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Arquivo: mashup

Natalie Portman, a chorona

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David Attenborough, “Wonderful World”

A voz dos documentários da BBC, David Attenborough manda “Wonderful World”, na marra.

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System Of A Dilma

Quando recebi o email do Faroff, confesso que cliquei com preguiça de mais um mashup de vídeo. Que surpresa.

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As referências do “Matrix”

Você já deve ter lido sobre isso, mas assistir dá outro peso.

Vi no Sujo.

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Mashup sob encomenda

O resultado da ideia do Senac de convidar o João Brasil para receber encomendas de mashup do público só podia dar nisso: pura anarquia. Tem até making of do novo apresentador de TV. Se fazem disso um programa semanal de notícias, sei não, hein…

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João Brasil, “Charme de dar” (Guilherme Arantes X Gaiola da Popozudas)

Encontrando novos caminhos, João Brasil largou logo com um hit.

Charme de dar (Guilherme Arantes X Gaiola da Popozudas) – João Brasil by joaobrasil

Atualização: Só vi agora que essa pérola foi inspirada nas publicações do Matias sobre o Guilherme Arantes. Quem diria, João está ficando rápido nas produças.

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Pretty Lights, “Pretty Lights vs Radiohead vs Nirvana vs NIN”

Esse remix do Pretty Lights anda encabeçando a lista de mais populares do Hype Machine. Bem bom e na página deles tem coisas tão boas quanto.

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Camelo & Mallu & Eduardo & Mônica

Quarta passada chamei o Matias no Gtalk:

- Bombando esse “Eduardo e Mônica”, hein.
- Poizé.
- Saca uma coisa que eu sempre piro? Quando fala “o Eduardo de camelo” eu SEMPRE lembro do Marcelo Camelo, não consigo dissociar… Eduardo & Mônica = Camelo & Mallu?
- AHAHAHAHAHAHAHAHAHAAHHAHA! Vai aí, Bruno, faz um mashup, tu que é do vídeo.
- AHAHAHAHAHAHAAHAHAHA, pô, não fode, não tenho tempo, tô pegado.
- Ah, arruma alguém!
- Vou catar no Twitter

Horas mais tarde:
- O Ariel sugeriu um amigo dele, o Ricardo.
- Vambora?
- Vamo.

E assim nasceu…

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Transcultura #045 (O Globo): Kids & Explosions, Combo Percussivo

Texto da semana passada da coluna “Transcultura”, que publico todas as sextas no jornal O Globo:

Mashup Psicodélico
Cineasta indicado ao Oscar troca os filmes por projeto musical

por Bruno Natal

Na página do Kids & Explosions, o artista descreve a si próprio como “um garoto que faz música roubando música dos outros e tornando-as piores”. Sobre a parte visual do projeto, feita pelo colega de apartamento Justin Broadbent, diz que é formada “basicamente por gatos e pornografias, assim como o disco”, estimulando a audição das faixas “enquanto se navega por uma grande variedade de imagens ofensivas”.

A auto-ironia encaixa bem no projeto de mashups com pegada glitch e seus ruídos digitais. O disco de estreia, “Shit Computer”, lançado em novembro passado e baixado no esquema “pague quanto quiser”, popularizado pelo Radiohead em “In Rainbows”.

- O disco foi baixado mais de 10 mil vezes diretamente da minha página. Um terço das pessoas pagou, uma média de 3 dólares. A variação foi muito grande, alguns pagaram 20 dólares, outros um centavo. Fico lisonjeado e encantado quando alguém pagar a quantia que seja – explica o canadense Josh Raskin, canadense, indicado ao oscar pelo curta de animação “I Met The Walrus”, feita em cima do áudio de uma entrevista de John Lennon.

Se num mashup usual identificar as músicas sampleadas por vezes é complicado, nas composições do Kids & Explosions a tarefa é dificultada pelo método de desconstrução e reconstrução dos trechos, criando uma charada dentro da charada. Em vez de “simplesmente” contrapor dois ou mais hits, Josh picota as músicas, em muitos casos rearranjando as notas, evitando modificar o andamento ou o ritmo para facilitar os encaixes.

A primeira audição não é macia, o cérebro frita com a quantidade de referências embaralhadas. Em “Everything”, as letras de “Lose Yourself” (Eminem) encontram as de Biggie, ambas totalmente alteradas, com palavras fora de lugar, a base montada com trechos da introdução de “Sweet Child O’Mine” (Guns N Roses) com as notas da guitarra em outra ordem, mas ainda assim facilmente reconhecíveis. “Swear Words” é construída utilizando apenas palavrões ditos em diversas músicas, numa base feita em cima de samples de “Such Great Heights” do Iron & Wine. Como o nome do projeto sugere, a abordagem lembra uma criança brincando de explodir coisas: mais preocupada com o resultado plástico do que com as consequências.

- Começo cortando as melhores partes de músicas que amo. Depois ataco esses pedaços num teclado MIDI até encontrar algo que funcione. Você sabe que está funcionando quando sente vontade de chorar ao mesmo tempo que quer engravar as coisas – explica Josh.

Os sons que fazem Josh querer “engravidar coisas”, o que quer que isso signifique, são encontrados nos pianos do Radiohead, riffs The Strokes, Cindy Lauper, Feist, 2Pac, Iron & Wine, M.I.A., Sigur Rós, Destiny’s Child, MGMT, Massive Attack, entre outros. Com tanta coisa junta, dançar fica meio difícil.

- As pessoas dão um jeito de dançar qualquer coisa. Dependendo da música, as vezes parece mais que estão se segurando para não mijar do que dançando mas quando as pessoas gostam de uma música, elas tendem a se mover pelo espaço. Ainda não toquei essas músicas ao vivo, então vou saber em algumas semanas.

A sonoridade do Kids & Explosions está mais para Kid Koala do que Girl Talk, comparação insistente e da qual Josh não foge, embora não veja o que faz exatamente como mashups:

- Penso em mashups como juntar duas músicas sem afetar muito nenhuma das duas. Não é exatamente o que eu faço. Acho que meu som está mais próxmo de gente como DJ Shadow e Prefuse 73 do que do 2ManyDJs ou Girl Talk. O Girl Talk é demais, é como um DJ de festa com mil braços. Perfeito para levar uma pista de dança ao orgasmo. Mas o que fazemos é bem diferente. Ele sampleia músicsa para fazer as pessoas se acabarem nas festa. Eu sampleio porque não sei cantar.

Já prometendo um novo disco, Josh não abandonou os filmes. As necessidades de cada ideia determinam o caminho a seguir.

- Ainda quero fazer filmes, mas não animações especificamente. Gosto de usar o formato que melhor servir a ideia. Por agora tem sido roubar música dos outros e fazer algo novo a partir delas. A indicação ao Oscar provavelmente vai ajudar muito algum projeto de filme quando a hora certa chegar. Não quero me apressar a fazer algo até encontrar algo que realmente me excite. Só sou bom em alguma coisa quando fico obcecado por elas. Senão, só faço besteira.

O fato de vender o disco, transformando a atividade artística em atividade comercial com ganho financeiro, pode complicar o cenário numa eventual ação de um dos detentores dos direitos autorias. Josh não se preocupa.

- As pessoas sempre criaram roubando coisas dos outros e as combinando para criar algo novo. Eventualmente as leis de direito autoral vão aceitar esse fato como parte essencial da criação de qualquer coisa. Não acho que ninguém se importe de ter suas coisas roubadas, a não ser que você esteja faturando milhões de dólares com isso. E se isso um dia acontecer, estarei ocupado demais substituindo partes do meu corpo por diamantes para me preocupar com processos.

Enquanto os mashups evoluem no universo musical, no áudio-visual o formato ainda engatinha, tendo ido muito pouco além das colagens rítmicas vistas no trabalho de VJs como o AddictiveTV ou as apresentações áudio visuais do Coldcut, DJ Yoda ou Mike Relm, em que o som é mais importante do que as imagens. A tarefa não é fácil. Um dos expoentes da não-linearidade, o beatnik William S. Burroughs tentou aplicar a técnica dadaísta de cut-ups utilizada em seus textos (literalmente cortando e colando trechos aleatórios) ao vídeo, sem o mesmo sucesso. Vindo do cinema, Josh enxerga alguns diretores buscando novos caminhos.

- Filmes são feito de coisas que as pessoas conseguem se relacionar: lugares, relações, histórias… No momento que você retira essas coisas, as pessoas perdem o interesse. Música, pra começar, é algo totalmente abstrato, é mais fácil forçar os limites sem assustar as pessoas. Não importa o quanto você bagunçar, ainda vai ser apenas ar se movendo. Nomes como Charlie Kaufmann e Paul Thomas Anderson estão empurrando o cinema numa direção boa. Eles estão fazendo coisas que nunca haviam sido feitas, mas dentro do contexto narrativo, então as pessoas não querem esfaquear os próprios olhos quando assistem seus filmes. Essa é a direção que gostaria de seguir.

Tchequirau

Acostumado a fazer intervenções vocais no show das sua Nação Zumbi, o percussionista Gilmar Bola 8 assume o microfone de vez no seu novo projeto, Combo Percussivo.

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BFD em imagens

O adilioapc16 finalmente fez o que o João Brasil deveria ter feito quando lançou o Big Forbidden Dance”, há quase três anos: um vídeo mashup de cada faixa utilizando imagens dos clipes originais. Tem mais aqui.

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Kutiman, “My Favorite Color”

O entortador de vídeos Kutiman retoma o formato do seu projeto ThruYOU. Trabalheira bem feita.

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Brasileirinho foda

Mais foda que o foda.

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365 Mashups depois


“Beethoven X Batucada” (a partir de 11:41)

Quando a lenda João Brasil se propôs no final do ano passado a passar 2010 produzindo um mashup por dia, não poderia imaginar o gran finale que o aguardava o projeto.

5th Batucada (João Brasil)

Na noite do dia 31 de dezembro, a última faixa do 365 Mashups foi a trilha de encerramento da queima de fogos do reveillón em Copacabana, terminando também a viagem psicótica de colar tudo com todo mundo durante um ano inteiro.

Entre altos e baixos inerentes a um projeto desse porte, João Brasil fala da experiência e dos resultados.

URBe – Qual o balanço final do projeto?

João Brasil – Mais de 215.000 visitas, uma média de quase 600 visitas por dia. 12 discos de mashups e 365 misturas.

URBe – Qual foi a parte mais difícil?

João Brasil - A parte mais difícil foi no começo, quando estava num hotel em Hamburgo e não tinha internet, não conseguia baixar músicas, não tinha internet café, estava -20 graus do lado de fora. Outra vez fiz 9 mashups em um só dia, pois estava indo para a Grécia e não tinha internet na casa. Foi a única vez do projeto que antecipei os mashups dessa maneira.

URBe – E as melhores surpresas?

João Brasil – Todo dia eu tive surpresas boas, pessoas vibrando, comentando, me dando dicas, me xingando. Vivi intensamente cada dia do ano do 2010.

URBe – O que te trouxe em termos de contato, exposição e aprendizado?

João Brasil – Nunca tive tanta exposicão na minha vida! Fatboy Slim acompanhando o projeto, matérias em diversos jornais e blogs do Brasil e do mundo, como o Guardian, último mashup sendo tocado no reveillón de Copacabana para milhões de pessoas. O aprendizado foi gigante também. Me sinto hoje um melhor músico / operador de software (no meu caso o Ableton Live) e ganhei um “know how” bem grande sobre audiência musical. Hoje sei melhor o que meu público gosta e espera de mim.

URBe – O que fazer com todo esse tempo livre que você acaba de ganhar de volta?

João Brasil – Agora estou focado no meu “live set” novo, estou começando esse mês a minha turnê brasileira. Vou lançar um single esse mês com a Lovefoxxx pela gravadora alemã Man Recordings e estou começando a trabalhar no meu primeiro album para a Man também. Me aguardem que virão muitas surpresas esse ano.

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Kutiman, “SueYou”

O Kutiman continua retalhando o YouTube, agora na série “SueYou”.

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Serra ♥ Dilma

Internet, terra de gênios.

Via Matias, esse arqueólogo da rede.

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The Doors vs UK Hip Hop, “Love H.E.R. Madly”

Produtor de 21 anos, Figment recortou o The Doors e colou rappers britânicos.

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Avassaladores X MSTRKRFT

André Paste, “Sou Foda” vs “Heartbreaker”.

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Orquestra solo

Uma releitura YouTubeana do Antwan de “Time”, da trilha de “Inception”, composta por Hans Zimmer.

O rapaz gosta da brincadeira, já fez com músicas do Radiohead, Lady Gaga, do tema de “Laranja Mecânica”, entre outros.

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Jazz vs Metal vs Pop


Metallica, “Enter Sandman” (smooth jazz version)

Fica o vocal, vão se as bases. Subvertendo hit atrás de hit, Andy Rehfeldt transforma Nirvana em reggae, Metallica em jazz e Lady Gaga em polca.  No canal dele no YouTube tem Shakira, Motorhead, Taylor Swift, Beyoncé e muito mais.


Nirvana, “Smells Like Teen Spirit” (Reggae Version)
- e olha de onde ele tirou esse vídeo!


Lady Gaga, “Polka Face”

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Karolina, “Smile 2 Me” (video by Kutiman)

O clipe de “Smile 2 Me” foi feito por Kutiman, o músico que entortou o YouTube.

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Miike Snow + “Manimal”

Esse mashup estava pedindo pra acontecer. “Animal” + “Manimal”.

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Doc trailer: “Everything Is A Remix”

Mais um filme sobre o remix, sample, mashup e a cultura do corta/cola.

Essa é a parte 1 de uma web série, as outras três serão lançadas ao longo do ano. O próprio documentário se apropria de imagens e áudios com direito autoral, rearranjando para contar outra história.

Para finalizar a série, os realizadores estão arrecadando fundos através da página oficial “Everything Is A Remix”. Será que pretendem pagar os donos do material que está utilizando?

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Transcultura #019 (O Globo): FourSquare, “Tik Tok Trek”


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Pegadas na web
Com três milhões de seguidores, saite que dá a localização dos usuários faz sucesso por aqui

“Diga por onde andas e te direi quem és”. O ditado não é bem esse mas serve pra descrever a onda da geolocalização. Enquanto a privacidade segue sendo a principal preocupação quando se fala em redes sociais, o FourSquare (www.foursquare.com), serviço que oferece a possibilidade de que todas as pessoas que você conhece saibam, em tempo real, exatamente onde você está, é uma das que mais cresce atualmente.

Com 3 milhões de usuários pelo mundo, o FourSquare – criado por Dennis Crowley e Naveen Selvadurai – utiliza as informações de localização prestada por seus cadastrados para desenhar um mapa de atividades e interação entre outros adeptos. O funcionamento é simples: toda vez que você está em um lugar, tem a opção de fazer um check in, informando para seus amigos que passou por ali. É possível também deixar dicas sobre determinado local para serem pescadas para seus amigos (ou para todos, dependendo de como se configurar a ferramenta) quando também passarem por lá.

Com o aumento de aparelhos celulares com acesso a rede, o Brasil comprova sua vocação para capital mundial do uso desenfreado de redes sociais e já começa a popular o FourSquare e o Rio vai sendo mapeado por frequentadores de diversos lugares. Prova disso é que uma busca por locais menos óbvios no saite traz resultados no mínimo interessantes, revelando que aos poucos o FourSquare vai saindo do nicho dos geeks.

Na página do Trapiche da Gamboa a sugestão é o escondidinho de carne seca. As “termas” Centaurus, em Ipanema, já tem um mayor (prefeito, honraria dada ao principal frequentador de determinado local) e um usuário indica o “excelente sashimi de salmão preparado pela Kelly”. Na Vila Mimosa, a recomendação é “cerveja gelada, barata e muita mulher! can’t go wrong! (não pode dar errado!)”.

Lugares mais acostumados a check ins, como o Aeroportos Tom Jobim, Copacabana Palace, o hospital Miguel Couto ou o Motel Fair Play também figuram no FourSquare, com seus respectivos prefeitos. Outros em que se espera adiar a entrada ao máximo, como IML ou cemitério São João Batista, tem frequentadores assíduos. Um salão de depilação tem uma frequentadora que lá esteva mais de 20 vezes em poucos meses, a Rio Sampa e a Via Show tem seus mayors e até o engarrafamento da Rocinha (que também tem seu prefeito, e nem é quem você está pensando) está lá, assim como as casas Rio Sampa, Via Show e Castelo das Pedras. Fechado para obras, o Maracanã tem seu prefeito, que provavelmente não muda até a Copa de 2014. Quer dizer, se o FourSquare resistir até lá, claro.

Toda essa informação é pública, podendo ser acessada por qualquer um que se cadastrar no serviço, o que sem dúvida pode causar alguns constrangimentos, como falar para alguém que estava em um lugar enquanto estava em outro. Com tantos contras, é de se pensar quais os prós, qual utilidade de ter alguém seguindo seus passos. O sucesso do FourSquare se deve ao fato de seu uso ser muito maior do que uma simples central da fofoca – embora para muitos usuários esse possa ser o que interessa.

Semelhante ao Twitter, a utilidade depende do uso que cada um faz da ferramenta. Inicialmente percebido como uma página onde se publica inutilidades, como o que comeram no café da manhã, o Twitter provou-se uma plataforma de informação tão ágil que mesmo os mais resistentes o têm adotado. O @LeiSecaRJ começou como um guia para evitar as biltzes, passou a informativo de trânsito e em momentos de crise, como no último apagão ou arrastão, transforma-se num guia para saber da movimentação na cidade.

Hoje em dia existem cerca de 15 mil ofertas especiais oferecidas a usuários do FourSquare por estabelecimentos que premiam seus principais frequentadores. Como ainda há relativamente poucos usuários, para se tornar o mayor de algum lugar bastam poucos acessos, o que num futuro próximo promte ganhos diretos. Aplicativos como o “Who’s here” (quem está aqui) ajudam a encontrar amigos na multidão de uma praia ou de um show, o Fare/Share foi feito para nova-iorquinos encontrarem pessoas para compartilhar os escassos táxis da cidade e existem outros que tornam possível saber quem está solteiro num bar.

Quanto mais você torna suas informações públicas, maiores as possibilidades. Esse é o risco, pois um desconhecido pode facilmente levantar dados o suficiente sobre você para fazê-lo desistir do serviço. Em troca de algumas facilidades e promoções, entretanto, segue-se indo bem além do pesadelo proposoto por George Orwell em “1984″. O Big Brother está observando e fomos nós quem convidamos.

Tchequirau

O mashup da música “Tik Tok”, da Ke$ha, com imagens de Star Trek é sensacional. O autor pegou imagens de Spok e Kirk exatamente nas mesmas situações descritas na letra e montou um clipe sobre uma noitada espacial com bebedeira, brigas e pegação.

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Star Trek mashupado


Star Trek + Nine Inch Nails = “Closer”

O clipe de “Tik Tok”, da Ke$ha”, feito com imagens do Star Trek é imbatível. Mesmo não sendo uma ideia original, em 2006 fizeram uma montagem com Nine Inch Nails, inspirou outras colagens, como as duas versões de Star Trek com “Jizz In My Pants”.

Kirk e Spock, “Jizz In My Pants”


Star Trek 2009 e “Jizz In My Pants”

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Em Si

Criado por Darren Solomon, o projeto “In B Flat” reuniu diverso músicos, cada um tocando um instrumento, possibilitando uma combinação aleatória para construir um som ambiente.

Como todas as colaborações são em Si (como sugere o título) e sem marcação rítmica (com exceção do vibrafone), não tem como dar errado. É ir apertando play, regulando os volumes e soltar o Brian Eno dentro de você.

Via Facebook de alguém (levanta o dedo se foi você), + infos na Wired.

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