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Arquivo: livro

Código

Em entrevista para XLR8R, o mestre do dubstep Kode 9 conta como administra sua vida de músico e acadêmico e fala  do livro que está prestes a lançar pelo MIT, “Sonic Warfare”, sobre o som sendo usado como arma de guerra.

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A solução

“Como criar seu próprio país”, uma excelente dica enviada pelo Lucas Bori.

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Leitura tecno

O livro “Tecnobrega, o Pará reinventando o negócio da música”, de Ronaldo Lemos, está a um clique de distância da sua “prateleira”.

Via O Dilúvio.

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Truffaut e Hitchcock

Os arquivos de áudio das conversas que geraram o livro “Hitchcock / Truffaut: Entrevistas”, a um clique de distância.

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Pisante

Se você tiver saco de folhear 400 páginas digitais, dá pra passear pelo livro “Made for Skate”, contando a história dos calçados feitos especialmente para os carrinhos.

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9

Ele fez de novo, Kelly Slater sagrou-se campeão mundial pela nona vez. Ninguém mais ousa apostar qual vai ser o número máximo de títulos que ele irá acumular, pelo simples motivo de não ser uma questão técnica e sim íntima: depende de quantos ele vai querer ganhar.

Enquanto ele não pede a conta, os patrocinadores, a mídia e o público tem que se desdobrar pra inventar uma maneira de comemorar a cada ano. Dessa vez foi um livro, “Kelly Slater, for the love”.

É um dos maiores atletas da história, pena que não é tão assistido quando deveria. Conhecido ele é (normalmente por motivos fúteis, como Gisele Bundchen ou Pamela Anderson), mas isso é outra história.

Na falta de algo melhor, vamos utilizar dinheiro como parâmetro para comparar uma injustiça de reconhecimento esportivo.

Enquanto o Cristiano Ronaldo ganha mais de um milhão de dólares por MÊS pra defender o Manchester United (e ainda reclama!), quando Kelly conquistou o oitavo título seu patrocinador ofereceu um milhão caso ele ganhasse mais DOIS!

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Literatura

O livro “Boys and girls”, da Be Book, usa ilustrações no mesmo estilo de uma famosa série de livros infantis para falar, da maneira mais direta e realista possível, sobre iniciação sexual para adolescentes.

Foi tão direta que causou polêmica na Escócia, onde foi criado, sendo tirado do mercado. A continução “True or false” segue no mesmo assunto. As animações do saite são sensacionais.

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Democracia

15 anos depois, finalmente o Guns N’ Roses disponibiliza (bom, ao menos oficialmente) a nova música, “Chinese Democracy”. Ouça por sua conta e risco.

Os solinhos (trocentos) metidos a muderno, emulando o liga/desliga do Rage Against the Machine (até onde isso é possível para o Guns) são um pesadelo. E pensar que o disco custou a bagatela de 13 milhões de dólares pra ser produzido.

Melhor que ouvir o disco é ler a autobiografia do Slash. Fiquei com esse livro na mão, na dúvida se valia a pena ou não, mas no fim o saudosismo adolescente falou mais alto.

É divertido conhecer os bastidores de uma banda que um dia, há muitos anos atrás significou alguma coisa. O cara gasta linhas e linhas tentando se colocar como algo totalmente diferente das bandas glam de Los Angeles da época (Poison, Motley Crue). Aí você assiste o clipe de “Welcome to the jungle”…

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17

Em seu livro “17″, o fundador do KLF, ex-executivo de gravadora e ex-empresário do Echo & The Bunnymen, Bill Drummond, defende a tese de que que música, da maneira que conhecemos, já deu o que tinha que dar.

Para ele, toda música, uma vez gravada e executada em duas dimensões, perde o sentido de existir. Convencido disso, Bill forma corais de 17 pessoas, grava, toca uma vez para os integrantes e deleta a música logo depois, para sempre.

Esse experimento serve de premissa inicial do livro. O ponto que Bill quer provar é mais radical ainda: não adianta tentar achar solucões para crise de formatos, etc, é preciso parar tudo e começar de novo, do zero.

Lembrado que Bill Drummond é o sujeito que queimou um milhão de libras, referentes a royalties do KLF, apenas para provar que não o dinheiro não o controla.

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O futuro da música

Paul D. Miller, mais conhecido como DJ Spooky, manda avisar que seu novo livro, “Sound Unbound” (o primeiro foi “Rhythm Science”), está na praça.

Reunindo uma série de textos falando sobre arte, mídia, sampling e as novas estratégias de composição, o papel de Spooky é como o de um remixer, de edição e organização dos textos. Uma lista de ensaistas dá uma boa idéia do livro: Brian Eno, Steve Reich, Chuck D, Moby, Pierre Boulez, Saul Williams, Bruce Sterling, Jonathan Lethem, etc.

“Sound unbound” vem com um disco, com raridades de Allen Ginsberg, James Joyce, Ryuichi Sakamoto, Jean Cocteau,Gertrude Stein, Liam Gillick, Trilok Gurtu, Sun Ra, George E. Lewis, Aphex Twin, Sonic Youth, Philip Glass, Iggy Pop…

No saite do livro, há um link para uma entrevista connjunta, em áudio e vídeo, com Girl Talk e DJ Spooky. A entrevistadora gosta de falar, viu, mas nos espaços que restam, tem coisa interessante.

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