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Arquivo: maconha

Doc: “When We Grow”

(Mais) um documentário sobre a maconha.

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Moluscontos, “Ninfetamina”

Moluscontos – NINFETAMINA from Molusco on Vimeo.

Histórias enfumaçadas de noitadas do Rio, ou simplemente Moluscontos.

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Sobel e a maconha

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Ainda maconha


FHC entrando no clássico Dampkring

Nos últimos dias a cannabis sativa tem estado no centro do noticiário – ao menos online. Na noite de domingo, #maconha chegou ao topo da lista de assuntos mais comentados no Twitter no Brasil.

Mais do que uma reportagem equilibrada sobre o assunto no Fantástico, não pensava que veria uma enquete sobre regulamentação da maconha ter o apoio de 57% dos telespectadores.

Após o baixo astral de dias de acontecimentos estranhos, a Marcha da Liberdade iniciou a virada e essa semana começa bem.

A guerra contra as drogas fracassou. Não há mais dúvidas. Não se engane: os principais beneficiados pela mudança da política de drogas serão os não-usuários, não os “maconheiros”.

Personagem do documentário comentado outro dia, Bill Hicks tem opinião relevante sobre a proibição da maconha:

A MTV fez um programa sobre o assunto. A primeira parte está abaixo e o resto dá pra assistir você sabe onde.

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Dias estranhos… Em que ano estamos mesmo?

O dia ontem começou com a notícia do assassinato do casal de ambientalistas José Cláudio da Silva e Maria do Espírito Santo, no Pará, e terminou com a aprovação do Código Florestal e da emenda no congresso, em Brasília, anistiando quem desmata com jogadinhas jurídicas e semânticas tentando contrariar o óbvio.

No final de semana vimos o show de despreparo da PM de São Paulo durante o que era pra ter sido a Marcha da Maconha, transformada em Marcha Pela Liberdade de Expressão, uma vez que foi proibida pela Justiça do Estado – o que por si só já é um fato bizonho. Bombas, gás de pimenta, pancadaria, uma covardia só.

Esse ano ainda tivemos políticos dando aumentos surreais para eles mesmos, querendo comprar carros de luxo com dinheiro público e faturar na iniciativa privada com sua influência, o Ficha Limpa ser posto na geladeira, assistimos o mercado imobiliário ensandecido e continuamos celebrando a ascensão da classe média baseado apenas em facilidade de acesso ao crédito, sem educação e todo o resto, o que é um grande erro.

Disse muito bem o Marcelo Rubens Paiva no excelente texto “A moda do reaça”: “Esta DiogoMainardização da imprensa e da pequena burguesia brasileira tem um nome na minha terra: má educação”.

Zé Cláudio, formado na escola da vida, mais precisamente a da floresta, achava que matar árvores é assassinato. Justo no dia que tantas foram assassinadas no Congresso, ele mesmo virou árvore. Sua execução recebeu cobertura tímida aqui no Brasil e um pouco melhor lá fora.

As ideias do bem só perdem, parece. É desalentador. A sensação é de não se saber absolutamente nada.

Um dia a floresta se vingará, engolindo todos nós. O mar já começou.

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Macô!

Tunguei lindamente essa seleção de músicas brasileiras com menção a erva danada feita pelo Pedro Alexandre Sanches para o Farofafá.

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Marcha da Maconha 2011 (Rio)

Esse ano não filmei, fique com o registro do cabrón Matias Maxx.

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Sal, açúcar e cannabis

“Cannabis, como qualquer substância, pode ser benigna, maligna, inócua, ou tóxica. Para qualquer pessoa envolvida nesse debate tem que ficar muito claro que qualquer substância pode ser bo ou ruim.  Café é uma droga pesada. Dê café para um menino do oito anos… Açúcar faz muito mal, mas depende da maneira como você usa ele. Se você usar em doses moderadas, vai fazer pouco mal. Com qualquer substância você pode fazer esse argumento. Coma um kilo de sal de cozinha para você ver o que acontece. Então ele é um tóxico? Vamos proibir o sal? Quando a gente começa a discutir as coisas amarrado na biologia delas, as coisas ficam mais simples.”

O pessoal do Lado[R] registrou a palestra de Sidarta Ribeiro, co-autor do livro “Maconha, cérebro e saúde”, no Auditório de Ciências Sociais da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, no dia 25 de fevereiro. Sidarda também participou do debate sobre a legalização da maconha organizado pela Folha de S.Paulo, ano passado.

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Tim Maia, CNT e THC

Dica do meu pai.

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Seun Kuti & Egypt 80, ao vivo no Rio

Num final de semana que tinha shows de Lucas Santtana, Siba e Nina Becker, o festival Back 2 Black centralizou as atenções da cidade. Uma das principais atrações, Seun Kuti, filho mais novo do Fela Kuti, cumpriu as expectativas.

Responsável por levar o legado do afrobeat adiante, Seun apresenta-se acompanhado pela última banda do pai, a Egypt 80 e faz um show hipnótico.  Para alguns, o trabalho de Seun é uma continuação natural de Fela (com quem tocou desde os 9 anos), para outros é uma imitação sem graça.

Concordo os primeiros.  Mesmo quem pensa o contrário, tem que admitir — e aproveitar — o fato de que a banda é irretocável e não teria como imitar a si mesma, visto que 2/3 é composta por membros originais.

O sucesso do musical “Fela!”, em cartaz em Nova York, comprova que o afrobeat anda em alta. As apresentações contam com o Antibalas como banda de apoio, o que por si só já valeria o ingresso. Poder assistir os músicos  de apoio originais é melhor ainda.

O papo é que o show da evento foi o da Erykah Badu. Perdi porque passei o final de semana registrando as gravações do segundo disco do Seun Kuti, inteiramente gravado em três dias no Rio (sem participação nenhum músico local, foi aqui por questões de agenda da banda mesmo).

A julgar pela espancação de “Planet Rock” executada pela Badu no vídeo abaixo, o troço deve ter sido bom mesmo.

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“A maconha vai arruinar sua vida”

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Mondo Bizarro 71: Maconha ou loló

Via @chicodub.

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420 em LA: medical marijuana


fotos: URBe, em Venice Beach

Desde que a proposição conhecida como SB 420, complementando uma lei anterior,  foi aprovada em 2003, o uso da maconha para fins medicinais cresceu bastante na Califórnia.

Por estar em conflito com leis federais, durante os anos Bush a lei estadual sofreu para ser aplicada. Desde que Obama assumiu o  poder e mudou o foco de suas brigas para coisas mais importantes as coisas ficaram mais tranquilas.

O processo necessário para um residente californiano poder fazer uso da erva (lembrando que por lá cada Estado tem sua carteira de motorista/identidade, com o endereço do portador impresso) é bem simples: paga-se 120 dólares por uma consulta médica onde constatando-se problemas como insônia e ansiedade, impossíveis de se detectar por testes laboratoriais, a maconha é receitada e o paciente recebe uma licensa, válida por um ano.

Em termos legais é a admissão dos de efeitos terapêuticos e medicinais da cannabis comprovados cientificamente. Em termos práticos é uma espécie de legalização mesmo.

Sim, pois se qualquer um pode ter a carteirinha, assume-se que uma pessoa fumando em público esteja autorizada. Se a pessoa provavelmente está autorizada, não há porque um policial abordá-la, seria perda de tempo. E se ninguém está sendo abordado, não é mais estritamente necessário possuir a documentação.

Como toda mudança, a adaptação está sendo gradual. A venda controlada se transformou num grande mercado. Para se ter uma idéia, em Los Angeles hoje existem mais lojas de venda especializada de maconha medicinal do que Starbucks.

É possível comprar maconha mesmo sem possuir a licensa, não falta gente autorizada oferecendo-se para fazer o papel de atravessador, criando traficantes de porta de loja e gerando uma grande distorção dos objetivos.

Pode ser questão de tempo até a venda controlada passar para uma venda legal, se não for por nenhum motivo, pelo alta arrecadação de impostos que isso geraria, além de elimnar o problema dos atravessadores.

No entanto, atualmente discute-se uma maneira de reduzir o número de estabelecimentos, estabelencendo um limite de ao menos uma milha (1,6 kilômetros) de distância entre cada loja e também de escolas, eventualmente reduzindo para cerca de 170 o número pontos.

Enquanto nada muda, as lojas de medical marijuana continuam sendo uma visão curiosa em pleno Estados Unidos.

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Na dichava

Veja que engenhosa essa linha de shapes da Sector 9 assinada pelo longboarder Joel Tudor que vi na praia esses dias. O espaço logo abaixo do eixo da frente é uma cavidade, lisinha, feita para desbelotar bagulho na areia. Só na Califórnia mesmo.

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Tumulto

Incomodado com a esculhambação de Bill O’Reilly com a sua cidade durante seu programa na Fox, um morador de Amsterdã decidiu responder.

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História

O promo da nova temporada de “Weeds” conta a história de como a maconha chegou aos EUA e foi banida. Uma espécie de versão reduzida (e piorada) do documentário “Grass”.

É questão de tempo.

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Vale uma mutuca de skunk

Saca a promoção de lançamento do DVD do filme “The wackness”: como um dos Golden Tickets do Willy Wonka, escondido nas primeiras 1.000 cópias do filme há um vale para uma viagem (para dois) para Amsterdã, com direito a uma leva de skunk.

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Duas histórias

foto: PA

Enquanto um estudo liga o consumo de maconha ao câncer de testículos, o chefe do “Conselho sobre o Mal Uso das Drogas” do governo inglês (Advisory Council on the Misuse of Drugs) afirmou que tomar ecstasy é tão perigoso quanto andar a cavalo, defendendo que a substância seja rebaixada para a classe B. De acordo com ele, relativizando, é tudo uma questão do uso que se faz de cada coisa.

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2zin

Os maiores maconheiros do cinema.

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Macô

A estrela de “Pineapple express” Seth Rogen conversa com Jon Stewart sobre maconha.

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