entrar e destruir. Enquanto a platéia largava as câmeras digitais e entrava na dança, a banda mostrava que manda muito bem (em especial o baterista e a menina da percussão).

“A primeira parte foi encerrada com uma versão de “I’ll Try Anything Once” (Strokes). Volta a banda e eles mandam o resto do álbum, mas talvez porque boa parte das mais agitadas já tivessem sido tocadas (“Out Of The Blue”, “Left & Right In The Dark”, “11th Dimension”) essa segunda parte não empolgou tanto. 45 minutos de show e lá se foi a banda, voltando pra um bis de uma música só, “Glass”.

“Show na medida. Perfeito pra um domingo a noite nessa friaca cinza de Seattle.”

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Julian Casablancas. “Phrazes For The Young”

Quando começou o papo de um disco solo do Julian Casablancas pouca gente apostava que o líder e principal compositor do The Strokes surgiria com algo muito diferente do que faz na banda nova-iorquina.

Alguns aperitivos depois e agora que “Phrazes For The Young” surgiu na rede um pouco antes da data “oficial” de lançamento (ohhh…), tem-se a resposta, e os que esperavam mais Strokes acertaram. Mas…


“11th Dimension”

O “mas” aqui é importante. Se a temática das letras, as melodias e o formato das canções remetem a sua banda original, os arranjos e que Julian escolheu para embalar seu trabalho solo ajudam a distanciar as duas coisas.

Com apenas oito músicas, a pegada oitentista escancarada, de baterias eletrônicas e sintetizadores, resulta num disco mais sintético que os do Strokes. Sem ter que contemporizar com o resto da banda, Julian sai em busca outras referências.


“River of Brakelights”

Imaginar que o Strokes talvez pudesse ter caminhado por essa mesma linha não é algo totalmente improvável, existem similaridades referenciais o suficiente entre os dois grupos.

A resposta definitiva sobre o quã necessário era esse disco ter sido feito solo só virá quando o próximo disco do Strokes aparecer e se puder ouvir os caminhos sonoros que os quinteto escolheu seguir.

Até lá, o disco do Julian segue sendo isso mesmo: o disco do Julian. Um bom disco.


Julian Casablancas fala do disco

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