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Arquivo: livro

Trailer de livro

Essa é nova (pra mim).

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Livro vivo

O mesmo casal que fez essa animação já havia ensaiado o projeto em casa antes.

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Steve Jobs: “O percurso é o prêmio”

Trecho da biografia do Steve Jobs, que já deve receber adendos. O livro é bem bom. Paradoxalmente, a versão para iPad é muito pobrinha. Seria de se pensar que, sem limitações de espaço e com ferramentas multimídia a disposição, todos os impressos, reportagens, anúncios e vídeos citados deveriam ser clicáveis (como já é na versão digital da Wired). É simplesmente uma transposição do conteúdo impresso para o formato digital, custando o mesmo preço.

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Errol Morris, “Believing Is Seeing: Observations on the Mysteries of Photography”

O mestre do documentário Errol Morris publicou seus pensamentos acerca do papel documental das fotografias no livro “Believing Is Seing (Observations On The Mysteries of  Photography)”. Ele já havia abordado o assunto em “Standard Operating Procedure”, filme sobre as fotos do abuso de prisioneiros no Iraque.

Dica do @lucasbori.

 

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Hoje tem: O Fator Vai Dar M*rda

Autor do livro, Luis Marcelo Mendes, escreveu sobre o projeto para o URBe:

Em 2002, o designer Michel Lent, escreveu um seminal texto chamado “Cliente Ordinário” onde apontava que os diversos problemas de relacionamento entre profissionais criativos de comunicação, internet ou design e seus clientes estavam na ausência de uma cultura projetual comum. “Tenho escutado um punhado de histórias sobre clientes cretinos e injustos e toda a sorte de cretinices e injustiças que eles vêm cometendo contra nós, pobres profissionais”, dizia Michel argumentando que “um observador mais atento facilmente detectaria aqui um certo padrão sintomático. Será que a gente não tem uma parcela de culpa nessa história?”

Esse texto me atingiu em cheio na época. Depois de uma experiência com jornalismo cultural, jornalismo corporativo e webwriting, eu tinha acabado de lançar com outros quatro sócios um escritório de design multiuso chamado Tecnopop, envolvendo conteúdo, multimídia e internet. O mesmo impacto aconteceu em 2004, quando cantor e compositor Chico Buarque sugeriu que o governo Lula, que andava metendo os pés pelas mãos, criasse o ” Ministro do Vai Dar Merda” (http://www.chicobuarque.com.br/texto/artigos/artigo_globo15_0604.htm), para assessorar nas decisões estratégicas.

A colisão das duas idéias deu origem ao conceito do Fator VDM, o índice potencial de desastre que emana de cada projeto – desde a fase onde ele ainda é apenas um e-mail solicitando um orçamento até a entrega do serviço. Não que os nossos projetos na Tecnopop estivessem curados. Merdas acontecem e aconteceram em muitos trabalhos, por distração ou por armadilhas que o cliente lança. Por vezes são coisinhas invisíveis a olho nu. Mas estão lá e você sabe disso. Ainda assim, quando sintonizado no Fator VDM, nosso comportamento naturalmente fica mais aguçado e um monte delas são evitadas.

Mas o fato é que, quase dez anos depois da publicação do texto de Lent, pouca coisa mudou no mercado. Essa cultura projetual, que o Michel falava não se consolidou. Há uma série de ideias soltas, opiniões dispersas e posturas desalinhadas. Posts em blogs. Vídeos no YouTube. Podcasts no Itunes. Você que acompanha o URBE, já deve ter visto, por exemplo o genial viral The Vendor Client relationship in real world (www.youtube.com/watch?v=ThMu3MFCC60). Mas ainda faltava algo. E entendi que era uma documentação, não somente para profissionais como, principalmente, para cientes que partisse da observação que essa cultura projetual comum precisa entrar em pauta.

Com o lançamento das duas versões do livro O Fator VDM: Um Guia Antidesastres em Projetos Criativos (quinta, 08 de setembro, na Travessa de Ipanema), procuro cobrir justamente essa lacuna, oferecendo as bases de entendimento para qualquer projeto criativo: seja a criação de um site, o relatório de uma empresa, uma campanha de comunicação do terceiro setor ou uma ação cultural.

Espero provocar discussões sobre boas práticas por todos os lados. Ficar detonando os contratantes em sites como “Clients from Hell” (http://clientsfromhell.net/) ou em posts no Twitter não é o que vai fazer a coisa andar. Por isso mesmo optei por uma editora que apostasse no conceito de um livro que não acaba, onde os leitores participam escrevendo artigos, enviando comentários. Com a impressão on demand e os eBooks isso é possível. O VDM, nesse sentido não são os doze passos da felicidade, a fórmula mágica do sucesso. Nada está estabelecido. Para mim, a partir de hoje (quinta), essa história está apenas começando.

+ infos no Facebook.

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“Retromania”, Symon Reynolds

Em “Retromania”, novo livro de Symon Reynolds (sempre ele), o escritor reflete sobre a nostalgia que tomou conta da cultura nos últimos anos.

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Dub literatura

O documentário “Dub Echoes” continua surpreendendo:

Resolvi dar uma renovada na biblioteca sobre reggae e fui atrás do “Dub in Babylon: Understanding the evolution and significance of dub reggae in Jamaica and Britain from King Tubby to post-punk”. Ainda não comecei a ler, mas dei uma boa olhada nele no final de semana passado.

Livro acadêmico, muito bacana, de um professor de estudos religiosos do departamento de política, filosofia e religião da Lancaster University.

Para a minha grata surpresa, logo nos reconhecimentos iniciais, o escritor Christopher Partridge menciona o Dub Echoes de forma extremamente positiva. O documentário, pra quem não sabe, foi idealizado por mim e pelo Bruno Natal (que também dirigiu o filme). Além de ter passado em uma porrada de festivais lá fora (Transmediale, Sónar, WMC Miami, CPH:DOX), o filme foi exibido na 28ª Bienal de São Paulo e foi lançado pela histórica Soul Jazz.

Copiado na íntegra do blog do Chico Dub.

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Livro de sticker art recebe trabalhos

Produzido pela SRK, mesmo estúdio do doc de dubstep “Bassweight”, a nova edição do livro Sticker Bomb, de arte em adesivos, está recebendo contribuições até o dia 11 de julho (tipografias) e 11 de setembro (monstros).

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Transcultura #047 (O Globo): Eltron John, Chet Faker, Com Truise, Trabalhe 4 horas por semana

Meu texto da semana passada da coluna “Transcultura”, que publico todas as sextas no jornal O Globo (vou publicar também a íntegra das entrevistas com Chet Faker e Eltron John):

A diferença está nas letras
De Tom Cruise a Michael Jackson, artistas famosos se embaralham com homônimos bizarros
por Bruno Natal

Não dá pra contabilizar quantas vezes escreveu-se ou falou-se Obama no lugar de Osama (e vice-versa) nas últimas semanas. Uma letrinha faz toda diferença. Falando de nomes de banda a coisa também não anda fácil pra ninguém. No witch house a situação é crítica. Prince na fase o-artista-antes-conhecido-como-Prince, quando trocou o nome por um símbolo, fez escola e nomes impronunciáveis (e ingoogláveis) pipocam: oOoOO, pyr▲mids of ▲▲, Gr†ll Gr†ll, ℑ⊇◊⊆ℜ ou †33†H. E tinha gente achando complicado os títulos dos discos do Justice e da M.I.A., respectivamente “†” e  “/\/\/\Y/\”.

No universo chillwave (e do jeito que o termo vem sendo colado em tudo, bota universo nisso) as coisas não são tão radicais. O que impera é a sensação de dislexia ao ler o nome dos artistas: Com Truise, Jichael Mackson e Hype Williams são alguns deles.

Responsável pelo Chet Faker, cuja versão do hit dos anos 90 “No Diggity” (Blackstreet) ocupou o topo da parada do Hype Machine essa semana, o australiano Nick (pra completar assina os emails com James Murphy), se inspirou no cinema para escolher seu nome artístico:

- Chet Baker é o James Dean do jazz, muito talentoso, porém mais interessado em manter a fama de bad boy do que em tocar trumpete. O nome é para me lembrar de fazer uma música  que atenda uma imagem, o que é uma piada para mim mesmo. Sou fã de música orgânica e sem amarras, iniciar um projeto com o objetivo oposto soa um pouco falso pra mim, por isso o “faker” (fingidor).

O polonês Marek, mais conhecido como Eltron John, tirou seu nome de antigos amplificadores onipresentes em praças e escolas nos tempos do comunismo, o Eltron 100. Abandonados em depósitos após o fim do regime, eram utilizados por jovens para embalar suas festas, mesmo com a qualidade duvidosa do som. Fã de dub, adotou o nome Eltron John Soundsystem antes de simplificar e se tornar um quase homônimo do artista inglês.

- Sou fã do Elton John e se tivesse que fazer comparações, seria a pegada soul e funk. Ele criou algo próprio, sem tentar soar como os artistas negros, gostaria de criar uma sonoridade pessoal também. Ao contrário dele, não sou inglês, não sei tocar piano ou cantar muito (apesar de que gostaria) e não tenho um marido.

Para Marek, a chuva de nomes estranhos não passa de coincidência:

- Quando adotei esse nome, não era ligado em internet, acessava muito pouco, não pensei nisso como nenhum tipo de estratégia para ser notado ou encontrado facilmente online. Quando descobri outros artistas com nomes parecidos com outros mais famosos não dei muita atenção a isso. Os nomes remetem a outros artistas, mas não necessariamente a música. Não vejo um comportamento interligando esses artistas.

Com a quantidade de bandas que surgem todo dia, os bons nomes vão rareando. Nick oferece uma explicação para a escolha de nomes tão estranhos pela safra de artistas atuais, baseada no excesso de informação de hoje em dia:

- A música pop tem uma conotação tão negativa atualmente que é uma progressão natural as pessoas evitarem a acessibilidade, dificultando ser encontrado. No entanto, acho que é uma onda que vai passar rápido.

Tchequirau

O comentado livro “Trabalhe 4 Horas Por Semana”, do Timothy Ferris, promete ensinar a organizar o seu fluxo de trabalho nesses dispersivos tempos digitais, de maneira a restar tempo de sobra para todo resto. Resta saber se dá pra ler em 4 horas.

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Tal de livro

Isso vai pegar, hein!

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André Dahmer e a capa artesanal

Autor do “Malvados”, André Dahmer, está fazendo na munheca as 600 capas do seu primeiro livro de poemas, pinturas e fotografias, “Ninguém Muda Ninguém”. O lançamento será dia 10 de novembro, no Boteco Salvação, Rio.

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“The Little Book of Shocking Global Facts”

Belo livro.

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Hoje tem: lançamento do livro “DJs”

Aproveitando o lançamento do livro, uma entrevista com os autores Frederico Coelho e Joca Vidal:

URBe – Como surgiu a ideia desse livro? Qual a motivação?

Fred - A ideia do livro surgiu quando a Fernada Gentil, editora, me procurou para pensar em uma série del ivros sobre música para sua nova editora, a Circuito. Sugeri três títulos e o escolhido para iniciar essa coleção musical foram as entrevistas com DJs cariocas.

Joca – O Fred chegou com a idéia e o projeto em andamento. Eu produzi as entrevistas que estavam faltando e sugeri nomes, como o do David. A motivação principal foi fazer um registro da história de cinco DJs que começaram há alguns anos e que ainda continuam na ativa.

Qual o objetivo do livro? Iluminar a profissão ou discutir aspectos específicos?

Fred - O objetivo do livro foi um pouco dos dois: iluminar o trabalho de DJs (principalmente mostrar como se trata de um ofício nos dias de hoje, como qualquer outro) e trazer para o público alguns aspectos específicos desse cotidiano, como a questão das condições de trabalho para quem vive de festas no Rio de Janeiro, a formação da carreira e as alternativas profissionais do Dj (produção, trilha sonora, discos).

Joca - O bacana foi ter a possibilidade de eternizar o trabalho destes cinco DJs. Mostrar até mesmo para a nova geração quais as maiores dificuldades da carreira de DJ e ter um exemplo prático de como é ainda ser DJ depois de tantos anos nesta profissão.

Como foi feita escolha dos entrevistados?

Fred – A escolha se deu através de um recorte entre inúmeros possíveis que dê conta de um panorama amplo dos Djs cariocas. Nado Leal, Maurício Lopes, Marcelinho da Lua, Nepal e David Tabalipa não só representam quase todos os gêneros possíveis na pista (faltou um Dj especializado em reggae, por exemplo), mas suas próprias trajetórias, de certa forma, contam a trajetória da noite carioca desde que o Dj tornou-se personagem principal das festas e da cultura noturna carioca. Poderiam ser muitos outros, porém o grupo reunido tem história e, de certa forma, fez história nesses últimos vinte anos.

Joca - Esse grupo tem muito em comum, como a amizade, o público, a pista de danca, o profissionalismo. Se pegássemos um outro DJ aleatório e que não conhecesse muito bem os outros DJs acho que não daria o mesmo impacto. Um DJ que ficou faltando nesse livro foi o Markinhos Meskita, que também faz parte dessa turma, mas que atualmente mora em Brasília, o que dificultou a entrevista.

Como anda a profissão atualmente?

Fred – Pela minha perspectiva pessoal, acho que a profissão vai muito bem, tem status, todas as festas e eventos precisam de ou demandam DJs, os equipamentos estão cada vez mais acessíveis etc. Porém, por isso mesmo, criou-se uma incrível disputa por espaço em que o DJ não precisa mais ser um profissional reconhecido pelo mercado de festas. Criam-se festas diariamente, com Ipods e softwares de mixagem. Todos, de certa forma, podem ocupar o espaço do DJ de festa. Por isso que a profissão talvez tenha que cada vez mais investir na polêmica dupla repertório/técnica para se diferenciar dos que tem repertório porém tocam de forma precária ou os que ficam treinando em casas por meses técnicas de mixagem, porém não tem cultura musical. Creio que todos podem ser DJs, sem problemas, mas nem todos podem exercer a profissão do DJ de forma completa, trabalhando diariamente com as demandas da área. Uma coisa é você tocar no fim de semana com os amigos, outra coisa é você viver disso, ter que ocupar toda sua semana com festas e eventos para ter um salário legal no fim do mês.

Joca – Acho que essa ‘banalização’ da profissão tirou o espaço de muitos DJs que tocavam profissionalmente, não só aqueles que trabalhavam em clubs, mas os que também ganhavam a vida tocando em festas particulares. Hoje em dia todo mundo conhece algum DJ e o ‘preço de tabela’ acabou desabando, já que muitos tocam de graça ou por merreca. Teve também a troca de geração , que veio com tudo e a noite carioca mudou muito nos últimos anos, dificultando ainda mais.

Qual futuro da profissão atualmente, quando qualquer um com um iPod se acha um DJ? As pessoas tem percepção de são coisas diferentes?

Fred – Citando a resposta anterior, acho que o ponto é exatamente esse: quem toca músicas em sequência numa festa é DJ? Ou DJ é uma profissão definida pelo uso técnico de equipamento musicais na construção de uma dinâmica sonora? Uma coisa é ter bom gosto musical e tocar músicas em festas sem compromisso com o dia-a-dia da profissão do DJ, outra é você viver 24 horas batalhando por espaços, produzindo faixas, fazendo remixes, conversando com produtores etc. No caso de caras como o Da Lua, ele ainda tem a carreira musical, produz seus discos, faz turnês etc. O DJ de Ipod (e não vejo nenhum problema em quem é DJ assim, acho que tudo é valido) não é DJ no sentido profissional do termo. Aliás, o debate entre técnica e repertório é intenso entre os próprios DJs. Talvez o futuro da profissão seja uma maior especialização técnica do DJ, deixando de ser menos glamour (que faz com que nomes famosos queiram ser DJs eventuais) e tornando-se mais profissional no sentido de carteira assinada, garantias sociais etc. Mas nas festas sempre vai ter lugar para tudo, já que a organização e a escalação de quem toca nelas são feitas quase sempre de forma amadora, entre amigos. O problema para o DJ, como os que foram entrevistados, é justamente serem nivelados por baixo junto aos Djs de fim de semana. E isso quer dizer perder espaço para concorrentes midiáticos ou perder valor de mercado – leia-se cachê. Mas isso é um debate longo entre os próprios DJs e o acesso cada vez maior que a tecnologia dá para as pessoas sempre renovará esse debate.

Joca - Eu acho que essa nova geração não dá o mesmo valor para DJs mais antigos, que estão na cena há muito tempo. Hoje em dia o hype é ter uma amigo da mesma idade que é DJ for fun. Se ele toca com ipod ou cd ou disco, tanto faz. O lance é que a pista “bombe” e a galera saia satisfeita. Eu acho que o futuro da profissão pode ser cada vez mais sombrio para a maioria dos DJs das antigas, que vão se fechar em seus nichos ou parar de tocar. O grande lance será buscar novos meios de renda e/ou se especializar cada vez mais. O que vai prevalecer é um mercado mais informal, quase de gueto mesmo, e cada vez mais festinhas particulares para pouca gente.

Quais os proximos planos? Podemos esperar um “DJs” vol. 2?

Fred – Acho que sim. Eu e Joca achamos que um DJ merece um livro só dele, com longas entrevistas: Maurício Valadares. Quem sabe não convencemos a editora?

Joca – O Edinho daria um bom papo. Eu gostei da experiência e tô pronto para novos desafios. Eu e Fred vamos nos reunir depois do lançamento para discutir os próximos passos. Tenho vontade de fazer um documentário também.

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“Novos jornalistas – para entender o jornalismo hoje”

A coletânea  “Novos jornalistas – para entender o jornalismo hoje” dá uma geral no panorama atual da profissão, com a participação de diversos coleguinhas.

Colaborei com alguns parágrafos sobre a importância do vídeo no jornalismo atual, no capítulo “Produção áudiovisual e jornalismo”.

O organizador e editor Gilmar Renato da Silva resumiu assim o projeto:

“Rodolfo Walsh, Ryszard Kapuściński, Joel Silveira, Gay Talese e Truman Capote que me desculpem, mas novo jornalismo mesmo é outra coisa.” Assim o jornalista André Deak abre o texto “Muito além do papel e da tinta”, escrito para a coletânea “Novos Jornalistas – Para entender o jornalismo hoje”, um e-book realizado de maneira colaborativa, licenciado em creative commons e disponibilizado para download gratuito.

A coletânea reúne trinta e oito textos de profissionais da mídia brasileira (jornalistas e não jornalistas), que apresentam de maneira descontraída as novas habilidades que os jornalistas modernos devem ter em decorrência das novas tecnologias advindas da internet e das mídias móveis.

O livro você baixa de graça no Overmundo.

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O fim do livro

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Matteo Pericoli e as janelas de NY


Philip Glass


David Byrne


Annie Leibovitz

Primeiro o italiano Matteo Pericoli desenhou todo o horizonte de prédios de Nova York, publicados no livro “Manhattan Unfurled”. Deu tão certo que literalmente abriu as portas para seu segundo projeto na cidade. No livro “The City Out My Window: 63 Views on New York”, Matteo rabiscou a vista da janela de alguns moradores famosos de NY. No momento ele está concentrado no registro de Londres.

Veja se você não reconhe o traço do sujeito de algum outro lugar:

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I Lego NY

Legal o livro do Christoph Niemann.

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Livro reúne trabalhos visuais do produtor Bill Laswell

Editado por Skiz Fernando, do selo WordSound, o livro “The Mind’s Eye” reúne os trabalhos como artista visual do produtor e baixista Bill Laswell, editado exatamente no trabalho de um LP.

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Capas e saites

Se alguns dos principais saites atuais fossem livros nos anos 60, essas seriam as capas, segundo Stéphane Massa-Bidal, o Rétrofuturs.

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Livro vivo

Animação sensacional feita para o New Zealand Book Council.

Via Patchwork.

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“Cultura da Convergência”, Henry Jenkins

Considerando que em “Cultura da Convergência”, Henry Jenkins se debruça sobre filmes e seriados de TV para explicar que a tal convergência de mídias é muito mais do que um celular que tira foto e roda vídeos, a foto da capa é um equívoco.

Dissecando as estratégias de divulgação de um filme ou programa de TV por capítulo — de “Harry Porter” e “Matrix” a “Survivor”, “American Idol” e”Heroes” (além de diversas outras referências) — Jenkins apresenta o conceito de narrativa transmidiática, palavra chave do livro.

Hoje não basta fazer um saite para o filme, um livro sobre a série, um videogame inspirado num quadrinho. É preciso que as ações em todas essas mídias sejam complementares, sem que o consumidor que optar por não acompanhar todas as vertentes fique perdido no produto principal. Quer dizer, enquanto houver um produto principal.

Leitura indispensável para quem trabalha com produção de conteúdo, em qualquer formato. Jenkins presta um grande serviço ao organizar informações tão valiosas.

Uma edição atualizada, com um capítulo inédito sobre o YouTube, acaba de ser lançada.


o autor do livro fala sobre narração transmídiatica
via: Os Alquimistas, saite dedicado ao tema

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“É tudo mais ou menos verdade”, Allan Sieber

Um dos favoritos da casa, o cartunista Allan Sieber está lançando mais um livro, “É tudo mais ou menos verdade”, uma coletânea das reportagens em quadrinhos que ele fez parar diversos veículos (Trip, Playboy, etc).

É uma alegria ver a acidez do humor do Allan — normalmente direcionada a ele próprio em tirinhas auto-biográficas ou referenciais — aplicada no mundo real, como em sua visita ao Camarote da Brahma ou ao Fashion Rio.

Tem uma entrevista bacana com o autor sobre o livro no Gibizada.

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Pós-fotografia

No início, a televisão se resumia a uma versão filmada dos programas de rádio. Passou algum tempo e encontrou o seu próprio formato.

Enquanto a internet vai deixando de ser uma reprodução digital de veículos impressos, a fotografia digital continua na busca de se equiparar ao formato analógico, principalmente em termos de resolução, notoriamente a substituição dos ruídos provocados pelos grãos de prata por pixels, interferindo diretamente na qualidade estética da imagem.

O livro “After Photography”, de Fred Ritchin, discute quais os caminhos serão tomados pela fotografia digital quando deixar de simplesmente tentar emular o que era feito com filme. A estrada é longa e o caminho estás só começando.

Via Lucas Bori.

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Código

Em entrevista para XLR8R, o mestre do dubstep Kode 9 conta como administra sua vida de músico e acadêmico e fala  do livro que está prestes a lançar pelo MIT, “Sonic Warfare”, sobre o som sendo usado como arma de guerra.

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A solução

“Como criar seu próprio país”, uma excelente dica enviada pelo Lucas Bori.

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