OEsquema

Arquivo: lucas santtana

Diginóis n’OEsquema

Mais uma estreia n’OEsquema: Diginóis, editado pelo músico Lucas Santtana. Não é página de artista – isso ele fará em sua página pessoal . É o blogue que Lucas vem mantendo há anos, com conteúdo relacionado a música e tecnologia. Ele fala mais disso no seu post de apresentação, inclusive da influência do URBe e do Trabalho Sujo na sua vida digital, e dá uma volta pelo condomínio para apresentar os outros blogues para seus leitores.

Essa semana ainda o Lucas promete lançar seu novo disco, “O Deus que Devasta Mas Também Cura”, o quinto da carreira, cuja  primeira música você já escutou por aqui. Olho no Diginóis!

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Lançamento: Lucas Santtana, “Músico”

Olha aê a primeira música do “O Deus que Devasta Mas Também Cura”, quinto disco do Lucas Santtana, “Músico”, em primeira mão no URBe.

É uma versão da parceria do Paralamas do Sucesso com Tom Zé, lançada no disco “Severino” (ouça a original abaixo), uma homenagem do Lucas aos amigos de profissão.

Por isso, convidou alguns dos seus músicos favoritos para gravar, um time e tanto: CéU (voz), Curumin (MPC), Gustavo Ruiz (Tulipa, guitarra), Marcos Gerez (Hurtmold, baixo), Maurício Fleury (Bixiga 70, sintetizador), Rica Amabis (Instituto, sampler orquestra) e Bruno Buarque (bateria).

O disco inteiro “chega as lojas” em março (ahã… que loja?) e a capa, feita pela Guilhotina Design em cima da obra do Gregory Thielker, já havia aparecido no Sujo.

Antes disso, vão ter muitas novidades sobre o lançamento do “O Deus que Devasta Mas Também Cura” n’OEsquema – e não será aqui. Aguarde.

Músico by Paralamas do Sucesso on Grooveshark

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Josué Santtana, “Ninja Bebê”

Ninja bebê by diginoisrecords

O filho da Anna e do Lucas Santtana, Josué, embarca no mundo da música guiado por Lucas Vasconcellos com esse hit infantil.

Interessante ver como aula de música hoje pode ser numa MPC.

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Petites Planetes: Tom Zé

Os vídeos da recente passagem de Vincent Moon pelo Brasil começam a brotar. A nova série Petites Planetes é mais documental e experimental do que o a bem sucedida Take Away Shows.

A estreia foi com um belo retrato do Tom Zé. Se tiver tempo, assista também o registro sem cortes, de 20 minutos, de Tom fazendo yoga de manhã. Fala demais dele sem falar uma palavra.

“Se é a arte que imita a vida ou a vida que imita a arte eu não tenho certeza, mas uma coisa é certa, essa idéia de parque temático contaminou também o mundo das artes.

“Até em exposições de Artes Plásticas hoje em dia tem um “guia” para explicar o que aquela obra siginifica. Não é dado mais as pessoas o tempo e o abismo para vivenciar uma experiênica por conta própria.”

O texto de apresentação foi escrito pelo Lucas Santtana e você pode continuar lendo na página do projeto.

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Letieres Leite & Orkestra Rumpilezz e Lucas Santtana

O quinto disco do Lucas Santtana vai tomando forma. Entre as várias participações, tem arranjo do maestro Letieres Leite.

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Lucas Santtana, “Hold Me In”

O disco “Sem Nostalgia”, do Lucas Santtana, continua rendendo clipes. O passeio sensorial de “Hold Me In” foi feito pelo Rafael Salim.

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Lucas Santtana, “Who Can Say Wich Way”

Clipe do Lucas Santtana, dirigido pelo Felipe Continentino.

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Deep Beep

Gravado ao vivo na festa de 9 anos da festa Phunk!, esse set do Lucas Santtana está no saite de mixtapes Deep Beep, junto de diversos outros mix de gente legal como RM2, XRS Land, João Brasil, Camilo Rocha, Nepal, Tranquera, Markinhos Meskita e muitos outros.

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Hoje tem: FaroMPB

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Lucas Santtana & Seleção Natural + Siba, ao vivo no Teatro Rival)

Não é todo dia que aparece uma escalação com Lucas Santtana e Siba na mesma noite. Ponto pro Rival Mais Tarde (e bota tarde nisso… deu pra pegar o segundo show mesmo depois do B2B terminar). No vídeo, o momento que os dois dividiram o palco.

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Hoje tem: Lucas Santtana e Siba

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Hoje tem (sábado): Lucas Santtana e Dancing Cheetah

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Hoje tem: Clã

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O clipe de “Nighttime In The Backyard”, do Lucas Santtana

Simplificando ao máximo, pra fazer o clipe da minha música favorita do disco “Sem Nostalgia” do Lucas Santtana, “Night Time In The Backyard”, chamei o Tiago Lins e fomos ao Jardim Botânico, no Rio, com duas Digital Harinezumi e entregamos o material para Luis Baiia editar. Contamos ainda com a participação especial de Arto Lindsay e seu inseto.

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OEsquema apresenta: “OViolão”


foto: Caroline Bittencourt / design: Dimáquina

O pacote com a coletânea completinha: OEsquema apresenta: “OViolão”.

Pra saber mais detalhes do projeto é só ler os dois textos de apresentação escritos por mim e pelo Matias no dia que as músicas começaram a pingar por aqui.

1. Lulina – “Mentirinhas de Verão”
2. AVA – “Filha da Ira”
3. Lucas Santtana – “Nighttime In The Backyard”
4. Wado – “Frágil”
5. João Brasil – “Orgasmadance”
6. Burro Morto – “Navalha Cega (Violas)”
7. Frank Jorge – “São Tantas Tendências”
8. Momo – “Mas É o Fim”
9. Curumin – “Solidão Gasolina”
10. Kassin – “Pra Lembrar”
11. Nina Becker – “Polyester Tropical”
12. Gabriel Thomaz – “248-6279″
13. CéU – “Cangote”
14. Do Amor – “Mindingo”

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OViolão: Lucas Santtana & Seleção Natural, “Nighttime in the Backyard”


Lucas Santtana & Seleção Natural, “Nighttime in the Backyard

Antes do lançamento oficial do “Sem  Nostalgia”, o Lucas Santtana estava soltando as músicas, uma a uma, no seu próprio saite. Com a coletânea “OViolão” na agulha, pedi pra incluir essa belezura “Nighttime In The Backyard” no disco, o que foi autorizado. Com o atraso da coleta, perdemos a exclusividade. Mas não importa, continua sendo uma alegria ter uma faixa dessas na compilação.

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OViolão: Wado, “Frágil”


Wado, “Frágil (OViolão)”

O nome do Wado foi um dos primeiros a serem lembrados para coletânea. Figura totalmente d’OEsquema, sua participação era fundamental. Por isso, foi com muita tristeza que recebemos a negativa do Wado, que estava doente na época, sem poder gravar.

A tristeza foi tão grande que superou o bom senso. Mesmo sabendo que ele não podia, insistimos e insistimos. Até que ele se lembrou que tinha essa versão de “Frágil” ainda inédita e, com os vocais já gravados, era apenas questão de fechar o instrumental.

Felizmente, Wado já está melhor e sua música aqui na coletânea. Deu tudo certo, como sempre acontece com as boas coisas.

Visite o Trabalho Sujo para baixar a outra música do dia, Lucas Santtana,“Nighttime in the Backyard”.

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Lucas Santtana, “Cira, Regina e Nana”

Finalmente apareceu o primeiro clipe do “Sem Nostalgia”, do Lucas Santtana. Dirigido por Emílio Domingos e Gregório Mariz, “Cira, Regina e Nana” foi a música escolhida.

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Melhores shows de 2009

Esse deve ter sido o ano em que menos fui a shows em muito, muito tempo. Culpa do cronograma de gravações mais cruel que já enfrentei (sempre noturnas, sempre em dias de bons shows). Ainda assim, teve MUITA coisa boa. Segue a lista, em nenhuma ordem específica.

Paul McCartney (Coachella, EUA)

“John Lennon também foi  homenageado com “Here Today”. Obviamente, as músicas dos Beatles (”The Long and Winding Road”, “Blackbird”, “Eleanor Rigby”) causavam comoção. George Harrison também foi lembrado quando Paul tocou “Something” em um ukulele presenteado pelo próprio, seguida por “I’ve got a feeling”.”


Phoenix (Central Park, EUA)

“Lá pela metade da apresentação dos franceses no Rumsey Playfield, parte do Central Park Summerstage, pintou uma questão: como resenhar algo tão perfeito? Diante de tanto acerto, resta muito pouco além de elogios.”

Curumin (Cinemateque, Rio)

“Veio 2008 e Curumin lançou um dos melhores discos do ano. Ao filtrar melhor suas influências, “Japan pop show” acerta onde errou na estréia. O que antes era uma coleção de referências bem marcadas — seja samba-rock, afrobeat, dub — misturou-se com classe, começando a formar uma sonoridade própria, resultado da colisão disso tudo.”

TV On The Radio (Coachella, EUA)

“Cada vez que Kyp Malone dedilhava o baixo os sub-graves pareciam estar saindo de algum equipamento digital de tão fortes. Era cada catranco no peito que não era brincadeira. A densa massa servia de base para camadas e mais camadas de guitarra, num som que tinha que ser decifrado antes de fazer sentido.”

Lucas Santtana & Seleção Natural (Vale Open Air, Rio)

“Transpor essas músicas para o palco é complicado. Ainda mais porque algumas delas são bastante delicadas e bem resolvidas. Nesse sentido, Lucas Vasconcellos conseguiu uma façanha ao adicionar uma cama de teclados na balada “Nightime In The Backyard”, umas das melhores do disco, fazendo a canção crescer no palco.”

Radiohead (Apoteose, Rio)

“’Bom pra caralho’, como disse a banda em bom português ao final do show. Foi mesmo.”

Kraftwerk (Apoteose, Rio)

“Seja como for, toda vez que se assiste ao Kraftwerk o embasbacamento é o mesmo. É como se eles tivessem apertado e girado todos os botões de sintetizadores possíveis e imagináveis antes de todo o mundo.”

Franz Ferdinand (The Week, SP)

“Uma das poucas bandas de sua geração que não apenas conseguiram se estabelecer, mas também crescer, o Franz Ferdinand tem como trunfo um excelentes shows. Mostraram isso em suas visitas anteriores ao Brasil e dessa vez não foi diferente.”

Siba e a Fuloresta (Teatro Rival, Rio)

“O trabalho de Siba só surpreende dessa maneira aqueles que pouco conhecem o resto da história musical da região. Pasmos com a “modernidade”, a “contemporaneidade” do que lá se produz. É um tapa na cara, um belo “acorda aê”.”

Late Of The Pier (Coachella, EUA)

“Como se estivessem tocando num pub em Londres, fizeram o mesmo show de sempre, com as danças e roupas esquisitas, a gritaria, a quebra de andamento, as camadas de sintetizador e a programações esquisítissimas.”

M.I.A. (Coachella, EUA)

“O trabalho de pesquisa da estética dos países em desenvolvimento de M.I.A., tanto a visual quanto a musical, cresceu bastante em “Kala”. Provavelmente ciente de que sem o visual seu show não passava totalmente sua mensagem, M.I.A. se transformou numa Madonna do terceiro mundo.”

Dirty projectors (Teatro Odisséia, Rio)

“Quem lá esteve, no entanto, se encantou com a banda. Até os integrantes, conhecidos por sua postura fechada tanto no palco quanto fora dele, estavam soltinhos, fazendo piadas e rindo sem parar. É raro ter a chance de ver uma banda tão pouco preocupada com fórmulas pop tocando por aqui, ainda mais num lugar pequeno. Quando pinta, tem que aproveitar, inclusive para possibilitar novos eventos.”


Friendly Fires (Circo Voador, Rio)

“Se baixas expectativas são o combustível para uma grande surpresa, os ingleses fizeram sua parte. Confirmando a fama de bons de palco, os ingleses sacudiram a tenda sem parar com ótima presença de palco, principalmente do vocalista Ed MacFarlane, requebrando sem parar.”

Lykke Li (Coachella, EUA)

“a loirinha sentou a puia na galera que tostava sob o sol. Toda de preto e pulando sem parar, Lykke Li mostrou um show ainda melhor do que o usual, utilizando suas mil traquitanas e sem se preocupar em posar de gatinha.”

Little Joy (Circo Voador, Rio)

“Feliz, depois de tanto tempo sem tocar no Brasil, Amarante estava visivelmente contente e não cansava de agradecer, cumprimentar rostos conhecidos na platéia e dizer como era bom estar de volta em casa. No entanto, era Fabrizio Moretti, aparentemente doidaralhaço, quem ganhava os holofotes.”

Faith No More (Metropolitan, Rio)

“Quando um show dessas bandas parecem perder o sentido e essas reuniões ressoam como meros caça-níqueis, surge um outro fator. Servem também pra lembrar que um dia também fomos novos. E tome air-guitar (para os que já tinham parado, né), sacudida de cabeça e soco no ar.”

Skatalites (Circo Voador, Rio)

“Sempre exaltando Coxsone Dodd e o Studio One, casa da banda, os jamaicanos fizeram um show preciso, sem uma nota fora do lugar, perfeito, mesmo com arranjos complicados, viradas e quebras de andamento de entortar as costas.”

Nação Zumbi (Circo Voador, Rio)



“De uma tenda na Lapa, o Circo passou a melhor casa do Rio, com direito a uma longa crise, quando a casa foi fechada. De uma novidade em “Da Lama Ao Caos”, a Nação tem hoje o show mais poderoso do Brasil, sem esquecer do baque que foi a perda de Chico Science.”

Mexican Institute of Sound (Coachella, EUA)

“Os mexicanos presentes lotaram o segundo palco ao ar livre pra balançar ao som de cumbia digital, tirações de onda com “Macarena” e hip hop temperado com tequila.”

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10 melhores discos nacionais de 2009

Listinha difícil de fazer esse ano, viu… Normalmente a briga é boa, dessa vez achei até bem tranquila. Os 10 são muito bons, porém normalmente pelo menos outros 10 candidatos ficam de fora. Esse ano não. Abaixo, a lista de melhores discos nacionais de 2009 do URBe.

10.

Otto, “Certa Manhã Acordei De Sonhos Intranquilos”

9.

Wado, “Atlântico Negro”

8.

Lulina, “Cristalina”

7.

Céu, “Vagarosa”

6.

Letuce, “Plano De Fuga Pra Cima Dos Outros e De Mim”

5.

Emicida, “Pra Quem Já Mordeu Um Cachorro Por Comida, Até Que Eu Cheguei Longe”

4.

Mallu Magalhães, “Mallu Magalhães”

3.

Arnaldo Antunes, “Iê, Iê, Iê”

2.

Cidadão Intigado, “Uhuuu!”

1.

Lucas Santtana, “Sem Nostalgia”

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Lucas Santtana sem nostalgia com a Seleção Natural


Lucas Santtana & Seleção Natural, “Nighttime In The Backyard”
fotos e vídeo: URBe

Mesmo morando na cidade, show do Lucas Santtana no Rio é coisa rara. A turnê de lançamento do “Sem Nostalgia”, rodou o Nordeste, foi a São Paulo e ainda não tinha aterrisado por aqui.

Só isso já valeria a ida ao Vale Open Air. Some a oportunidade de ouvir ao vivo as canções do quarto disco do baiano, um dos melhores do ano, e o programa era praticamente obrigatório.

Como se não bastasse, havia ainda mais um atrativo. Para facilitar a agenda de shows e, principalmente, baixar os custos da turnê, Lucas montou três bandas diferentes: uma no Rio, uma em São Paulo e uma na Bahia.

O repertório pode ser o mesmo, porém cada formação da Seleção Natural traz sua própria pegada para os arranjos, transformando as músicas e tornando as apresentações em cada um desses lugares mais especiais.


Lucas Santtana

A escalação de cada formação é de luxo. Não tem reserva, é só titular.

No Rio, acompanhados da guitarra nervosa de  Gustavo Benjão (com o qual formam a banda Do Amor junto com Gabriel Bubu), o baterista Marcelo Callado e o baixista Ricardo Dias Gomes constróem as bases, enquanto David (efeitos e sampler) e Lucas Vasconcellos (do Binário e Letuce, nos teclados Rhodes e Mini Korg) criam as camadas e atmosferas.

Na Seleção  Natural, Marcelo e Ricardo eles podem escancarar a faceta Sly & Robbie da dupla, quando a comparação com os jamaicanos vai além do fato de serem uma das cozinhas mais entrosadas da música brasileira. Com a forte influência do dub nos arranjos, desde antes de “3 Sessions In a Green House” até, os dois podem amassar a platéia sem dó.


Monome

“Sem Nostalgia” é um disco experimental.  Inteiramente gravado utilizando apenas sons extraídos do violão, o resultado final soa como uma banda completa. Os métodos para se conseguir os mais variados sons e os processos aos quais foram submetidos é que enriquecem os arranjos.

Transpor essas músicas para o palco é complicado. Ainda mais porque algumas delas são bastante delicadas e bem resolvidas. Nesse sentido, Lucas Vasconcellos conseguiu uma façanha ao adicionar uma cama de teclados na balada “Nightime In The Backyard”, umas das melhores do disco, fazendo a canção crescer no palco.

Agora que só se apresenta totalmente sóbrio, em nome de melhorias no vocal, Lucas Santtana encontrou no Monome o parceiro perfeito. Tocando o sequenciador como um instrumento ritmico, Lucas batuca séries de programações, acompanhadas de luzes classudas.

A grande lástima é que muito provavelmente, Lucas Santtana será dos poucos que poderá conferir a apresentação com as três formações.

Seria uma beleza poder assistir o show de novo com a banda de São Paulo (Regis Damasceno – guitarra; Rian Batista – baixo; Bruno Buarque – bateria e mpc; e Dustan Gallas – Rhodes e sintetizadores) e da Bahia (Roberto barreto – guitarra; Seco – baixo; Emanuel Venâncio – bateria; Mangaio – sampler e sintetizador; e Jelber oliveira – Rhodes e sintetizador).

Num mundo ideal, haveria um show misturando todas elas. Nem que fosse para um DVD.

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Hoje tem: Lucas Santtana & Seleção Natural (sorteio de convites)


foto: ariel martini

Finalmente Lucas Santtana faz o show de lançamento do discão “Sem Nostalgia” no Rio, nessa terça as 22h30, no Vale Open Air.

Diga nos comentários porquê você gostaria muito de ver nesse show. Os dois primeiros levam um par de ingresso cada (dois ganhadores, total de quatro ingressos).

http://www.myspace.com/santtana

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Lucas Santtana fala sobre “Sem Nostalgia”

Em entrevista para o saite da livraria Saraiva, Lucas Santtana fala do novo disco, “Sem Nostalgia”, da nova geração de músicos, do ranço MPB e outras coisas.

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Hoje tem: Dancing Cheetah especial

Entrevistas com os DJs e outros detalhes no blogue da macaca.

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“Vamos ficar doidão!”

Lucas Santtana manda “Hold Me In”, soltinho na marola no show de lançamento do disco “Sem Nostalgia”, em São Paulo.

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